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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 12.05.09 |
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O Agresti, com sua coluna 14 pontos, acabou de me convencer, de forma definitiva, que o Rubinho deve perder seu emprego na Brawn. Entendam: deve, no sentido de se evitar a cizânia, que infelizmente o Rubinho e especialmente sua língua afiada, pontiaguda e infelizmente mal pilotada, costumam provocar.
Acho que estou lendo coisas que não foram escritas. Ou será que o Durval Pereira escreveu mesmo: o Button acho que perde para Rubinho na disputa interna... Cara! Se tu escreveu isto conscientemente, por favor, perde o endereço deste site e não escreve mais nada. Ser patriota não é torcer por brasileiro só porque é brasileiro.
Carlos Alberto Petry, Taquara
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Sobre a coluna 14 pontos, o Agresti esqueceu dos motores Matra como opção ao quase universal Ford dos anos 1970.
Sobre a questão da proibição do reabastecimento para o ano que vem, isso vai exigir novamente um novo projeto para os carros, diferente do atual, visto a capacidade dos tanques ter que ser ampliada, além do fato de distribuição de peso e tudo mais? Lembro que após a volta do reabastecimento na Fórmula 1, ao menos em uma ocasião, uma equipe, creio que do pelotão de trás, completou uma prova sem reabastecer. Alguma informação?
um abraço
Cristiano, Londrina
Oi Cristiano
Os carros atuais terão de ser completamente reprojetados para acomodar mais ou menos duas vezes e meia mais combustível – ou a Fia pode encurtar a duração dos GPs. Ou então tudo pode virar fumaça por conta desta queda de braço entre construtores e dirigentes.
Abraços (EC)
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Olá amigos do GPTotal!
Parabéns pela sua coluna Roberto Agresti: falou tudo!
E o que dizer da foto do Barrica com o Button no pódio? Sem comentários.
Concordo com o comentário do leitor Ésio, Montes Claros, e a impressão que eu tenho é que a F1 em 1994 saiu do trilho, entrando em colapso que a cada ano a destrói mais e mais.
A F1 precisa com urgência ser socorrida!
Mauro Santana, Curitiba
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Com a explicação do Edu, mais abaixo, sobre o uso dos freios pelos dois pilotos da Brawn, fica escancarada a lógica da superioridade do inglês, e não tem a ver com nacionalidade. O inglês é muito bom, provavelmente um pouquinho melhor que o brasileiro. E muito se diz que este pontuou mais que o outro ano passado, mas foi Button quem já tinha dado uma vitória à equipe, na Hungria anos atrás para a Honda.
Fernando Amaral, São Paulo
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Beto Silveira,
Respondendo ao seu questionamento, o Rubinho não utiliza o mesmo freio do Button simplesmente porque ele não conseguiu se adaptar ao sistema adotado pela Brawm.
Ouvi um entrevista em que ele fala que seu estilo de pilotagem não se adaptava ao sistema de freios do carro, o que obrigou a equipe a mudar as pastilhas para outras com compostos diferentes. As novas pastilhas não se deram bem com o fluxo (ou a falta dele) de ar nas calotas traseiras, o que obrigou a equipe a retirar as calotas.
Interessante notar que o Rubinho tem uma enorme dificuldade de adaptar seu estilo de pilotagem às condições que os diferentes carros lhe impõem. Lembro bem que na época da Ferrari a equipe teve que ajustar o pedal do freio do carro do Rubinho porque ele não conseguia frear com o pé esquerdo.
Com relação à corrida da Espanha, não acho que a equipe quis sacanear o Rubinho, mas pelo menos poderiam tê-lo avisado antes da primeira parada. Assim ele também poderia ter optado por mudar a estratégia.
Um abraço a todos
Saulo Caram, Brasília
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Beto Silveira, pára de choramingar que você entendeu tudo errado.
1 - O Barrichello usa freios diferentes porque seu estilo de pilotagem exige um frenagem mais brusca, e portanto, desgastante aos discos em comparação ao Button. Por isso cada um correu com discos e rodas diferentes. Ao invés de exigir rodas e calotas idênticas para ambos, exija que o Barrichello adapte sua pilotagem e extraia o máximo do carro, assim como o Button.
2 - Onde foi que a Brawn manobrou para tirar Barrichello da liderança? Deixa de ser chorãozinho (que nem o Rubinho - que faz por merecer o apelido no diminutivo). Button e sua equipe foram mais perspicazes e inteligentes. Button foi melhor na pista e venceu com méritos. Ponto final. O resto é choro de perdedor e de quem acha que as vitórias são presentes, e não conquistas. Barrichello teve pista limpa e carro leve o tempo todo. Não ganhou porque não foi rápido suficiente.
3 - Não é uma mera questão de se impor, não seja simplista. Prost se impôs na Ferrari e fracassou. O próprio Alonso tentou se impor na McLaren e fracassou. E porque será que a Renault continua empacada longe do título apesar do Alonso ter retornado? Será que ele desistiu de se impor na Renault?
A F1 é elitista e excludente. Tem que vencer quem é bom, independentemente de ser brasileiro, inglês, alemão ou marciano. Barrichello, pela 5ª vez em cinco corridas este ano, não foi capaz de bater o Button e vencer.
Érico, Brasília
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É incrível, mas o Barrichello pode ser o responsável pelo possível título do Vettel.
O Lento, digo, Lentíssimo Barrichello é um desagregador nato, está conseguindo desestruturar uma equipe coesa e com um ótimo ambiente com sua habitual choradeira, da qual eu não consigo entender.
Afinal o que quer o Barrichello ?
Será que, agora, os incautos do Brasil estão enxergando que nunca houve motivo para o Barrichello reclamar da Ferrari? Será que a massa ignara agora enxerga que é, e sempre será, inflamada e manipulada pela mídia, leia-se Rede Globo e o Sr. G.B.?
Agora uma pergunta aos amigos do Gepeto, o chorão, digo, Barrichello, está correndo com uma estrela de Davi no capacete. Ele é judeu?
Abraços
Christian
Oi Christian
Não sei explicar o por que da estrela no capacete de Rubinho. Vamos aguardar pela ajuda dos amigos leitores.
Abraços (EC)
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É triste e lamentável continuar assistindo a novela Rubens B.
Sempre a mesma choradeira, as mesmas desculpas e promessas. Que possui qualidades como piloto já provou mas acaba sempre se sujeitando a situações ridículas e absurdas como esta do GP espanhol, da Áustria em 2002 etc.
Pelo seu amor próprio, se é que ainda lhe resta algum, PARE de correr na F1.
Mario Luis Matias de Oliveira, Jundiaí
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Foi um absurdo o que aconteceu no GP da Espanha.
Prejudicaram o Rubinho da mesma forma que faziam na época da Ferrari, e devemos lembrar que só por isso o Alemão ganhou seus títulos mundiais.
Mas, é como dizia Henry Ford: A vitória do mais forte implica na derrota do fraco. Quando uma disputa não termina em empate, é porque alguém perdeu.
Diego
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Acho que o campeonato pro Barrichello acabou. Ele simplesmente é um piloto lento e sem ambição. O que faz um piloto se impor a uma equipe são vitórias e não resmungos.
Luis Fernando, Rio de Janeiro
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No último domingo, estava na Alemanha e vi a corrida da Fórmula 1 pela TV do começo ao fim.
Pergunto por que Rubinho é que foi dar a vez para seu companheiro de escuderia? O Brasil todo estava torcendo para ele chegar ao título e estava liderando a prova. O Brasil ficou triste por ele ter mais uma vez deixado seu companheiro vencer.
Bruno Brandt, São Paulo
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Olá pessoal que curte F1
É! Eu digo curte F1, pois assistimos as corridas e temos que abaixar o som da TV para não ouvir as groselhas que o Sr. GB, RL e LB ficam dizendo em rede nacional... A do GP da Espanha foi o carro de Felipe Massa consumiu mais combustível pois utilizou o kers a vontade. Meus amigos, quanta groselha. rsrsrsrs...
Pergunto: será que o pessoal da toda poderosa sofreu pane elétrica, ou melhor, mental? O kers gera potência a partir do acúmulo de energia e a transforma em potência, mas não tem nada a ver com consumir mais combustível.
Pessoal, vamos continuar com o som baixo mesmo, pois ouvir uma e outras como esta é demais, ainda mais de que está na F1 há anos e ainda não aprenderam?
E o RB? Ele nunca teve culpa de nada em 14 anos na F1? Sim teve: ganhou pouco, muito pouco! E ainda sonha em ser campeão, rsrsrs!
Abraços a todos,
Arnaldo Razzante Ribeiro, São Caetano do Sul
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É interessante como o tema Rubens Barrichello causa reações tão extremas, tanto de quem o defende quanto de quem o critica. Quem o defende o tem como um piloto excepcional, mas que foi sacaneado, principalmente nos tempos de Ferrari. Quem o critica o trata como piloto medíocre e nunca conseguiu ser campeão porque não tinha tal capacidade.
No entanto, o que se vê de Barrichello é um menino grande(?), que parece que não cresceu, que sempre teve tudo na mão e não aceita que sejam melhores que ele, mesmo que realmente sejam.
Ele poderia ter sido muito mais valorizado, tanto no Brasil como lá fora, se tivesse uma atitude diferente da que sempre teve. Poderia encerrar sua carreira por cima, mesmo sem título nenhum, mas para sempre será taxado como chorão, segundão, pé de chinelo e afins pelo simples fato de se preocupar mais em se justificar e arrumar desculpas do que ser rápido na pista.
É uma pena, mas, ao mesmo tempo, creio que sua aposentadoria seja o marco do fim de uma fase nebulosa para os pilotos brasileiros na F-1 e, quem sabe, os próximos que conseguirem chegar lá não o tenham como exemplo.
A corrida de domingo foi a maior exibição da personalidade dele. Não foi suficientemente rápido quando teve que ser (tanto na pista, quando no raciocínio) e depois fez todo aquele fuzuê, supondo que a equipe o tinha sacaneado, sem nem mesmo ter conversado com o resto da equipe... tsc, tsc
É triste como um piloto com 16 temporadas na categoria mais alta do automobilismo mundial ainda se comporte como um novato, ou até pior, pois os novatos de hoje tem uma cabeça muito melhor que a dele, que o digam Vettel e Rosberg.
Júlio, Foz do Iguaçu
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Tenho que confessar: torci o tempo todo pelo Button. Tal qual o Luciano Burti, eu torço pro Felipe mas... E o Galvão forçou ele a dizer que apostava no Rubinho. Pode?
Bom, como ia dizendo, fiquei triste quando o Massa, espremido pela RedBull, não conseguiu tomar a ponta e quando o Button perdeu o primeiro lugar mas fazer o que? Torcer pra ele dar a volta por cima.
E não é que ele deu? O cara já está com o título na mão, quero ver quem vai bater a Brawn.
Sobre o Rubinho, só tenho uma coisa a dizer: tô torcendo contra e, podem me criticar, espero que ele termine o campeonato sem ganhar nada pois ele definitivamente não merece vencer.
E viva a Brawn! E viva o Button!
Romulo de Freitas Madureira, Vila Velha
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Não sou a favor de “teorias da conspiração”, sou a favor da lógica.
Antes de inventar historias como “A Brawn escondeu a troca da estratégia do Button de Rubinho”, como disse Reginaldo Leme, acho que devemos analisar os fatos com muita calma. Já estão dizendo até que os freios são diferentes e isso prejudica Rubens. Estilos diferentes, carros diferentes. Não é só o freio que é diferente, sem duvida alguma.
Quanto à mudança de estratégia, Rubens estava indo muito bem, excelente até. Para que mudar o diabo da estratégia? Já Button não ia assim tãããão bem. Portanto, vamos arriscar. Lógica pura.
Mais lógica ainda é a seguinte situação: um piloto da equipe vem dando um show de competência em todas as corridas. O outro fica apenas se lamuriando pelos cantos. Em quem você apostaria seu carrinho de F1?
Eu, mesmo sendo brasileiríssimo, não teria a menor duvida.
Agora, Rubens, tente salvar um pouco de sua dignidade. Ou cala a boca e trabalhe ou pegue seu boné e puxa o carro para o Brasil. A hora de bravatas foi há uns 4 ou 5 anos atrás. Agora, fica apenas deprimente.
Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo
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Edu
Por que nenhum jornalista fala abertamente sobre a atuação do Nelsinho?
Finalmente, sugiro um bolão pro GP de Mônaco. Cinco reais no palpite. O meu? Vettel, de lavada.
Um abraço
Alexandre, São Paulo
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A partir de agora, nosso Barrichello passa naturalmente a ser coadjuvante dentro da equipe Brawn.
Por mais que se tolere a livre concorrência dentro das equipes, não se pode correr o risco de perder o título mundial, tão importante para uma equipe, ainda mais sedo ela debutante. A Brawn já fez sua escolha, justa e honesta, baseada em resultados e em números, alas, como tem que ser. Não há o que fazer.
Claro que o Rubens ganhará uma ou duas corridas este ano. É vergonhoso para um piloto que culpou a Ferrari por não ter chances na equipe até 2006. É vergonhoso para um piloto que garantiu poder vencer Michael Schumacher, não fosse a preferência explícita da equipe.
Bom, o fato é que agora não tem Schumacher. Agora é um inglês de fraquíssimo retrospecto na Fórmula 1. Button iniciou o ano com apenas uma vitória e uma pole. Não tão menos experiente assim, já que se aproxima dos 200 GPs disputados, Button sempre teve fala de rápido, mas sempre foi considerado um “bom segundo piloto”. Bastou apenas um bom carro e um companheiro que dirige mais com a boca do que com o braço; para mostrar que pode ser um ótimo “primeiro piloto”e um campeão.
Se ainda fosse Schumacher que impedisse o título do nosso “velhinho”, me conformaria. Saber que o problema não era o Schumacher e nem a Ferrari, me entristece enormemente, deixando-me frustrado com a possibilidade de ser vice-campeão. O Button é o primeiro piloto da equipe, venceu 4 das 5 corridas até agora disputadas, conra nenhuma do Rubens; e fez três poles, contra nenhuma dos Rubens. Quem é o prmeiro piloto? Isso mesmo, Jenson Button e com muitos méritos.
Sinceramente, a única atitude digna que esperava do Rubens Barrichello era a seguinte: “se não posso ser campeão por incapacidade, depois de jurar ao mundo que poderia vencer o Schumacher, prefiro me retirar da Formula 1 antes do final da temporada”.
Era isso que gostaria de ouvir do nosso Barrichello. Não me lamentarei mais. Os resultados falam por si.
E não me venham dizer que foi as três paradas que fez com que o Barrichello perdesse a corrida. Várias vezes o Schumacher venceu corridas parando três vezes, contra duas do Barrichello. Será que to querendo comparar o Barrichello com o Schumacher?
Infelizmente não posso compará-lo nem ao Jenson Button.
Abraços;
Firmo Neto, Recife
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Senhores, notei algo interessante. Todos os F1 atuais são pequenas variações aerodinâmicas de apenas três carros feitos a mais ou menos 20 anos atrás.
1) O March de 1989/90, que já dava trabalho em pistas com piso plano o suficiente.
http://aycu14.webshots.com/image/
2) O Tyrrell de 1991 (o primeiro com bigodes).
http://media.photobucket.com/image
3) A Bennetton de 1991, com o bico de tubarão.
http://grandprixinsider.files.wordpress.com
O primeiro parece uma ideia que Adrian Newey esta aperfeiçoando a exaustão já faz mais de duas décadas, somando-se à solução bigoduda do segundo, presente em todos os carros atuais e, eventualmente, levada ao paroxismo como no terceiro (Renault que o diga).
A permanência destes conceitos não deixa de ser surpreendente já que, se observarmos o mesmo espaço de tempo (20 anos), ela não se repete ao longo da historia da categoria. As diferenças são gritantes entre, por exemplo, um Lotus de 1968 e um McLaren de 1988, para não falar dos designs completamente estranhos um ao outro de uma Ferrari de 1952 e de um Lotus de 1972.
Mais curiosamente ainda, apenas Newey ainda esta na ativa vencendo na F1...
Pablo Habibe, São Luis
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Olá amigos do GPTotal
faz algum tempo que não escrevo, mas não poderia deixar de enviar meus comentários sobre o Mundial de Fórmula 1 deste ano. Até o presente momento o que percebi sobre os pilotos não me traz nenhuma surpresa. Vejamos: na surpreendente Brawn GP, o Button confirmando que tem sangue de vencedor e o Rubens de um ótimo piloto, talvez o melhor do segundo pelotão.
Na Toyota eu gosto da inquietude e da raça do Glock, mas acho que o Trulli devia arrumar uma vaga na Stock Car Brasil. Na McLaren, a coisa anda tão ruim que está apagando a estrela cadente do Hamilton e levando pro buraco o irregular Kovalainen. A Renault tem o melhor de todos e novamente o Alonso esta fazendo andar uma carroça, coisa que o inexperiente e inseguro Piquet Jr não têm categoria pra fazer.
O Vettel tá provando que veio pra ficar e ser campeão em breve, belo piloto em um belo carro acompanhado de perto pelo rápido mas sempre inconstante Webber. Na co-irmã STR, o Buemi prova a cada corrida que é muito bom, não sei se para primeiro time, mas brilhara em alguns GPs e o Seb. segundo deve voltar correndo para os antiquados e pesadões F Indy.
A decepção pra mim é o Nico Rosberg, pois não consegue impor um ritmo de prova constante e rápido e seu companheiro também não ajuda em nada. Na BMW decepção geral, dois belos pilotos num carro que nasceu errado e será difícil de ser melhorado. Deixei a Force India e a Ferrari por ultimo pois em matéria de piloto a Force tá mal e a Ferrari tá em cima mas o corpo técnico parece que foram trocados e a Ferrari está parecendo uma equipe principiante e o coitado do Massa que está na sua plenitude como piloto, sofrendo dentro desta panaceira.
Haaaa, pra terminar, imagine o Alonso no lugar do Rubens na Brawn GP. Como estaria o campeonato agora?
Um grande abraço a todos.
Jose Carlos Enne Daumas, Macaé
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Ao amigo Manuel Carvalho,
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| O carro de Trulli após a batida |
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Sem querer provocar polêmica, só manifestando a minha opinião que é diferente da sua: não acho que o fim do reabastecimento acabaria com o “império” do Schumacher.
Claro que concordo que a maioria das ultrapassagens feitas por ele foram dentro dos boxes, que grande parte das vitórias dele foram conseguidas executando com maestria, as táticas criadas por Ross Brawn, olha, coisa parecida era dita sobre Senna, julgado o piloto mais eficiente pilotando carros com motores Turbo. O próprio Alain Prost admitiu em 88, que seria impossível vencer Senna enquanto eles guiassem carros com motores turbo. Alguns especialistas afirmavam que o que fazia Senna andar tão bem era uma técnica que ele havia desenvolvido de ficar “bombando” o acelerador, pra não deixar as rotações do turbo muito baixa (apesar de potentes, os motores turbo eram ruins de reaceleração), dando até uma atenção maior ao preparo físico, pra passar um GP inteiro fazendo tais movimentos, segundo esses, sem os motores turbos a vantagem de Senna desapareceria e o seu desempenho não seria tão diferenciado dos demais, inclusive de Prost, seu parceiro. A vantagem diminuiu é verdade, mas Senna buscou outros meios de ser rápido. No ano seguinte os motores turbos foram banidos e Senna continuou se destacando.
Nas temporadas de 92 e 93 ainda não havia reabastecimento e o Alemão por vezes (eu disse por vezes) fez frente a Senna, Mansell e Prost. Assim como Senna fez a Prost, Piquet e Mansell em 86 e 87, tendo um equipamento um pouco inferior. Eu falei tudo isso pra expor a minha opinião de que, Schumacher foi um gênio das pistas, se não houvesse reabastecimento, ele com certeza encontraria outra maneira de se reinventar e sobressair ante aos demais, eu penso que a sua hegemonia se deveu muito mais a excelência técnica da Ferrari nesse período e da ausência de adversários a altura, e é claro, ao seu grande talento. A morte de Senna, o desânimo e aposentadoria repentina de Mika Hakkinen, as decepções que foram Villeneuve (depois do título) e Montoya. As vezes chego a pensar que o único adversário de verdade que o alemão teve foi o Fernando Alonso em 2006.
PS: a técnica de Senna para motores turbos é muito bem explicada no livro “Ayrton – Heroi revelado” de Ernesto Gomes, colunista do GPTotal e por vezes, nosso interlocutor.
Abraço,
Sidinei Gadelha
Domingo, após a corrida, Felipe Massa jogou a toalha em relação à luta pelo título em 2009. A Ferrari pode até ter evoluído o F-60, pois Felipe treinou bem no sábado e na corrida conseguiu se manter à frente da RBR de Vettel. Mas de nada adianta melhorar o carro se a Ferrari, enquanto equipe, andou para trás. Será que estão esperando pela ida do Alonso para pôr ordem na casa?
Quanto a Rubinho, confirmou-se aquilo que já supúnhamos: ele é de fato o segundo piloto da Brawn. Sábado, ouvi na imprensa que ele decidiu andar sem as calotas traseiras porque o material do freio dele é diferente do Button e havia dado problemas nas duas últimas corridas. Ora, se os discos de freio do Rubinho são diferentes e dão problemas e a solução e retirar as calotas com prejuízo à aerodinâmica e por conseqüência ao rendimento ao invés de a equipe montar o mesmo equipamento do inglês no carro do brasileiro é sinal que Ross Brawn já escolheu seu favorito.
E o que se viu na corrida da Espanha evidência e confirma isso: uma manobra para remover o Barrichello da liderança.
Enquanto não tivermos pilotos que se imponham e virem a mesa em suas equipes vamos continuar com o papel de meros coadjuvantes no circo...
Domingo foi o dia da derrota do automobilismo do Brasil!
Beto Silveira, Rio de Janeiro
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Bem, mais uma vez o resmungão do Rubinho voltou à tona.
Espero que ele seja homem suficiente para cumprir a promessa de abandonar a Fórmula 1 em caso de favorecimento ao Button (a mesma velha história de novo). Eu, particularmente, duvido, acho que irá continuar envergonhando os brasileiros mesmo que desmoralizado.
Mário Duarte, Anápolis,
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Pra que é que o Ross, frio e matemático como é, iria se interessar pela vitória do Rubinho?
Detesto teorias conspiratórias, mas é uma questão de raciocínio: O Button está melhor que o Rubens esse ano. É fato. O Ross não se cansa de dizer que os adversários estão chegando - a própria Ferrari demonstrou isso, se ela errasse menos poderia até tirar alguns pontos da Brawn. Pois então. Dá pra ficar dividindo pontos com os pilotos da casa? Pra que? Tem que garantir que um dê uma estilingada. Esse campeonato o Rubinho perdeu nas primeiras corridas, quando deixou o adversário de casa ganhar.
O Ross já sabe que o Rubinho é um ótimo segundo piloto. O toque de gênio foi calcular tudo para que a posição dos dois fossem invertidas sem que ficasse óbvio, principalmente para o Rubinho, que essa era a intenção.
E o Rubinho já reclamando que a torcida brasileira trata ele mal, que ele é um brasileirinho lá na Brawn e que ele pode ser tão rápido quanto o Button. Patético e constrangedor. Fico com o Button. É um cara gente boa e tem um pai bem simpático. Assim como o Massa, que esse ano acabou sendo prejudicado pela loteria dos novos regulamentos.
É bom ver equipes novas no pódio, mas é chato ver as grandes equipes, as equipes a serem batidas lá atrás, correndo atrás do novo regulamento que será alterado assim que elas chegarem na frente de novo.
Tradição é tradição. E se tem um esporte que se apóia na tradição para continuar vivo é a F1.
Eduardo Trevisan, São Paulo
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Bom dia a todos,
O GP da Espanha foi o primeiro GP chato dessa temporada. Tirando a largada e um ou outro pega no meio da corrida, a única emoção ficou por conta da mudança de estratégia de Button, que pensou rápido e aproveitou as voltas com SC para rever suas paradas. O mesmo não aconteceu com Rubens, lento até na hora de pensar, ainda ficou surpreso ao saber da mudança de estratégia de seu companheiro... e mais uma vez falou um monte de bobagem depois da prova.
A Ferrari está mais amadora do que equipe em campeonato de kart de fim de semana. Como pode, com tantos controles e dados em tempo real, deixar faltar combustível? Como pode deixar um piloto no box, contando que sua volta era suficiente para se classificar, vendo que todos os outros estavam melhorando as suas? Isso sem contar com as quebras. Luca di Montezemolo terá que cortar algumas cabeças senão...
No mais, gostei do pódio do Webber, mostrando que pode brigar com Vettel no ótimo carro da Red Bull. Gostei do Alonso, que consegue arrancar pontos com aquela porcaria de carro, mostrando o quão bom piloto é. Gostei do Massa, fez uma excelente corrida, apesar dos pesares.
Estou curioso para ver como será em Mônaco, com aquelas asas dianteiras dividindo a St Devote... Aposto na Red Bull para a pole e vitória.
Grande abraço a todos!
Júlio Rissa, Foz do Iguaçu
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Corrida sem graça, essa da Espanha.
E nada mudou, isso que é o pior.
A Ferrari fazendo besteira em cima de besteira. Barrichello perdendo mais uma para o companheiro e Piquezinho fazendo mais uma corrida deprimente.
Não dá nem para comentar muita coisa....
Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo
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Olá Amigos do GPTotal!
para mim, não se tem muito para comentar o GP da Espanha de F1, mais uma vez com carros andando em fila indiana, e mais uma vez com ultrapassagens nos pits, isso já passou de todos os limites! A impressão que tenho é que Max Mosley acorda todos os dias com alguma idéia nova e muito $$$, e determina que seja implantada na F1, como essa porcaria do kers, parece que ele esta brincando com a F1.
Vejam que bagunça as corridas acabaram se tornando, uma bagunça ruim, pois, tem equipes que tem kers, outras não tem, outras tem e não utilizam, altos investimentos jogados no lixo, que acabam impactando nos GPs.
E o cara ainda quer implantar um regulamento que vai contra os princípios da F1, levando as equipes, talvez pela primeira vez na história a criarem uma nova categoria. Onde está a oposição de Max Mosley? Não tem ninguém que queira lutar por uma candidatura a presidência da FIA para termos eleições?
Este cara está no topo desde 1991, e desde então a F1 tem cada vez mais afundado em disputas nas pistas com raras corridas memoráveis, e, cada vez mais criando artifícios eletrônicos que acabam levando as equipes a terem altos gastos financeiros.
O caminho que a F1 esta tomando é assustador, o que deixa qualquer apaixonado por este esporte cada vez mais preocupado, e esta cada vez mais claro que Mosley já deveria ter deixado a F1 há tempos... Todo início de temporada tenho uma nova esperança, e esta esperança esta voltada para o ano que vem, porque este ano não espero ver algo diferente do que já ocorreu.
Ano que vem, com o fim do reabastecimento acaba esta palhaçada de duas ou três paradas nos box, e os pilotos poderão, se for o caso, lutar por posições até onde os pneus agüentarem. Outro fato muito importante que levou a F1 a perder o tesão das ultrapassagens nas pistas, são a falta de curvas velozes em entrada de grandes retas, reparem nos traçados das pistas que estão no calendário, principalmente nestas novas que foram construídas na Ásia.
Que a F1 sempre foi um esperto com alto nível de política e econômica, todos nós já sabemos, o problema é que esta chegando, se é que já não chegou, num buraco negro e sem volta.
Não percam os próximos capítulos!
Abraço!
Mauro Santana, Curitiba
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Bom dia amigos GPtos
ouvi um comentário na corrida da Espanha que me soou estranho: o Galvão Bueno comentou que os freios do carro do Rubinho são de marca diferente do Button, por isso ele não pode usar a calota traseira e perde um pouco de eficiência aerodinâmica.
Isto é verdade? Dois tipos de freios em uma mesma equipe? Na época da March (1970 a 80) eu até acreditaria, mas hoje?
Um abraço
Foster, Campinas
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Alguém poderia me explicar porque o Barrichello está sem calotas e o Button esta com calotas nas rodas traseiras ?
Ricardo, Campinas
Oi Ricardo, Oi Foster
Rubinho correu sem calota traseira pretensamente para melhorar a refrigeração dos freios. Lembra-se da “patada”? É a forma pela qual Rubinho freia: espera o último segundo e manda o pé com toda a força no pedal de freio, o que certamente produz mais aquecimento do que um piloto que prefere reduzir a velocidade na entrada das curvas de forma mais suave e progressiva, caso de Michael Schumacher (lembro-me de um analista ter dito que um dos segredos de pilotagem do alemão era ele “entrar mais devagar nas curvas”) e Jenson Button.
Quanto ao uso de material diferente, Foster, acho possível sim e não é tão raro equipes usarem material diferente conforme o carro, porque um disco de freio, por exemplo, pode se adaptar mais ao estilo de pilotagem de um piloto, do que outro.
Abraços (EC)
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Amigos leitores do GPTotal e fãs de F1
Após todas as corridas deste campeonato, eu, um sempre defensor de Barrichello, começo a me ver em dúvidas sobre a sua capacidade de ser campeão!
Percebi que até agora as circunstâncias o impediram de estar à frente de seu companheiro de equipe, mas penso que deveria ser esse o motivo para que ele, ao invés de tentar achar culpado para o seu insucesso, procurasse encontrar em tudo que se passou, motivos para se superar ainda mais e merecer finalmente ser campeão.
Ainda afirmo, quem viu o Barrichello desde o começo da carreira, tem certeza que ele tem capacidade, só precisa parar de encontrar desculpas e assumir que poderia ter dado um pouco mais de si e superar o seu companheiro e merecer ser campeão!
Enfim, vou esperar por mais algumas corridas sem, é claro, deixar de torcer para que finalmente as circunstâncias comecem a favorecê-lo, mas ainda gostaria de ver o Barrichello ser campeão antes de parar de correr.
Carlos Eduardo, São Paulo
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Acabou junto com as fagulhas...
Em meio a desentendimentos, escândalos, mesquinharia e mentiras, a categoria máxima do automobilismo parece estar se encaminhando para o abismo.
A deterioração da F1 só não é tão evidente ao grande público devido a enorme hipocrisia que prevalece naquele ambiente e que influencia quase todos os meios de comunicação responsáveis por levar o esporte aos quatro cantos do mundo. Assisti a corrida de hoje, o Grande Prêmio da Espanha, e percebi que realmente não vale a pena levar a F1 de hoje a sério.
Sou leitor assíduo deste site e vez por outra me deparo com comentários de leitores expressando sua revolta e repúdio pela atual situação do esporte. O último, do Sr. Erico, de Brasília, é coerente com o que realmente está acontecendo. Sempre houve politicagem, ganância e sujeira na F1, mas agora ela esta tomando dimensões catastróficas. É inocência pensar que a F1 algum dia foi regida pela excelência moral. Desde a sua criação, em 1950, a mola mestra da Fórmula 1 sempre foi ambição, orgulho e egoismo. Entretanto, o esporte, a coragem dos pilotos, a determinação e a superação de limites sempre tiveram seu lugar. Por isso alguns nomes históricos são lembrados com admiração pelo mundo inteiro.
Estes pilotos que marcaram a história conseguiram de uma forma ou de outra demonstrar coragem, superação e extrema habilidade, dobrando assim até certo ponto as mencionadas molas mestras da F1 e por isso encantaram o público por várias gerações. Aqueles pilotos corriam com tudo de si, com o seu interior, ou seja, com o coração.
Ao que tudo indica, o último dos grandes nomes da historia do automobilismo desapareceu em 1994. Naquele ano, assim como acabaram definitivamente as fagulhas que o assoalho dos carros soltavam, que tanto espetáculo proporcionavam nas corridas, acabou também o contrapeso (coragem, habilidade, determinação, amor ao esporte) e a F1 rapidamente se deteriorou em um jogo, uma coisa esquisita e frustrante, onde os grandes intelectuais, engenheiros, diretores e outros agem como idiotas. Os pilotos parecem vaquinhas de presépio, completamente acomodados em seu ambiente.
Acho ridículo esta conversa de comparações de talentos entre grandes nomes do automobilismo. Talento é uma coisa impossível de se mensurar. Mas os pilotos de hoje não estão no nível dos de alguns anos ou décadas atrás pelo simples fato de serem quase autômatos, robôs, sem personalidade, quase sem coragem, determinação, motivação. Acho incoerente a idéia de que todos os carros e motores têm de ser iguais, pois se uma equipe se desenvolve mais que outra é mérito dela.
Mas vejam só a atual F1. Uma equipe que é tecnicamente superior às demais coloca um piloto para ganhar e utiliza estratégias ridículas para tentar justificar este injusto tratamento. Por sua vez, o piloto fadado a não ganhar se sujeita completamente a isto. Não luta, não tem determinação. Junte a isto os erros grosseiros e constantes, evidenciando falta de inteligência, interesse ou sei lá o que da equipe mais tradicional e famosa da categoria. Escândalos envolvendo dirigentes da FIA, pilotos talentos e corajosos que não conseguem lugar no esporte e quando conseguem, não podem fazer nada, pois qualquer atitude ou palavra contra as molas mestras da F1 desencadeiam uma reação dura e destruidora dos grandes políticos da F1. Até mesmo o multicampeão que apareceu em anos recentes, alcançou tais resultados mais em virtude de parcialidade e facilidades incomuns encontrados dentro da categoria e por isso não obtém o reconhecimento, mesmo com estatísticas favoráveis. Por fim, os meios de comunicação, inclusive do Brasil, parecem apenas repassar superficialidades ao público, tratando-o como gado.
Atualmente existem apenas pequenos reflexos de algo interessante na F1. Nomes como Alonso, Hamilton e talvez o Massa conseguem passar alguma coisa interessante para o público. No mais, parece que o espetáculo desapareceu. Não se trata de nostalgia nem de conflitos de geração, mas sim de uma certa saudade de outros tempos, em que ainda valia a pena assistir as corridas. Sempre gostei de carros, velocidade e sou fascinado por tecnologia. Mas a geração atual estragou muito a F1.
Finalizando, a deterioração da F1 parece ser reflexo da deterioração em todos os sentidos que o mundo enfrenta. Devemos parar e refletir sobre nosso lugar no mundo, sobre nossas atitudes e sobre a nossa vida a fim de lidar com êxito pelas coisas que ainda virão.
Ésio, Montes Claros
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E aí, galera!
Corrida sem tempero. Outra excelente vitória do Button. O cara simplesmente controlou, com tanque cheio até a tampa, o avanço do Barrica (bem mais leve) e ainda fechou a corrida com 13 segundos de vantagem sobre o mesmo. Quem será o primeiro a falar que a equipe prejudicou o Barrica? Quem será o primeiro a gritar que a Brawn está favorecendo o Button? Sinceramente, um cara que em cinco corridas conquistou nada menos que quatro vitórias e um terceiro lugar merece, daqui por diante, todo tipo de favorecimento por parte da equipe. O que fez até aqui o Barrica para merecer um tratamento igual?
Bom, na corrida passada, eu disse que o Button é um campeão enrustido e, apesar de alguém não ter concordado, eu sigo sustentando o que disse. Quem entende de F1 sabe que o piloto não precisa ser o melhor do grid para ser bom o bastante para ser campeão. Além do mais, o homem já está há quase dez anos na F1. Conhece os dois lados da moeda. Em outras palavras, além da velocidade que todos estão vendo com os próprios olhos, experiência não falta. Basta à Brawn pelo menos manter o nível para que ele saia do armário.
O que seria, por exemplo, do Fittipaldi em 1972 se apenas o melhor piloto do grid tivesse dentro de si o coração e o espirito de um campeão?
Rafael, São Paulo
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Olá amigos
eu estou muito indignado com o nosso Rubinho. Apesar de defendê-lo muitas vezes sobre as injustiças na Ferrari e por nunca ter chance de andar com carros competitivos, o que nós estamos vendo nesta temporada é algo estarrecedor! Rubens não consegue fazer uma corrida direito, principalmente no que se refere a estratégia de pits e, em momentos decisivos, não consegue andar rápido como deveria.
Na verdade, ele com sua boca larga barrou a possível entrada de Bruno Senna ou de Lucas di Grassi Na F1. Eles provavelmente não andariam no mesmo ritmo de Button mas, em compensação, estariam em sua primeira temporada e seriam vistos como pilotos estreantes com grandes possibilidades de se darem bem no futuro.
Agora Rubinho, que sempre se dizia injustiçado por não ter as mesmas condições de Schumacher (o mais bem sucedido piloto de todos os tempos), apanha feio do Button, um piloto que antes desta temporada havia ganho apenas uma só corrida. É hora desse sujeito se enxergar e procurar uma Stock Car ou mesmo ficar jogando golfe e aproveitar o que a vida lhe ofereceu e não atrapalhar a carreira de outros pilotos com chances reais de conquistar títulos.
Um abraço
Iron, Belo Horizonte
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Edu
por favor me responda uma questão! Corre o risco do Massa ser desclassificado por não sobrar gasolina no seu tanque?
Mario Pires, Belo Horizonte
Oi Mario
De fato, é obrigatório sobrar alguns litros de combustível no tanque dos carros, de forma que as autoridades possam testar o combustível usado mas, para isso, há algum recurso nos tanques que não permite que eles esvaziem completamente.
Abraços (EC)
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Barrica!
Vejam a foto no link, após o treino:
http://esporte.uol.com.br/album/090509treino_album.jhtm?abrefoto=16
Destoante, negativo até na foto!
Garanto que, se ele vencer um GP vai dizer para pararem de criticá-lo etc., tal qual fez quando venceu a primeira corrida, quando estava na Ferrari; mas aquela época, foi respondido, que com um carro competitivo, não só deve, como pode, não lutar apenas por vitórias, mas pelo título!
Será desta vez, vestuto Rubinho?
Marcos Roberto Banhara, São Bento do Sul
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De todas as mudanças que ocorreram para esse ano, a perspectiva de qual piloto será campeão é a mais interessante no momento.
Antes dos treinos do começo da fase européia estava meio embolado e na minha opinião eu apostaria no Rubens por ser um piloto mais consistente, mas, se a Ferrari conseguir melhorar realmente como está acontecendo a coisa fica mais difícil. Vettel e Weber acho que vão dar trabalho mas o primeiro, pela inexperiência, e o segundo pela falta de constância em corrida não levam o título. O Button acho que perde para Rubinho na disputa interna e a McLaren, assim como a Ferrari, só tem um piloto pois Kovalein e Raikkonem já jogaram a toalha. Aliás, é incrível como falam tanto do Piquet e não percebem que esses dois foram os que menos se adaptaram às novas mudanças
Durval Pereira, Salvador
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