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O GP da China 24.04.09
Escreva pra gente


Rubinho, 4o lugar no GP da China
Em atenção ao e-mail enviado pelo Josiel. meu conterrâneo de Brasília, aí vão mais alguns pilotos “botinados” por suas respectivas equipes durante a temporada:

Roberto Moreno - Benetton 1991. Segundo Briatore por falta de preparo físico, mas todos sabem que foi por questões financeiras.

Alain Prost – Ferrari 1991. Desentendimentos com Cesare Fiorio e críticas agressivas ao carro da Ferrari. Se não me engano, ele disse que o modelo de 91 era um caminhão.

Ivan Capelli – Ferrari 1992. Não me recordo o motivo.

Cristian Fitipaldi – Minardi 1993. Se não me engano, por falta de patrocínios.

Ivan Capelli – Jordan 1993. Foi aposentado por Rubens Barrichello, não conseguindo inclusive, se classificar para o Gp do Brasil.

Frentzen – Jordan 2001. Segundo Eddie Jordan, foi uma exigência da Honda dado o baixo desempenho do alemão. Tenho minhas dúvidas da veracidade de tal afirmação.

Felipe Massa – Sauber 2002. Excesso de acidentes e motivos comerciais/estratégicos de Peter Sauber.

Antonio Pizzonia – Jaguar 2003. Demitido por desempenho abaixo da expectativa.

Cristiano da Matta – Toyota 2003. Desentendimentos com o corpo técnico da equipe.

Ralph Firman – Jordan 2003. Se não me engano esse aí era tão barbeiro que teve a superlicença cassada.

Jarno Trulli – Renault – 2004. Desentendimentos com Briatore.

Giorgio Pantano – 2004. Também não me recordo o motivo da substituição

Yuji Ide – Super Aguri 2006. Esse foi recente, acho que todos se lembram, destruidor de carro e potencial homicida e suicida.

Juan Pablo Montoya – McLaren 2006. Desempenho abaixo da expectativa e um acidente evitável.

Scott Speed – Toro Rosso 2007. Brigou com Fran Tozt além de não fazer jus ao sobrenome.

Crhistian Albers – Spyker 2007. Desempenho sofrível e arrasto de mangueira de combustível.

Abraço,

Sidinei Gadelha, Brasília

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Afinal de contas, para que serve um KERS padrão? Não seria este equipamento a grande contribuição técnica da F1 para a industria do século XXI? Até ecologicamente falando!

Francamente, cada componente padrão é um prego no caixão da F1! Prefiro ver a F1 correndo com equipamentos de produção (motor, freios, câmbio, tudo vindo de carros com mais de mil unidades vendidas) do que ver ela se transformar na GP1 (tenho até medo de alguém sugerir a utilização dos GP2 como carro padrão da F1).

Por que não vamos fazer a F1 de produção, com motores de 3 litros aspirados e outros componentes de carros de rua? Quer propaganda melhor para as montadoras? Melhor que uma GP1, não?

Pablo Habibe, São Luís

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Barrichelo é uma graça mesmo!

A vida toda como piloto cansei de ver esse moço pedindo chuva, pois alegava que se dava bem guiando na chuva. Agora, tem chuva e home faz o quê? Tem a concorrência do Vettel, do Button... Agora, ele quer tempo seco, vai entender. Ô coitado! Já tá dando pena.

Antes das corridas, diz: o carro é fantástico, um dos melhores do grid. Ao fim das corridas, diz: o meu carro tava puxando pra esquerda, o freio não esquentou, a asa quebrou. É desculpa que não acaba mais. Né por nada não, mas se for pra continuar assim é melhor dar lugar ao Bruno Senna, pra vê se esse moço desencanta e faz o que pensa que pode fazer.

Aliás, sobre esse menino, ele vai ter aprender um pouco mais sobre humildade. Ele tem que saber que está entrando na F1 por causa do tio, se não fosse isso ele não entraria na F1 não, pelo menos nos próximos dois ou três anos. Então tem que aprender a ter mais humildade. Estou achando ele muito de narizinho em pé, achando que pode chegar aos pés do tio. Vai pensando...

Pés nos chão, Sr. Bruno Senna. Humildade e caldo de galinha não faz mal a ninguém.

José Airton, Teresina


Comente 23.04.09
Escreva pra gente



Quem é Nelsinho Piquet?

Nelsinho na China
Desde que iniciou sua carreira na Fórmula 1, no início do ano passado, faço essa pergunta: quem é esse rapaz? É ridícula a performance desse jovem piloto com nome de campeão. Que paciência a Renault está tendo. Estou certo que o Nelsinho só continua na equipe por que tem o apoio do espanhol Fernando Alonso. Claro! Vocês acham que o Alonso vai querer concorrência? Lembro novamente o que o bi-campeão fez com o pobre do Hemilton, só por que o inglês era mais rápido. Estou certo de que nem com o pedido do Alonso o Nelsinho continuará na categoria até o final do ano. E olhe que estão tendo paciência demais.

O outro brasileiro, Rubens Barrichello, também está decepcionando. Depois de vencer seu companheiro de equipe pela primeira vez no ano (nos treinos classificatórios para o GP da China), não consegue ter o mesmo ritmo do inglês. A Brawn está arrancando o máximo de sua experiência, mas já ouvi vários boatos, dizendo que: “experiência por experiência, o Button não fica atrás”. Ou seja: o plano é realmente trazer um piloto jovem e veloz. Pena que não podemos encaixar nesse perfil o Nelsinho Piquet, que é limitadíssimo.

O Felipe Massa está em ótima fase. Pena não ter neste ano um carro competitivo. Enquanto o Barrichello é um piloto, hoje, que: “não passa ninguém”; o Massa vem fazendo boas ultrapassagens e, na chuva, quando esperávamos muito mais do Rubens, pela sua “fama”, foi o Felipe quem andou bem e deu o show. Realmente o Massa está calando minha boca. Pena que perdeu o título do ano passado. Não fosse a derrota em 2007 para seu companheiro de equipe (que tornou-se campeão do mundo), o Massa seria sem dúvida o primeiro piloto da Ferrari. Mas não podemos esquecer que o Kimi já deu um título de pilotos para a equipe. A Ferrari considera muito esses pontos.

Força Massa. Parabéns! Adeus Rubens Barrichello. Torci muito por você em todos esses anos! Adeus Nelsinho Piquet. Você é piloto mesmo?

Firmo Neto, Recife

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Esperei uma temporada e três corridas para afirmar que, inapelavelmente, Alonso fritou os miolos de Nelsinho. Piquet, o jovem, foi exposto a um desafio muito próximo ao que foi jogado na cara de Hamilton, e sucumbiu. Se o inglês era cria da casa e teve apoio para peitar o espanhol na McLaren, é preciso lembrar que ninguém esperava que qualquer um dos dois batesse Alonso, mas a diferença não poderia ser mais gritante.

O fato é que Nelsinho é mais uma prova de que não basta ser rápido em situações ideais para ser alguém na F1. É preciso ter força é preciso ter raça e, isto, ele não tem ou não teve até agora. Ele não precisava ter batido Alonso para justificar a sua vaga, bastava mostrar alguma espécie de desenvolvimento consistente, uma evolução gradual.

Alonso fritou Nelsinho, e o fez por obrigação profissional, não por maldade. Quantos não mereceram mais e foram vitimas da mesma deficiência (Pizzonia, Michael Andretti, Zanardi...)? Não estou falando em ser um campeão, apenas de ser um piloto digno de estar lá. Pode-se ser rápido e trapalhão (De Cesares, Mansell, Villeneuve...), pode-se mesmo ser um pouco lento e consistente (Patrese, Ralf...), mas não se pode ser lento e trapalhão na F1 se seu nome não for Satoru Nakagima (e não contar com o apoio de uma grande montadora...).

Pablo Habibe, São Luis

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Esquecimento, essa é a palavra que mais diz ao respeito de Nelsinho Piquet.

Não foi só Flávio Briatore que andou se esquecendo dele. Nós torcedores também andamos nos esquecendo dele. Tenho reparado nas manchetes dos portais de informação, blogs e jornais. Muitas vezes Nelsinho é esquecido, creio eu que com razão que as pessoas já não se pronunciam sobre ele. Li em manchete de um desse portais de informações: “Sebastian Vettel conquista segunda pole na carreira — e a primeira da Red Bull; Rubens Barrichello começa em quarto, Massa vai mal e larga em 13°”.

Alguma referência a Nelson? Não, todos sabem que ele não passou do Q1. Quando é chegada a corrida no domingo ele comete erros? Claro. São tão comuns que já nem despertam comentários, críticas, nada. O único momento em que ele esteve sob voga, foi quando despertou expressões de indignação de Flávio Briatore. Ainda sim, quem roubou a cena foi o polêmico italiano e não Piquet. A demissão dele é mais que esperada por todos, e até mesmo desejada por alguns, entre os quais me incluo.

Esperava muito dele e até hoje não entendo como alguém que foi vencedor em todas as categorias pode ter um desempenho tão ruim na F1. Acho que ele foi a maior decepção dos últimos anos. Me lembro da rodada dupla da GP2 na Hungria, onde debaixo de forte chuva ele marcou pole, duas melhores voltas e venceu as duas baterias, alcançando a maior pontuação possível num fim de semana, feito até hoje único na categoria. O que aconteceu com um piloto capaz de tal feito?

A grande preocupação é quem vai substitui-lo. Poderia ser o di Grassi que há tempos merece uma chance, mas acho difícil. Deve ser o Grosjean o substituto. Bourdais também é outro que deveria arrumar as malas e voltar pra América. A F1 é muito cruel com alguns pilotos e muito boazinha com outros. Queria que alguns de vocês me dissesse o que Bourdais, Piquet e Nakajima estão fazendo na F1.

Desde já peço desculpa pelo mau humor!

Abraço,

Sidinei Gadelha, Taguatinga

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A cada corrida Piquezinho parece cavar mais e mais sua demissão. Agora está atirando para todos os lados, reclamando de privilégios dados a Alonso. Ora, Piquezinho, o que você esperava? Ser tratado como era nas equipes de propriedade do Piquezão (esse merece o ão)?

Alonso é um bi-campeão do mundo, para muitos (eu entre eles) o melhor da atualidade. E você? Quem é? Filho do Piquet? Isso não conta dentro da pista e conta por algum tempo fora dela. E parece que esse tempo está acabando.

Rubens, mais uma vez, atrás do companheiro. Desta vez, foram os freios. Não duvido. Acredito nisso. Mas sempre acontece alguma coisa com você, né Rubens? Só com você... Nunca com o seu companheiro. Impressionante!

Sinceramente, dos brasileiros, estou mais satisfeito com o Massa. A Ferrari está uma m... mas ele não fica choramingando pelos cantos e fez um inicio de corrida excelente. É isso aí, Massa, falar pouco e trabalhar muito.

Vettel... Esse alemãozinho parece que vai dar o que falar mesmo... Cometeu um erro estúpido na primeira corrida. Na segunda foi mais ou menos. E já deu a primeira vitória à RBR. Webber deve estar se comendo de raiva...

Algumas cabeças rolarão nas próximas semanas, sem sombra de duvida. Quem sabe não sobra uma vaguinha para algum brasileiro?

Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo

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Edu,

nessa época que tanto se fala (precocemente) na demissão de pilotos como Piquet e Bourdais, pergunto: quais pilotos foram demitidos durante a vigência de seus contratos e em que altura do campeonato? Lembro do Michael Andretti e de Alain Prost.

Joel, Brasília






Oi Joel

Há dezenas de casos assim e alguns foram lembrados pelo Pablo Habibe no e-mail acima. Um caso especialmente dramático foi o de John Surtees, campeão mundial pela Ferrari em 64 e demitido por ela em 66, na semana seguinte ao GP da Bélgica - vencido por ele!

A Ferrari e o piloto nunca esclareceram toda a situação. Sabia-se que Surtees detestava o chefe da equipe à época, chamado, creio eu, Eugenio Dragonni, no que era plenamente retribuído. Insinuou-se também que Surtees estava “contrabandeando” informação técnicas para a Lola, contratada pela Honda para construir um Fórmula 1. Isso pode ser verdade mas pode, também, ser uma fofoca bem própria da Ferrari daquela época, apenas para desacreditar Surtees.

Para outros casos de pilotos botinados durante a temporada, vamos aguardar pela ajuda dos leitores.

Abraços (EC)

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Caros Amigos do GPTotal,

Vettel de galochas
Hoje, não venho aqui para falar de Barrichello, Massa, Ferrari, Button, Brawn, etc. Hoje , aqui, me aterei a dois nomes.

Primeiramente, óbvio, Sebastian Vettel. Costumo dizer que entendo de poucas coisas na vida. Acredito, que, por acompanhar Fórmula 1 há 23 anos (sendo que tenho 28), Fórmula 1 seja uma delas. Vejam bem, antes de me atirarem pedras: não estou dizendo que minhas opiniões são sempre certas, ou que sempre acerto meus palpites. Muito pelo contrário, já andei apostando em muita gente errada. E estou aberto a sugestões e críticas (civilizadas) sobre minhas opiniões, para que possamos sempre falar e aprender sobre este esporte maravilhoso. Mas, voltemos a Vettel: desde que era piloto de testes da BMW, e marcou seu primeiro ponto na F1 substituindo Kubica no GP dos EUA de 2007, que eu digo a meus amigos para ficarem de olho nele.

Depois, um quarto lugar com uma STR no seu primeiro GP. O restante, então: pole e vitória em Monza com STR e pole e vitória em Shangai com RBR. Aliás, eu pergunto: há registros de algum outro piloto que tenha conseguido a primeira vitória para duas equipes diferentes? Não vamos começar a pregar rótulos: gênio, novo Schumacher, etc. Mas, começo a aconselhar olharem com mais carinho para o menino. Me lembro que, em 1999, eu assistia a extinta F3000, e tinha um carro amarelo limão com um piloto muito jovem lá dentro, que depois estreou pela Minardi: Fernando Alonso. Me lembro dos comentaristas falando sobre ele, e eu dizia: que é isso! Um cara com um carro desse vai andar na frente quando? (Falei que eu errava muito...). Por isso, hoje, eu arrisco: olho em Sebastian Vettel. Se a RBR mantiver o nível, e o piloto tiver que fazer a diferença, podemos (eu disse, PODEMOS) estar olhando para o novo campeão mundial...





O segundo nome passa despercebido por muita gente (como aliás, o próprio nome dele diz): Adrian Sutil.

Vejam, a Force India não é exatamente um bom carro. Aliás, não é nem um carro médio. A Force India está para a Fórmula 1 atual como a AGS estava para a Fórmula 1 dos anos 80. Mas ainda torço para que ela marque pontos. Não sei por quê, tenho uma queda para torcer pelo mais fraco (sou torcedor do América-MG, alguém conhece? Pois é...). E nas duas vezes em que ela esteve perto de fazer isso, foi com Adrian Sutil (Mônaco 2008 e China 2009), o azar o persegue a cinco voltas para o final (foi assim também em Mônaco). Menciono Adrian Sutil por dois motivos: primeiro, qualquer um que pegue um carro como aquele e ande na frente de Fisichella, merece crédito. Afinal, Fisichella é experiente e um bom piloto. E segundo: muita gente anda falando de substituição em várias equipes. E o Sutil pode ser uma opção experiente, boa e barata. Mais barata do que muito sobrenome famoso por aí...

Agora, espero o Bahrein, na torcida para Vettel e Sutil, e claro, para aqueles nomes que prometi não mencionar...

Saudações.

Guilherme Araújo, Belo Horizonte

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Me desculpe algum GePeto se falei alguma coisa já dita antes, mas vou só dar a minha opinião!

Não quero falar de ninguém em especial. Penso que o desempenho da RBR e de seus dois pilotos deve-se, em parte, a imprevisibilidade do tempo no domingo. Ambos largaram nas primeiras posições mas não contavam com a chuva que veio no domingo e, com isso, qualquer estratégia de qualquer um foi literalmente por água abaixo. Isso não significa exatamente que a equipe evolui o suficiente para superar a Brawn.

Quanto aos dois pilotos da Brawn, ainda não foi possível avalia-los em condições normais. Quero ver sem contratempos como seria a disputa entre eles. Claro que até agora só tivemos três corridas e que muitos imprevistos ainda acontecerão, e a todas as equipes. Ou seja: ainda haverá possibilidades de qualquer outra equipe surpreender de algum jeito.

Só aguardando. Que venha o Barhein

Carlos Eduardo Mariano, Sao Paulo

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Bom dia a todos!!

Os comentários que mais leio e ouço sobre F-1 depois do GP da China são relacionados a Ferrari, principalmente destacando a falta de comando que existe hoje na equipe. Concordo com isso, não se vê atitude na equipe, não se tem noção de poder de reação em ninguém. A fase áurea da Ferrari se encerrou com a saída de Jean Todt, o último dos três mosqueteiros que a levou à glória por 10 anos (os outros foram Schumacher e Ross Brawn).

A equipe não tem um chefe de pulso, nem pilotos que tenham algum tipo de liderança. Acho que deviam repensar todo o trabalho (mal) feito nos últimos meses e começar a pensar em 2010.

Outra equipe que está deixando a desejar é a BMW, que vinha tão forte em 2008 e esperava brigar pelo título logo no início dessa temporada, mas tem feito papelão, o que tem irritado o narigudo, que é muito bom piloto, mas precisa ter um carro confiável nas mãos.

Achei a corrida muito boa, apesar de não gostar de corridas na chuva. É bom ver equipes novas e pilotos novos vencendo corridas. Dá um ânimo a mais para se sentar à frente da TV e assistir F-1.

Li o comentário do Flavio Gomes depois da corrida, sobre o Hamilton, e tive a mesma impressão. Como é divertido vê-lo correndo, principalmente na chuva. O cara anda uma barbaridade, passa um monte de gente, aí faz uma besteira, roda sozinho, volta para a pista, passa todo mundo de novo e roda sozinho de novo. Isso deixa a corrida muito mais divertida. Se a intenção do Bernie e do Max era deixar a categoria mais divertida, conseguiram...

Grande abraço a todos!

Júlio Rissa, Foz do Iguaçu

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Amigos do Gepeto,

Rubinho, 4o lugar no GP da China
Tenho lido nestes dias muitas criticas ao Barrichello, dando como fim de campeonato para ele, mesmo estando ainda na segunda corrida (estou escrevendo na véspera do treino oficial do GP da China).

Embora ache que Rubens já não é mais o mesmo piloto de alguns anos atrás, acredito que ele tem sim condições de se recuperar e até disputar o campeonato, se a Brawn não perder o ritmo de desenvolvimento diante das equipes grandes ($$$$$).

Na Austrália, ele tinha mais gasolina (peso) que Button, o que normalmente seria uma desvantagem na disputa pela pole. Largou mal sim mas pode ter ido problema técnico e não erro. Não fazia uma corrida com tempos excepcionais mas lembremos que ele tomou um toque por trás e danificou o difusor. Mesmo assim, chegou em segundo, por sorte realmente, devido a acidente entre o segundo e terceiro colocado.

Na Malásia mais uma vez ele tinha mais gasolina no Q3, pensando também na estratégia de corrida, além de perder cinco posições por penalidade (troca de câmbio) e na corrida foi aquela loucura, onde a disputa estava acontecendo nos boxes nas trocas de pneus e a corrida não foi até o final para sabermos como terminaria. Mas ai ele teve sorte mais uma vez pois o Button deixou de ganhar cinco pontos e o Ruben só perdeu dois pontos.

Só mais uma coisa: como disse, nas duas provas Rubens teve sorte se beneficiando de acidentes na Austrália e perda mínima de pontos na Malásia. Sabemos que ele nunca foi dos pilotos mais sortudos; será que a sorte dos campeões este ano esta com ele?

Abraço

Gilson, São Paulo

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Edu

Duets, esse era o nome de um CD de alguns anos atrás de Frank Sinatra, em que fazia seus duetos com outros craques da música popular norte-amaericana. Agora, esse título cabe bem na nova F1 pois nas três corridas tivemos três duetos, só que, na China, com um grande solo do garoto Vettel.

Aliás, para continuar nos termos musicais, ele concedeu foi um bis, isso sim, porém usando o mesmo cenário dos grandes, a chuva lembram de Monza 2008?). Caramba, sem nenhum erro, o alemãozinho detonou, com Webber lhe acompanhando em grande estilo. Foi um solo antológico. Para todos que acompanham corridas, a expectativa sobre esse menino é so uma: para quem ele vai guiar em 2010?

Por outro lado, parece que Nelsinho e Bourdais não têm mais nada a fazer na F1. Ironia para Piquet pai, que sempre achou Rubinho lento - mas ele esta aí,firme! E a Scuderia, hein? Comentários?

Alexandre, São Paulo

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Assim como terminou o GP da Malásia, começou o GP da China, com muita chuva, a melhor parte da corrida na minha opinião não aconteceu, a largada atrás do Safety Car foi algo desnecessário, visto que em outras vezes a F1 largou em condições muito piores. O excesso de cuidado e segurança acaba muitas vezes tirando parte da emoção.

Vettel reinou soberano na China, será o novo Rei da Chuva? Webber fez uma boa corrida, um tanto conservadora mas foi bem, o australiano. Button foi consistente e se beneficiou de erros dos que estavam em sua frente, erros de estratégia ou de pilotos.

E um desses pilotos foi Rubens Barrichello, que errou devido a seu carro estar com apenas três dos quatro discos de freio funcionando. Será? Porém, o piloto fez uma corrida até que boa se formos comparar com corridas de alguns outros caras, a exemplo de Lewis Hamilton que vinha com um carro que estava rendendo muito bem na chuva. Porém o excesso de erros fez com que ele conseguisse chegar atrás de Kovalainen que, por sua vez, fez uma corrida discreta e quase sem erros. Massa estava magnífico na prova até sua Ferrari parar, ao contrário de Raikkonen que teve carro a corrida toda e terminou lá atrás.

Alonso foi vítima da estratégia da Renault que o chamou muito cedo aos boxes. Por sua vez, Nelsinho teve uma corrida digna de um “pato molhado”. Pra resumir a participação do filho do grande Nelson Piquet apenas uma palavra: péssimo. Agora imaginem se Nelsinho fosse demitido e Flávio Briatore chamasse para ocupar o lugar vazio o Bruno Senna, o Nelson tri-campeão teria nove ataques do coração e seu filho iria fazer Senai como castigo.

Finalizando, a próxima corrida na minha opinião é a corrida chave para Rubens Barrichello, ou ele faz um resultado melhor que o de seu companheiro ou então ficará difícil para o brazuca se recuperar, essa é a hora já que o prejuízo até agora é pequeno.

Valeu! Hasta...

Rômulo Rodríguez, São Paulo

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Massa aguarda pela largada
Eu particularmente gostei da última corrida. Ainda que a largada tenha sido mesmo uma grande palhaçada, como o Marcel disse na coluna O circo de Bernie, a corrida em si foi boa, proporcionando algumas disputas interessantes.

A Ferrari está uma vergonha absoluta. Deviam começar a desenvolver o carro do ano que vem. Creio que devam pontuar no Bahrein mas duvido que seja possível repetir qualquer das vitórias (2004, 2007, 2008) ou das poles (2004, 2006, 2007). E sobre Rubinho: eu mesmo já estou jogando a toalha: tá difícil defender o cara!

Abraços!

Roberto Andrade

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Amigos,

em que pese a vitória de Vettel e RBR (do Galvão) no GP da China, que corrida chata!

Abraços

Firmino Mendes, Alto Piquiri,

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Os capacetes da dupla da RBR - Clique para ampliar
Acordei na madrugada de domingo achando que o Rubinho iria vencer a prova, tanto pela sua posição de largada como pela estratégia da equipe. Quando vejo que estava chovendo, penso comigo mesmo: “nossa! Os fatores estão cada vez mais favorável ao Rubinho”. Mas com o decorrer da corrida, deu para ver que o fator chuva, que o Rubinho sempre contava para se dar bem nas corridas quando largava lá atrás, não ajudou em nada, até atrapalhou toda estratégia dele. Acho que seria nessas adversidades que mostra quem é realmente o verdadeiro piloto campeão. Pena que ele não se mostrou capaz novamente.

Acho que a corrida na China ainda não mostrou o real potencial de cada equipe. O fator chuva interferiu, queria ter visto a corrida no seco para ver o quanto a RBR é capaz de andar em relação a Brawn pois a estratégia de combustível entre as equipes era diferente e ainda a segunda entrada do safety car na corrida acabou com as vantagens dos tempos entre os carros. Porém a chuva mostrou quem sabe dirigir sobre pressão e sem cometer erros. No próximo domingo, no Bahrein espero ver se o Rubinho tem capacidade de virar o jogo, se ele demorar quando se chegar a Espanha, acho que a Brawn vai priorizar o Button porque a RBR mostrou que tem um excelente carro e sem o difusor modificado. Quando a RBR instalar o difusor que o Adrian Newey já está preparando, a briga vai ser boa, porque não vai ser tão fácil como nas duas primeiras corridas para a Brawn.

Abraços

Celso, Atibaia

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Ué? O Rubinho não é bom na chuva? Ué? o Button não é um grande piloto? Já tô até vendo...

Sabe como é, estou tomando pau do Button porque é uma equipe Inglesa com um piloto inglês e eu... sou apenas um brasileirinho contra tudo isso.

Então ta! Abraços aos amigos do Gepeto

Christian, São José

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Boa tarde amigos do GPTotal

Caro Eduardo peço a gentileza de responder a uma dúvida.

Os carros de F1 após a classificação não podem mais sofrer alterações. No caso da classificação ser realizada no seco e a corrida iniciar com pista molhada, como aconteceu na China, os F1 podem sofrer alterações como ângulos de aerofólios, regulagem de suspensão, câmbio e etc?

Antecipadamente agradeço

Fernando, São Caetano do Sul






Oi Fernando

Pelo que sei o regulamento permite alterações de regulagem sim, desde que a direção de prova declare a corrida oficialmente sob chuva

Abraços (EC)


Comente 20.04.09
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Vettel
O GP da China foi muito bom, em grande parte graças à chuva, e deu novos contornos ao Mundial. Apesar de ainda liderarem tudo, Button e Brawn não estão mais sozinhos. O domínio da Red Bull e seus pilotos foi contundente, e agora todos se perguntam se eles poderão manter a forma em corridas secas normais. E o Vettel, até onde vai? E o Webber? Será que conseguirá aproveitar todo o potencial do carro?

Ainda assim, Button foi bem e levou o carro o mais longe possível. Coisa de quem realmente pensa no campeonato. Barrichello teve problemas de freios e chegou atrás de Button pela 3ª vez no ano. Ele, que sempre se disse azarado e vítimas das circunstâncias, deve estar dando graças aos céus pela lambança Vettel/Kubica em Melbourne e pelo GP da Malásia ter valido apenas metade dos pontos.

A McLaren deu sinais de reação no final de semana. Hamilton foi ao Q3 e ambos os carros marcaram pontos. Se ainda não é o que se espera dela, mostra que pelo menos tem andado para frente, o que não se pode dizer da Ferrari. Seu carro está lento e não é confiável. Massa fazia sua melhor corrida na chuva na carreira e foi traído por uma falha elétrica. Raikkonen foi ultrapassado por todo mundo, mas todos sabem bem que mesmo ele desmotivado é melhor que isso. Pior começo de ano em décadas, incrível.

E a Renault? Jogou fora sua posição no grid para colocar Alonso atrás do pelotão, deixando os líderes sumirem na ponta. Ótima estratégia... not! E quando esteve no pontos, Alonso tratou de rodar e estragar tudo. O que será que passa na cabeça dele vendo a Renault fraca neste início de temporada e a Ferrari também?

No mais, aposentem o Trulli, horrível. BMW, terrível. Assim fica fácil convencer os CEOs a abandonarem a F1 e poupar centenas de milhões. Piquet? Não há muitos argumentos em sua defesa. Williams tem difusor duplo e tudo, mas precisa de piloto. Bourdais? Levar pau do Buemi? Mais um que está mal na fita. Sutil foi muito azarado, escapou no único lugar que não poderia enquanto o resto do povo escapou inpunemente dezenas de vezes o dia todo.

Não é possível que haverá dilúvio no Bahrein. Ali, sim, veremos a verdadeira pecking order da F1 atual.

Érico Calixto, Brasília

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Caro Edu

Nelsinho apertado por um BMW e um Force India
Analisando a F1 dos anos setenta observamos, claramente o domínio das grandes equipes (Tyrrell, Lotus, McLaren e Ferrari) e na virada para os anos oitenta com uma mudança radical de regulamento ganha espaço duas equipes sem a expressão das ditas grandes (apesar da tradição do nome Brabham), uma equipe bem capitalizada, com um projetista genial desenhando seus carros e um piloto jovem, arrojado, com fama de paciente para testes e profundo conhecedor da máquina. A outra equipe, menos capitalizada mas extremamente competente com projetista não tão genial mas igualmente eficiente e dois pilotos medianos contudo competentes o suficiente para levar seus carros a vitórias e brigar por campeonatos.

Após esta humilde análise, é coerente compara os conjuntos Brabham/Gordon Murray/Piquet e Williams/Patrick Head-Frank Williams/Jones-Reutemamm com os atuais RBR/Adrian Newey/Vettel e BrawnGP/Ross Brawn/Barrichello-Buttom nesta, aparente, ruptura no domínio exercido pelas grandes equipes nos últimos anos?

Josenildo Henrique de Melo, Uberaba






Oi Josenildo

Sua análise é pertinente sim mas há uma contexto histórico que não se reproduz no momento ou, então, é muito diferente.

A crise das grandes equipes dos anos 70 se deu pela revolução comercial e técnica na F1 – grandes contratos de patrocínio, multiplicação da exposição da categoria via TV, motores turbocomprimidos, pesquisas aerodinâmicas mais agressivas etc, tudo levando a uma explosão de custos com a qual as equipes tradicionais não souberam conviver. No vácuo que se formou, jovens competentes mas já com larga experiência na categoria vieram para ocupar o lugar. Tyrrell e Lotus desapareceram, assim como a maioria das outras equipes da época, a McLaren trocou de donos e, para efeitos práticos, saiu do zero, enquanto a Ferrari mergulhou em longa crise, não sucumbindo apenas pela força do seu tamanho e tradição.

Hoje, não podemos dizer que Ferrari e McLaren estejam mergulhadas em crise tão séria assim. Elas têm competência e recursos de sobra pra reequilibrar as forças no campeonato. No entanto, a coincidência entre a Brawn e RBR com Brabham e Williams é notável: são equipes com espírito jovem mas que já contam com enorme experiência na categoria.

Abraços (EC)

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Jose Airton de Teresina,

Trulli, depois da batida
Gostei do seu ponto de vista sobre o Barrichelo e o Schumacher.

A verdade é que um continua devendo e o outro, apesar dos números e recordes, nunca convenceu sobre sua superioridade pelos motivos expostos por você. Enquanto isso, Jenson Button vai se dando bem. Mas acho que ele ainda terá muito trabalho, basta ver o resultado deste último GP.

Este ano será bom, diferente dos tempos do alemão na Ferrari. Saudações

Ioannis, São Paulo

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E aí, galera do GPTotal

Mais uma corrida de madrugada e novamente debaixo de chuva.

Os carros vencedores na China
Esse Vettel é bom pacas, hem? Tudo bem que o carro de segurança deu uma grande força, já que Button liderava com 14s de vantagem sobre o Barrica que vinha em segundo e abria quando ele teve de intervir. E o Barrica? Tá feio na foto. Dependendo do resultado dele na próxima, creio que ele será promovido ao cargo de escudeiro. Alguma novidade nisso?

E o Nelsinho, hem? O que acontece com ele? Do jeito que tá, é melhor abandonar logo a carreira artística antes que a vergonha fique ainda maior. Quem se lembra da frase “Meu filho não será segundo piloto de ninguém”? Relaxa, Nelsão! Do jeito que as coisas andam, acho que seu menino não ficará para isso. E o Bourdais? Sai ou não sai? Esse já chegou na hora de pegar sua mala e atravessar de volta o Atlântico.

Falei destes dois nomes, pois enxergo uma possível ligação entre eles, as duas equipes e outros dois pilotos. Pelo que andou reportando a mídia, a Toro Rosso, com razão, não estaria nada contente com o Bourdais. Ligaram o nome Senna a uma possível substituição, já que o mais cotado, Romain Grosjean, estaria atrelado a Renault até 2010. Com os dois titulares na corda bamba, acabaria sendo possível uma dupla substituição. Romain Grosjean substituiria o Nelsinho ainda neste ano, enquanto Bruno Senna assumiria o posto do Bourdais também na atual temporada.

Vai acontecer? Não sei. É possível? Com certeza. Basta levar em consideração a atitude de Briatore após as barbeiragens de Nelsinho e a recusa de contrato para competir na DTM por parte de Senna. Vamos esperar para ver no que vai dar.

Rafael, São Paulo

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Kimi
Cabeças de pilotos que reclamam muito da equipe, do carro ou de vantagens para o outro piloto da equipe sempre rolam.

Não sei se é essa a intenção de Nelsinho, mas acho que ele vai conseguir isso antes do fim desta temporada, só não sei quem vai ser o substituto. Se será Romain Grosjean ou o Bruno Senna, que agora desistiu de correr no DTM pela Mercedes. Será que esta desistência de última hora indica que ele saiba de algo?

Obrigado.

Leandro Giannetti, Fartura

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Amigos do Gepeto,

Nico
Tenho lido nestes dias muitas criticas ao Barrichello, dando como fim de campeonato para ele, mesmo estando ainda na segunda corrida (estou escrevendo na véspera do treino oficial do GP da China). Embora ache que Rubens já não é mais o mesmo piloto de alguns anos atras, acredito que ele tem sim condições de se recuperar e até disputar o campeonato, se a Brawn não perder o ritimo de desenvolvimento diante das equipes grandes ($$$$$).

Na Austrália, ele tinha mais gasolina (peso) que Button, o que normalmente seria uma desvantagem na disputa pela pole, largou mal sim, mas pode ter ido problema realmente e não uma errada. Não fazia uma corrida com tempos excepcionais mas lembremos que ele tomou um toque por trás e danificou o difusor, mesmo assim chegou em segundo, por sorte realmente devida a acidente entre o segundo e terceiro colocado.

Na Malásia mais uma vez ele tinha mais gasolina no Q3, pensando também na estratégia de corrida, além de perder cinco posições por penalidade pela troca de câmbio). Na corrida foi aquela loucura, onde a disputa estava acontecendo nos boxes nas trocas de pneus, e a corrida não foi até o final para sabermos como terminaria. Mas ai ele teve sorte mais uma vez, pois o Button deixou de ganhar cinco pontos e o Rubens só perdeu dois pontos.

Só mais uma coisa: como disse, nas duas provas Rubens teve sorte, se beneficiando de acidente na Austrália, e perda mínima de pontos na Malásia, e sabemos que ele nunca foi dos pilotos mais sortudos. Será que a sorte dos campeões este ano esta com ele?

Abraço

Gilson, São Paulo

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