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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 06.04.09 |
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| O GP da Austrália |
06.04.09 |
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Meus amigos,
tenho lido diversas opiniões aqui afirmando que Rubinho largou muito mal na Austrália, mas isso me parece ser uma grande injustiça. Um piloto larga mal quando patina, ou quando perde 1 ou 2 décimos de segundo por conta do reflexo lento. O caso do Rubens na Austrália foi bem diferente disso.
Nitidamente ele ficou parado na largada, e nem mesmo se estivesse bêbado ele teria reagido de forma tão lenta. Para mim ficou claro que ele teve mesmo problemas, e a explicação que deu na coletiva de imprensa, ao menos dessa vez, fez todo o sentido.
A partir de então a prova já estava toda comprometida, inclusive, pela probabilidade de sofrer toques, como foi o caso.
Acredito, portanto, que dessa vez Barrichello não teve culpa no rumo que sua corrida acabou tomando.
Abraços,
Márcio Madeira, Nova Friburgo
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A corrida na Austrália foi um tapetão, punição, ameaça de exclusão do campeonato, difusores sob investigação, etc, etc.
Na pista, Button foi competente e levou o carro à vitória, Rubens errou ou o carro falhou na largada e caiu conseguindo um 2 lugar com competência e sorte. As Williams decepicionaram, estratégia errada, pneus errados, piloto exagerado, findaram nas colocações de sempre. Webber, Heidfeld, arrumaram confusão logo na primeira curva o mesmo se diga de Kovalainen.
A Ferrari de Massa quebrou, Raikkonen fez o que tem feito ultimamente e ficou no muro. Diga-se que a estratégia e escolha de pneus foi igualmente desastrosa como a da Willians Sutil fez boa corrida e Fisichella também, contudo errou o pit, bem Mansel também já fez isso e Schumacher também já atropelou um mecânico, mas pelo menos eles foram campeões.
Glock e Trulli fizeram corridão, menção honrosa para Trulli que escapou quando andava atrás do Safety Car, tudo bem Guerreiro também escapou na volta de apresentação das 500 Milhas de Indianápolis, detalhe ele era o pole.
Vamos ao Lewis, foi competente e fez uma corrida fantástica, ajudado sem dúvida pelos abandonos e besteiras dos pilotos a sua frente. Piquet Jr. um caso a parte, escapou sozinho quando fazia boa corrida. Alonso honrou os dois títulos que tem e mostrou que o resultado final é que vale somou pontos, sem fazer uma corrida extremamente brilhante, serve de lição para o Kubia e Vettel
O Kubica e o Vettel, dois burros, jogaram fora o pódio na primeira corrida do ano, pareciam estar disputando o campeonato na última corrida, precisam amadurecer, vão descobrir que ser arrojado não é tudo para ser campeão.
Sem dúvida é muito bom fazer comentários sobre o desempenho dos pilotos, principalmente porque os faço descansando no sofá, sem sentir a pressão a força G, a cobrança dos chefes de equipe e etc, mas também não ganho milhões como eles.
Fernando, São Caetano do Sul
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GP da Austrália!
Desculpe-me a falta de acentos nas palavras, pois, como disse Nelson Piquet Jr. sobre os freios, o teclado do meu pc ficou louco!
Ross Brawn está em um ano bem ao estilo Colin Chapman: esse difusores são mágicos. Será? Claro que a peça do carro do Barrichello e do Button mais falada nos últimos dias ajudou, porém, no caso da Brawn acho que foi um conjunto de fatores, desde a simplicidade do desenho aerodinâmico do milagroso carro, ao passar claro pelo difusor, aos pilotos que são ótimos e rápidos até ao pessoal da equipe que trabalharam honrosamente sem saber o dia de amanhã. Parabéns a Ross Colin Braw Chapman e sua turma. Vamos ao GP
Corrida Maluca.
Primeira fila com carros brancos, Ferraris e McLarens espalhadas la pra tras. Primeiro o Rubens caçando borboletas na largada parece ter esquecido de largar.
Primeira curva, alguns carros se pegando pra valer, inclusive nosso caçador de borboletas com seu tanque de guerra, eita carrinho bom esse, sobrou pra quem, pro piloto da casa claro e pro Kovalainen, cova nele...
Um Rosberg andando muuuuito, alias, as duas Williams mandando ver, a pena foi o Nakajima bater no meio da corrida e depois o filho de Keke Rosberg perder muitas posiçoes por causa de seus pneus gastos, inclusive, ridiculos pneus da Bridgestone...
Alonso, apagado porem acabou nos pontos. Ferrari, que equipe e essa?
Piquet, pessimo no treinos, otima largada, vinha ate que bem na corrida andando na zona de pontos e melhor que Alonso quando cometeu algo um tanto estranho, rodou e disse que os freios ficaram loucos, vamos acordar, Piquet.
Bela prova de recuperação de Rubens Barrichello, boa parte da corrida com a asa dianteira danificada e em toda a corrida com a peça mais famosa e polemica do momento quebrada, mesmo assim o brasuca colocou um otimo ritmo e andou melhor que muita gente grande, se nao fosse a bobeira da largada disputaria a vitoria, no final a sorte o ajudou com a falta de experiencia de dois garotos afobados e com otimos carros, Vettel defendeu uma posiçao impossivel de se defender por causa da condiçoes de seus pneus e o Kubica nao teve a paciencia para esperar o melhor momento e lugar da pista para ultrapassar, tentou ultrapassar na curva mais apertada do circuito australiano e se enroscou com o alemão. Conclusao, ambos bateram em uma cena hilaria filmada do helicoptero, ao mesmo tempo e em curvas diferentes, Vettel ainda tentou mas parou uma volta depois e com tres rodas inteiras, sorte de Barrichello que teve seu segundo lugar do grid devolvido a tres voltas do fim...
Trulli levou o terceiro posto, depois foi punido por passar Hamilton com Safety Car e ficou fora dos pontos, depois foi devolvido seu podio e seus pontos pela besteira que fez Lewis Hamilton ao dar uma versao diferente aos comissarios do que realmente aconteceu, depois de Michael Schumacher nos anos 90, a Formula 1 tem um novo representante a quem chamar de Dick Vigarista (num disse que foi uma corrida maluca)....
A temporada começou finalmente, as caras parecem ser novas, porem, sao bem velhinhas, apenas perdemos o costume de ve-las na frente, sejam bem-vindos Barrichello, Button e Brawn Chapman, alias, os caras da Honda devem estar loucos de terem saido da F1 e deixado para tras esse carro vencedor...
Não poderia perder a oportunidade: como foi bom ver a Bolivia vencendo de 6, digo de 6, da Argentina, melhor que isso, so uma decisao em Interlagos com Barrichello e Massa disputando o titulo heheh
Bjo minha Linda. Mutchas gracias...
Romulo Rodriguez Albarez, Sao Paulo
Fantástica prova da Brawn!
Gostei mais por ver gente engolir o que chamavam de cambalacho. Na transmissão da Band, acho que exageraram em falar nos dotes etílicos do papai Button e no Raikkonen. Com a quantia de mão de pau solta neste Brasil, prefiro um Kimi bêbado pra dividir as estradas comigo.
Abraço.
Marcelo Wild, Gravataí
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Amigos do Gepeto
Muito difícil afirmar o que acontecerá no resto da temporada, aliás, o sobrenatural de Almeida é realmente um fato consumado.
Não sei o que será da Brawn GP quando os outros times, montados na grana, começarem a se mexer , como escreveu nosso caro Eduardo Correa em sua coluna Milagre. Talvez a Brawn suma na poeira. No entanto, o blefe ganhou; não era blefe!
Pensando exclusivamente no GP da Austrália, não dá prá negar que os futuros Virgins mataram a pau. O Button não deu a menor chance para a concorrência e mereceu vencer.
O Rubinho mais uma vez provou que é um sobrevivente, alguém que faz uma corrida com bastante regular, com o carro bastante avariado e acaba premiado com um acidente que o permitiu chegar em 2o. lugar, na verdade, o que acredito que ele merecia.
O Vettel é um imaturo mesmo e o Kubica me parece ser um daqueles caras demasiado confiantes. O acidente, culpa inegável do Vettel, foi patético. Ninguém duvida que o Vettel é um grande piloto mas tem de ter quilometragem e experiência para não arriscar pontos que podem fazer falta para o futuro em uma prova só.
A Ferrari? Ah, a Ferrari... Os caras só não estão mais perdidos do que a McLaren porque o carro nasceu bem, ao contrário da equipe inglesa e, sem patriotada, se tem alguém que deveria ter seu lugar contestado na equipe é o Raikkonen que, mais uma vez, fez das suas. O Massa, mais uma vez, foi impedido de acabar a prova por conta de problemas no carro. Tá bom, acontece, fazer o quê?
O Nelsinho está provando que talento não é genético. Mesmo ele dizendo que já tinha problemas de freio, é um motivo a mais para preservar-se e não jogar todas as cartas em uma volta só.
Quanto à McLaren, vamos combinar: o Hamilton nasceu voltado prá lua mesmo! Caiu no colo o 4o. lugar sem que com isso eu discuta a competência evidente dele ao trazer o carro de tão de trás para esse posto. No entanto, que o carro é mal nascido isso ele é e o tal de Kovalainen é outro que pode ir aprontado o boné se não melhorar e muito.
Particularmente, fiquei feliz em ter visto um GP interessante, mexido, de uma qualidade esportiva muito boa. Não acredito que, no dia 14, a FIA vá alterar o veredicto os comissários. Que os outros que não leram o regulamento da mesma forma, corram atrás e façam igual.
Ross Brawn foi o grande vencedor do final de semana. Vale muito a pena lutar pela equipe e os trabalhadores dela, não esmoreceram por não ter certeza se seguiriam competindo. Isso chama-se caráter e, às vezes e como em muitos lugares, sinto que isso, que deveria ser regra, cada vez mais distinguem os homens dignos do nome e os palhaços. Desses a F1 está cheia dos outros, infelizmente, sente-se falta.
Abraços a todos!
José Benedito Vizioli Libório, Piracicaba
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Edu
Jochen Rindt, ao vencer corridas com o Lotus 72, declarou: com um carro destes até um macaco ganharia corridas.
Agora me diga: vale o mesmo para o Brawn F1? Caramba, mas que beleza!
Pena que este resultado e o da próxima corrida vão estar sub-judice. Afinal, pode extrator assim ou assado? Pode um regulamento ser tão mixo, que seja interpretado de um jeito por três equipes e de outro pelas demais?
Agora o outro assunto: menos para o Sr Agresti! É a performance do Sr. Rubens 36 anos Barrichello, que biologicamente poderia ser pai de alguns pilotos da F1 e está aí, guiando como sempre. Muito bem!
O saudoso piloto Marivaldo Fernandes (falecido no mesmo acidente aéreo que nos tirou Moco), rico empresário do Guarujá e grande bota da época nem sempre tinha tempo ou disposição para comprar ou preparar seus carros de corrida. Assim, às vezes, chegava em alguma equipe e comprava seu lugar para determinada prova. Fez isso algumas vezes e, na época, seu apelido temporário foi Boca GT.
Na opinião do Sr. Agresti, seria hoje Rubinho o Boca F1. Pode? Mas que comentário ácido. artas para a redação... kkkkk...
Alexandre, São Paulo
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Olá Alessandra, mais uma vez parabéns!
Quase no fechamento da transmissão do GP de Melbourne pela RB, você fez um comentário muito feliz, de que é muito bom ver a categoria máxima do automobilismo mundial ser decidida pelos pilotos. Erros e acertos vindos da ânsia por melhores posições dentro da pista, onde deve ser sempre e não em pitstop...
Aliás seu comentário sobre o acidente entre Vettel e Kubica foi sensacional: ninguém errou, são dois pilotos no limite. Nas palavras do próprio Vettel: “eu deveria ter deixado ele ir? Você sempre quer lutar. Talvez eu devesse ter dito deixe-o ir e traga o terceiro lugar para casa, mas é a vida. sim realmente isso parece F1”.
Sua empolgação é a minha, que sigo a F1 desde 1973. Empolgo-me ainda mais quando ouço ou leio pessoas que merecem respeito com comentários e informações como o pessoal de GPTotal e alguns outros.
Vamos para a Malásia na expectativa de que se repita esse show de imagens, comentários, informações e de Fórmula 1.
Paulo Salles, São Bernardo do Campo
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Depois da qualificação para o grid de largada do GP da Austrália deste ano, sinto um pouco de vergonha de ter o sangue ancestral nipônico correndo em minhas veias e me orgulho cada vez mais quando percebo que o meu modo de agir e pensar difere em muito do deles.
Mundialmente reconhecidos pela eficiência, eficácia, elevada produtividade e senso de praticidade parece espantoso que uma chance de ouro como a que foi mostrada pela Brawn GP tenha sido descartada, pois acredito piamente que se o que empurrasse os carros agora brancos e amarelo fluorescentes fosse um propulsor Honda a história não seria diferente.
É inadmissível mesmo com a retração econômico-financeira que assola o mundo hoje uma grande corporação não ter previsto, mesmo num cenário mais modesto, que poderia finalmente colher os louros de um investimento certo (a contratação de Ross Brawn) depois de tanto dinheiro jogado fora (a gestão desastrosa de Nick Fry). Para quem está de fora fica evidente a falha de comunicação entre Brackley e Tokyo que gerou nessa certo descrédito e desconfiança na primeira. Das duas uma ou Fry é um exímio manipulador e tinha os japoneses do terceiro e segundo escalões em sua mão, ou a divisão esportiva/marketing da Honda tem uma visão estreita desconsiderando um planejamento nunca antes feito desde que a Honda adquiriu a BAR, pois o BGP 001, outrora RA 109, vinha sendo desenvolvido a mais tempo do que os bólidos de muitos times. Prefiro acreditar numa composição desses dois ingredientes, tendendo mais para a falta de visão dos japoneses.
Desconheço Nick Fry, seu estilo de trabalho, seu relacionamento profissional com cada membro da equipe e principalmente o que ele tem em mente em relação à ex-Honda GP, mas conheço um pouco o “japanese way of life”. Por trás da bela máscara “Noh” revestida de todos os adjetivos atribuídos ao “j-business”, “Just in time”, “toyotismo” etc. existem aspectos culturais intrínsecos que os diferem em muito de nós ocidentais impactando na tomada de decisões estratégicas, principalmente.
O espírito corporativo japonês está enraizado na busca pela menor assimetria informacional possível, ou seja, em termos ideais o subordinado deve estar plenamente sintonizado com seu superior, além disso, nenhuma informação deve fugir do conhecimento do chefe, trata-se de uma forte relação de confiança, até mesmo de honra, como um samurai para com seu “shogum”. Isso é tão verdadeiro que a seleção de profissionais ainda hoje se baseia muito na “indicação”, ou seja, é preferível um profissional mediano, mas honrado e de procedência confiável do que um gênio difícil de ser “domado”. O sucesso japonês no mundo corporativo decorre da sua força de trabalho que é bastante homogênea na conduta profissional, constituindo-se numa filosofia muito interessante, que coloca o trabalho duro acima da criatividade e inventividade. É claro que isso tem prós e contras, é uma filosofia bem sucedida por estar adaptada à cultura japonesa, mas peca por não entender e não aceitar muito bem o fator criativo tão caro nos tumultuados dias atuais.
Em tempos de crise, a conduta corporativa japonesa tende a ser conservadora, fechando-se para qualquer outra idéia fora do arroz com feijão da confiança e honra.
Torço para que a Brawn GP continue nessa trajetória ascendente, pois gostaria muito de ver o semblante dos executivos da Honda.
Roger Uchida, São Paulo
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O mundo (da Fórmula 1) de ponta cabeça
Não houve torresmo nem cerveja, mas salgadinhos e refrigerantes que sobraram da festa de minha sobrinha. Assim foi como acompanhei a primeira etapa da Fórmula 1. O Grande Prêmio da Austrália tem tudo para entrar para a história. Não propriamente pelo resultado, mas pelo seu significado.
A categoria não é mais a mesma. As mudanças nas regras deste ano, impulsionada pela necessidade de se adaptar à uma conjuntura de crise do capitalismo (não existe esporte mais capitalista do que esse) provocaram transformações na correlação de forças entre as equipes, com resultados surpreendentes. Gostaria de fazer algumas considerações:
Brawn GP: Fantástico bólido. Mostrou nos treinos e comprovou durante a corrida nas mãos de Button. Tenho que confessar que durante a pré-temporada em Barcelona, acreditava que os tempos da ex-Honda eram apenas fogo de palha. Desconfiava que os carros brancos estivessem bem abaixo do peso e comparava esses resultados com a pré-temporada da Ferrari em 1988, quando fez os melhores tempos, mas foram atropelados pela McLaren durante o ano. Estava errado. Esses carros são excelentes. Bem desenhados, se encaixaram perfeitamente com o motor Mercedes (lembrando que o carro foi projetado para o motor Honda). São a sensação da temporada, vencerão corridas, mas não acredito no título este ano. Simplesmente porque as outras equipes irão correr atrás do prejuízo.
Barrichello: Gosto dele. Considero um bom piloto não reconhecido pela imprensa. Mas ainda trás velhos problemas. O primeiro é o fato de ele quase sempre largar mal, como na Austrália. Isso vem deste o tempo da Jordan. O segundo é que ele não consegue ser veloz durante uma corrida inteira. Ele é rápido em treino, mas ele não consegue ser constante toda a corrida como fazia Schumacher e Alonso. Nisso Button tem vantagem sobre o companheiro. Mas não duvido que ele vá ter seu melhor ano em 2009.
Ferrari e Massa: É meus amigos, como ferrarista estou preocupado. Não estão maus como a McLaren, mas percebo um problema caro nos carros de Maranello. Posso estar errado, mas eles saem muito de traseira. Várias vezes o Felipe Massa rebolava nas curvas e acredito que isso foi a causa da rodada de Raikkonen. Mas Ferrari é Ferrari, e o sangue vermelho fala mais alto. Eles com certeza irão se recuperar já nas próximas corridas e duelaram de frente com a Brawn. E Massa dá pinta de se impor sobre seu companheiro. Será o seu ano.
McLaren: Faz-me lembrar uma saudosa equipe vitoriosa que se mergulhou em erros grotescos e se afundou na lama. Pena.
Pneus slick: Que bom vê-los novamente. É lindo aquele balé dos carros antes da largada. Esses pneus dão uma aderência mecânica que faltava para as disputas de freadas. Mas vejo problemas neles em relação a o regulamento. Os pneus macios não duram nem dez voltas, mas pelo fato de serem obrigatórios nas corridas, acredito que a fábrica terá que desenvolve-los rapidamente.
Kers: Eta pecinha! Adorei este novo recurso da Fórmula 1. Um ingrediente a mais para as disputas de posições. É incrível a potência despejada no motor quando usado, apesar dele não garantir a vitória para ninguém (pelo menos até agora). A TV mostrou bem sua utilidade, quando a câmera on boad de Hamilton mostrou seu uso em plena reta. Parece injeção de nitro. Ou melhor, lembra a era Turbo.
Narração: Pelo amor de Deus, o Galvão Bueno fala muita besteira, mas o Cléber Machado é uma toupeira completamente perdida. Mais de 15 anos narrando corridas e ainda não tem voz e inteligência para esse tipo de coisa. O jeito é fazer como meu amigo: emudecer a televisão e colar o ouvido no radinho.
Bom gente, este ano promete. Pelo menos a crise teve um lado bom. Virou o mundo da Fórmula 1 de cabeça para baixo.
Cassio Diniz, Caxambu
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Como sempre, incrível! Melborne continua nos proporcionando belas surpresas.
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| Fim de prova pra Nelsinho |
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Nota 10 para Button e para Brawn GP. Jenson por saber se impor e levar sua máquina, da luz verde à bandeirada de chegada, de ponta a ponta e sem sustos. Nota 0 para Ferrari, pneus macios e Vettel.
A Ferrari pela falta de competitividade e confiabilidade, os pneus macios por terem se mostrado verdadeiros chicletes e Vettel por ter jogado um 3º posto no lixo por pura ignorância. O alemão da Red Bull é mesmo um pilotão e fez uma grande corrida, mas teve uma atitude, digamos, anacéfala. Já o Kubica, assim como Vettel, fez uma corrida impecável, mas faltou um pouco de massa cinzenta na hora de escolher o ponto de ultrapassagem. Naquela altura de uma prova tão complicada, em posições que valiam o pódio, qualquer manobra, assim como dizia nosso querido Chapolin Colorado, deve ser friamente calculada.
O Barrichello, por sua vez, continua o mesmo. Quando não tem nada em jogo, ele anda rápido, domina, faz bonito. Mas quando é para valer, o homem simplesmente não vai. A Brawn GP mereceu, sim, uma dobradinha, mas Barrichello não mereceu de forma alguma a 2º posição. Talvez não tivesse merecido nem mesmo a 4º. Afinal, a decisão de tirar um cochilo no momento da largada foi dele e só dele.
E a Virgin? Será que logo veremos uma Virgin GP? Não duvido nada e também não acho nada ruim. A Virgin é séria e não entraria nessa só para fazer número. A prova disso é que esperou para ver o desempenho da equipe para só depois começar a tomar decisões. Vale a pena esperar para ver.
O resto não passou de resto. Semana que vem tem mais e algo me diz que as coisas serão um pouco mais interessantes. Vamos torcer para isso.
Rafael, São Paulo
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Aos torcedores fanáticos do "Rubinho":
Sinceramente, não dá pra torcer pelo cara, nem fazendo uma forcinha. Não acho que só porque ele é brasileiro, temos que torcer por ele! No primeiro centímetro da primeira corrida do ano, o cara já fez merda! Daqui a umas 5 corridas, quando o Button abrir dele na pontuação, vão começar as lamúrias: "ele está sendo excluído pela equipe porque o outro é inglês, ou outra desculpa qualquer.
Vocês já viram algum piloto, seja ele um supercampeão ou um outro piloto qualquer ser chamado no diminutivo? Já imaginaram: Nelsinho Piquet, Emersinho Fittipaldi, Ayrtinho Senna, Nikkinho Lauda, Kiminho Raikonen? Qualquer piloto que seja visto ou chamado assim está fadado ao fracasso, é ridículo! Já viram algum outro piloto dando trimiliques (a patética sambadinha) ou fazendo caretas no podium?
Galera: ACORDA!
Carlos Ganhadeiro
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Caros amigos do GPTotal,
Foi com grande satisfação que acordei às 3 da manhã para assistir ao GP da Austrália, 1a etapa do Mundial de Fórmula 1 2009. A corrida foi bem satisfatória, tendo eu inclusive, ouvido algumas expressões que eu já não via há algum tempo, tal como desgaste de pneus. É uma pena que essa nova ordem mundial da Fórmula 1 não deve ser mantida durante muito tempo, pois assim que o novo extrator for liberado para as equipes grandes, os orçamentos, mesmo controlados, irão falar mais alto.
A Brawn GP dá um pouco de alento para os torcedores de Rubens Barrichello, na medida em que mostra que aqueles tempos dos testes não eram um grandeblefe. Parabéns a Jenson Button e Rubens Barrichello, não só pelo desempenho dentro da pista, mas principalmente, por terem provado que Ross Brawn estava certo em apostar neles. E antes que alguém fale que O segundo lugar de Rubinho foi sorte, devido ao acidente de Robert Kubica e Sebastian Vettel (acidente, aliás, de corrida, e que mostra o quanto o piloto tem que ser consciente com seus pneus), digo que todo piloto tem que ter sorte, e que capitalizar o azar dos adversáriosfaz parte de qualquer esporte.
Abraços, e até a Malásia.
Guilherme Araújo, Belo Horizonte
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Particulamente eu já admiro os carros da década de 80. Vejam o vídeo. Pelo menos a asa traseira ficou mais ou menos parecidas. Achei muito legal a nova aerodinâmica da F1 09.
http://www.youtube.com/watch?v=QiUaV1yYOq8
K. Oliveira, Santo Antonio
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É Sr Eduardo Correa, pelo menos em relação ao qualifying, milagres existem...
Agora vamos à corrida!
Rogério Utida, São Paulo
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Acabou o primeiro treino, Button em primeiro e Barrichello em segundo. É, Eduardo Correa, o que você achava impossível aconteceu: a Brawn fez milagre mesmo.
Ainnem Agon
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Pessoal do GPto
Depois de assistir ao treino livre nesta quinta-feira, vou deixar registradas aqui algumas das minhas impressões. Bom ter a F1 de volta... :-)
- A Brawn está andando de forma consistente, não era enganação. Enquanto muitas equipes já testavam os pneus macios eles viravam tempos semelhantes ainda com os mais duros. O motor empurra bem e o carro parece estável e afinado. Vai dar trabalho, o problema é quanto vai ter de dinheiro ao longo da temporada para continuar na evolução. Penso que o fato deles terem desistido ano passado, daquele carro mal nascido de aerodinâmica, os levou a tentarem aprimorar a parte de grip mecânico e tração, e depois levaram isso logo para o novo projeto, então o carro deste ano é bem nascido de chassi e suspensões, tá casando com os pneus e o fato de que a aerodinâmica este ano não tem capacidade de corrigir o carro, os deixou com um vantagem danada. Este ano, penso que carro ruim de grip mecânico joga fora e faz outro...
- A Ferrari e a Brawn tem projetos de suspensão dianteira semelhantes, mais simples, parecidos com os antigos. Reparem na quantidade de braços existentes nos outros carros. Esquisito...
- Mclaren tá usando uma calota realmente aerodinâmica , o treco parece ter alguma função de direcionamento de fluxo lateral e ainda é captadora de ar para os freios dianteiros. Novamente... Esquisito...
- Não vamos ter tantas travadas, e fritadas de pneu, porque o grip do slick é maior, permite maior carga de trabalho dos freios sem travar, no entanto quando acontece é uma lixada legal. E os slicks estão se acabando rápido também... Quem cuidar, vai ter no final, quem for grosso vai sambar adoidado no fim...
- Por causa disso aí em cima, penso que esse lance de que vamos ter muitas ultrapassagens na entrada das curvas, talvez não seja assim tão fácil. Os caras vão frear mais ainda lá dentro, o lance vai ser dentro da curva e na saída, porque os carros não tem muita pressão aerodinâmica para ajudar. Saídas de curva que antecedam retas, a possibilidade de trabalhar o vácuo de bem perto, e o uso do Kers, podem ser a chave das ultrapassagens na reta seguinte
- apareceu um botão de regulagem do Kers, acho que da Willians, tem uma escala central em zero e um lado vai para
-3 e o outro para +3, alguém sabe do que se trata?
Abração, e vamos ao treino para valer hoje...
Luiz Roberto, Rio de Janeiro
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Ô Agresti,
O Barrichello ter que pagar pra correr é meio exagerado, você não acha? Ele ter virado sócio pode até ser, mas aí não existem motivos para isso não se tornar público. O filho do Villeneuve foi sócio da BAR, e isso era público.
Agora, de onde você tirou a notícia de que o sobrinho do Senna ficou de repente sem patrocínios, ou mesmo nunca teve? É o tipo de informação séria pra se soltar assim, sem fontes ou explicações maiores...
Bom, o tempo terá as respostas sobre essas suas especulações todas (inclusive os motivos da Brawn estar tão rápida nesses treinos iniciais), mas isso tudo aí que você escreveu tá me parecendo é flashback de ácido, sim.
Abraços
Pedro Araújo , Belo Horizonte
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E-MAILS RECEBIDOS ANTES DA CORRIDA
"Podem esperar [na estreia] um Rubens muito motivado e vencedor, querendo mostrar quem realmente é. O Rubens que meus amigos, família e as pessoas que convivem comigo sabem, mas que grande parte [da torcida] ainda não conhece. Então, estou muito a vontade em falar e fazer as coisas que realmente traduzem a minha vontade", disse Rubens Barrichello à Folha de SP.
Sinceramente, se tem algo que Rubens não aprendeu em 16 temporadas de F1 é ficar de boca fechada. Antes que me atirem as pedras, sempre gostei, e muito, do piloto Rubens Barrichello.
Mas se analisar friamente a sua declaração, comprovamos a tese de muitos brasileiros. Rubens é um bundão, com o perdão da palavra.
Esperou 16 anos para mostrar quem é? Pelo amor de Deus.....
Vamos esperar e ver o que rola.
Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo
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Desde que o GP Total iniciou com as colunas de Marcel fiquei muito satisfeito de ler ainda mais o site. A forma que as noticias são escritas, além de ter muita irreverência, tem um conteúdo ímpar. Parabéns ao site por mais um ótimo colunista para à equipe. Quem ganha somos nós!
Falando sobre a coluna Bernie Corleone, a sacada é ótima, pois o Bernie é o tipo de um Poderoso Chefão, junto com o presidente da máFIA Max Mosley.
Qual será a intenção de Bernie em reduzir tantos custos (retirem aqui o da super-licença, que é benéfico) como o limite para as equipes usarem, se não me engano a partir de 2010, cerca de 30 milhões de euros para os carros, será que o "Chefão" quer que F-1 se transforme na corrida dos Flinstones?
Guilherme
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Olá Amigos do GPTotal!
A primeira coisa que pensei quando vi os novos carros da nossa amada F1 foram as grandes asas dianteiras, como elas são maiores que os eixos com pneus, eu acho que este ano teremos um grande numero de pilotos quebrando ou danificando estas asas caso venha disputar alguma posição ou até mesmo roda com roda!
Abraço!
Mauro Santana, Curitiba
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| A dupla da Toyota, Trulli à frente |
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2009 na F1.
Seja o que Deus quiser!!!!
boa sorte à todos!!!!
Rômulo Rodríguez
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