Parabéns pela excelente coluna Pobre menino rico, do Roberto Agresti!
Nem sempre “filho de peixe, peixinho é”, e o que ocorreu com o Piquet Jr foi quase isso, pois tanto ele quanto o Bruno Senna terão que carregar para sempre estes nomes que somados totalizam seis títulos mundiais de F1, sendo três para cada lado.
E pra piorar as coisas, tanto o pai quanto o tio cravaram seus nomes na história desta categoria de maneiras inesquecíveis, e muitas pessoas acham que a segunda geração será igual a primeira, e isto na minha opinião esta errado, isto nunca irá acontecer, pois eles poderão ser melhor ou pior, mas igual nunca.
Então, se tanto o Bruno quanto o Piquet Jr querem escrever seus nomes na F1 como tio e pai fizeram, eles terão que mostrar muita, mas muita garra, e é isto que faltou ao Piquet Jr na Renault, e se o Bruno chegar a F1 independente de qualquer equipe, e agir igual o Piquet Jr, certamente irá quebrar a cara também, pois na F1
como na vida, temos que nos impor perante aos desafios e adversários que estarão em nossos caminhos.
Sorte para ambos e que o Piquet Jr possa amadurecer com esta lição que tomou na Renault para deixar-lo maduro e forte para o seu próprio bem no futuro da F1!
Parabéns pelo texto sobre o Nelsinho, Pobre Menino Rico, ficou muito bacana!
Diz-se que uma pessoa evolui até encontrar o limite de sua competência. A partir desse ponto fica difícil obter sucesso, por mais que se tente, pois sempre haverá gente cujos limites estão um pouco além.
Nelsinho vive essa situação hoje. Ele é qualificado, porém como você coloca, existem outros melhores, começando pelo companheiro de equipe. Quem sabe o menino não sai para desbravar outras categorias, dessas que abrigam ex-pilotos de F1? Tomara, pois ele é novo e tem uma carreira inteira pela frente.
Hoje li que o Inho tirou a Renault de seu curriculum no Twitter. Segundo algumas fontes o Inho e o Nelsão disseram que a Renault é uma equipe estranha, que a pressão é absurda e que nunca deram condições iguais para o Inho e para o Alonso.
Ao que me parece, e nisso posso estar redondamente enganado, no final do ano passado, os dois tinha carros bastante iguais. Mas obviamente qualquer avanço, tendo-se que escolher em qual carro aplicar, este seria aplicado no carro de Dom Alonso. Se Inho questiona isso, é um tremendo idiota. Neste ano, é mais claro, até por conta da crise financeira, que as melhorias são colocadas no carro de Alonso e somente depois de algumas corridas, são replicadas no carro do Inho.
Obvio ululante. Alonso é bi-campeão do mundo e uma unanimidade quando a seu talento. Inho é apenas um estreante que não fez nada que justificasse o nome e sobrenome do pai. Quanto à pressão, Nelsão sempre foi famoso por suas besteiras fenomenais, mas nessa ele forçou a barra. Pressão absurda na F1... Só pode ser brincadeira. Se não for, é a maior bobagem que já ouvi ele dizer. Até o Schummy sofria pressão absurda na F1!
Quanto à equipe ser “estranha”, talvez o que seja estranho para Inho é não correr na equipe do papai, onde todos eram obrigados a respeitar todas as suas ordens e desejos sem questionamentos. Quando você deixa de ser patrão para ser empregado, as coisas podem realmente parecerem estranhas. Inho refaz o caminho de alguns “fenômenos” brasileiros das pistas dos últimos tempos. Arrebentam nas categorias de base, decepcionam na F1. Talvez, com o poder do sobrenome, consiga uma outra vaga na F1, mas se depender apenas do curriculum....
Quanto ao nosso Barrica, voltou atrás em tudo que disse, disse que jamais abandonaria a equipe no meio de um campeonato, etc, etc, etc.
Provavelmente, antes da próxima corrida, dará entrevistas dizendo que este ano ficou difícil, que neste momento, pela situação do campeonato precisa ajudar a equipe, que o ano que vem será diferente. Para quem crê em coelhinho da páscoa, papai noel, duendes, etc, pode ser uma boa história. Para mim, ex-torcedor e ex-admirador do quase piloto vencedor Rubens Barrichello, essa ladainha do atual Barrica não cola. Vai para a Stock, Barrica. Lá você terá a companhia de um monte de ex-pilotos de F1 frustrados. Talvez, em breve, você tenha até a companhia do Inho.
Rubens poderia ter tido uma carreira brilhante, mas não teve culhões para isto, pois nos momentos em que precisaria se impor, negou fogo.
Poderia ter se aposentado no final do ano passado, frustrado, após uma temporada sofrível, mas com um pouco de dignidade e com a desculpa (real, totalmente verídica) de que o carro da Honda era uma bomba. Poderia até alegar que por este motivo, havia perdido o tesão pela F1.
Resolveu arriscar mais um ano. Sinceramente, no meu caso especifico, me tornou motivo de chacotas, pois eu o defendi por anos a fio e hoje, todos me enchem o saco perguntando: “E aí, cara. Cadê o piloto fenomenal? Cadê o campeão?”. E, obviamente, eu não tenho nada a dizer. Poderíamos estar nos decepcionando com Bruno Senna, mas eu preferia, pois já tinha uma grande duvida quanto à sede de vitórias de Barrica.
Ou poderíamos estar nos surpreendendo com um ótimo desempenho de Bruno, por que não? Enfim, preferia o risco do novo, à decepção garantida do velho. A chance de Barrica salvar o restinho de sua dignidade foi no final da corrida de domingo. Mas uma vez, deixou escapar uma ótima oportunidade.
Quanto aos que dizem que a Brawn “tirou” a vitória do Barrica, me poupem. Que corrida vocês assistiram? Se o segundo pit stop tivesse sido perfeito, o máximo que o Barrica poderia almejar seria o terceiro lugar, mas acho que nem isso ele conseguiria, pois ele perdeu seis segundos naquele erro, e terminou mais de 10 segundos atrás de Massa, portanto chegaria em quarto lugar! Vitória? Como Ross bem disse, como alguém que faz apenas a décima primeira melhor volta da corrida, quer ganha-la?
Vitória incontestável, que poderia ter vindo já em Silverstone (acho que se ele tivesse pulado para segundo já na largada o Sebastian Vettel talvez não vencesse). Comparar Vettel e Webber é o mesmo (guardadas as devidas proporções, é óbvio) que comparar Jim Clark e Graham Hill.
Clark dispensa comentários, Vettel tem pinta de que será um gênio; Hill (que era craque, um dos vinte melhores de todos os tempos, se pudéssemos comparar épocas distintas) ficava um pouco abaixo de Clark em talento, mas era tão rápido quanto o escocês, o mesmo acontecendo com Webber, que embora menos talentoso anda o mesmo que Vettel.
Caro conterrâneo Firmo: discordo de você sobre Felipe Massa. Massa é um excelente piloto, e não um excelente segundo piloto. E, se Alonso for para a Ferrari, acho que teremos uma comparação parecida com as citadas acima, concorda?
A teoria de Rindt volta a baila (aquela que diz que num carro bom, um macaco guiando ganha o GP).
Desta vez, tivemos o macaco, quer dizer o Webber ganhando. A F1 sempre foi campeonato de carros e não de pilotos. Agora, o Red Bull é o carro da vez e acabou. Finalmente, Kimi está de saída (deveria ter ido antes) e Alonso irá pra Ferrari mas duvido que ele assine se a Scuderia continuar nessa m...
Massa ficará como segundo, como já foi antes. E nós não iremos ter nenhum brasileiro ganhando nada de novo. Nelsinho já vai tarde. Rubinho, pra mim, está no lucro porque tem idade pra ser pai de alguns de seus adversários e tá ali, ainda na boa. Ninguém fala nisso por que?
Porque pouca gente entende desse esporte, isso sim. E se esse campeonato surpreende, 2010 será uma caixa de surpresas pois como não haverá abastecimento os carros terão que levar 200 litros de gasolina e aí qual projeto será vencedor?
Rsrsrsrs mandou bem no texto e no vídeo publicado no dia 14/7, neste espaço. Concordo contigo e digo mais, os atuais F1 na minha opinião são os mais feios e estranhos em toda a história da categoria!
Parece iminiente que o Nelson Angelo seja demitido da Renault, assim como o Bourdais na carroça italiana de bois vermelhos. Me tirem uma duvida.
Existe uma lista de pilotos demitidos com a temporada em andamento? Qual foi o mais famoso a ter tido um pé na bunda no meio da temporada?
Abraços
Ron Groo, Franco da Rocha
Oi Ron
Um amigo leitor enviou uma lista de pilotos demitidos durante a temporada. Por favor, use a nossa ferramenta de busca. Sobre o mais famoso demitido, me ocorre John Surtees, campeão pela Ferrari em 64 e que rompeu com a equipe durante a temporada de 66, depois de vencer o GP da Bélgica e ser um dos líderes do campeonato. Na corrida seguinte, na França, ele passou para a Cooper e fez o segundo tempo no treino de classificação, largando ao lado de seus dois ex companheiros de equipe, Bandini e Parkes. Surtees não pontuou na França mas se acertou bem com a nova equipe a ponto de vencer mais um GP, no México, e pontuar o bastante para terminar a temporada em 2º lugar.
A saída de Surtess veio depois de muita briga com o seu então chefe de equipe, o italiano Eugenio Dragoni, que, se não me engano, saiu da Ferrari logo depois. Dragoni detestava Surtees e sempre insinuou que ele roubava segredos da Ferrari para repassá-los para a Lola.
Alguém reparou que Massa é o best of the rest atrás dos pilotos da Brawn e Red Bull? E não é por mera sorte, já que seu carro quebrou na Austrália e China e ele também sofreu com falha no reabastecimento na Espanha, além de ter a asa dianteira quebrada logo na largada no Bahrein.
Concretizando-se a interminável e insuportável profecia ibérica do Alonso na Ferrari, pode ser que o espanhol se depare com um companheiro mais forte que o esperado e perca a cabeça, exatamente como em 2007. Já pensaram? Quem será que o espanhol prefere ter ao lado, Raikkonen ou Massa?
De qualquer modo, vamos torcer para que a Ferrari dê outro carro vencedor ao Massa o quanto antes: ele tem feito por merecer.
Na mesma Alemanha, nove anos mais tarde, Mark Webber se tornou o piloto que mais GPs disputou até chegar a primeira vitória, derrubando um recorde que pertencia a Rubens Barrichello.
O destino, que por vezes se mostra incrivelmente ácido, relegou Rubens a um irônico segundo lugar nessa lista.
Isso sim que é ganhar com estilo. O homem não larga direito, leva uma punição e mesmo assim vence sem dar chance aos demais. Não é a toa que o Button diz se preocupar mais com ele do que com o Vettel.
Vejam só como as coisas são! Ninguém acreditava no Webber. Diziam que levaria um banho do Vettel, que era carta fora do baralho e sabe-se lá o que mais. Enquanto isso, quieto, ele veio fazendo o que tinha de ser feito. Agora, com uma vitória, ocupa o terceiro lugar na classificação, apenas 1,5 ponto atrás de seu companheiro, Vettel, que tem duas vitórias. Aí eu pergunto: estando o Webber no lugar do Vettel no GP da Austrália, jogaria fora o pódio como fez o Vettel? Acho que foi mais ou menos a isso que se referiu o Button quando fez aquele comentário.
O Webber não é um piloto espetacular, mas não há como negar que é um piloto bastante eficiente.
Já o nosso velho Dr. Barrica, por outro lado, está na hora de colocar sua viola no saco e ir tocar em outra praça. Ele reclama, ele acha ruim, ele não quer ser escudeiro, mas fica engatado meia corrida atrás do Massa. Ele até poderia cobrar alguma coisa da equipe se fizesse a parte dele na pista. De nada adianta pular bem na largada se no resto da corrida não faz nada que preste.
Pior do que isso é aguentar o Galvão querendo convencer o telespectador de que a culpa é das circunstâncias. Com todo seu cinismo, o Galvão serviria para ser presidente da república. A única diferença é que ele defende os brasileiros.
Formula 1 - GP da Alemanha, certamente a melhor corrida do ano até agora e a certeza que a RBR é a equipe a ser superada. A Brawn Team GP ficou para trás. A equipe fez m... durante toda a corrida, atrapalhou a carreira do Barrichello tirando-lhe a chance de brigar pela vitoria e talvez a única coisa sensata que ela fez foi inverter a posição entre o Button e o Barrichello ao fim da prova, permitindo ao inglês somar mais pontos na briga pelo Mundial, já que a vice liderança do Rubinho estava mais do que perdida.
Creio que a direção de prova demorou muito a se decidir pela punição ao Mark Webber, por causa do toque que deu no Rubinho na largada. Era uma decisão tão clara que poderia ter sido aplicada já na 3ª volta e não lá pela 12ª volta quando realmente foi dada. Se dada antes, devido ao tráfego que teria a sua frente, o australiano dificilmente conseguiria se recuperar. A vitoria do Webber foi decidida a seu favor neste detalhe.
Muita boa a corrida do Massa, sendo fundamental a sorte de ganhar 4 posições na largada. Podium mais do que merecido.
Desta vez Barrichello tem razão em reclamar do time. Para ele conseguir uma melhor colocação na corrida era só mudar a estratégia para duas paradas, acompanhando a Red Bull. Mark Webber tomou uma punição e ficaria atrás no primeiro abastecimento e Vettel estava muito atrasado, preso atrás de Massa. Estando a Brawn mais lenta, o australiano poderia chegar em Rubens e ultrapassá-lo no segundo pit stop, mas o brasileiro garantiria a segunda posição.
É compreensível a preocupação de Ross Brawn com o campeonato, mas Jenson Button estava muito atrás e não teria como conseguir um pódio. Então por que não privilegiar Barrichello visando o campeonato de construtores ?
Barrichello não tem do que reclamar. Não se aposentou por que não quis em 2008. Poderia ter pendurado o capacete e saído da F1 como perdedor, mas ainda respeitado como um bom segundo piloto, assim como Riccardo Patrese fez em 1993. Preferiu continuar, o que lhe dará uma aposentadoria forçada no final da temporada 2009, se afastando d e s m o r a l i z a d o. Que me perdoe os leitores e fãs do nosso Rubinho, mas o que está acontecendo é d e s m o r a l i z a ç ã o.
Galvão Bueno, coitado, tenta fazer bem seu trabalho, colocando fogo onde não tem. Tenta estimular a audiência, aumentando muitas vezes as chances de Barrichello vencer a corrida.
Acho que a vitória de número 100 do Brasil na Fórmula 1, será mesmo do Felipe Massa, que está em ótima fase e será sim um grande segundo piloto no ano que vem, quando provavelmente será companheiro de Fernando Alonso.
Já a Brawn terá que procurar um segundo piloto mais competitivo. Um segundo piloto que estimule o primeiro. Que aperte o primeiro, estimulando-o a andar cada vez mais. É humilhante, mas nem para isso nosso brasileiro ancião está servindo.
Quem sabe uma proposta boa para nosso Rubens Barrichello seria a posição de terceiro piloto da Brawn!
Recorde!
Nelsinho Piquet largou na Alemanha, em 12 de julho de 2009, pela primeira vez na frente do seu companheiro de equipe. Acho que esse é o recorde mais difícil de ser batido. Eram 25 corridas comento poeira do companheiro de equipe. Na corrida, o esperado: nada x nada.
Grande abraço Nelsinho. Valeu sua passagem na Fórmula 1. Ao menos terá história para contar para seus filhos. Apenas não me diga que você não teve chance. Já são 26 corridas. A Renault tem muita, muita paciência. Acho que é consideração ao tri-Campeão mundial, Nelson Piquet.
Se quisesse ser respeitado como primeiro piloto, que fizesse por merecer!! Desde a primeira corrida Button foi melhor, venceu seis corridas contra nenhuma do Barrichello e sempre foi um gentleman com a imprensa, já não era mais do que hora da equipe o favorecer no campeonato?
A Brawn não tem dinheiro para manter a mesma qualidade em 2010, o título é fundamental para conseguir patrocínios, é mais do que justificável o favorecimento do Button nesse momento do campeonato.
Agora, não sei o que ma irrita mais, se é o piti do Barrichello depois de cada corrida, o piti dos seus fãs ou o Galvão Bueno falando suas asneiras e agindo como torcedor, se esquecendo que ganha um milhão de reais por mês para narrar e não para torcer...
No mais, até eu me emocionei com a vitória do Webber. Nunca tive nada contra ele, sempre o achei um piloto rápido, mas sempre na equipe errada, assim como Button. Mereceu, assim como mereceu o pódio o Felipe, que tem ganhado a confiança da Ferrari cada vez mais.
Achei uma pena o Kimi ter abandonado, antes de ter problemas ele vinha acompanhando o Massa bem de perto, chegaria ali junto.
Vettel ainda tem muito o que aprender... mas ainda é novo, comete as mesmas besteiras que cometia Schumacher ou Senna, em início de carreira... pode não ser campeão esse ano, mas está no caminho...
Domingo de esperança ou decepção? Lanço essa questão para vocês. Para mim foi as duas coisas.
Quando começou o campeonato, as notícias e as primeiras corridas davam a impressão que este ano a Fórmula 1 passaria por uma temporada nova, e fenomenal. Acreditava que seria um ano de intensas disputas a cada volta e que as vitórias seriam divididas entre as equipes de forma mais competitiva. Legal ver na Austrália a Brawn na frente e as demais equipes consideradas medianas no passado disputarem os primeiros lugares, apesar de ser ferrarista roxo e sofrer ao ver Felipe Massa sofrer com seu cavalinho.
Mas depois de sete corridas, já estava achando essa temporada uma porcaria. Domínio completo da Brawn (quer dizer, do Button), o Rubens só tendo azar e as outras equipes não conseguindo acompanhar o rítmo da ex-Honda. Marasmo total!
Mas chegamos ao meio do campeonato. A melhora da Red Bull e as vitórias de Vettel e Mark Webber dão uma reviravolta no ano. Talvez chegaremos ao final com um campeão que não imaginávamos um mês atrás. Isso é muito bom. A Fórmula 1 deve voltar a ser aquele esporte da imprevisibilidade, sem cartas marcadas e resultados óbvios. Por isso falo em esperança.
Mas e a decepção? Ela se chama, infelizmente... Rubens Barrichello.
Confesso que no final do ano passado acreditava em seu fim. Um piloto em final de carreira. Aliás sempre vi o Barrichello como um eterno segundo piloto. Uma espécie de Riccardo Patrese ou Thierry Boutsen. Mas quando vi o carro da Brawn e os tempos dele nos testes de inverno, não acreditei.
Imaginei que este ano Rubinho realmente daria a volta por cima, daria um show. Um sério candidato ao título mundial. Mas bastou algumas corridas para o sonho desmoronar. Podem culpar a falta de sorte, a equipe que privilegia o inglês ou os erros de estratégia. A verdade é que Rubens não tem velocidade. Não tem aquilo que pilotos campeões mundiais têm: o estalo e a constância de voltas fenomenais, que garantem a vitória. São aqueles momentos que no momento certo o piloto consegue acertar seguidas voltas perfeitas que possam levá-lo a vitória.
Isso ele não tem.
Rubens Barrichello, me faz um favor, volte para casa e cuide de sua família. Seus filhos merecem você por perto. Corra de kart com eles e deixe de teimar em ser aquilo que em 15 anos você não foi. É um pedido que eu e a nação inteira pede.
Gente, quando você acha que não tem como piorar, a coisa piora!
Galvão parece que ficou se abastecendo de bobagens durante o curto período que ficou fora da F1. Nunca vi um festival de bobagens tão grande. Do começo ao fim, foi ridículo. A máxima de todos os tempos foi “Acelera, Rubinho! Passa o Button e põe ordem na casa!”. Juro que me deu vontade de chorar. Nunca, em 36 anos de F1, ouvi uma bobagem desta enormidade. Se eu fosse patrão do GB...
Hoje comprei o jornal esperando a manchete “Rubens Barrichello pede demissão da Brawn”.
Mas não veio. Veio a seguinte declaração do próprio: “Não penso que fizeram propositalmente.” Deixa de ser cara de pau! Se você não é macho para cumprir o que prometeu, não prometa! Você deu uma entrevista dizendo que se visse qualquer indicio de favorecimento à Button, você pegava o boné e ia embora. Faça isso e garanta um restinho de dignidade!
O Inho, (não vou mais usar o nome Nelson Piquet, que tantas alegrias nos trouxe para me referir a este “piloto!) para variar fez uma corridinha fraquíssima. Se ainda não foi demitido, é por conta da grana e da influencia do papaizão.
Massa foi muito bem mesmo. Excelente corrida.
Agora parece que o bicho vai pegar. Button ainda tá com a faca e o queijo na mão, mas os ratos da RBR tão de olho...
Eu não entendo, realmente, o que quer o Barrica e o narrador. Ele, Barrica, teve o começo da temporada inteiro para se manter próximo de Jenson e não o fez. Agora que RBR evoluiu e já está um passo a frente da Brawn, nada mais natural do que a Brawn dar prioridade ao líder do campeonato, Jenson. Não, não me venham falar em GP da Espanha, como insinuou o narrador (todos sabem de quem estou falando). No GP da Espanha, qualquer um que entende um milímetro de F1 sabe que o Barrica perdeu mais por sua incompetência e incapacidade do que por conta da mudança de estratégia. Claro que pelo bem da audiência, o narrador vai querer acobertar essa incapacidade, mas quem entende sabe.
O Mark Webber é um cara perigoso. Ele é daqueles que vem comendo pelas beiradas. Ao contrário do Barrica, ele se manteve sempre próximo de seu companheiro na tabela. E quando todos já anunciavam um duelo Jenson vs. Vettel, ele vence e embaralha novamente as cartas. Achou fácil a vitória dele? Imagina, então, como seria sem a punição.
O Jenson, tudo o que precisa neste momento, além de uma vitória, é de um duelo interno dentro da RBR. Teoricamente, a vantagem dele na tabela é cômoda. Ele e as pessoas por trás dele são competentes o bastante para se valerem disso. Agora precisa transformar a teoria em fato consumado. Para o Barrica, em outras palavras, quer dizer: você não pode tirar pontos do Jenson. Traduzindo: Barrica, você é escudeiro. E aí, meu caro, vai chorar na cama que é lugar quente. Aproveita e leva o narrador para chorar com você.
Espero o dia seguinte para ler a análise desse site sobre a corrida e vejo o quê, na coluna ...is not my lover? Uma descrição dos acontecimentos, coisa que posso ler no www.grandepremio.com.br. Ou assistir ao Fantástico, o pior veículo para informar sobre a corrida.
Edu, Alessandra, por favor, socorram-nos. Nem um comentário colérico ou parcial ou uma análise por um ângulo que não pensamos?
Acompanho esse site há pelo menos três anos, e estou decepcionado com algumas análises. Outro dia li aqui (verdade, não li toda...) uma história sobre superação e escalada de montanha.
Afinal, qual é o foco? Análise, jornalismo informativo ou blog para parceiros contarem histórias?
Se for um blog, o nome do site está errado. Se for jornalismo informativo carece de atualização, e se for análise da corrida precisa mais que informar a posição da volta de cada um.
Desculpe o texto mau humorado, mas é que tem ficado difícil acompanhar. Daqui a pouco até o Firmo Neto desiste.
Gostaria de parabenizar a coluna ...is not my lover, uma leitura leve e imparcial da corrida. E também a coluna Na Casa de Fangio, uma merecida homenagem ao maior de todos. Aliás, não sei se alguém lembra, mas na sexta-feira, 17 de julho, fará 14 anos que Fangio faleceu.
Perfeita a sacada do título da coluna do Marcel (pra entender, só mesmo lendo a anterior!). Muito boas as pitadas do colunista, especialmente as referências a outros GPs. Fiquei impressionado ao ver a manobra de Webber sobre Massa em Fuji, ano passado. Alguém tem o vídeo do GP de 2005, citada no texto?
Parabéns ao site, gostei muito do texto escrito por Marcel Pillati. Rubens Barrichello realmente se superou dessa vez e levou uma invertida do Ross Brawn. O inglês disse: “é impossível vencer quando sua volta mais rápida é apenas a 11ª melhor”.
Como diria Romário sobre Pelé, O Barrichello calado é um poeta!
ao ler seu comentário sobre as supostas declarações do Sr. Bernie sobre Hitler, que era austríaco, além de seus pitacos há respeito da morte de judeus na II Guerra, sou forçado a lhe dizer o seguinte: o Sr. Bernie é judeu!
Logo, seus elogios às práticas de Hitler são, na verdade, mentiras lançadas na mídia, para causar polêmica e desviar a atenção da massa ignara, para o que realmente acontece nos bastidores.
Sempre que o assunto Nacional Socialismo vem à tona, aparece um monte de ofendidos se defendendo, mas assumir as reais verdades é que é difícil, dadas as circunstâncias em que tudo ocorreu.
Hitler fez sim, um monte de besteiras, crueldades e, em seis anos, transformou o que poderia ter sido uma super avançada nação, num monte de entulhos. Mas acho que o que o Bernie quis dizer é que quando precisou e mandou fazer coisas boas para o país que governava, foi feito! E é disso que estamos precisando no mundo atual: não de ditadores, mas de governantes que mandem de fato, dentro da lei, mas que tenham boas idéias e as façam cumprir!
Na teoria, a democracia é linda, mas, me digam, na prática, para quê tem servido o Senado, Câmara e o Congresso? Se hoje temos belos Audis, Mercedes, Porsches e Fuscas (você já deve ter andado num desses), foguetes indo ao espaço, química, remédios e medicina avançados, aviões a jato, devemos isso a quem? Em grande parte aos cientistas alemães.
Precisamos de líderes com ideologias e não de bonecos nas mãos dos três superpoderes.
Não há dúvidas que o que foi feito pelo ditador alemão com os judeus é a vergonha da humanidade, isso é incontestável em todo o planeta, até para o Bernie (que pelo que me parece tem ascendência judaica), tanto que nem se referiu ao caso.
Nós brasileiros, que vivemos durante duas décadas castigados pela inflação, em períodos cujo o preço da carne tornou o consumo proibitivo, com suicídios de devedores durante a passagem do governo Sarney para o Collor, quando a inflação atingiu seus 84% ao mês, deveríamos reconhecer que foi Hitler quem colocou Hjalmar Schacht no comando da economia alemã, onde o marco era impresso em jornal e carregado em carrinhos de mão, e que a carga valia menos que o carrinho, transformou em pouco tempo a inexistente economia alemã da República de Weimar, devedora e impossibilitada de reerguer devido ao tratado de paz da I Guerra, na potência do III Reich e ameaçar o mundo...
Somente essa virada no front da economia já lhe valia uma menção com respeito, não me recordo de ninguém fazendo isso em campo nenhum, nem Senna, para cair para último do grid e com um carro ruim (sem as reservas naturais), sem bateria (carvão) e sem gasolina (alimentos) e chegar em primeiro lugar.
Respeito a memória de todos os judeus mas não foram os únicos povos massacrados pela nossa raça humana mas chega de parecer choradeiras. Hitler nos envergonhou pelo que fez de errado, mas também nos deu uma lição de como levantar a cabeça e arregaçar as mangas. Não ficou choramingando sobre o Tratado de Versalhes, como muitos ficam até hoje chorando as tragédias do passado.
Se nossos sentimentos fossem tão honestos, teríamos sabido evitar acontecer como aconteceu com várias nações paupérrimas após o holocausto. Os judeus resistiram e sobreviveram a vários Hitlers, são altamente adaptados a prosperar como nação em qualquer meio hostil, um povo extraordinário em todas as vertentes. O ódio de Hitler e os campos de concentração confirmam quem ele acreditava e os admirava como raça e que levantariam das cinzas com ainda mais força. O mal poderia ter sido aplacado antes da Guerra. Piedade depois do ocorrido é descabido; antes devotemos admiração ao judeus. Deste sentimento sim, são merecedores.
Eu faria o mesmo que o Ross Brawn fez com o Bobinho Barrichello, pois quem é o líder do campeonato? O campeonato não começou com zero pontos para todos os pilotos?
Então, com um cara tão chato e chorão como é o Barrica, as coisas tem que ser feitas desta maneira mesmo, e para a Brawn conquistar o titulo de pilotos e construtores, vai ter que ser deste jeito mesmo!
Outra coisa: o que eu vejo em todos os pilotos da atualidade é um comodismo para evitar ultrapassagem não nas pistas e sim nos pits, pois isto já virou um costume e está cada vez mais cômodo para todos. Desta maneira, as corridas continuarão sendo monótonas com uma o outra mais disputadas!
O locutor oficial da Globo, no final da transmissão do Q3 no treino oficial da F1, novamente deixou os telespectadores em dúvida sobre sua capacidade de raciocinar, ao lançar, no ar, a dúvida sobre se os carros teriam combustível para mais um volta rápida?
Tenho uma dúvida técnica que me vem a mente em todas as corridas desta temporada. Desde a primeira corrida da Austrália, percebi que sempre que os carros estão em uma reta, um barulho estranho ocorre perto do momento de colocar a sétima marcha (súbita alteração dos giros do motor). Inicialmente imaginei que estaria relacionado ao kers, mas então nas corridas seguintes notei que o mesmo ocorria com os carros que não têm kers, como a Brawn.
Não lembro de ter visto isso acontecer em outras temporadas.
Vocês sabem o que é?
Bernardo, Rio de Janeiro
Oi Bernardo
Não reparei neste barulho mas lembre-se de que os carros têm um limitador de giros, ditado pelo regulamento.
Tenho baixado alguns vídeos do youtube e o que mais me chamou atenção nos últimos dias é o antigo desenho animado Juca Bala e Zé Bolha.
Pra quem não lembra é sobre um gato e um rato que vivem brigando (ao estilo Tom e Jerry) mas motorizados. O gato é construtor de carros de corrida malucos e o rato tem uma moto estilo chopper. O que eu quero refletir aqui é sobre a estética dos atuais F1. Parecem desenhados pelo gato Zé Bolha pois parecem tudo menos F1. O Renault parece uma canoa adaptada para ser carro de corrida e o Red Bull dá a impressão de ser um daqueles robôs do filme Transformers.
O episódio do desenho antigo no qual eu baixei tinha um carro com uma pá e um martelo na frente. Acho que ele poderia ser um protótipo que poderia ser usado pela atual F1. Agora, falando sério, se você compara esteticamente os diversos modelos nas mais diversas configurações técnicas da história do automobilismo dá para perceber que existe aí uma certa decadência.
Para mim beleza não é tudo, mas o aspecto visual do atual Campeonato Mundial de Pilotos e Construtores pode estar refletindo as lutas barangas pelo poder neste ano de 2009.