Não tenho dúvidas ao afirmar que hoje o piloto mais completo da F1 é o Felipe Massa, a prova da Hungria só veio a corroborar isso, independente do resultado final do campeonato. É disparado o piloto com o maior nível de evolução dos últimos anos, está virando vinho quanto mais velho -ou menos novo, antes dos trinta ninguém é mais velho, é apenas menos novo- até na chuva o Massa está pilotando muito.
Essa afirmativa tem a intenção de provocar os críticos de plantão que acham que a F1 acabou com o Senna e ficam assombrando todos os pilotos brasileiros que aparecem na categoria máxima. É claro que o primeiro petardo que vou receber de sumidades como o Firmo Netto é que como alguém que tem aquele desempenho ridículo em Silverstone pode ser considerado um bom piloto na chuva? para esses respondo tacitamente sem medo de errar:
A Ferrari reformou aquele carro do Massa - lembram que ele era disparado o mais veloz nos treinos livres e após derrapar em uma poça de óleo destruiu o carro?- como quem reforma uma Brasília velha para alguém que tem apenas uma galinha choca como pagamento a Ferrari fez um trabalho digno... da Ferrari pré Schummy, o carro estava empenado, torto, horrível.
Perguntarão os abutres de plantão: Porque então o Massa não botou a boca no trombone? Resposta: EVOLUÇÃO. O Massa aprendeu a tempo que a Ferrari é uma instituição e ele é apenas uma página desta história, o passado recente de um certo Barrichello ( a quem admiro muito como piloto, diga-se de passagem ) ensinou que o microfone de repórteres e jornalistas não é o foro adequado para resolver problemas técnicos internos da equipe. Nada foi comentado sobre o assunto, o Massa agüentou resignado toda a cargas na sua conta, mas a Ferrari estranhamente tem dado status de primeiro piloto ao Massa mesmo depois dessa c... de Silverstone, e mais uma vez para os babaquaras que só sabem criticar e enxergar defeitos a Ferrari ou qualquer equipe de F1 só faz isso por dinheiro ou competência, não existe espaço para bonzinhos na categoria, ONGs assistenciais ficam na porta ao lado, please... Depois pilotou com a cabeça arrancou os pontinhos necessários para continuar na briga. Aí sim na Hungria bolou uma estratégia pessoal de corrida, botou a faca entre os dentes e mostrou todo o seu potencial e habilidade, sabia que se conseguisse voltar na frente nos pit-stops ninguém lhe roubaria a vitória, só o azar. E não é que ele apareceu? depois de uma corrida antologica o desfecho frustrante presenciado por todos.
Fico até imaginando o comentário que fariam os babaquaras se a corrida do Massa fosse trocada pela do Hamilton: Massa pode se aposentar na F1 depois de ser humilhado pelo Hamilton na largada e na corrida diriam alguns, outros diriam aconselhariam o Massa a rever a largada várias vezes para aprender a correr com quem sabe... já escrevi um comentário aqui sobre a alma de vira-latas que assola e persegue o Brasileiro, isso é síndrome de colonizado, tudo que vem da corte é melhor que o nosso, fazer o que?
Depois de um início decepcionante motivado por uma agressividade desmedida o menino Massa passou a incorporar um misto de Senna com Emerson - que também era avesso a uma água na pista, diga-se de passagem- com uma pilotagem firme e segura durante toda a temporada até aqui, só sendo traído até agora pelo equipamento e pela equipe técnica da Ferrari que pelo visto está querendo voltar a ser o exército de brancaleone da era pré-Schumacher, Brawn e Todt, o episódio de Silverstone acho que fica bem esclarecido com a versão acima, é apenas uma versão mas baseada em fatos reais. não foge muito da realidade.
Claro que isso é uma posição pessoal minha, vai ser contestada e combatida, mas como já dizia o meu ídolo nas letras o imortal e genial Nelson Rodrigues, Toda a unanimidade é burra não busco nem anseio por ela, não tenho interesse algum em estar no meio de burros, a divergência de opiniões está na base do desenvolvimento da raça humana, peço apenas o obséquio de não confundirem discordância de pontos de vista com ofensas gratuitas.
Chorei...
sério mesmo, eu chorei - de raiva. É revoltante. O cara larga, passa por cima, freia pra lá de Bagdá, supera todas as adversidades, pois seu carro não era o melhor, pilota como gente grande, vai abrindo, para, domina eeeeee... Pra que? Para uma bomba estourar? É coisa de outro mundo mesmo ou é pra brasileiro se revoltar?
Sinceramente, eu ainda acho que dá Massa esse ano, por quê se depender do Luiz Hamilton, não vai dar em nada novamente. O Hamilton não foi feito para ser campeão, ele pode ser um ótimo piloto, mas sabe mesmo acertar o carro? Iceman? Eu tô vendo um iceberg estacionado, e olha lá se não ganhar as contas no final do ano.
Ai me acontece igual ao ano passado e o cara é campeão sem ter feito nada. Ai eu te pergunto: é justo isso? Que nada, que Massa aprenda que pra ser campeão tem de superar tudo e mais um pouco, que para se ganhar respeito tem de se fazer o que ele vem fazendo. Pilotar e pilotar; é disso que ele precisa.
Quanto ao Nelson filho, acho que o ano que vem ele pode colocar as garrinhas de fora, pois o Alonso não é mais o mesmo. Rubens? Hunnnn... Será que com um carro melhor ele faria ainda melhor do que vem podendo fazer com a Carroça-Honda? É esperar pra ver, ele não vai aposentar mesmo... sorte hein?
É... O tal do Nigel Massa fez bonito demais na Hungria!
Pena que o motor do Ferrari do cara não suportou... Afinal, a Hungria, quente como sempre, fez mais uma vítima. Depois veio o imbecil do meu amigo dizer que o responsável pela quebra foi o Massa! Ai ai...
Mas, respondam pra este animal (meu amigo, não eu): hoje em dia, com tanta eletrônica e o escambau não tem como um piloto fud...digo fundir o próprio motor, tem? Só se coitado acelerar até o limite dos giros e não trocar a marcha, né? Ou ainda ir até o limite e reduzir ao invés de aumentar. Aí ferra o câmbio e o motor.
Perguntas a parte, acho que o Massa perdeu o título. Sei não... Mas a corrida foi legal e foi bom ver o Nelsinho pontuar de novo!
Abraço a todos e boa sorte pro Massa, ele vai precisar... Torço por ele!
Abraço a todos!
Leandro P P Souza, Rio de Janeiro
Oi Leandro
Creio que você tem razão em relação aos níveis de proteção eletrônica ao motor.
ainda sobre o assunto da bigorna, sempre acompanhava as corridas da CART no início dos anos 90 e me recordo que algumas equipes usavam uma pequena bigorna em seus carros.
Pesquisando, encontrei a foto do Penske do Emerson de 1993 com a famosa peça aerodinâmica.
Era bem menor, mas acredito que tinha a mesma finalidade da bigorna usada na fórmula 1 atual.
Hoje, dando uma fuçada no site, assisti a uma antiga entrevista do Piquet.
Lamentável como o cara sempre foi mal educado, sem papas na língua. Aliás, nem falar direito ele fala... Com sotaque carioca de subúrbio, comendo os esses nas concordâncias, que figura triste.
É o tal negócio: como piloto uma coisa, como gente...
Honda de Rubinho sempre entre os últimos na Hungria
Pessoal,
isto não e uma crítica e tão pouco uma defesa ao nosso representante. O que vejo em relação a carreira do Nelsinho Piquet na F1 é uma total falta de informação em relação ao desenvolvimento da Renault neste ano. Fico angustiado quando vejo comentários criticando este piloto sem que as pessoas saibam realmente o que ocorre dentro da equipe Renault. A situação entre o Piquet/Alonso é totalmente diferente a situação vivida no ano passado entre Alonso/Hamilton.
É muito diferente a McLaren do ano passado entregar o carro desenvolvido (ou quase) a um principiante em igualdade de condição que o Alonso do que a Renault neste ano, que entrega um carro ao Nelsinho com poucas informações e em fase de desenvolvimento.
Me refiro a falta de informações pois não sabemos quando o Nelsinho está usando o seu Setup, se ele está realmente copiando o do Alonso. Se existe algum componente em desenvolvimento que está sendo testado em um dos dois carros. Resumindo até para este ótimo site. Vamos buscar informações para daí opinarmos. Pessoal.
Quase uma semana após o GP da Hungria, não consegui ainda digerir a quebra do motor Ferraria a três voltas do final, foi um pecado a quebra do motor.
Espero que a equipe Ferrari tenha dado uma explicação decente a Felipe Massa, em seu lugar mandaria um monte de gente praquele lugar. Acho que o comendador Enzo Ferrari faria o mesmo.
Uma coisa todos nós temos a certeza absoluta: Felipe Massa tem todos os atributos para tornar-se campeão do mundo nesta temporada. Massa não pode facilitar para o inglês, Hamilton já mostrou que joga sujo, a equipe Ferrari precisa olhar para Felipe Massa com a atenção que dava a Schumacher, se assim equipe proceder Felipe Massa será campeão mundial de F1, não uma mais várias vezes.
Acredito que o Firmo Neto e o Paulo Pessoa devam primeiro, sair do século passado e entrarem no novo milênio, ou , segundo, entrarem na página da grôbo e destilarem suas pérolas na página do Rafael Lopes, http://colunas.globoesporte.com/voandobaixo, do grôbo sporte.
Frank Williams
É inacreditável a quantidade de sandices que esses dois falam. Putz, o Eduardo Correa é um sujeito sensato e competente pacas e não merece o infortúnio de ter de publicar tamanha quantidade de baboseiras. O pobre do Pandini foi outro, que infelizmente por força desse tipo de argumento, praticamente desapareceu desse espaço. Aí dupla dinâmica. Talento é necessário em qualquer ramo de atividade, caramba. A diferença é que as coisas mudam, evoluem, entendem?
Imaginem um Prost, um Piquet, um Mansell; com as condições técnicas e biológicas da época em que competiam, só me referindo aos ainda vivos, e coloquem para disputar com um Hamilton, um Raikkonen, um Massa ou um Piquet Jr da vida. Tomariam pau na certa. isso sem em momento algum desqualificar o talento dos primeiros. Hoje em dia o preparo físico do piloto conta, e conta muito. lembram do Piquet Jr, na transição da GP2 para piloto de testes da Renault, e o absurdo ganho na forma física que o piloto conseguiu? Lembram do Piquet Pai desmaiando no pódium do GP do Brasil de 82 e, só a partir daí preocupar-se melhor com a forma física?
Alie-se a isso motores com curvas de potência absurdas atualmente. Recursos tecnológicos que obrigam o piloto a ter um grau concentração inimaginável décadas atrás (vide o próprio Piquet Jr esquecendo de desligar o limitador de velocidade na saída dos boxes de Magny Cours ). O próprio Piquet Sr citou que os carros de hoje são de um desafio imensamente superior aos de sua época. O Lewis Hamilton, sem ofuscar seu enorme talento e chovendo um pouco no molhado, é um piloto literalmente construído para a atual realidade da F1. Baboseira imensa quem diz que o Piquet Jr teve equipamento a altura do hamilton na GP2. ART=McLaren=Mercedes=Grana.
E o Piquet Jr , diga-se de passagem, brigou mano a mano. Ou seja: Massa poderá vencer do seu jeito e na sua época, bem como Piquet Jr, Hamilton, Grojean, Bruno Senna ou Di Grassi. Se existir ainda um pouco de sensatez na cabeça de vocês, acordem. Talento sempre foi importante e, a realidade é outra.
Só corrigindo algumas informações sobre a corrida da Hungria em 1986. Piquet tentou ultrapassar Senna duas vezes. Só na segunda tentativa foi feliz. E não teve troco do Senna. O troco aconteceu na primeira tentativa que foi uma ultrapassagem convencional, por dentro e não por fora, e o troco dado pelo Senna foi uma manobra relativamente comum em corridas. É o famoso X em que o piloto que está ultrapassando perde o ponto ideal de frenagem e o piloto ultrapassado se aproveita e coloca o carro por dentro e retoma a posição. Um exemplo dessa manobra aconteceu em 1988 na Hungria também e com o mesmo Senna. Desta vez o X foi sobre o Prost. Em 1999 o Rubinho, de Stewart, aplicou um X no Schumacher que foi bonito. Aí vai o link:
Na verdade, o que assombrou a todos naquela tarde na Hungria foi o que o Piquet fez duas voltas depois: ultrapassou por fora, freou bem depois do ponto, colocou o carro de lado e saiu na frente. O vídeo está na coluna mais recente do Ernesto Rodrigues O looping do Boeing. Aliás foi como Jack Stewart definiu a manobra do Piquet: um looping com um Boeing. O fato de ter sido sobre o Senna só valorizou a manobra do Piquet.
Rapaz, porque essa babaq...digo bobagem de ficar criando polêmica, chamando um de O Melhor de Todos os Tempos o outro de Segundo Piloto??!!
Cara, primeiro, o Senna a quem você chama de melhor de todos os tempos, era realmente, um ótimo piloto, um gênio. Mas nada diferente de Prost, Piquet, Schumacher, Alonso, Clark, Fangio, Fittipaldi...
Vamos aos fatos: Nunca ganhou um título sem ter o melhor carro. Levou a ultrapassagem mais linda da história da F1. Quando morreu, estava 30 pontos atrás do Schumacher. Não é recordista de mais nada na F1.
Ainda por cima, ficava inventando historinhas pra chamar a atenção da mídia (vi Jesus na curva!) (vou pra Indy se não me derem o melhor carro...buáááááaáá). Tsc, tsc... um cara de 30 anos na cara não precisa dessas bobeirinhas , né não? Concorda? Então, nada, a não ser ter sido o melhor na chuva, acompanhado de perto pelo Barrica, o credita a ser chamado de Melhor de Todos os Tempos.
Quanto ficar chamando o Massa de segundo piloto, deve ser pelo mesmo motivo do Senna: chamar a atenção.
Bom, agora que você conseguiu chamar a minha (parabéns!), pensa aí direitinho no motivo deste site que é nos dar informações sobre automobilismo e nos entreter, não ter manés como você pra encher o saco!
Um beijo no seu coração! E um abraço pro pessoal do GPTotal!
Apesar das inúmeras bobagens que li e também de tantas colocações impecáveis e pontos de vista interessantes.
Mas não me segurei quando li a seguinte passagem do Firmo Neto: Em 1986 vimos uma das mais belas ultrapassagens e uma das poucas brigas (entre brasileiros), lutando pela liderança de um GP. O grande Nelson Piquet ultrapassou o maior de todos os tempos (Ayrton Senna), por fora, na curva do final da reta. Pouco depois tomou o troco em uma manobra que assombrou todos que estavam naquela tarde na Hungria. A briga foi limpa, no limite e encheu os olhos de todos.
Mais precisamente: ... Pouco depois tomou o troco em uma manobra que assombrou todos que estavam naquela tarde na Hungria... Não deve está falando da primeira tentativa em que o Piquet levou um x... Na segunda, o tal looping num 747, não houve troco.
Se houve um 2° troco de Senna, esta manobra eu não lembro de ter visto... A única coisa que eu me lembro é que o Piquet acenou um tchauzinho (obsceno na verdade, conforme ele mesmo disse em entrevista). Se alguém mais viu esta manobra assombrosa - o x não foi nada de espantoso, e sim oportuno - que se manifeste.
P.S.: Antes de qualquer comentário, deixo registrado que eu torcia igualitariamente para os dois brasileiros.
Não concordo contigo a respeito da profunda sabedoria que o Galvão bbeeemmm amigos da rede globo possui. Acho que ele se esforça para dar emoção as corridas, que cada é menos emocionante. É impossível dar uma hora e meia de transmissão emocionante, numa corrida como a da Hungria. De bacana, só a largada - e mais nada!
O Reginaldo Leme entende pacas do babado, ele realmente conhece as entranhas da F1. Mas o chato do Galvão Bueno, fica cortando os comentários de todo mundo. O grande problema do Galvão é que ele se julga um expert em F1, quando não o é! Aí o cara começa a sofrer de síndrome de Jô Soares, uma doença que só Freud explica. Seria mais ou menos assim: eu sou o cara, e o resto é balela. E o Galvão tem o péssimo hábito de errar comentários óbvios, do tipo, eeuuuu sssaaabbiiiiiaaaaaa... (Senna dando o lugar para Berger no Japão na bandeirada).
Sinceramente, acho que você deveria assistir uma corrida que seja transmitida pela Sportv e ouça o Lito Cavalcanti. Pra mim ele é o cara! Ele sabe tudo de tudo! São comentários técnicos, precisos, e ele é um verdadeiro apaixonado pelo mundo de 4 rodas. Seria perfeito se a Globo deixasse somente o Reginaldo e o Lito transmitindo a F1. Aí podes crer: a qualidade de informação seria espetacular. E não esta chatisse que é ouvir o Galvão exprimindo seus comentários, muitas vezes ridículos!
Caro amigo, você entendeu perfeitamente o que estou querendo dizer há 1 ano aqui neste belo site (local de debate).
Mas, queria dizer que: assim como gosto de corridas acirradas e com grandes brigas; adoro os debates acirrados e com grandes brigas.
Parabéns companheiro. Não há nenhum problema em discordar das pessoas. Tem que discordar mesmo. Democracia é assim. Assim fica legal e gostoso. ... Claro que tem que existir o princípio da educação e do respeito.
///
Ao José Everson de Albreu de Vitória.
Bom, em primeiro lugar e em último lugar, quero te dizer que você não é obrigado a ler o que escrevo. Então cuida da tua vida e não enche o saco.
Só queria dizer isso. Os outros companheiros que leio e que me lêem gostam e é isso que me importa. Sei que não tenho todo conhecimento de Formula 1, claro. Não sei nem metade do que gostaria e do que a maioria dos comentaristas sérios daqui do GPTotal. Certo mesmo é que eu sei mais do que você. Isso eu garanto. (...) Uma das principais características do saber é justamente ter educação. Educação passou longe de você. Pena não ter sido educado. Mas, eu respeito.
Não vou me deixar abater por um mal educado como você. Aliás, você não sabe nem o que é Fórmula 1. Você é quem está sendo patético e está se ridicularizando. Eu me divirto escrevendo aqui e lendo todos os comentários dos amigos. Muitos deles mostram um conhecimento grande e acabo aprendendo. Você não passa de um desinformado e mal educado. Não me enche mais o saco. Fica na tua companheiro. Ainda assim de desejo felicidade e um pouco de educação.
Vê se não lê mais o que eu escrevo, pois nunca li nada seu. Ou então, se li, nem me lembro. Foi insignificante. Você para mim não passa de um desconhecido desinformado. (...) Já eu, pelo que vejo, fiz você pensar em mim, ta vendo? Fica frio e continua escrevendo que você deve ter algum talento. Se talento não se misturar com educação você terá alguma chance. Abraços.
Parabéns ao GP Total por permitir que José Everson de Abreu permaneça escrevendo aqui. Vocês mostram que são mesmo democráticos e eu, pessoalmente, adoro isso. Acho que dentro dos limites da Educação, coisa que o Everson mostrou claramente que não tem, o debate deve ser aberto mesmo.
///
Caro amigo Alex Cristiano de Sá, de Santo André.
Estou um pouco azedo mesmo, concordo com você. É a velha história que repito aqui há muito tempo: quem viu Piquet, Senna e Fittipaldi correr, agüentar Massa e Nelsinho é pra ficar para lá de azedo. Eu tô é desgostoso. Se concentra mais em ler os comentários dos outros amigos que são bem mais “especialistas” do que eu. Sou apenas um Nordestino bem Alimentado. E é justamente por ser um Nordestino bem alimentado que não caio, com situações chatas como a que me colocou o José Everson.
Estava vendo a corrida com meu pai, que quase chorou quando a Ferrari do Massa estourou o motor. Fiquei atônito, também, não esperava aquilo acontecer, ainda mais naquela hora, e depois de ter feito uma corrida tão boa...
Mas isso não muda minha opinião sobre esta temporada, a qual estou adorando, com corridas excelentes, pilotos desafiando a aerodinâmica dos carros e realizando ultrapassagens lindas, corridas que, historicamente, são chatas estão dando gosto de ver.
Mas não caio na tentação de confundir uma ótima temporada com um ufanismo exagerado, sugerido pela Globo. Continuo considerando o Massa um piloto bom, e só, nada fora do normal, nada além de 90% do grid atual.
Não tenho obrigação de torcer para ele só por ele ser brasileiro. Para se torcer creio que precisamos ter uma certa afinidade com o piloto, uma identificação com ele. A nacionalidade conta bastante, mas não é tudo.
Uma outra coisa que vejo em comentários a cada fracasso do Massa é com relação à tal teoria da conspiração da Ferrari contra pilotos brasileiros e blá, blá, blá. Não aguento mais isso. O cara quer se impor? Vai lá e mostra serviço, oras!!! Ficar dizendo que a equipe fica sabotando piloto X ou Y é absurdo. Por que ninguém toca no assunto quando o problema é com o Raikkonen?? Me poupe...
No mais, adorei a corrida. Não foi aquele procissão de (quase) sempre, e, no final, o campeonato continuou embolado.
Palpite: ainda acho que o Raikkonen vai faturar o caneco de novo, ele está comendo pelas beiradas, fazendo corridas discretas, porém está marcando seus pontinhos. Por ser um cara frio, que não se abala com os bons e maus resultados ou com acontecimentos fora da pista (como Massa e Hamilton), ele ainda leva essa...
Achei muito engraçado o comentário do Cleber Machado sobre a posição de largada do Raikkonen na Hungria.
Ele disse no início da transmissão que o Kimi largando em sexto não poderia ajudar muito o Massa!
Ora, será que Cleber Machado já teria a informação confidencial da Ferrari promovendo Massa a piloto número 1 da equipe para lutar pelo título contra Hamilton?
Felipe com 3 pontos à frente de Kimi ao chegar em Hungaroring já poderia contar com o finlandês como escudeiro? E agora que os papéis se inverteram e Raikkonen tem 3 pontos à frente de Massa? Como fica?
Logicamente que a Ferrari terá que tomar essa decisão em breve, mas pelo que tenho visto até agora ela ainda não optou por nenhum dos dois. Ela está mais preocupada em melhorar o carro que perdeu rendimento em relação à Mclaren.
É incrível como o Kimi é capaz de ser azarado e sortudo ao mesmo tempo.
Após uma largada ruim, quando tudo parecia perdido, fura um pneu do Hamilton. Pensei comigo Agora ficou bom para o Massa. Era tudo o que ele precisava. No entanto, restando três voltas, BUUUM.
Francamente, No GP da Hungria de 2008, O Kimi pode ter conquistado seu segundo título mundial de F1.
E mais do que nunca, tivemos um piloto brasileiro beirando a anglo-saxônica maneira inglesa à la Mansell de ser...
Felipe Mansell, deveria passar a ser seu nome de Hungaroring 2008 em diante!
Pois não dá prá não deixar de lembrar do velho e bom Leão (aquele mesmo, que correu com uma Ferrari número 27, embora tenha se notabilizado pilotando a Williams red five) que tantas glórias nos deu...
Leão que perdeu uma roda logo após o pit em Portugal, Leão que comemorou vitória no Canadá antes da corrida acabar e ficar sem gasolina, vendo o arqui-inimigo Piquet passando para ganhar a corrida e dando tchauzinho... só prá lembrar algumas das mais famosas.
A comunidade Fanáticos pelo GPTotal no orkut vai bem, obrigado. Novos membros serão bem vindos, basta acessar o endereço abaixo:
Esta temporada está muito melhor que a do ano passado. Em 2007, fora a disputa Ferrari x McLaren, tínhamos a BMW como 3ª força, e pouca alternância entre as outras equipes, com pequena vantagem da Renault. A temporada do ano passado foi salva pelas disputas entre os times de Woking e Maranello, porque só teve emoção nas 3 últimas corridas.
Neste ano, está sendo bem mais disputado, a BMW em algumas ocasiões tem feito frente à McLaren e à Ferrari, mas nas últimas etapas não tem apresentado o mesmo rendimento do início do ano. A Williams começou bem, mas caiu bastante. Quem está melhorando ao longo da temporada é a Toyota e a Renault, e na Hungria foi confirmado a ascensão de ambas no resultado da corrida. A corrida reservou várias surpresas, Massa foi sensacional desde o início, pena que o motor estourou. Hamilton foi bem, e mesmo caindo para 8º após o pneu furado, conseguiu se recuperar e garantir a 5ª colocação.
Corrida decepcionante de Kimi Raikkonen, só depois da segunda parada andou forte. Acho que não houve irregularidades na parada da Ferrari, eles tem muito mais carro que a Renault. A atuação do finlandês lembrou as do Ralf Schumacher, quando corrida pela Williams, tinha um grande carro, mas fazia algumas corridas de dar sono. Heikki Kovalainen chegou a sua primeira vitória, tornando-se o 100º piloto a vencer corridas na Fórmula 1, triunfo bem ao estilo clássico de Alain Prost, fez uma corrida burocrática e esperou contou com problemas dos ponteiros.
Mau desempenho da BMW, mesmo com o 8º lugar do Kubica. Renault e Toyota foram os grandes destaques positivos do final-de-semana. Ambas colocaram seus dois pilotos na zona de pontuação. Timo Glock obteve um excelente 2º lugar, garantindo a vaga no time japonês para o próximo ano. Nelson Angelo Piquet calou os críticos e conseguiu no talento a 6ª colocação, conseguindo manter-se a frente do Trulli após as trocas de pneus.
A Honda mais uma vez teve um mau desempenho, acho que vai melhorar quando acertar o carro. A Williams, na minha opinião, vem sendo uma incógnita, mas Frank Williams vem mostrando por que é um dos melhores dirigentes da categoria. Mesmo com poucos recursos, consegue alguns pontos.
Agora vamos a Valência, uma pista estreante no circo da Fórmula 1. Nessa, prefiro esperar pelos treinos para apontar um favorito.
Foi a melhor corrida da carreira de Massa. Sem dúvida ele botou a faca nos dentes e partiu para cima. Isso é que é pilotagem! O carro quebrou? E daí? Carros quebram sempre e se não tivesse quebrado? Mas aconteceu.
Agora, o cara mandou ver e fez o inglês comer poeira. Ele estava tirando a diferença no braço, pois a McLaren parecia melhor nos treinos e na corrida. O cara está pronto e esse incidente não vai desmotiva-lo. Agora ele vai pra cima.
Acho que depois do GP da Hungria, tem muita gente com a língua bastante queimada neste momento. Felipe Massa provou mais uma vez que já e um piloto completo e que já merece conquistar um título na F1.
Mesmo com todo azar que deu nessa corrida, dominou a corrida do começo até seu motor estourar. Não fosse isso, seria líder hoje. Não seria nenhuma surpresa se conseguisse esse feito pois, na minha modesta opinião, Massa está se superando a cada dia e tirando a diferença para as McLaren no braço e no puro talento. A Ferrari parece que parou no tempo, mas o Massa e quem está evoluindo e muito.
Quem queimou a língua sabe do que eu estou falando. Vamos ver no final quem ri por ultimo!
É com grande decepção que falo sobre esse monumental Grande Prêmio da Hungria.
O Kovalainen ganhou um presente quando faltavam pouco mais de 13 Km para o fim, parabéns ao Kova que fez uma corrida de um piloto mediano, apenas uma corrida certa.
O alemão Timo Glock foi na minha opinião foi um dos nomes do fim de semana. Claro que ele foi muito favorecido pelos problemas de Massa e Hamilton, mais foi um grande feito e andou muito bem.
O Kimi Raikkonen, após essa corrida e por conseqüência das anteriores, mudei totalmente minha opinião sobre o Iceman ser o favorito. O cara parece que não quer mais correr. Na boa: ou ele melhora ou a Ferrari deve dar a cova do Kovalainen pra ele.
O Alonso deve começar a correr mais e parar de ficar alfinetando todo mundo que se dá bem nas corridas, boa corrida do espanhol. O Hamilton que pensou que teve azar, no fim das contas contou com a sorte. O Nelson Piquet mostra uma evolução que me deixa muito satisfeito. O Trulli é o mesmo de sempre. E o Kubica na minha opinião vai terminar o ano com menos pontos que o Heidfeld, que foi atrapalhado nos treinos e não pôde se classificar melhor.
A RedBull vem decepcionando, assim como a Williams, principalmente o Nico Rosberg, que
conseguiu terminar depois do companheiro - que vergonha! O que fazer com a Honda? Jogar fora e pensar no ano que vem.
Agora, o que falar de Felipe Massa? O que a Ferrari deve pedir a ele a partir de agora, assim como no ano passado, a Ferrari está devendo a Felipe. Sem dúvida a melhor corrida da carreira, começando pela largada, eu aqui em minha casa antes da largada estava deitado no sofá da sala, ao fim da segunda curva estava pulando e gritando GOOOOOOOL, pôxa, num tinha outra coisa pra gritar.
Aí veio a hora em que o pneu do Lewis furou, outro momento de pura comemoração de minha parte, mais pra frente, a exatamente 3 voltas para o final, aprendi uma lição, quem ri por último ri melhor. E aqui em casa quem riu melhor foi meu pai, torcedor da McLaren, ele não tem nada contra o Massa, mais tem tudo contra a Ferrari, fazer o quê, né?
Outras vezes que escrevi, disse que o favorito ao título era o Kimi Raikkonen. Essa sensação aos poucos foi se apagando e no domingo do Hungria acabou de apagar. Não tenho mais favorito, o título sai ou de Hamilton ou de Massa, espero que dê a segunda opção.
Parabéns ao Massa, ao Piquet e força ao Rubinho, ele tá precisando.
Quando caminhamos para o final da temporada 2008, embora ainda faltem alguns GPs (7), os rumores sobre a dança dos pilotos começam a empolgar o padock.
No centro do troca-troca está o espanhol Fernando Alonso. Com um currículo invejável o piloto da Renault não esconde a vontade de pilotar uma Ferrari em 2009. A Ferrari por sua vez, não esconde a vontade de tê-lo na próxima temporada. A Honda, que deverá dispensar os dois pilotos atuais, inclusive o brasileiro Barrichello, paga uma verdadeira fortuna para contar com Alonso. Bruno Senna é dado como certo em uma das equipes intermediárias. Nelsinho Piquet, que parece pilotar com mais eficiência agora, deverá tentar renovar com a Renault, que não garante a renovação do contrato do brasileiro. Kimi Raikkonen não resolve se pára ou se continua. Aí é que entra o brasileiro Felipe Massa.
Passa a ser fundamental para o Massa vencer o título de 2008. Lembramos que o Raikkonen já venceu em 2007, um campeonato difícil e decidido na última corrida. Mostrou que pode levar outros canecos para a equipe. Se Raikkonen parar, fica praticamente garantida a permanência do Felipe Massa, mas o brasileiro teria que enfrentar Fernando Alonso, cheio de exigências e com bastante talento. Seria uma importante prova para o Felipe, que tem sua capacidade ainda discutida por muitos da F-1. Acho que seria interessante ver essa disputa interna. Difícil é acreditar que o Alonso não tentaria impor condições à Ferrari, como fez Michael Schumacher nos anos que disputou com Rubinho. Se o Kimi continuar, fica complicada a permanência do brasileiro, por isso a importância do título em 2008. Certamente em uma possível condição de ter de optar, a Ferrari não fecharia os olhos para quem lhe deu um título mundial.
Se liga Felipe. ...
Alguns companheiros estão comparando o GP da Hungria de 1986 com o de 2008. Bom, vamos com calma.
Em 1986 vimos uma das mais belas ultrapassagens e uma das poucas brigas (entre brasileiros), lutando pela liderança de um GP. O grande Nelson Piquet ultrapassou o maior de todos os tempos (Ayrton Senna), por fora, na curva do final da reta. Pouco depois tomou o troco em uma manobra que assombrou todos que estavam naquela tarde na Hungria. A briga foi limpa, no limite e encheu os olhos de todos.
O fato é que: não podemos negar a diferença dos “equipamentos”. Senna, ainda em início de carreira, pilotava um Lotus, embora com um motor de potência semelhante, um carro ainda bem inferior ao Williams que Piquet tinha nas mãos. Quero apenas alertar esse fato.
Em 2008, Massa fez uma grande ultrapassagem sobre Hamilton, mas os equipamentos são semelhantes, com alguma vantagem ainda para a Ferrari, carro do brasileiro. Não desmereço com isso a manobra do piloto nº 2 da Ferrari, mas, em 86, a briga só aconteceu por que, quem pilotava o carro negro da Lotus era o espetacular Ayrton Senna da Silva. Em condições normais e se o piloto da Lotus fosse um piloto normal, jamais aconteceria a briga, primeiro por que a Lotus jamais teria largado em primeiro ou no máximo seria ultrapassado facilmente, divido à diferença de equipamentos.
Lembrando que em 1986 a Williams perdeu o título de pilotos por conta da disputa interna entre Mansell e Piquet. Na última corrida Mansell tinha o título na mão, mas o pneu estourou na reta de Adelaide. Piquet passou a ter o título, mas o fabricante de pneus avisou que não se responsabilizava. Piquet parou para trocar e Prost venceu o campeonato.
Foi um campeonato bem interessante, com oportunidades para vários pilotos e uma guerra entre fabricantes de pneus.
Ao Wanderson Ricardo Marques;
Quer dizer que sou bobo? É isso? (...) Certo! Só não sei onde te conheci!
Gente, o Galvão Bueno e o Reginaldo Leme formam a mais completa dupla de narração para Fórmula 1 que já apareceu. Outros cometem os mesmos erros, mas os dois entendem muito do assunto. Não é pouco não. Eles são realmente pós-graduados em Formula 1. Posso garantir isso.
Como é que você havia dito em mensagens anteriores? Ah sim! O Nelsinho não venceu nenhuma do Alonso em testes, em treinos e provavelmente vai continuar até o fim da temporada assim, na corrida o 2º lugar foi pura sorte (o que é verdade, mas o que é um esportista se ele não tiver sorte? Aliás o Kimi que o diga...) mas ele não tem competência para estar lá, que ele é o pior dos melhores, estou nivelando por cima, é uma vergonha e blá, blá, blá.
E agora? Vai dizer que ele fez o 2º tempo sem querer? Que o Alonso deixou ele fazer o 2º tempo? Muito provavelmente você vai arranjar alguma teoria ridícula para desmerecer o resultado dele. O cara tá trabalhando, tá correndo atrás e está começando a colher frutos. Amigo: DEIXE DE SER AZEDO!!!
Para os amigos do site:
Existe a possibilidade de que no ano que vem tenhamos mais alguma equipe no mundial? Eu acho muito pouco um grid com 20 carros. Era tão bom na época em que tinha briga para se classificar entre os 26 melhores...
E quanto ao Bruno Senna, além da STR, quais portas poderiam se abrir para ele?
Um abraço à todos!
Alex Cristiano de Sá, Santo André
Oi Alex
A movimentação por novas equipes é zero. Quanto ao Bruno Senna, só ouvi comentários sobre a STR mesmo
Verificando as várias postagens inseridas neste conceituado site chego resumidamente e humildemente a concordar com o Firmo Neto, pois também acompanho este esporte há 27 anos:
Talento, Talento e Talento! Não adianta ter uma super máquina na mão se não ter esse maravilhoso Dom.
Talentos, Gênios, Foras-de Sérieis eram Juan Manoel Fangio, Jack Brabham, Emerson Fittipaldi, Jackie Stewart, Niki Lauda, Nigel Mansell, Alan Prost, Nelson Piquet (Pai), Ayrton Senna, Michael Schumacher. Estes sim, faziam a diferença mesmo quando tinham ou tiveram em determinados momentos de suas carreiras equipamentos inferiores.
É uma pena o Senna ter ido tão cedo para o andar de cima naquele fatídico 1º de Maio de 1994, porque senão com toda certeza seria no mínimo mais 2 vezes Campeão do Mundo e o Schumacher teria 2 títulos há menos na sua gloriosa galeria, que aliás, só fez toda a diferença nos últimos 5 dos 7 títulos que possui por um simples motivo: Falta de Talento para combatê-lo.
Este período seria quebrado por Fernando Alonso, que para mim ainda precisa de um pouco mais para entrar nesta seleta galeria. Com isso quero dizer que no tempo em que Senna, Piquet, Prost e Mansell foram campeões (praticamente da mesma geração) a disputa era muito mais parelha e dura por se tratar de Talento. O Schumacher não era tão Genial assim acima dos outros, o Schumacher era o Gênio desta turma que citei acima. O detalhe é que ele mesmo (Schumacher) sabia que não tinha um talento à altura dele para batê-lo, por isso, aproveitou-se disso para infinitar seus recordes.
Para finalizar, com estas Maravilhosas BMWs, Ferraris ou McLaren com qualquer um destes desta Seleta galeria botaria no bolso os atuais (sem desmerecê-los, é claro) os atuais coadjuvantes da atual F1. Espero sim (e torço muito) e que não demore para surgir (claro, e com Brasileiros) outros talentos na F1, porque realmente é duro vc ver nos últimos anos a mesmisse todos os Domingos.
Estou chegando a um ponto que não sei ao certo dizer se é radicalismo meu ou se a maioria das pessoas se deixaram levar pela criação de um falso ídolo na tentativa de substituir em Ibope outro que não esta presente. Falo isso por não suportar o GB encher tanto a bola do Massa que, ao meu ver, não demonstrou ainda qualidade suficiente para ser campeão.
O próprio acontecimento de domingo, com a quebra do seu motor, para mim deixou claro que ele não sabe nem poupar o equipamento, visto que a corrida estava definida praticamente a favor dele, bastava que ele administrasse a vantagem que tinha para consolidar a vitória mas, enfim, ele demonstrou que não sabe fazer isso. Me irrito com a simples pronuncia do seu nome quando tentam equipara-lo a grandes pilotos. A ultrapassagem dele na largada para mim pareceu mais um ato de desespero do que uma coisa calculada, portanto, para que ele possa ser considerado um grande piloto, precisa antes ter equilíbrio suficiente para administrar momentos de euforia com momentos de decepção, enfim, penso que não é esse ainda o piloto merecedor de representar o Brasil na categoria mais importante do automobilismo.
Kenny Brack nas 500 milhas de Indianápolis de 1998
Boa noite amigos do Gepeto!!!
O amigo Rogério Nacif, de Belo Horizonte, havia falado abaixo que primeiro chassi utilizado pela IRL, depois da cissão com CART, já utilizava a tampa motor estilo bigorna. Achei essa foto na net que comprova o que o amigo disse. Essa foto é do carro do piloto Kenny Brack nas 500 milhas de Indianápolis de 1998.
Há tempos não me sentia assim: admirado com aquela ultrapassagem no início da prova, lembrando o Piquet pai. Lembro também que ano passado ele tentou ultrapassar logo nas primeiras voltas, porém errava e era bastante criticado, sendo tachado de afobado.
Mas será que a estabilidade da Ferrari na curva foi devido à bigorna? Está claro que a bigorna o ajudou na reta, uma vez que abriu aquela vantagem de uma forma tranquila.
Um outro ponto: a dramaticidade da quebra do motor não lembra bastante à quebra enfrentada pelo Schumacker na corrida de Suzuka/2006? em ambos casos o piloto sentiu bastante a perda, sendo crucial para decisão do campeonato...
Agora um exercício de imaginação: se massa ganha a próxima corrida, o Raikkonen e Hamilton quebram e o Heildfeld e o Kubitza chegam em segundo e terceiro respectivamente? Seria um ótimo cenário para o fim do campeonato, 5 corredores disputando o campeonato... Eduardo Correa, este cenário já ocorreu antes?
Abraços a todos e fica esta dúvida: por que o pneu dianteiro esquerdo do Hamilton SEMPRE fura? O que há na pilotagem dele?
Roller (Rolemberg), Vitória / São Paulo
Oi Roller
Não lembro de nenhum ano onde cinco pilotos tiveram chances reais de chegar ao título. Quanto ao pneu dianteiro de Hamilton, não lembro de ele ter estourado outra vez este ano mas sei que a McLaren tinha até recentemente uma tendência a travar as rodas dianteiras. Na Alemanha, a equipe estreou uma nova geometria de suspensão.
O problema é o Cleber Machado! O cara é muito pé frio! Foi ele que narrou o GP da Áustria 2002 (Rubinho abrindo caminho para Schumacher na última curva) e agora o GP da Hungria.
as hegemonias citadas em suas colunas de 30/7/2008 3 a do GP da Hungria, fazem parte da F1, é fato. Mas elas não são muito interessantes para quem assiste às corridas.
Boa parte do que causa uma hegemonia nos tempos modernos não está na pista, aos olhos dos espectadores. Está nas sedes das equipes, nos computadores dos engenheiros, nos túneis de vento, nos simuladores. Saber que a Ferrari tem uma aerodinâmica com coeficiente XWYZ que a permite rodar 3 décimos mais rápido do que a McLaren, por exemplo, não dá tesão fora do motel de Maranello. Entretanto, os pilotos se acotovelando, disputando posições, se recuperando após algum problema, se impondo na pista, tira a respiração e deixa de cabelos em pé.
A ciência dos carros e a tilkomedicina dos circuitos prejudica as ultrapassagens. E dão sono.
Depois de ter se classificado a frente de seu companheiro de equipe da Ferrari e de ter conseguido na Hungria uma das grandes largadas que os GPs de Fórmula 1 nos proporciona, Felipe Massa provou da frase mais antiga e usada na F-1. “Para chegar em primeiro, primeiro é preciso chegar”.
O piloto campeão do mundo tem que misturar talento e sorte. Nigel Mansell comprovou isso enquanto esteve nas pistas, até conseguir o título de 1992. Todos os bons pilotos já passaram por isso. Não seria diferente para Massa. Ele fez uma largada surpreendente, isso não se pode negar. Abriu vantagem e viu a liderança do campeonato pela segunda vez no ano em suas mãos. Mas ... como bom segundo piloto; como Nigel Mansell em outros tempos, viu o carro parando, em meio a explosão do quase inquebrável motor Ferrari. O resultado não era o esperado e a decepção foi grande, tanto para o próprio Felipe quando para todos os brasileiros. Grande corrida, embora péssimo resultado e um “azar” de fazer medo.
O momento não é bom. Até o GP da Itália, as equipes devem optar por um dos pilotos. O Felipe precisa estar à frente do Raikkonen para ter o “direito” a lutar pelo título. Embora que: pessoalmente, acho que em condições semelhantes, Lewis Hamilton abraça o caneco de 2008, disputando com Raikkonen o título.
Nelsinho Piquet parece ter se aproximado um pouco do Alonso, o que é excelente. Vamos ver se ele não “bate o recorde” de “perder em todas as classificações para o espanhol, companheiro de Renault”. Esse recorde seria péssimo para o Brasil.
Rubens Barrichello, dentro das possibilidades da “carroça” que ele guia; mas, poderia ser melhor. Está dentro das condições do seu Honda.
Realmente o GP da Hungria foi de uma total frustração para nós brasileiros e principalmente para o Felipe Massa. Mas o meu sentimento neste momento é totalmente diferente daquele que no inicio da temporada não apostava que o Massa pudesse se sagrar campeão nesta temporada. Disse que ele teria algumas vitórias mas não apostava nele como campeão.
Mudo por completo a minha opinião. Felipe Massa está sendo disparado o melhor piloto da Fórmula 1. E se não é hoje o líder do campeonato é por que simplesmente a Ferrari está vacilando como nunca vi na era Schumacher e/ou pós Schumacher.
Reconheço que a McLaren evoluiu muito e que o Hamilton tenha atualmente o melhor carro, só que o Massa está pelo menos equilibrando o jogo no braço. Que o Hamilton é fera, todos sabem. Só que o Massa está insuperável. A frustração deste GP da Hungria será uma injeção sem limites para que no fim da temporada o Massa seja o campeão. Ninguém mais merece este título do que ele. Acredito fielmente que o destino dará este feliz final face ao que aconteceu hoje. Desta infelicidade nascerá a força necessária para Massa dar a volta por cima. É o que penso e é esta a minha intuição. O titulo do Massa começou a ser conquistado neste GP da Hungria.
Se por um lado estou frustrado com o que aconteceu com o Massa, por outro lado estou feliz com o Nelsinho Piquet. Ele veio para ficar ao fazer outra corridaça. Ele veio para disputar junto com Hamilton, Rosberg e Kovalainen o direito de ser campeão em cima do ALonso e do Massa.
Com relação ao Barrichello, se não bastasse ele ter um calhambeque nas mãos, neste GP ainda a equipe atrapalhou a sua corrida após uma bela recuperação no inicio. O Rubinho está motivado e guiando pra cacete.
Perder a vitória, da forma que foi, nas circunstâncias em que ocorreram, depois de um desempenho soberbo, deixa cabisbaixo até os escritores de livros de auto-ajuda.
O lado bom do GP da Hungria, para quem torce pelo Felipe, é que Massa mostrou forças mais uma vez, em um momento improvável. Acredito que ele tenha conquistado muito respeito dentro do mundo da Fórmula 1 e principalmente dentro da Ferrari, mostrando de vez que trata-se de um futuro campeão do mundo.
O lado ruim, na mesma perspectiva, é que o final da temporada volta a ficar parecido com o ano passado: Massa, com o melhor desempenho, e Kimi com mais pontos. E isso, em determinado momento, por mais que seja Felipe o protagonista das emoções, poderá favorecer Raikkonen, pois o que vale mesmo é o caneco. Espero que dessa vez Massa fique na briga até o fim, pois ele faz um excepcional trabalho em 2008.
Valeu Felipe... se um dia Piquet, nessa mesma pista da Hungria, no mesmo ponto, deu um looping com um Boeing - e essa é para mim a maior de todas as ultrapassagens - hoje você fez algo equivalente, não tão belo plasticamente, nem tão surreal, mas com a mesma marca de talento, ousadia, determinação e habilidade - algo inerente apenas aos grandes campeões.
(Aos amigos internautas, um esclarecimento: é só uma brincadeira.)
1- KOVALEINEN - Corrida espetacular, não se afobou nunca, e seguiu os conselhos de sua cartomante. Nota 9.
2- GLOCK - Não apresentou nada de especial, poderia ter tentado atacar o Kova. Nota 7
3- RAIKONNEN - Desprovido de emoções. Nota 6
4- ALONSO - Grande desempenho do asturiano; Nota 8
5- HAMILTON - O sósia do Barack Obama, fez outra corrida espetacular, sua recuperação foi fantástica, e não fosse a sacanagem do Massa na largada, tinha liderado de ponta a ponta, pois acho que daí o pneu não furaria. Nota 10
6- PIQUETzinho - O filho do tri-campeão tem muito a aprender, deveria voltar para a GP2, antes da Renault o despedir por incompetência. Nota 2
12- BUTTON - Já devia se aposentar - Nota 4
16 - BARICHELLO - Outra corrida espetacular, limitado apenas pelas deficiências do equipamento. Nota 10
18 - MASSA - Afora uma ultrapassagem arriscada, pondo em risco a corrida do Hamilton, eu diria até com uma enorme falta de respeito ao cada vez mais líder do mundial, fazendo pensar que é racista, foi castigado, pela justiça divina, a três voltas dos final. Nota 1
Pessoal, no início deste texto eu avisei que era só uma brincadeira, até porque não foi escrita pelo Firmo Neto.
Um abraço Firmo, espero que leves na brincadeira também.
Falando sério a ultrapassagem do Massa sobre o Hamiltou na primeira curva da prova, fez lembrar aquela do PIQUETzão sobre um certo Ayrton Senna, ali mesmo, com um outro traçado, exatamente alterado naquela curva.
Aproveitando o espaço, chamou minha atenção que quatro internautas de Vitória, Rolemberg, Saulo, José Everton e Mr. Jack, terem postado mensagens, em uma só edição – a última – do Opinião e Dúvidas dos Leitores.
Amigos de Vitória, estarei a partir do dia 13 de agosto ai nesta pela e simpática capital, por razões profissionais. Vou hospedar-me no Hotel Aruan, se quiserem bater um papo com este gaúcho estejam a vontade para me encontrarem no referido hotel.
Eu queria comentar a última crônica do Ernesto Rodrigues sobre o grande feito de Piquet sobre Senna na Hungria 86. Eu achei aquela ultrapassagem fenomenal
Também vi que o Senna poderia ter batido no Piquet mas preferiu continuar na pista já que a 2ª colocação era um grande resultado para aquela Lotus Renault. O que eu acho um pouco lamentável naquele episódio é que a partir daquele momento surgiu uma das maiores inimizades da F1 e também uma página triste da história da imprensa brasileira que foi o surgimento dos Piquesistas e Sennistas.
Sem dúvida alguma a ultrapassagem do Piquet foi um grande momento do automobilismo, mas a posterior repercussão e a reação dos dois pilotos e da imprensa brasileira foi extremamente lamentável. Sempre percebi na relação entre Piquet e Senna algo de degradante do ponto de vista profissional e humano em qualquer atividade profissional e, infelizmente, a imprensa brasileira teve parte de responsabilidade naquela relação tumultuada.
O Ernesto Rodrigues - com todo o respeito que ele possa merecer - deve estar atento para isso para que nunca mais haja desrespeito mútuo entre pilotos brasileiros fora da pista
Nas Opiniões e Dúvidas dos Leitores, 2a quinzena de julho, Cassio de Curitiba lembrou da bigorna utilizada pela McLaren em 1995. Já li em algum lugar alguém fazer referência à uma Lotus da década de 70 com um desenho parecido, mas aparentemente não tinha a mesma função, até porque a aerodinâmica na F1 ainda engatinhava naquela época.
Já eu me lembro de carros da extinta Cart usando aparatos parecidos com as bigornas no final da década de 80, ou início dos anos 90, não me recordo o ano ao certo, mas neste caso a peça já era usada com finalidades parecidas com as atuais.
A dívida então está aí para os mestres do GPTotal responderem (assisti o Panda com meu filho): Quem utilizou pela primeira o efeito bigorna? Qual equipe? Qual carro? Qual categoria?
Respondam esta!
Fabiano Bastos das Neves, Itajaí
Pelas minhas lembranças, foi mesmo o McLaren de 95, Fabiano.
Não lembro de um Lotus como o descrito por você, a não ser que seja o Lotus 76, usado em algumas provas de 1974. Note que a tampa do motor se liga ao aerofólio, como pode ser visto na foto. Nas breves aparições seguintes deste carro malfadado, este detalhe foi modificado. No mais, lembro que as tomadas de ar sobre o motor foram proibidas em 76, só reaparecendo em 89.
além da McLaren de 95, outro carro já utilizou a tampa Bigorna. Foi o primeiro carro construído para IRL, um ano depois da cissão (pois no primeiro ano, eles usavam os chassis da Cart de anos anteriores).
Acho que o chassis era um G Force. Se alguém conseguir uma foto desses carros, acho que vai ser interessante mostrar.
Largada espetacular de Felipe Massa na Hungria. Mandou ver pra cima do inglesinho (que de anjo não tem nada!) e liderou com autoridade. Massa partiu pra definir a corrida na primeira curva, surpreendendo todo mundo, inclusive Hamilton e Kövalainen, contrariando a maioria das opiniões (minha inclusive) que sempre o criticaram por ter vencido apenas as corridas em que largou na pole, sem precisar ultrapassar ninguém. E essa vitória seria merecida, mesmo a corrida depois disso tendo sido aquilo de sempre que é na Hungria: procissão.
Mas a sorte que mostrou os dentes ao furar o pneu de Hamilton, se arrependeu e fechou a cara, tirando a vitória certa de Felipe Massa a 3 voltas do fim, colocando lenha na fogueira do campeonato. Foi realmente uma pena o motor da Ferrari ter aberto o bico. Melhor pro fenômeno que acabou saindo no lucro com alguns pontinhos.
Quem sabe em Valência a história possa ser outra, com o brasileiro vencendo e se mantendo na briga.
Quero crer que aquela fase ruim do Nelsinho tenha passado de vez e ele continue guiando com a cabeça também. Mais 4 pontos no bolso, conquistados na mesma pista onde o pai venceu 2 vezes, a primeira fazendo aquela que, na minha opinião, foi a maior ultrapassagem da história da Fórmula 1.
Falando nisso, sobre o trecho do livro do Ernesto Rodrigues (que já li) publicado semana passada: Senna alegou depois da corrida que Piquet tinha feito uma manobra perigosa. Mas Piquet só fez daquele jeito porque ele (Senna) foi pro meio da pista, deixando só o lado ruim pro Piquet tentar passar.
Isso pra mim soa mais como um desabafo de um piloto ferido mortalmente em seu orgulho que propriamente uma crítica equilibrada, ainda mais por ter levado um olé de um dos maiores - senão o maior dos maiores - rivais. Senna não foi nenhum santo na ocasião, mesmo não estando lá pra entregar a posição de graça. E Piquet fez o que tinha que fazer: passar porque seu carro era melhor e mais rápido. Achou o caminho que lhe deu não só a primeira posição, mas a passagem para a história. E depois nas declarações, destilar o seu ácido característico. Nada mais que isso...
Agora o “adeus” que Piquet acenou pro Senna todos sabemos que foi bem mais pesado que um simples “tchauzinho”, é só ver no vídeo abaixo, entre outras acidezes.
Em tempo: antes que os mais afoitos se manifestem, diria o mesmo se fosse Senna que tivesse dado o olé em Piquet, porque não sou partidário de nenhum dos dois; sou admirador das qualidades e crítico dos defeitos dos dois. Sou partidário, sim, da autêntica Fórmula 1, que hoje não existe mais!