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O GP do Brasil 13.11.08
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Nelsinho
Ernesto foi perfeito na coluna Bate neles, Rubinho!

Maximo, São Paulo

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Bom dia Ernesto Rodrigues.

Sua coluna Bate neles, Rubinho! está, como muitas outras, irretocável!

Forte abraço

Luís Sérgio, Brasília

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Rubinho, Rubinho...

Sutil
Se pegarmos apenas os números (números às vezes não dizem nada, mas decidem tudo), o Rubinho foi um dos Grandes, grandes com G maiúsculo.

Está entre os maiores pontuadores, o que disputou maior nº de GP, venceu corridas, fez melhores voltas, foi vice-campeão. Resumindo, foi o Carlos Reutemann da sua geração. Isso não é pouco. Acho que a geração do Rubinho levou azar, pois foi um período de entressafra de bons pilotos. Schumacher correu praticamente sozinho, vejamos seus adversários: Hakkinen, Villeneve, Damon Hill, Montoya, Rubinho e outros que não dariam duas mãos. O cara correu praticamente sem adversários e o que podia confrontar, que era o Rubinho, ele tirou da jogada com o seu contrato preferencial da Ferrari, e gente, o Rubinho sabia disso desde sempre.

Aprofundando, quando apenas o Schumacher não teve um carro na mão, ele perdeu. Perdeu para o Hill porque foi o ano de transição para a Ferrari. Perdeu para o Villeneve, pois esse tinha o Carro, gana e vontade de ganhar de principiante (terminou o que o pai dele começou). Perdeu para o Hakkinen, na verdade para a McLaren, e com todo o mérito de seu piloto. E no momento que começou a renovação de geração com o Alonso, Raikonen e essa nova turma, pegaram o Schumacher com sete títulos, com a mulher pedindo para ele dar uma mão para cuidar das crianças, foi cuidar dos afazeres pessoais e domésticos. O Hakkinen parou pelos os mesmos motivos, já tinha os títulos e as crianças para cuidar.

Voltando ao Rubinho, grande cara, grande piloto, faltou o título e ficará faltando, pois só com uma Ferrari, McLaren, BMW ou Renault (salvo surpresas, e surpresas são sempre necessárias) ele poderá alcançar esse sonho, e pelo que eu saiba não há vagas nessas equipes para ele, nem hoje, nem nunca mais. Mais Rubinho, sonhar não custa nada. Tenho certeza que faltará emprego apenas na F1 para você, basta procurar fora desse Circo do Bernie que achará uma vaga em qualquer equipe, de qualquer categoria e em qualquer cargo, até de piloto. Torci, torço e continuarei torcendo por ti. Ajuda a patroa a cuidar dos filhos.

Valeu Rubens, boa sorte!!!

Silvio Silva, Curitiba

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Olá Ernesto ! Estou de pleno acordo com teu comentário.

Infelizmente, aqui no nosso Brasilzinho é assim. Eu tenho 48 anos, acompanho competições desde meus nove anos de idade, vi muuuita corrida, vi Tarumã nascer e é sempre assim: esta mídia provinciana, imediatista, futebolísta e incrivelmente sem conhecimento em automobilismo, vem fazendo vítimas desde sempre...

Humoristas imbecis, narradores achistas e futebolistas oriundos de rádios medíocres e fofoqueiras... enormemente concentrados na Globo Super-Poderosa e intocável.

Lembra do Copersucar-Fittipaldi? Execrado, debochado, mal falado e totalmente desconhecido do seu potencial! Outra vítima da mesma mídia ignorante!

É assim, meu amigo! Acostumemo-nos aos medíocres exércitos Galvanescos. Que se alimentam da fofoca e do desconhecimento dos ignorantes amantes do Futebol. Eles se isentam de culpas mas estão ali para jogar a pá de cal em sua próxima vítima.

Abraço,

Maurano, Porto Alegre

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Webber
Bom dia a todos do GPTotal

Acabei de ler a coluna Bate neles Rubinho e achei espetacular.

Na minha opinião, Barrichello é um excelente piloto, um caráter excepcional e um injustiçado pela mídia não especializada. O cara ganhou tudo que podia na pré-F1, na F1 fez uma carreira invejável, só perdendo pro Schumacher porque como foi dito por alguém neste fórum, o alemão é o piloto mais completo que já passou pela F1. Pois só um piloto assim conseguiria fazer uma equipe como a Ferrari trabalhar exclusivamente por ele.

Barrichello pra mim cometeu apenas um erro: achar que ele seria o redentor dos brasileiros após a morte do Senna. A partir do Gp do Brasil que ele colocou aquele capacete com pintura que vestia o do Senna... Além, disso, por conta de seu caráter honesto, ia para as câmeras e falava a verdade. E estas verdades eram analisadas pela mídia especializada e aí... já viu...

Outra: não sei o que houve na Áustria, o que havia no contrato ou o que diabos aconteceu naquele domingo mas foi a partir daquele episódio que o Rubinho caiu em total descrédito comigo. Como ele sempre dizia, queria um dia ser campeão do mundo de F1 então, jamais deveria ter entregue aquela vitória. Não sei o que aconteceria com sua carreira, porém, com certeza seria muito menos prejudicial à F1 que ele parasse de correr do que entregar a vitória ao alemão.

Hoje o vejo em vias de terminar a carreira de um jeito que não merecia e torço muito para que ele continue na F1 com um carro que o possibilite ter uma temporada de despedida digna! Outra: se eu estivesse na festa do coro de Schumacher viado engrossaria o tal coro. Afinal, foi por culpa do viado superdotado do Schumacher que a F1 ficou chata de assistir durante o começo da década.

Nelsinho Piquet, Bruno Senna e Lucas DiGrassi.

Nelsinho: simpatizo com ele apenas por ser filho de quem é, pois sou Piquetista! Playboy, alemão, sem carisma, e com aquela carinha de quem tem um cadim de bosta embaixo do nariz... Se aproveitar a segunda chance comprada pelo seu pai e pelo Ecclestone, pode ter um futuro regular na F1.

Bruno: Me dá a impressão de ser um cara maduro e nada afetado apesar da vida fácil que teve proporcionada pela grana da família. Ninguém pode ser julgado por ter nascido em berço de ouro. Parece ter um bom caráter. Bom de pista? Aí já não sei, quero ver pra crer. Se talento for hereditário, tá feito!

Lucas: Boto mais fé nele que nos dois citados acima juntos! Pelo que vi da carreira dele até aqui, será um grande piloto de F1.

Sobre o vice campeonato do Massa, apenas um breve comentário: merecia ter sido campeão! Não pelo piloto que ainda não é, mas pelo que amadureceu durante toda a temporada e, a partir desta, será sempre candidato ao título se mantiver essa postura dentro das pistas. O Hamilton só foi campeão porque o Kovalainen é como o Rubinho na Ferrari na época do Schumacher, só pra fazer figuração e a McLaren não errou durante toda a temporada.

Uma última coisa: minha lista dos cinco melhores brasileiros da F1 nesta ordem: Piquet, Senna, Emerson, Barrichello e Moco.

Abraços e Massa campeão em 2009! Se o Alonso deixar...

Leandro, Resende

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Ernesto,

Texto providencial. Preciso e emocionante.

Carlos Tavares Lars, Curitiba

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Ernesto,

em sua coluna, você disse tudo o que eu sempre gostaria de ter dito, porém não tenho o talento de usar as palavras tão bem. A frase sobre Ímola é marcante. A lembrança da freada na Áustria também.

Rubens se deixou levar pela necessidade que tínhamos de ter um novo fenômeno nas pistas. Aceitou uma coisa que ele ou qualquer outro mortal jamais poderia aceitar... ser um novo Airton Senna.

Pelo menos alguém demonstrou respeito por uma carreira, que se não foi coroada com um título, foi, sem sombra de dúvidas, brilhante.

Abraços

Marco Antonio, Canoas

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Fisico
Bom dia

Sou fã de Rubens Barrichello e achei ótima a coluna de Ernesto Rodrigues. Expressa muito do que eu penso.

Abraços e obrigado

Erno, Sapucaia do Sul
www.kartgaucho.com.br

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Parabéns ao Ernesto pela coluna Bate neles, Rubinho!

Rubens foi e ainda é um super piloto (alguém duvida que se ele estivesse pilotando uma McLaren este ano não teria sido campeão a muitas corridas atrás?) Não vou bater na tecla do fardo que foi para ele de substituir Senna e outras mesmices. Rubens é um piloto completo hoje, mais do que qualquer época e lamento sua saída da F1 se isso acontecer (torço para que não).

Ele foi grande na pequenina Jordan, tirou leite de pedra na Stewart, e na Ferrari bateu de frente com um certo alemão e muitas vezes foi melhor que ele, alguém disse num comentário que com o mesmo equipamento, mas na real todos os desenvolvimentos visavam o carro do alemão, Portanto Rubens conquistou classificações melhores em treinos e também em corridas com um equipamento teoricamente inferior ao do Schumacher no braço e no seu grande conhecimento no acerto do carro. Rubens foi duas vezes vice-campeão, motivo de orgulho e não vejo porque alguém pode dizer que sua carreira foi medíocre e ele ridículo, como escreveram aqui num depoimento totalmente contraditório (bate e assopra!), estilo este empregado por um leitor que se acha colunista deste site e com certeza tem intenção de chamar atenção tipo Carlos Imperial (falem mal, mas falem de mim).

Voltando ao Barrichello, quero agradece-lo pelos grandes momentos em que vibrei com suas corridas, em que chorei junto com ele nas suas poucas, suadas e merecidas vitórias com ou sem sambadinhas! Deixar a minha solidariedade em relação ao que vier acontecer com sua carreira, seja na F1 na Honda ou Toro Rosso, na Champ Car ou na Stock Car aqui no Brasil ou se decidir parar mesmo, obrigado Rubens Barrichello, se você não foi campeão na F1 paciência, você não esta sozinho, Stirling Moss, Jackie Ickx, Ronnie Peterson e outros também não foram e não é por isso que foram esquecidos ou subestimados.

Parabéns Rubens e obrigado mais uma vez!

Marco Memoria, Rio de Janeiro

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Coulthard em sua corrida de despedida
São raras às vezes que escrevo para o GPTotal, mas hoje não podia deixar de registrar: fantástica a coluna do Ernesto, que demonstra o que aqueles que verdadeiramente entendem de automobilismo pensam sobre o Barrichello.

Posso dizer que acompanho a carreira do Barrichello desde sempre e até hoje, nas largadas, quero saber onde ele está, torcendo.

Infelizmente, pode ser que a F1 deixe de contar com esta figura emblemática que é Rubens Barrichello para o próximo ano. Rubinho, você não precisa da F1. Eles é que precisam de você. Banana pra eles, cara!

Parabens Ernesto, pela ótima coluna. Parabens Rubinho, pela brilhante carreira.

Abs,

Carlos, São Paulo

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É exatamente por ter morrido por alguns instantes e sofrer o que sofreu em Ímola 94 que Rubinho deveria ter tido dignidade na Áustria em 2002, dignidade de vencer e cruzar a linha de chegada em primeiro, mesmo que fosse demitido depois. Não faltaria carro pra ele tentar ganhar campeonato depois.

Se faltasse, seria mais digno e se sujeitar a ouvir hino da Alemanha no topo do pódio pra todo o Brasil ver. Que eu saiba não tem Germany na carteira de identidade dele. Faltou dignidade para cruzar a linha em primeiro em uma corrida que ele não quis ganhar por conta dele mesmo.

Guilherme Salviano, São Paulo

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Pessoal,

Finalmente encontrei um site onde os colunistas e os leitores entendem e acompanham, realmente, a F1.

Depois de ler tanta bobagem escrita por aí, é com muita satisfação que digo que passarei a freqüentar periodicamente este site. Nada de patriotismo exagerado, conclusões absurdas ou julgamentos errôneos sobre a forma de pilotar de cada um.

Parabéns ao srs. Ernesto Rodrigues, Ricardo Divila e Geraldo Tite pelas colunas. Textos honestos, sérios, objetivos e que comprovam que os autores entendem do assunto.

Aos demais colunistas, ainda não li o que escreveram e por isso não vou fazer comentários no momento.

Ats,

Adriano, Belo Horizonte

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Trulli chega a Interlagos na 6a feira
Olá caros amigos

Depois de algum tempo, volto a escrever para o Gepeto. Confesso que esperei um bom tempo depois de findado o GP Brasil, para dar um tempo para a palpitação e a emoção de torcedor arrefecerem, para poder manifestar-me.

Neste ínterim, fui lendo a vasta produção de teorias, considerações, palpites, elucubrações, alucinações as mais diversas, sobre os pilotos, a corrida, a temporada. Não apenas no Gepeto mas também no restante da imprensa, assim como nos execrados programas humorísticos.

De tudo o que li e vi, o que mais me chamou a atenção foi esta teoria absurda, absolutamente despropositada, da conspiração Glockiana (como chamada em algum lugar aqui no Gepeto).

Mais ainda. Me apavorou perceber que tal situação chegou a gerar uma situação de constrangimento durante o próprio final do GP, com relação ao pessoal da Toyota, ao ponto destes serem avisados pelo Felipe para tomarem cuidado à saída do autódromo.

Isto me levou a concluir que não merecemos ter disputado em terras tupiniquins um evento de tal proporção. Nós não sabemos nos comportar, nos manifestar, reconhecer o mérito que não seja nosso.

Sei que algum leitor provavelmente irá trazer como justificativa uma série de exemplos mau dados do ufanismo inglês, espanhol etc., inclusive de racismo. Exploda-se. Não me interessa o que acontece em países subdesenvolvidos de terceiro mundo. As culturas superiores devem ser um exemplo magnífico da sua capacidade de reconhecer os méritos alheios e não submergirem a mediocridade do ufanismo gratuito.

Sigam o exemplo do Felipe que de maneira magnânima, realmente grandiosa, não ficou se lamentando e tocou a vida adiante.

O fato, concreto, é que qualquer um dos dois poderia ter saído de Interlagos com o título e este estaria em ótimas mãos. O Felipe errou ao longo da temporada? Sim. O Hamilton errou? Também. A Ferrari errou? Um monte. E a McLaren? Muito, mas muito pouco mesmo. Foi aí que o título se decidiu. Não foi naquela última volta do GP Brasil. Muito menos teve a ver o desavisado Glock, que nada tinha com o negócio e acabou incluído num capítulo talvez único na história da F1 (ao menos eu jamais havia visto situação semelhante).

Para finalizar. Ernesto Rodrigues, concordo com a sua matéria “Bate neles Rubinho”. Só faço uma observação: grande parte das críticas ao Rubinho foram construídas por ele mesmo. Já concordei aqui em outra oportunidade que ele é até melhor, como piloto, do que o Felipe (que considero um bom piloto, mas inconstante).

A diferença está na atitude deles. O Felipe vai à luta. O Rubinho se lamenta.

Novamente o Rubinho está se expondo ao ridículo nesta luta absurda por se manter na categoria, sem perceber que não há mais espaço para ele. Quando sentiu que não haveria mais cadeiras razoáveis disponíveis (inclusive na Honda), deveria ter programado a sua saída por cima como o Coulthard fez. Um cara que é muito menos piloto que ele, tem uma história muito mais secundária, teve um evento de saída da F1 com direito a carro especial, com pintura diferenciada, transmitido para o mundo todo, com foto de praticamente todos os pilotos prestando-lhe homenagem, digna de um verdadeiro multicampeão. Aí é ruim.

Não seria legal ele ter anunciado o fim da carreira com o último GP aqui no Brasil, com festa, coisa e tal? Agora corre o risco de ser posto para fora por falta de carro. Corre o risco de sair pela porta dos fundos, discretamente, sem que ninguém se dê conta. Aí é ruim, muito ruim mesmo.

Acho que ele perdeu uma grande oportunidade. Espero que ele consiga um carro para o próximo ano e que tenha, finalmente, a inteligência de saber parar.

Um fraternal abraço a todos os Gepetos (aos novos e aos já muito antigos).

Elieser Fagundes, Florianópolis

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Amigos,

Alonso e Massa
Primeiramente gostaria de parabenizar o Ernesto pela bela coluna que escreveu a favor de Rubens.

Rubinho não é meu ídolo, mas sempre achei uma p... sacanagem as piadas e implicâncias que nós, brasileiros, temos com ele. Ele não é o melhor do mundo, mas nunca foi campeão por sorte. Sempre por competência.

Ao mesmo tempo que assopro, mordo: o Ernesto escreveu: “Conte o que era pilotar uma Jordan-Yamaha nos tempos da Williams-Renault e demonstre o ridículo que era – e é – cobrar de você o desempenho que Senna tinha nos tempos de McLaren. Conte em detalhes a sacanagem monumental de Flavio Briatore, traindo na véspera um contrato pelo qual você dividiria a Benetton-Renault com Jean Alesi”. Que tipo de sacanagem você se refere? O que houve neste episódio?

Quando você, Ernesto, escreve: “Bate, Rubinho! Revele os muitos coices que tomou do famoso cavalino rampante de Maranello. Dê detalhes da hipocrisia da Ferrari em atribuir, ao seu “ângulo de ataque” da zebra, aquela gravíssima quebra de suspensão no final da reta de Hungaroring. Divida, com os que torceram por você, os bastidores da vergonhosa tirada de pé para o alemão em Zeltweg”. Que coices foram esses? O que rolou, de verdade, sobre o bate-boca que Rubens teria tido com Todt após a prova?

Mesmo que seja na base do ouvi falar, diga. Acho que são esses segredos que gostaríamos de saber. Pode chamar de fofoca. Eu chamo de conhecimento. Há 15 anos c... na cabeça de Rubens. Diga você, Ernesto, o que sabe (o que ouviu falar) sobre esses casos.

Fora isso, Grande Coluna. Parabéns.

Atenciosamente,

Marcelo Ferreira, Jacarepaguá

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Vamos utilizar esse espaço para trocar idéias? Pois sim. Aqui ultimamente só andam criticando - é muito!

Hamilton e um grande piloto? Sim é e ponto. Tudo bem quem não queria ser inglês e ter o privilégio de pegar em sua primeira temporada uma equipe inglesa e de ponta? Será que o Vettel não seria melhor? Será que Piquet não seria melhor? Será que Robert Kubica não seria melhor? Entende aonde quero chegar?

Alonso continua sendo o melhor piloto do grid e é só ver as quatro últimas corridas, pontuações, estatísticas. Quanto à Ferrari, me desculpem os fanáticos, não é todo ano que vamos ver as máquinas vermelhas perfeitas e sem erros, até por que não teria nem uma graça né? Já não chega os anos de Schumi.

Foi a melhor temporada dos últimos tempos, Massa amadureçeu, cresceu e vai estar melhor para o próximo ano. Vai errar? Vai. Ele é humano e não e uma máquina e mesmo que ele não erre a Ferrari vai errar e ponto.

Vamos ter pilotos bons com regras novas e isso vai ser ótimo. Particularmente gostaria de ver Barrichello por mais um ano correndo e contribuindo com a sua experiência na Honda, já que as novas regras o ajudariam é muito para uma última temporada digna e merecedora e pelo caminhão de dinheiro que ele recebeu da Ferrari para ficar quieto durante a era Schumi, quem deve dar risada não somos nós que o criticamos, mais sim ele que faz o que gosta recebe é muito pelo que fez e sabia que não seria campeão. Isso não e uma crítica, eu faria o mesmo...

Agora vamos esperar para a próxima temporada e já deixo aqui para vocês, grandes entendedores de F1: o favorito ao título é Fernando Alonso. Esse será o homem a ser batido novamente - ou alguém duvida?

Edson Stolfo, Coronel Vivida (PR)


Comente 12.11.08
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Hamilton desfila na festa da Mercedes
Não sei se alguns de vocês compartilham do mesmo medo que eu, mas acho que está passando da hora do Lucas di Grassi conseguir sua vaga na F1.

Que me desculpem o Piquetzinho e o Senninha, mas o di Grassi é melhor que os dois e podemos estar perdendo um grande representante brasileiro na Fórmula 1. A Renault cometeu um grande erro no meu ponto de vista!

João Paulo, Belo Horizonte

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Parabéns ao Ernesto pela excelente matéria Bate neles, Rubinho!

Concordo em tudo que o Ernesto falou: o Rubinho não precisa provar nada pra ninguém, é bom piloto sim, e isto é fato, doa a quem doer. Ninguém chega onde ele chegou por acaso. Para um piloto que chegou a pilotar o melhor carro da F1 e não fez feio, não precisa mendigar uma carroça qualquer para pilotar.

Aconselho ao Rubinho a se aposentar e curtir sua vida ao lado da família fora desse circo muitas vezes nojento. Sei que é difícil deixar de fazer o que você mais gosta, principalmente quando ainda se tem muita energia para se gastar.

Grande abraço a todos.

Edson Omena, Maceió

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Hamilton e Hakkinen com o presidente da Mercedes
Prezados Amigos do GPTotal

Simplesmente fantástico o artigo intitulado Bate neles, Rubinho, do Ernesto Rodrigues.

Além de um retrospecto resumido mas extremamente eloqüente sobre a brilhante carreira de Rubens Barrichello, é dado um ótimo "puxão de orelhas" na mídia sensacionalista, burra, leviana e oportunista, que busca nos espólios fétidos do fracasso, material para suas matérias desinformadas e até mesmo distorcidas em seus fatos e essência, onde falam daquilo que não entendem, ou seja, automobilismo de competição.

Do mesmo modo, chama à responsabilidade ao público que se considera torcedor e conhecedor de automobilismo, ao alertar que, muitas vezes, muitos de nós, "embarcamos" nos conceitos pré-concebidos destas mesmas publicações apócrifas (pelo menos em termos de automobilismo de competição), que em verdade, nada ou quase nada entendem de Corridas , mas atraídas pelo sensacionalismo, atrevem-se a escrever besteiras a respeito; e o pior : Encontram consumidores, e dentre eles, certamente muitos que se julgam profundos conhecedores do assunto. Enfim, este tipo de mídia/jornalismo é como a droga: somente existe porque há consumidores; do mesmo modo, quando o torcedor brasileiro em geral, parar de consumir este tipo de material, piadinhas idiotas, etc..., ele tende a acabar.

Lembra muito bem, Ernesto Ridrigues, a mesma galhofa orquestrada e eletrônica, de pseudo-humoristas que induzem aos mais simplórios, risos por questões e conquistas, que em outros países seriam motivos de orgulho, como por exemplo, os dois vice-campeonatos mundiais de Fórmula 1, conquistados por Rubens Barrichello. Parecem desconhecer, também, tais pseudo-humoristas, que quando se fala que determinado carro de F1 não é veloz, estamos nos referindo a não mais do que 8, 10, 12 Km/h de diferença entre o carro mais veloz do Grid e o mais lento, e na maior parte das vezes, tudo muito acima dos 300 Km/h! Será que isto é ser lento? Na verdade, a lentidão à qual nos referimos é relativa, e vale somente se comparada com outros carros de Fórmula 1! Realmente esses pseudo-humoristas finalmente, conseguem nos fazer rir, não com suas piadas, mas sim por sua ignorância quanto ao tema que escolheram para tentar fazer piada!

Lembra ainda, muito bem, Ernesto Rodrigues, sobre as dificuldades e desafios vencidos por Rubinho, ao pilotar para diversas escuderias, sendo que um dos fatos mais relevantes, na minha opinião, foi o fato de ter sofrido o primeiro grande e sério acidente daquele fatídico ano de 1994 , em Ímola, nos treinos preliminares, quando seu Jordan voou espetacularmente sobre o alambrado, dando inclusive a impressão, de ter sido o mais grave acidente do final de semana. Felizmente para nós, foi justamente o único acidentado grave a sobreviver! E enfatizo: sobreviveu o ser humano Rubens Barrichello e o piloto Rubens Barrichello, pois muitas vezes acontece que, quando há um acidente de tal magnitude, sobrevive o ser humano, mas o piloto ou parte dele, não raras vezes, sucumbe ao acidente, jamais voltando a ser quer era, e a ter o desempenho que tinha. Já Rubinho, graças a Deus, sobreviveu por inteiro! Do mesmo modo que sobreviveu Niki Lauda e buscou o tri-campeonato.

Por isso é que deixo o meu apoio e a minha torcida para que Rubens Barrichello tenha novas oportunidades e continue sim , correndo na Fórmula 1.

Ernesto Rodrigues: novamente parabenizo-lhe por sua excelente matéria,mas me permita, por favor, discordar de sua sugestão para que Rubinho pare de correr na F1, pois quem tem a paixão e o ímpeto por pilotar, como ele ainda tem, merece outra chance.

Força Rubens Barrichello! Que possas estar na Fórmula 1, pelo menos, no próximo ano.

Forte abraço à Família GPTotal

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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Massa nas comemorações da Ferrari em Mugello - Clique para ampliar
Sensacional o que escreveu Ernesto Rodrigues, sobre o Rubinho.

Embora não mande tabelas, descreva e compare performances etc, acredito entender um pouco de F1 e tenho muitas lembranças. Uma dessas é que durante muito tempo, Rubinho (ainda na Stewart) foi o único piloto a ultrapassar o Schumacher. Depois vieram Hakkinen, Villenuerve, Hill.

Acredito ser por isso que o alemão aceitou ou indicou a contratação de Rubinho, (pois ninguém em sã consciência vai dizer que qualquer contratação não passaria pelo crivo dele) para anulá-lo através de um contrato, e deu no que deu, atitude aliás que demonstra grande respeito, se bem que pela habilidade e total consciência em relação ao intelecto do brasileiro em questão.





Abraços ao (EC) rsrsrsr

São tão poucas as vitórias esportistas para nós mortais desconhecidos, que não podemos deixar de vibrar (e espalhar pelo mundo) quando acertamos algo.

Soube que Massa foi escolhido o piloto do ano pela revista especializada de maior conceito no mundo (?). Conforme venho dizendo - não que eles tenham lido o que escrevo ou pedido minha opinião - mas acertei no que disse.

Estou todo prosa

Durval Pereira, Salvador

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A Ferrari comemora seu Mundial de Construtores - Clique para ampliar
Já escrevi diversas vezes dizendo que sempre fui fã e defensor de Rubens.

Acho que a grande campanha para acabar com sua moral começou com suposições sobre propostas excelentes que ele teria recebido, mas que optou por ganhar dinheiro ao invés de aceitar umas destas propostas.

Isso passa a idéia de que Rubens além de mercenário é burro. Nunca vi nenhum chef ou proprietário de equipe confirmar estas propostas supostamente feitas a Rubens. Portanto, prefiro acreditar na palavra do próprio. Ele disse que recebeu, sim, uma proposta de uma grande equipe, mas que não garantia no contrato que ele seria piloto titular. Preferiu não aceitar.

Até acho que ele pode ter feito opções erradas, mas isso fica no “achismo”, pois não tenho e nunca vi nenhuma confirmação de propostas melhores do que as que ele aceitou. Piquet mesmo lançou esse tipo de duvida no ar, com seu habitual “boquirrotismo”.

Ele estava presente? Leu o contrato oferecido? Não acredito. Não só ele, mas muitos supostos repórteres especializados lançaram suposições deste tipo no ar. Especializados em que? Em revistas de fofocas? Qual repórter brasileiro especializado em automobilismo tem acesso a informações realmente privilegiadas? Talvez, talvez, Galvão e Reginaldo tenham contatos que possam passar-lhes esse nível de informação. Destes dois, nunca ouvi ou li nada a respeito destas propostas irrecusáveis.

A carreira de Rubens parece que sempre foi perseguida por teorias e suposições. Fatos reais e comprovados? Pouquíssimos, ou talvez nenhum. Ir para a Ferrari foi um erro? Sei lá. Tinha outra opção? Talvez tenha sido ingênuo, achando que quando Schumy se aposentasse, ele viraria o Rei da Cocada Preta. Ou talvez achasse que teria condições iguais e conseguiria mostrar que era no mínimo tão bom quanto o alemão.

Apesar de sempre defender Rubens, não considero sua carreira na Fórmula 1 vitoriosa e acho que seu tempo já passou. Se for para ele sair para dar lugar a um piloto novo com potencial, vai com Deus, Rubens.

Valeu pelas alegrias que nos deu. Valeu pelas grandes corridas em que você conseguiu demonstrar o seu talento, que não é pequeno. As corridas sensacionais na chuva, mencionadas pelo Ernesto.

Pena que realmente algo não deu certo, e a sua carreira para nós, torcedores, deixou um gostinho de “queria muito mais”.

Eu, pelo menos, queria você campeão. O campeão do kart, o campeão das categorias inferiores, arrojado e esbanjando talento. Aquele piloto brigão, que estreou na F1 partindo para cima de todos, coisa que os brasileiros que estréiam hoje na F1 não têm coragem de fazer. Não sei onde foi parar aquele piloto.

Infelizmente Ernesto, acho que a hora de bater já passou para Rubens. Ele deveria ter batido há muito tempo. Nesses que você coloca no seu texto, mas não agora. Acho que Rubens deveria aceitar o fim com mais dignidade. Desculpem-me os que não concordam, mas achei (pois não acho que ele estará na F1 no ano que vem) o fim da carreira dele melancólico.

E infelizmente, será motivo de muitas piadas formuladas pelos especialistas e imbecis de plantão.

Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo

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A Renault em Nova Deli
Ótima coluna do Ernesto Rodrigues. Rubens Barrichello é sim um dos grandes personagens do automobilismo brasileiro. Surgiu como uma super promessa, que naturalmente continuaria a saga vitoriosa dos brasileiros campeões na Formula 1, depois da Era Senna. Mal sabia que tudo mudaria rapidamente com os trágicos acontecimentos de Imola em 1994, que se iniciaram com ele.

Depois disso, sua carreira foi uma sucessão de erros e muitos poucos acertos. Assumiu equivocadamente a responsabilidade por um fardo pesado demais, o qual não tinha obrigação nenhuma de assumir. Deixou-se influenciar, foi inocente demais, falou demais, sentiu demais, mas não mostrou tudo, talvez sentiu a falta da mão firme de um bom empresário, de alguém poderia de fato gerenciar sua carreira.

Não atribuo a ele o adjetivo de azarado, apenas colheu o que plantou. Saiu da antiga Jordan, dizendo que a equipe não era profissional o bastante para ele, e ela brigou por vitórias e campeonatos, coisas da Fórmula 1. Arriscou tudo na novata Stewart Racing, do tri campeão Jackie Stewart. Lá esteve em casa, encontrou um local onde podia trabalhar, já não tinha aquela super pressão em cima de seus ombros, obteve bons resultados. Mas equipe foi vendida para a Jaguar e ele foi para a Ferrari, assumir o desafio de tentar brilhar ao lado da super estrela Schumacher.

Ele sabia que por melhor que fosse o seu trabalho, ele sempre seria apagado pelo foco dirigido amplamente para o alemão. Eddie Irvine avisou a todos que isso aconteceria, mas Rubens aceitou e dizia que na Ferrari não existia piloto 2 e ele era, sim, o piloto 1B.

Depois de uma convivência de seis temporadas, de muitas polêmicas, decisões anti esportiva, e mal explicadas, ele sai da Ferrari e foi para o novo projeto da Honda na Fórmula 1. Foi apontado como uma das estrelas para a temporada de 2006, mas foi batido pelo seu companheiro Jenson Button. Isso não é demérito nenhum, pois a Fórmula 1 é uma categoria super competitiva.

Concordo com o Felipe Massa: o Barrichello não tem que se humilhar para ter um cockipt em 2009, seria mais um equivoco. Acho que já é hora de parar, descansar, curtir as boa lembranças e os bônus que ganhou nessas 17 temporadas de F-1 e o recorde de participação em corridas de Formula 1, o que não é coisa para qualquer um.

Hermann, Itupeva

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E que venha 2009!

Puxa, se tivermos um campeonato com a mesma qualidade no ano que vem...

Massa fortalecido na Ferrari; Hamilton campeão; Alonso de volta à briga; Vettel na Red Bull; Kubica na hora de mostrar a que veio de verdade. McLaren lutando para manter o título; Ferrari lutando para corrigir as besteiras de 2008; Renault e BMW jogando cartas decisivas para se firmar e/ou voltar a se firmar...

Pneus slick de volta; lançamento do KERS; proibição dos apêndices aerodinâmicos. 2009, para mim, vai ser um divisor de águas na história da Fórmula 1. Anotem isso.

Agora imaginem tudo isso, com as seguintes novidades:

a) Mudança na pontuação: 12 pontos para o 1º; 8 para o 2º; 6 para o 3º; 5 para o 4º; 4 para o 5º; 3 para o 6º; 2 para o 7º e 1 para o 8º.

b) Reabastecimento não obrigatório (o que levaria as equipes a colocarem um tanque com maior capacidade, proporcionando a possibilidade dos carros irem até o final sem precisar reabastecer);

c) Mudança na regra dos treinos: sessões de 1h na sexta e no sábado, sendo a classificação definida pela média dos tempos das duas sessões (sem Q1, Q2 e Q3, sem limite de voltas, sem ordem pré definida, etc etc etc).

d) Pontuação extra: 0,5 ponto para o piloto que fizer o melhor tempo de sexta; 1 ponto para o pole position; 1 ponto para o piloto que liderar o maior número de voltas; 1 ponto para o piloto que fizer a volta mais rápida em corrida.

e) Descartes obrigatórios: sendo 18 corridas, valeriam os pontos marcados em 12 delas, descartando-se os seis piores resultados do final de semana (incluindo-se os pontos extras).

Alguém se arrisca a fazer as contas e ver qual seria o resultado do campeonato deste ano com esse sistema de pontuação?

Abraços a todos!

Humberto Mendes, São Paulo


Comente 11.11.08
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Massa e Hamilton se cumprimentam antes da largada
Bate neles, Rubinho!

O artigo do Ernesto é um dos melhores, se não o melhor, que li no GPTotal até hoje.

Assino embaixo.

Érico Calixto, Brasília

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Ernesto Rodrigues foi perfeito na frase “Explique, ainda, para quem te chama de banana, o que significa desintegrar um carro no alambrado de Imola, morrer por alguns segundos com a língua enrolada na garganta, e voltar a treinar, rápido, dias depois, num carro de Fórmula 1, enquanto todos ainda tentavam se recuperar das tragédias de Senna e Ratzenberger”.

Ninguém aqui tem um pingo de direito de criticar Rubens.

Ainnem Agon

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Só queria parabenizar Ernesto Rodrigues pela coluna Bate neles, Rubinho!.

Eu já estou cansada de ter que ler bobagens, comentários infundados, enfim... coisas de torcedor de fim de semana que entende porcaria nenhuma sobre automobilismo, a respeito de Rubens Barrichello e, quando surge algo tão bem focado e, sem aquele auê de querer agradar a massa Massista, tem, sim, que ser elogiado.

Confesso, aqui, ser minha primeira visita ao site, mas... com certeza, será a primeira de muitas porque gostei muito do que vi por aqui. Fico na torcida pra que outros meios de comunicação tomem o mesmo rumo que vocês. Já que, se estou à procura de informações sobre F1, não quero saber o que pensam os caras do Casseta & Planeta.

Mais uma vez, parabéns pela coluna.

Luiziana Gonzaga, Cordeirópolis

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Olá amigos do Gptotal!

Faz tempo que não escrevo para o site, mas não posso furtar-me da ocasião. Não escrevo para comentar a monumental prova de Interlagos, que decidiu o mundial, nem a equilibrada, sensata e digníssima forma pelo qual Felipe Massa encarou a derrota no campeonato. Derrota essa que veio depois de uma corrida que ele dominou de forma avassaladora, não dando a mínima chance a qualquer um de seus adversários, seja em piso seco ou molhado.

A razão é poder dividir a minha solidariedade com Rubens Barrichello. Não que Rubens precise de solidariedade de quem quer que seja. Isso fica claro quando confrontamos seus números, e como bem lembrou Ernesto Rodrigues, números conquistados em uma era de domínio de um certo alemão, o piloto mais completo a passar pela F1. Dois vice-campeonatos, nove vitórias e muitas demonstrações de pilotagem precisa em condições extremamente difíceis dizem por si só o quão rápido e competente ele pode ser. E mesmo assim, vale lembrar que Rubens, muitas vezes, foi mais rápido que o alemão com mesmo equipamento, coisa que muitos poucos conseguiram fazer.

Rubens serviu de chacota para boa parte da imprensa brasileira. Essa mesma imprensa não especializada, que nas mesas-redondas da vida, ao invés de analisar futebol, arrumava espaço para denegrir a imagem do piloto. Essa mesma imprensa que, em épocas de Grande Prêmio do Brasil, se espremia e se acotovelava para obter qualquer declaração do piloto, muitas vezes para serem “analisadas” sobre a ótica de jornalistas totalmente despreparados para falar de automobilismo. Rubens foi ridicularizado por programas “humorísticos” de televisão, de gosto duvidoso, para público que em sua grande maioria nunca vai entender a complexidade do esporte a motor, principalmente seu expoente máximo, a F1.

Rubens não precisa passar por mais este constrangimento, de servir mais uma vez de piada por procurar patrocínio para manter-se na categoria. É um piloto extremamente reconhecido pela mídia especializada, sobretudo a européia. Que cometeu sim muitos erros em sua carreira, talvez o principal o de querer assumir um fardo que ele não precisava; mas sempre foi um piloto rápido, constante e principalmente comprometido. E espero, sinceramente, que ele ouça o conselho de Ernesto Rodrigues e bata neles, que conte todas as situações que passou nesses anos todos. Bate neles, Rubinho, mas com elegância, sem apelações ou autopiedade. Saia desse esporte por cima, e corra em qualquer outra categoria que lhe dê o reconhecimento que você fez por merecer.

Parabéns Ernesto, pela coluna, e aos leitores do Gptotal pelo alto nível dos debates e opiniões aqui expressadas através desse mais um ano.

Fábio Caracciolo, São Paulo

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Boa tarde,

sou fã do Barrichello e participo do Fórum oficial no site dele. Ficamos encantados com o texto do Ernesto Rodrigues.

Como nenhum de nós soube responder de forma brilhante a essa péssima campanha, gostaria de saber se posso utilizar o texto da coluna para fazer uma brincadeira do bem. Fizemos recentemente uma petição online para o Rubinho e fez muito sucesso.

Os convido desde já para acessar o fórum.

Obrigada

Francine, São Paulo

www.barrichello.com.br/forum

Detalhe: o fórum é no site dele mas os fãs são independentes, a maioria nunca nem sequer o viu de perto, como eu. Já aviso porque tem gente que acha que ele patrocina as campanhas.

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Glock
Ao Ernesto Rodrigues,

Muito a boa a sua coluna, Bate neles, Rubinho! Concordo com praticamente tudo o que você falou, só uma correção: Rubinho não correu com motores Yamaha. Em 93 e 94 correu com motores Hart e em 95 e 96 com motores Peugeout. Quem correu pela Jordan com motores Yamaha foi o Gugelmim em 1992.

Sidnei Gadelha

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Uma pequena correção se é que permitem: Rubens correu com Jordan Peugeot. Quem correu com o Jordan Yamaha foi Mauricio Gugelmin em sua passagem pela Fórmula 1.

Obrigado, abraços

Rubens Fernandes Junior, São Paulo

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Ernesto,

parabéns!

Rubens Barrichello,

muito obrigado pelos momentos gloriosos que você teve na Fórmula 1. Muitas felicidades e sucesso nos novos projetos porque sucesso na Fórmula 1 você já teve. Não é qualquer um que tem o recorde de GPs disputados. Apenas o piloto que está entre os melhores poderia ter este recorde.

Se um dia estiver passando por Campinas, ficaria muito honrado em tomar um café com você e lhe dar um abraço pessoalmente.

Parabéns!

Ricardo, Campinas

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Caros amigos;

Em primeiro lugar parabéns ao Ernesto Rodrigues pelo que escreveu no Bate neles, Rubinho! Perfeito. É isso mesmo. Na minha opinião, o Barichello é muito mais piloto do que o Massa. Não é à toa que nas competições festivas com carros iguais, ele sempre está na frente do Massa. Parabéns. Pena que o Barichello escolheu a hora certa de começar na Formula 1, mas teve uma carreira medíocre por culpa dele mesmo.

Lembro-me que, quando o Rubinho foi para a Ferrari. Havia oficialmente um convite da McLaren, que desejava ter um piloto brasileiro na equipe, depois da morte do Senna. O encanto da Ferrari (e muito dinheiro) levou Barichello a submeter-se ao ridículo; anulando suas possibilidades e sua carreira. Foi fraco e até merece o ostracismo. Mas merece respeito. Muito respeito. Não é apenas um Riccardo Patrese. É muito mais que isso!

Também gostei muito do que escreveu Sidinei Gadelha. Quando ao José Everson de Abreu de Vitória, não tenho nem o que dizer. Ele nem me conhece e julga o site de mal servido, usando meu nome para isso. Você passou o ano inteiro criticando. Não escreve nada que preste, não tem opinião e acha o mesmo que 100 milhões de pessoas acham.

Abraços a todos

Firmo Neto, Recife

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É verdade que fatos novos com relação ao final do Grande Prêmio do Brasil em 2008 mostram que Glock teria facilitado a passagem de Hamilton? Ou são apenas especulações sem fundamentação concretas porque sinceramente aquilo foi de doer...

Germano Araujo da Silva, Sobral

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Os pilotos chegam para a foto - Clique para ampliar
Ao senhor José Everson de Abreu, de Vitória

Não sei se você acompanha esse conceituado site todos os dias, mas quero deixar bem claro que desde o começo do ano, fui um defensor público de Nelsinho Piquet, e quando esse começou a correr na F-1 era visível que ele não tinha se adaptado com a categoria. Ao contrário que você menciona, fui combatente à opinião do senhor Firmo Neto, pois acreditava que o piloto brasileiro estava passando por um processo de adaptação, e com o tempo iria conseguir progredir no campeonato. Caso você ache isso, é só consultar as minhas opiniões sobre Nelsinho nas provas anteriores.

O que culminou para que eu mudasse de opinião, não foi o fato do senhor Firmo Neto mencionar que Piquetzinho levou uma espécie de Massacre da Serra Elétrica do Fernando Alonso. Até porque é covardia fazer tal comparação. Mas sim por dois motivos:

1 - O repórter Felipe Mota da Jovem Pan de SP, fez a seguinte pergunta à Nelsinho Piquet: “Para quem você torce para conquistar o título de pilotos?” Esse, em tom de deboche, responde: “Eu torço pro Lewis Hamilton”, sendo que no GP do Japão o mesmo repórter fez a mesma pergunta e Nelsinho disse que torcia por Felipe Massa. Você não acha estranho?

2 - O segundo motivo, foi ver o brasileiro rodar sozinho no meio da Curva do Sol e, o pior, na minha frente, pois como mencionei, fui ver o GP Brasil em Interlagos. No setor F, em frente a Curva do Sol. No momento em que o brasileiro rodou, pensei que tinha quebrado alguma coisa, mas ouvi no rádio, sintonizado na Jovem Pan (não fazendo merchandising, mas essa rádio é a que tem a melhor cobertura sobre F-1) que o brasileiro errou sozinho. Pelo amor de Deus, quantas e quantas vezes Piquet não rodou sozinho? Tudo bem: errar é humano, mas persistir no erro é mediocridade pura.

Com a renovação de seu contrato, espero que Nelsinho tenha um bom desempenho na temporada 2009, e faça com que eu mude de opinião. Pois acredito que ele tem capacidade e carro pra isso.

E outra coisa!!

Antes que mencione que eu coloquei abobrinha nesse site, procure pesquisar sobre aquilo que escrevi. Aí sim, formule sua crítica, pois, com todo respeito, essa sua crítica está muito vazia. Você precisa pesquisar, amigo. Não vá colocar a carroça na frente dos bois. Mando minhas opiniões nesse site desde 2005, se elas são publicadas desde então, é porque elas têm lá o seu valor.

Se não está satisfeito com elas, paciência. Só peço ao senhor que ao tachar tais argumentos de forma agressiva, que você tenha explicações concretas sobre esses argumentos. Não jogue como se fosse uma criança mimada - você é bobo, você é feio!!!

Entendeu? Um efusivo abraço a você e a todos do GPTotal

José Jurandir Junior, Ferraz de Vasconcelos


Comente 10.11.08
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Desfile de pilotos em Interlagos Ao lado de Massa, de camiseta branca, está Ico


Pois é, Edu

E agora o Domenicali vem pedir desculpas nos jornais. Vá a fa cullo!

Alexandre, São Paulo

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Na compreensível falta de assunto enquanto a próxima temporada não vem, em vários lugares (aqui inclusive) houve gente fazendo as contas pra ver como ficaria o atual campeonato utilizando a pontuação prévia - 83 a 80 para o Felipe Massa. Conclusão: a nova pontuação prejudicou o impetuoso e aguerrido Massa e favoreceu o regular Hamilton.

Já é por si só bizarro reduzir a "regular" um piloto que fez corridas como a de Mônaco e a da Alemanha. Mas a maior ironia, sem dúvida, é o GP da Bélgica. Foi justamente por ser qualquer coisa menos "regular" que Hamilton, ao invés de se conformar com o segundo lugar, teve um fim de corrida brilhante, sendo o vencedor de fato e de direito até poucas horas depois, quando o prêmio por ser um piloto aguerrido e que luta pela vitória foi levar uma punição absurda que no fim das contas resultou em nada menos que seis pontos a mais para Massa - que ganhou uma "vitória" mesmo tendo já há muito tempo se conformado com a terceira posição enquanto Hamilton e Räikkönen se engalfinhavam na luta pela vitória.

Logo, é bom pensar duas vezes antes de culpar "este sistema de pontuação que premia os conformados"...

Lucas

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EC,

Nico Rosberg
a sua “teoria da conspiração” da BMW é bem divertida. Mas acredito que nem por 1 buzilhão de dólares a BMW toparia beneficiar a Mercedes. Nem a Toyota, que a equipe mais rica do grid.

Mas os brasileiros sempre inventam coisas interessantes e absurdas para justificar derrotas. Ou será que o Rubinho puxou o coro de “Schumacher, viado” por saber de algo? Afinal, Schumacher, Glock, Mercedes, BMW são todos alemães...

Seria uma reedição do terceiro reich? A fúria ariana ataca novamente?

Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo

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Esperei esse tempo apenas para ler os comentários.

Dizer que houve maracutaia por parte da Toyota ou seus pilotos, chega a ser absurdo.Por outro lado, o comportamento da BMW nos faz ter um leve levantar de sobrancelhas.

Outra coisa que observei: nunca saberemos se Alonso tinha carro para perturbar a vida de Massa, acho que não, mas, o fato do Raikkonen não atacá-lo nas últimas voltas me deixa com um leve sorriso no canto dos lábios.

Continuo dizendo na minha humilde opinião que Massa merecia desde o ano passado o título, ano passado se alguém merecesse sorte, esse ano por merecimento completo. Basta um piloto fazer uma boa corrida para enxergarem nele um novo ás (desde que não seja brasileiro), só prestaram atenção ao Vettel após sua vitória, o Alonso ninguém discute mas só no segundo semestre ele teve respostas do carro. Para mim o piloto do ano realmente foi o Felipe, digo isso sem brasileirismo apenas é a realidade mas, nossa visão tupiniquim nos impede de julgarmos com justiça quando se trata de um conterrâneo.

Erro, erro, erro, erro? Não consigo entender de onde alguém (que não tenha sido piloto) tira essa conclusão. Erros sempre existirão, não porque o piloto seja burro mas porque está em uma atividade de alto risco. Por isso sempre achei que a melhor fórmula para se decidir o campeão era aquela em que se descartava um certo numero de corridas (cinco na época) pois acredito que assim se equacionava a perfeição, ou seja, o piloto tinha uma margem e podia arriscar mais, além de ser regular.

Durval Pereira, Salvador






Oi Durval

Boa lembrança, a sua, sobre o descarte. Comecei a escrever sobre isso semanas atrás mas depois deixei de lado o assunto. Esclarecendo, a regra dos descartes existiu entre 1950 e 1990. Entre 82 e 90, só onze dos 16 GPs da temporada eram válidos para a contagem de pontos. Como o amigo Manuel Blanco explicou brilhantemente em sua coluna de 23/3/07, a fórmula para se calcular o número de GPs válidos era (número de GPs/2) + 3. Aplicando a fórmula à temporada atual, teríamos 12 resultados válidos, o que obrigaria os pilotos a descartarem seis resultados, incluindo-se ai quebras, acidentes e cabeçadas da equipe.

Abraços (EC)

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Boa Eduardo!

parabenizo-o por reconhecer Alonso na cabeça X Hamilton, como fez na coluna Os deuses galhofeiros. Não só por esse reconhecimento como por toda a matéria.

Em minha opinião, faltou apenas uma menção à mais linda ultrapassagem da temporada: Massa após a largada na primeira curva do GP da Hungria.

Abraços

Nicolau, São Paulo



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Glock, pivô da decisão de domingo passado
Na coluna Os deuses galhofeiros está escrito que Hamilton sai um pouco menor da disputa e que Alonso é o melhor.

Eu realmente não entendo.

Como pode o Hamilton sair menor após vencer o título contra um carro que conquistou mais vitórias, pódios, pontos, poles e voltas mais rápidas? O F2008 foi melhor em todas as estatísticas relevantes apesar de sofrer mais quebras e de todos os erros da equipe e pilotos durante a temporada. Se em ocasiões ele pecou pelo excesso e destempero, domingo ele foi absolutamente frio e cauteloso pensando apenas nos pontos que precisava conquistar o título. Se não fosse a chuva nas duas pontas da prova, ele passaria a corrida toda sem sequer ser incomodado ou passar perto dum 6o lugar.

Após o fiasco no Japão, Hamilton fez duas corridas impecáveis. Com motor novo e carro rápido, dominou o GP da China, deixando muitos perplexos e procurando respostas, vide Ferrari após a prova. Com motor usado no Brasil, preocupou-se em cuidar do carro e o levar até o final sem sustos. Missão cumprida, lições aprendidas, título no bolso, campeão mais jovem da história.

Não era esse o Hamilton que no começo da temporada foi julgado jovem demais para levar a McLaren ao título? E agora? O que dirão? Onde exatamente ele ficou menor?





Quanto ao Alonso, bastou alguns bons resultados para que seus fãs ressurgissem. Engraçado é que ninguém comenta a melhora do carro, que começou o ano atrás da BMW e terminou bem à frente. É como se os resultados de sua segunda metade da temporada fossem quase milagres do espanhol. Ou então o Alonso é também engenheiro e fez muitas horas extras na fábrica.

O Alonso é excepcional, seus títulos e marcas não deixam dúvidas. Mas é bom que se mantenha a perspectiva. Contra um companheiro de equipe veloz em 2007, ele errou mais que em toda sua vida contra o Fisichella. Há quem goste de culpar a McLaren por ele não ter sido campeão. Que tal culpar o carro destruído em Fuji? Ou então os inúmeros erros em Montreal? Ou as corridas em que Hamilton o desbancou apesar de ser apenas um novato?

Eu não estou convencido assim que ele é o melhor. Hamilton está aí com o título. Raikkonen pode acordar com 2009. Vettel está dando passos firmes rumo ao estrelato. Kubica deixou seu recado bem claro esta temporada. Massa corre por fora, e se ele deixar de cometer erros?

Érico, Brasília

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Eduardo,

Sobre um comentário que você fez, com relação à suspensão da Ferrari e seus efeitos sobre os pilotos, penso que, num campeonato onde os limites são tão altos e pequenos detalhes trazem resultados tão grandes, esta diferença entre os estilos de pilotagem de cada piloto deva ser respeitada dentro da equipe. Nesse ponto, talvez tenha faltado a liderança de um Jean Todt ou Ross Brawn na Ferrari para identificar qual a melhor configuração de carro, levando em conta o estilo de cada piloto.

Percebi que, em algumas corridas, os dois pilotos da Ferrari utilizaram configurações aerodinâmicas diferentes em seus carros, vide Espanha e China (para citar as mais visíveis). Portanto, não seria possível a equipe utilizar suspensões com configurações diferentes aos seus pilotos ou existe alguma regra que impede isso?

Grande abraço!!

Júlio Rissa, Foz do Iguaçu

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Qualquer coisa que Piquet ou Piquet Jr venham a dizer é motivo para estardalhaço de um ou outro aqui.

Esse José Jurandir, na falta do que dizer, vem com mais essa. Agora é proibido torcer pelo Hamilton, heresia imensa não torcer pelo Massa. Ah, virou inveja do Piquet diante do esforço do Massa... É abrobrinha demais pra minha cabeça. Bem servido o GPTotal. Firmo Neto e José Jurandir.

José Everson de Abreu, Vitória

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Hamilton persegue Fisico
Não me simpatizo nem um pouco com Felipe Massa, mas não vou deixar nunca de reconhecer que este ano foi a redenção do Felipe.

De um piloto que apesar de já ter algumas temporadas de F1 nas costa era ainda no começo desta temporada um garoto imaturo e inconstante, vi surgir no final um homem com personalidade e moral que com certeza vão leva-lo ao titulo mundial em breve. Se ainda não é completo, também não lhe falta méritos para ser campeão. Sua coragem no GP do Brasil aonde apesar de toda a pressão cumpriu o seu papel com louvor, ao contrário do Hamilton que nitidamente amarelou e mesmo assim foi o campeão.

Fiquei surpreso com a sua imagem ao sair do carro, pois esperava vê-lo triste, mas o que ele passou foi de que agora ele próprio está convencido de que é um bom piloto e que se depender dele será campeão do mundo o que já podia ter até acontecido este ano e merecidamente.

Parabéns Felipe !!

Marco Memoria, Rio de Janeiro

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Edu e camaradas,

Seria um pecado se o Lucas di Grassi não fosse titular em 2009, ele sempre se destaca, digo isso desde de 2006 quando ele corria pela Durango, espero mais dele do que do Piquet , do Senna, do Buemi ou do Grosjean.

Rubinho nos treinos de 5a feira, em Interlagos - Clique para ampliar
Os 14 milhões do Senna vão pesar tanto assim pra Honda? Eles não são cheios da grana? Sinceramente torço pra que Bruno Senna corra na Toro Rosso no ano que vem, pra que Di Grassi corra na Honda em 2009. Seria no mínimo ridículo ver as portas que se abririam para ele sendo fechadas por dois brasileiros bem abastados e apadrinhados, além de terem o peso do nome. Acho que a Renault faz muito pouco por ele, por causa da porcaria de um motor Renault, o Briatore colocou o Weber na Red Bull. Na minha humilde opinião, dos pilotos que ainda estão disputando as últimas vagas do Grid, Di Grassi é quem tem mais a oferecer e a preço módico!

Barrichello se converteu no piloto menos atraente. Grosjean encantou na GP2 Asia Series, mas na séria principal ficou abaixo do esperado, dado o carro que tinha, acho que ele e o Buemi precisariam de mais uma temporada na Gp2, não lhes faria nenhum mal. Acho que o mais justo (patriotadas a parte) seria a Honda optar por Di Grassi, a Toro Rosso optar por Senna, tendo a seu lado Bordais ou Sato (prefiro o japonês). Queria muito que Barrichello corresse por mais uma temporada, eu acompanhei a sua carreira desde a primeira corrida em Kyalami em 93, mas acho que a F1 já não tem lugar pra ele, mais uma vez a parte operacional de sua carreira funcionou muito mal, ele focou a Honda e a mesma o dispensou muito em cima da hora, não restando pra ele um cockpit, decente ou não, pra 2009. Acho que é hora do Rubinho ir pra IRL e mostrar que ainda é capaz de ser campeão, acho que ele ainda pode.

Não gosto de comentários amargos mas não posso me privar deste: depois de um ano totalmente confuso, onde fez pouquíssimas corridas boas, alternadas por corridas ridículas, repletas de acidentes e rodadas, Nelson Angelo Piquet conseguiu se manter na Renault pra 2009, graças a influência de Bernie Ecclestone, que é amigo de Piquet, e considera o sobrenome importante pro Marketing da F1, algumas fontes chegam a dizer que Bernie intercedeu junto a Briatore e até mesmo recorreu a Carlos Ghosn (que não gosta de F1), para que Piquet tivesse mais uma chance. Agora me pergunto: como nós vamos nos comportar agora? O Galvão que tanto detratou Nakajima, Katayama e todos os outros japoneses, que segundo ele só corriam na F1 por causa dos milhões da Honda, e agora? Será que tem algum narrador japonês fazendo piada com a condição e o desempenho do Nelsinho? Será que tem algum narrador canadense o chamando de Chincane ambulante? Será que as pessoas no Japão ao vê-lo pilotar vão dizer que os brasileiros são barbeiros por natureza?

Ps: fiquei feliz ao saber que Piquet vai ter mais uma chance, acho que ele pode melhorar, o que ele fez até chegar a F1 mostra que ele é capaz mas não posso ser cego ao ponto de ignorar a política envolvida, a boa e velha politicagem que nós tanto execramos. Qualquer outro piloto que teve o desempenho dele teria sido demitido no meio da temporada e estaria procurando um lugar na IRL.

Abraços,

Sidinei Gadelha

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São emoções assim que a F1 precisa.

Massa, vencedor em Interlagos