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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 11.09.08 |
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Chuva em Monza?
Mauro Fernando, São Paulo
Pois é Mauro. Ninguém foi capaz de lembrar até agora de um precedente pra chuva em GPs em Monza.
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Edu,
Me permita discordar da sua coluna “Uma decisão política”.
Assim que saiu a decisão eu torci o nariz. Pensei com os meus botões que havia malandragem da Ferrari. Fiquei chateado e comentei com minha esposa que não gostaria que o Massa ganhasse o título com essa mácula.
Pouco tempo depois ouvi um comentário do Rubinho em que dizia que o Hamilton havia sido malandro e que a devolução da posição foi uma enganação. Fiquei com a pulga atrás da orelha.
A opinião do Alonso não conta, mas quando soube que os pilotos haviam combinado entre si que em casos como o ocorrido a devolução de posição deveria ser efetiva e que quase todos concordavam que o Hamilton havia burlado o combinado, minha pulga virou um gafanhoto.
Lendo o Blog do Capelli vi o comentário de um colaborador extremamente minucioso, complementado com cópia digitalizada da documentação e da legislação aplicada no caso e me convenci definitivamente que a punição estava correta.
Como disse Massa, o Hamilton foi afobado demais. Ele estava muito mais rápido que o Raikonen e poderia possa-lo mais à frente. Está pagando pela falta de tranquilidade novamente.
Um abraço a todos,
Saulo Caram, Brasília
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Oi Saulo
O seu questionamento me dá a oportunidade de retomar um ponto que deveria ter enfatizado mais em minha coluna: o comportamento de Lewis Hamilton foi profundamente influenciado pelo de Kimi Raikkonen e por sua incapacidade em segurar o Ferrari na pista depois que começou a chover.
Visto de outra forma: o que o regulamento ou acordo de cavalheiros prevê se o piloto que acaba de recuperar a posição perdida por um talho na chicane está com visíveis problemas de aderência? E se ele freia muito antes da curva seguinte à recuperação da posição, seja por falta de colhões seja porque seus pneus perderam toda a aderência? O que o piloto que vem atrás, que deixou-o assumir a dianteira e que colocou o próprio carro na caixa de câmbio do adversário, deve fazer até que possa passá-lo novamente?
Note um detalhe interessante e que também deveria ter sublinhado em minha coluna: Kimi estava obviamente vigiando Hamilton pelo retrovisor na aproximação da La Source, a ponto de esboçar uma manobra de defesa, tímida, dados os problemas de aderência do Ferrari, mas ainda assim de defesa, o que possibilitou a Hamilton aplicar-lhe uma espécie de drible, como o que Mansell deu em Piquet em Silverstone 1987.
Na condição em que estava o Ferrari, Kimi simplesmente não tinha como se defender de Hamilton, o que justificou as declarações mais agressivas do inglês de ontem (“Esse é o jeito de Kimi guiar. Se você não tem colhão para frear mais tarde, problema seu” e “É justamente nessas situações que um piloto pode realmente chegar ao limite, e acho que sou muito bom nessas condições. Eu estava sentindo o carro melhor que ele, sabia onde colocá-lo para fazer a manobra e fiz”), ainda que não concorde com o juízo que ele fez de Kimi. Certamente não faltaram colhões ao finlandês; faltou aderência e um pouco mais de habilidade e calma na condução do carro rumo à linha de chegada.
Abraços
Eduardo Correa
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| Kimi fez o melhor tempo desta sexta feira |
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Olá Edu e colegas do GP Total!
Surgiu-me uma dúvida no já bastante controverso caso da ultrapassagem de Hamilton em Kimi.
Existiria a possibilidade e não teria sido mais correto, no momento que Kimi fecha a porta de Hamilton a caminho da segunda perna da chicane, Hamilton ter freado ao invés de cortar a chicane?
Abraços a todos
Ewerton Hernandes De Pedri, São Paulo
Boa questão, Ewerton, mas ela nos leva ao plano das intenções: Hamilton cortou a chicane para obter vantagem ou apenas para não bater em Kimi? É quase impossível julgar intenções. É preciso se ater aos fatos e, neles, Hamilton cumpriu o regulamento.
Abraços (EC)
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Não pude ver o replay mas acredito que os comissários foram por demais condescendentes com Kimi na Bélgica.
Parece-me que este tirou benefício por fazer intencionalmente o raio da curva mais aberto e por fora na largada, obtendo mais giro no motor e suponho que mais torque quando esteve do lado de Massa para armar a ultrapassagem, ao passo que Lewis veio de trás de Kimi, depois de devolver-lhe a dianteira.
Kimi estava patético na chuva e esqueceu como se guia. Punir Hamilton por isso não faz sentido, enquanto Massa, com motor de segunda mão, manteve a cautela no momento decisivo, um bom sinal de maturidade, e ainda estava mais inteiro na chuva para ganhar posição caso houvesse mais uma infinita volta na alagada Spa.
Foi lastimável para o espetáculo a chuva vir tão tarde, no entanto valeu Massa, torço por você.
Saulo Enoqui Crema, Vitória
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| Fisico em meio ao dilúvio de Monza |
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Caros amigos
Tá complicado entender essa regra. É fato que o Hamilton levou vantagem em cortar a chicane. Ele sai meio carro na frente do Raikonnen e acelera um pouco menos até o Raikonnen passar o bico do seu carro à frente do Hamilton. A partir daí é aceleração total dos dois. A própria McLaren alega que o Hamilton estava 6 km/h mais lento do que Raikonnen na linha de chegada. Só esquece de falar que estava a menos de um carro de diferença. É pouco numa reta. Isso pra mim é levar vantagem ilícita.
Só que deveriam punir meio grid na largada porque levaram vantagem na la Source. Foi uma festa de gente passando e levando vantagem pela área de escape.
Além disso deveriam punir o Massa e o Kubica por usar as áreas de escape no GP de Fuji.
Fica meio sem sentido se for levada ao pé da letra, né?
Se não houvesse essas áreas de escape asfaltadas, isso não teria acontecido. O asfalto deveria ser diferente, que não permitisse uma vantagem. Ou a colocação de pequenos obstáculos que poderiam danificar o carro. Assim não teríamos essa festa.
Se não houvesse asfalto onde Hamilton passou, ele tiraria o pé e entraria atrás do Raikonnen, afinal na tangência da curva ele (Hamilton) estava atrás.
E acho que foi precipitação do Hamilton. Ele poderia contornar a la Source atrás do Raikonnen e passa-lo logo depois da Eau Rouge. Ele estava mais rápido. Ninguém falaria nada.
Vendo o vídeo me veio outra questão: na reta depois da Eau Rouge, Raikonnen se aproxima do carro do Hamilton. Hamilton fica na direita, depois vai para a esquerda, volta para a direita e finalmente vai para a esquerda fazer a tomada da curva. Quantas vezes é permitido ao piloto mudar a trajetória na reta em disputa por posição?
Abraços
Julio Oliveira, Campinas
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| Alguns pontos de acesso do público ficaram alagados |
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Houve exagero na Punição?
Alguns companheiros me escreveram muito esta semana, considerando a punição aplicada ao piloto Lewis Hamilton no GP da Bélgica severa demais. Muitos queriam saber minha opinião.
Aproveito aqui, para definitivamente opinar sobre o assunto.
Para mim não foi radical. Para mim não foi nada. Foi simplesmente sacanagem e mais nada. Hamilton não infringiu em nada o regulamento. Tomei o cuidado de ler algumas vezes o regulamento e definitivamente, não houve nada. Hamilton cumpriu a risca o que manda a cartinha e as regras. Até então não sei o que a Mclaren está esperando para retirar-se, como protesto, do campeonato. Não há nenhuma possibilidade, lendo e relendo o regulamento, de admitir qualquer punição ai inglês.
O regulamento diz o seguinte: “se um piloto se beneficiar de outro ou de outros, utilizando-se por uma eventualidade de um trecho de pista não convencional (atalho); deverá para evitar punições impostas, ceder na pista a posição ou as posições que conquistou com a atitude”. Pronto. Isso diz tudo. Hamilton fez exatamente isso. Caso o regulamento dissesse que “o piloto deveria ceder a posição e permitir que o outro concorrente abra vantagem ou que o piloto cedesse a posição e completasse uma volta atrás com competidor, aí tudo bem. Mas o regulamento não fala nada disso. O que o regulamento fala, o Lewis cumpriu a risca. Até agora não entendo por que as outras equipes não se juntam e tomam uma providência para acabar com “os políticos” que tomam decisões estúpidas na formula 1.
Esta semana coloquei-me a pesquisar sobre Fórmula 1; aliás, isso é coisa que faço há um bom tempo; aproveitando meu pouco tempo livre.
Uma coisa em especial me chamou muito a atenção. Muitos brasileiros passaram pela F1 sem terem conseguido destaque relevante na categoria. Alguns, com ótimos currículos em outras categorias, mas na principal categoria do automobilismo; nenhuma notoriedade.
Em termos de “quantidade”, em 2001 batemos o recorde. Um total de 5 brasileiros disputaram àquele campeonato. Justificando o que eu disse; apenas 1, Barrichello pontuou. Os outros 4, Zonta, Burti, Bernoldi e Marque, nada fizeram. Sequer um ponto foi conseguido. Seus companheiros, embora tenham tido resultados também sem expressão, pontuaram e carregaram suas equipes no colo. Ou seja, 2001 foi o “ano da tortura”. Os brasileiros foram “torturados” por seus companheiros de equipe. Barrichello, com uma Ferrari, tinha que submeter-se aos caprichos da própria equipe e do Schumacher.
Até o inicio do novo milênio, tínhamos uma imagem muito boa na categoria. Lembro quando o Roberto Moreno saiu de sua equipe de Fórmula 3 para voltar à Fórmula 1; seu chefe de equipe pediu que ele convidasse um amigo brasileiro para ficar na equipe. Essa era a imagem. Hoje, desgastado pelos “anos de vergonha” do Barrichello na Ferrari, tendo, por vontade própria ou pelo sonho de pilotar uma Ferrari, que submeter-se ao ridículo, nossa imagem é bem outra.
Entre tantos pilotos que cruzaram o mundo pilotando as máquinas mais famosas, podemos citar: Luiz Bueno, com apenas 1 corrida disputada. Wilson Fittipaldi Júnior com 35 GPs e 3 pontos. Chico Serra, com 18 GPs disputados e apenas 1 ponto. Raul Boesel, com 23 largadas e nenhum ponto. Roberto Moreno, que viveu um bom momento na Benetton em 1991, mas foi e saiu, foi a saiu algumas vezes, com 42 GPs, 1 pódio, 1 melhor volta e 15 pontos. José Carlos Pace com 72 GPs, 1 vitória, 6 pódios 1 poles position e 5 voltas mais rápidas.Maurício Gugelmim com 74 GPs parecia que alçaria vôo, mas nada aconteceu. Pedro Paulo Diniz, com 98 GPs e 10 pontos na carreira. Os outros; Ricardo Rosset, 27 GPs; Ricardo Zonta, 36 GPs e 3 pontos; Enrique Bernoldi, 28 GPs e nenhum ponto; Tarso Marques, 24 GPs e nenhum ponto; Luciano Burti, 15 GPs e nenhum ponto; Antônio Pizzonia, com 20 GPs não mostrou para que veio. Cristiano da Matta, fez 10 pontos em 28 GPs e merece o destaque de ter sido companheiro de equipe de Olivier Panis; bom piloto que terminou o ano de 2001 atrás do brasileiro. Total de 6 pontos, contra 10 Cristiano.
Dessa forma destacamos que o Brasil, teve vários representantes nos últimos anos. No final dos anos 90 e início dos anos 2000, vários representantes brazucas atraíram os chefes de equipe; talvez procurando um novo Senna, que jamais apareceu. Ao contrário, a grande maioria deles passaram pouco tempo e decepcionaram os brasileiros e os donos de equipe.
Abraços;
Firmo Neto, Recife
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GP da Bélgica!!!!
Que largada fez Kimi Raikonnen! Foi decisivo, astuto e decidido. Hamilton foi o cara que fez certo tudo a corrida inteira até... (deixa pra depois). Massa foi mal na largada e durante a prova estava conservador até demais, assim como Hamilton, se segurou onde estava. A corrida no seu geral, tirando as 2 primeiras voltas e as 3 últimas, foi um tédio.
Muito me surpreendeu o Sebastian Bourdais que em 7º chegou, largou divinamente bem e se manteve lá na frente. Agora precisa continuar a fazer um bom trabalho se quiser permanecer na F1, já que a Toro Rosso não está de se jogar fora, ao contrário da carroça da Honda. Que me desculpem os carroceiros, mas a Honda está podre como uma cachoça velha. Mas é claro que a esperança em torno de Ross Brawn para o ano que vem ainda está na cabeça de Rubens Barrichello, que merece permanecer pra o ano que vem.
O Alonso deve falar nas próximas semanas pra que rumo ele vai. A não ser que ele queira a atenção da imprensa mundial que está tendo com essas conversinhas furadas dele de hora falar da Honda e hora falar da BMW, pra mim o certo é que ele não deve mesmo ficar na Renault. O Nelsinho ao meu ver merece mais um ano, apesar da inconstância em seu campeonato. O filho do Tri Piquet merece essa milionária chance.
Sinceramente não acho que o Massa merecesse a vitória desse grande GP da Bélgica. Acho que o merecedor dessa ilustre corrida seria o aposentado Kimi Raikonnen, pela excelente largada, ou até mesmo o afobado Lewis Obama Hamilton - e não o Massa. Mas justiça seja feita, o Lewis não levou porque fez algo ilegal e foi devidamente punido e o Kimi não levou porque ao contrário do Massa não conseguiu segurar sua Ferrari na pista: muro e cova pra ele.
O Alonso vem mostrando que é o Alonso e vem trazendo a Renault nas costas, mais não desmereço o Piquet Jr., pois se a situação fosse o contrário (o Alonso estreante e o Piquet o bi campeão), certamente seria o brasileiro que estaria levando o carro francês nas costas. A Toro Rosso vem mostrando que está muito bem. Será que é uma boa o Vettel ir pra Red Bull?
Estou achando que o piloto que vier pra se sentar no carro da Toro Rosso ano que vem estará em um belo lugar. Bela estratégia fez a BMW, chamaram o Heidfeld lá de trás pra trocar os pneus e o decadente alemão passou todo mundo e chegou em 3º, o que horas depois se tornaria o segundo lugar. Já o Kubica, com a patinada certeira do Raikonnen no muro, ocupa agora o 3º lugar no campeonato. Ao Massa, restou a incrível sorte de chegar em segundo e depois de se transformar no vencedor do grande Grande Prêmio da Bélgica.
O momento que ficará em minha lembrança foi quando aparecem os líderes Hamilton e Raikonnen rodando na pista e eu e o Cléber Machado em dueto gritando: “Cadê o Massa, Cadê o Massa, aparece Massa, aparece Massa”. Assim como uma outra frase do mesmo CM em meados de 2002 num tal GP da Áustria, como se fosse hoje eu me lembro: “Aí vem Rubinho pra vencer, hoje sim, hoje sim, hoje sim... hoje não... hoje não...
Vale a torcida pelo nosso Felipe Massa para quem sabe nos desprendermos um pouco do passado, aliás um belíssimo passado que infelizmente não volta mais. Vale a torcida pela permanência de Rubens Barrichello e Nelson Piquet e pela vinda de Bruno Senna e Lucas DiGrassi.
Só pra lembrar, bela corrida do nosso Homem-Aranha Hélio Castro Neves. Não foi desse vez ainda, parabéns Hélinho.
Valeu e mais uma vez fico agradecido pela paciência de vocês e pela oportunidade.
Rômulo Rodriguez, São Paulo
Edu, Alê, Ico, Flávio Gomes, Capelli, (só não consegui descobrir a opinião do Panda), todos foram unânimes em criticar a punição aplicada a Hamilton. A voz dissonante foi do Reginaldo Leme (será por causa do beneficiado direto e dos intere$$e$ globais?). O argumento foi, mais ou menos, o mesmo, lastreado no espetáculo: não punir quem busca a ultrapassagem, não punir a ousadia etc.
Ao contrário do que afirma Eduardo, não considero solar a questão de que Hamilton devolveu a posição. Reitero o que já escrevi antes: Hamilton estava na parte limpa da pista e com mais grip somente porque cortou a chicane. É o argumento dos comissários: cortou a chicane e obteve vantagem. E obteve mesmo.
Mas, honestamente, eu queria apenas uma resposta dos colunistas (que tenho tanto apreço e dos quais odeio divergir): e o lado ético? Vale a pena a ultrapassagem a qualquer custo? Usando de qualquer expediente? Esparramando na curva para que o outro piloto vá para fora da pista ou cortando deliberadamente as chicanes. É esse o automobilismo que nos apaixona?
Não seria a ultrapassagem limpa, onde o limite do carro e o limite do homem se unem no limite extremo do circuito, o que deveríamos almejar? Como Piquet na Hungria 86. Como Villeneuve e Arnoux em Dijon79. Não quero crer que após Senna x Prost, que após Schumacher, a única ética viável seja a da bastardia. Ou que, depois de engolir as atitudes antidesportivas de Prost e Senna, de Schumacher e de Alonso, tenha agora que engolir as de Hamilton... para o bem do espetáculo.
Anderson Cardoso Rubin, Brasília
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Já li vários comentários sobre a corrida do último domingo. E tenho comigo as seguintes questões:
1 - se não pode cortar pela área de escape para evitar uma batida, pra que ela serve então?
2 - se quem usar a área de escape tem que passar pelos boxes (ou perder 25 segundos do tempo total da corrida), porque ninguém mais foi punido já que na primeira volta a área de escape virou parte da pista e durante a corrida outras áreas também foram usadas por vários pilotos?
Finalmente tenho a dizer que em breve teremos o acréscimo de uma nova regra na Formula 1. Não é mais permitido ultrapassar nenhum carro na competição sob pena de perder 25 segundos na classificação geral.
rsrsrs - 1 abraço
Geriberto Barbalho, Parnamirim (RN)
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Firmo,
A explicação que você quer é fácil. Não existe no regulamento oficialmente (o que eu acho errado de qualquer jeito, mas é o regulamento) aquela questão de devolver a posição depois do corte de caminho, há sim um acordo verbal de cavalheiros para que isso seja feito (para evitar as vezes que um piloto não tenha sua corrida estragada perdendo 25, 30 segundos, bastando apenas devolver a posição).
O que isso quer dizer, o Hamilton não pagou em vias de regra sua infração, ao se posicionar atrás do Raikkonen. Também pensei da mesma forma, mas ao debater com outros colegas em fóruns da internet e recorrendo a regulamentos e algumas pesquisas, vi que esse lance não é de fato uma regra oficial mas sim um acordo.
A punição via regulamento foi justa? Foi. Mas esse tipo de coisa abre um precedente muito perigoso. Quem acompanha F-1 há muito tempo sabe que nem todo mundo precisa descumprir as regras para ser punido, assim como nem sempre quem cumpre está isento da punição.
Ninguém até agora comentou, mas um lance parecido aconteceu no GP da Hungria de 2006, envolvendo Schumacher e de la Rosa (Então de McLaren). Schumacher com pneus em frangalhos não consegue segurar o carro em uma chicane e sai reto, dá passagem para de La Rosa e apenas espera o aerofólio dianteiro alinhar com a roda traseira da McLaren para tangenciar por dentro e retomar a posição, depois cairia de rendimento e terminaria em 8º lugar (se eu estiver errado me corrija). Não me lembro de ter havido nenhuma punição, embora a manobra tenha repercutido bastante. Fico pensando o que poderia ter acontecido se o Schumacher por acaso vencesse aquele mundial em cima do Alonso por apenas um ponto (este da Hungria), quando o Regulamento de fato não foi cumprido.
Schumacher em 1994 foi desclassificado de uma corrida (que venceu) e suspenso por 2 Gp´s por que a prancha de madeira colocada abaixo do carro desgastou 1 mm (isso mesmo 1 milímetro!!!!).
Em que denominador se chega com isso tudo? Não deixar que um piloto decida um campeonato a seu favor muito antes do final. Até compreensível, que organizador, emissora de TV, anunciantes, vendedor de ingresso quer ver seu evento já terminado o quanto antes?
A Fórmula 1 hoje é tratada como uma peça de teatro, ou uma novela ou um filme, no qual o que acontece tem que ser interessante para quem vê, e não o contrário (as pessoas gostarem do esporte por amor, ou por interesse mesmo).
Tudo isso sempre foi assim, mas realmente tomou proporções dantescas com o regulamento feito sempre nas coxas, no maior desespero para conter a superioridade técnica da Ferrari e do Schumacher, desde 2002.
O treino de classificação hoje é bom para o público, mas não para o esporte. Premiar 40% do grid com pontos é bom para o público, mas não é bom para o esporte. E por aí vai.
Isso tudo, desde que a F-1 foi entregue a um cidadão que definitivamente não é do ramo, que abandonou o comando de uma equipe de F-1 para fazer dela sua mina de ouro e do público um bando de babacas. Daqui a pouco o vencedor da prova vai ser decidido por votação por telefone, como no Big Brother.
Dirigente pra mim, tem que ser um cara que imponha os interesses do esporte sobre os outros (montadoras, televisão, público, Associação disso ou daquilo) e não o contrário. Deixando de lado as richas que este teve com Ayrton Senna, o último dirigente que incorporava isso tudo respondia pelo nome de Jean Marie Ballestre.
Piloto Morreu? Faz parte do jogo, quem tá na chuva é pra se molhar...Os custos estão altos? Sai e vai pra Fórmula 3. O Público não está gostando? Desliga a Televisão. Acho que só no dia que o dirigente resolver peitar tudo isso, é que podemos ter uma luz no fim do túnel.
Abraços,
Bruno Pagiola, Vitória
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Regras e condutas
Toda regra tem exceções, mas sobretudo interpretações.
No caso específico que se tem comentado nos últimos dias, vamos nos deparar com a velha questão daquilo que é legal contra aquilo que é moral. O importante é que essas duas vertentes (sob a luz de uma regra, ou uma sob o peso de uma lei) caminhem juntas. Nem sempre é o que acontece, o que dá margem às mais diversas interpretações. E interpretação, em se tratando de esporte... esbarra na paixão!
Fatos:
a) Hamilton ultrapassou Raikkonen cortando a chicane - regra quebrada.
b) Hamilton devolve a posição para Raikkonen - regra restaurada.
Sob o ponto de vista da legalidade, nada a se comentar ou reparar. Contudo, sob o ponto de vista da moralidade, muito a se criticar.
De fato, o regulamento não faz menção a deixar o adversário reabrir 3 segundos, como o amigo Firmo Netto citou; porém, antes da lei, há coisas como bom senso, conduta desportiva, fair play, cavalheirismo, além da própria moralidade e seus valores. Por este motivo, acho que foi válida a punição ao Hamilton.
Só não gosto dessas coisas que a Fórmula 1 faz que acabam gerando esse tipo de crítica. SE fosse ao contrário, a McLaren prejudicada, qual seria a decisão? SE fosse o Prost e não o Senna que tivesse cortado a chicane e fosse empurrado pelos fiscais no Japão 89, qual teria sido a decisão?
Amigos, se nós aqui não conseguimos entrar num acordo, que dirá os caras lá, no calor do momento. Se for assim, então, vai valer tudo daqui a pouco. Ou, como eu disse há um tempo atrás, radares e outros elementos controladores vão multar todo mundo.
Qual o princípio do automobilismo? Ser o mais rápido, chegar na frente dos adversários... contudo, respeitando regras estabelecidas (com as quais podemos até não concordar). Por este motivo, a necessidade de termos regras claras e não interpretáveis em sua essência.
Ou então, vamos colocar uns blocos de concreto nas chicanes! Quer cortar caminho? Beleza, não tem punição; porém, reze prá não destruir o carro! Porque não existe punição prá quem anda na grama? Porque teoricamente o cara vai estar em desvantagem, com menos tração.
Torço pelo Massa. Quero que ele seja campeão, sim. Deu azar outro dia, perdeu 10 pontos certos.
Neste domingo deu sorte... pela metade. Quem dá sorte, mesmo, é o Hamilton. O cara é punido e ainda fica em 3º lugar... o cara fura pneu em Mônaco, volta e ainda marca pontos.
Tem uma bela estrela esse Lewis... vai ser campeão logo logo, só espero que não neste ano.
Abraços a todos,
Humberto Mendes - São Paulo
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Prezados Amigos do GPTotal
Como era de se esperar, a punição Lewis Hamilton causou polêmica. Mesmo tal punição tendo sido favorável ao Felipe Massa, penso ser oportuno analisarmos algumas questões:
- Provavelmente, Massa está, no mínimo, desconfortável com esta situação, pois certamente, esta, não é a maneira preferida dos pilotos, em geral, apreciarem uma conquista de vitória;
- Se esta atitude dos comissários de pista for fruto de um rigor (desejável) às eventuais arbitrariedades cometidas durante a competição, sejam por pilotos, mecânicos, chefes de equipes, dirigentes, etc. penso ser fato positivo.
- Se for com o objetivo de (pegando emprestado o termo) nascarizar a F1, me parecer ser negativa a questão.
- A eventual volatilidade das decisões é também prejudicial à F1, pois cria um clima de incertezas e muita pressão, além da pressão natural que existe e que não é pequena.
Agora, analisando um pouco a questão, dentro do que foi possível ver e perceber nas imagens fornecidas pela televisão, imagino serem possíveis algumas ponderações:
1 ) Não resta dúvidas, que Hamilton "espalhou" na Chicane, com o objetivo claro de evitar a batida entre os carros;
2 ) Um dos objetivos das chicanes, ainda que de forma secundária, é de servir, também, de área de escape, pois antes de mais nada, deve prevalecer a segurança.
3 ) É permitido aos pilotos usarem as chicanes para executarem manobras evasivas, evitando desta forma, os acidentes.
4 ) Do mesmo modo, qualquer piloto que obtenha vantagens em sua posição de corrida com tal manobra, deve restituir a (s) posição (ões) ganha(s) deste modo ao(s) competidor(es) que for(em) prejudicado(s).
5 ) Caso tal piloto não restitua as posições ganhas, está sujeito à penalizações por parte da direção da prova, que se vale da opinião de seus comissários e de sua própria opinião, é claro, para deliberar o que será feito a seguir,quais penalidade aplicar etc.
É neste ponto que iniciam-se as controvérsias, pois as interpretações podem ser variadas, principalmente, dependendo do ponto de vista de cada comissário. Por exemplo, até onde sei, desconheço critério específico para que a (s) posição (ões) possam ser consideradas definitivamente restituídas.Neste caso, quer me parecer, que a atitude do piloto deva ser bem clara,demonstrando que as eventuais vantagens obtidas na manobras, foram neutralizadas totalmente.
No caso de Hamilton, parece que, justamente esta questão não ficou clara, pois pelo que se percebe pelas imagens da TV, ele devolveu a posição sim, mas não chegou a perder sequer o vácuo do carro da frente, tanto que o "bote" e a ultrapassagem foram fulminantes; creio ter sido este o motivo do impasse.
É evidente que o distanciamento não deve ser maior do alguns centésimos de segundo, entretanto o suficiente para que fique claro a todos que, a eventual vantagem obtida, foi realmente neutralizada.
Na minha opinião, Hamilton devolveu sim a posição, mas não foi convincente quanto a ter neutralizado sua vantagem anterior, ao escapar pela chicane, pois acredito que ter se mantido no vácuo foi o fator que determinou a decisão a favor de sua punição.
Concluindo: É melhor aguardarmos o resultado da apelação feita pela McLaren, para que o imbróglio se dê por resolvido.
Se meu raciocínio estiver correto, o "pior" que pode acontecer ao Massa é serem mantidas as posições de pódio, o que na verdade não está nada mau. Seja como for, ele está na disputa e com chances reais de título e isto é o que deve mais importar para nós, aficionados.
Força Felipe Massa e que, se Deus quiser, traga mais este Título de campeão mundial de Fórmula 1 !
Forte abraço à Família GPTotal
Paulo C. Winckler, Porto Alegre
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Sugiro aos leitores desse belo site que tirem a paixão pela derrota que querem impor a um brasileiro (a Alemanha festejava as canalhices do Alemão). Quem observar racionalmente o que ocorreu na ultrapassagem de Hamilton (eu disse ultrapassagem!) sobre o finlandês, saberia que se houvesse brita ou grama ali ele tinha atolado ou rodado.
Outra dado relevante: para se fazer aquela chicane o piloto reduz substancialmente a velocidade e a retomada certamente só se dará plenamente na subida da Eau Rouge.
Outro detalhezinho: uma coisa que na física chama-se vácuo, conhecido sobejamente pelos pilotos, principalmente pelo talentoso inglês. Ou vocês acham que o zigue-zague do finlandês era para aparecer para seus patrocinadores?
Pra não dizer que não falei das flores: um certo francês narigudo fez manobra semelhante contra um brasileiro que enchia os domingos de orgulho pátrio.
Silvio Viana, Fortaleza
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Ai galera
em vez de ficar defendendo o inglês, vamos torcer pro Massa. O nosso piloto correu dentro da pista como diz o regulamento.
O inglês, como sempre, corre pela grama. Já aconteceu em outras ocasiões neste mesmo ano, inclusive com punições contra ele. A sorte do cara é que hoje em dia não existe mais areia e brita pois se existisse, não ia pontuar em outras corridas. Ao que me parece, a mídia defende demais este inglês. Vivem dizendo que ele é arrojado, que corre com a faca na boca mas só isto não vale para ser campeão. Ele tem que ser é mais inteligente e deixar de fazer burrada. Toda corrida ele vai na grama e volta pra pista. Já que gosta tanto de mato devia correr em rali.
Sorte nossa. Arrebenta com ele Massinha!
Artur Paulo de Souza Junior, Santos
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Parabéns pela coluna Uma decisão política, Eduardo.
Veja o meu ponto de vista: quando Hamilton tentou passar o Kimi por fora, este deu uma forçadinha de barra e empurrou o Hamilton para fora da pista, o que o fez ele ir para a área de escape porque senão bateriam. Mas isto é normal na Fórmula 1, um empurrar o outro. Nelsinho Piquet, se não me engano, fez o mesmo com Button.
Mas Hamilton cortou a curva e passou na frente do Kimi e estava com mais velocidade e assim, por orientação do pessoal da McLaren, devolveu a colocação. Até aí tudo bem: não existe nada que defina quanto tempo ele deveria ficar atrás do Kimi mas é aí que eu acho que ele pisou na bola. Inclusive comentei com amigos que estava assistindo a prova comigo que o Hamilton seria punido e digo o porquê do meu ponto de vista.
Quando ele devolveu a posição para o Kimi, se beneficiou do vácuo que o carro da Ferrari proporcionou para ele e foi puxado para dentro da curva, ultrapassando Kimi por dentro. Se ele tivesse feito a curva atrás do Kimi, não teria condições de estar no vácuo da Ferrari naquele instante, pois só o faria na outra reta.
Então, na minha opinião, ele tirou proveito da situação e por isto foi punido. Se a punição de 25 segundos foi justa ou não, não cabe a mim julgar mas que tinha que haver punição, isto com certeza, apesar de achar que se a situação fosse o contrário, o Kimi se beneficiando, a FIA não daria punição para a Ferrari.
Fazer o que? Isto é a Fórmula 1.
Abraço
Jovino, Brasilia
Vocês já ouviram falar daquele ditado: Há muito mais coisa entre o céu e a terra que nossas mentes possam entender ?
Pois bem: Todos que acompanham a Fórmula 1 se lembram dos acontecimentos do ano passado, os casos de espionagem da McLaren, não? Houve um julgamento e estranhamente a equipe perdeu os pontos e os pilotos não... Se lembram? Ficaria uma coisa um tanto quanto inexplicada um piloto ser campeão do mundo por uma equipe que foi condenada por espionagem...
Então para o bem geral da nação automobilística, Kimi Raikonnen conseguiu tirar em duas corridas uma diferença de 17 pontos para Lewis Hamilton. Sorte? Erros do novato piloto inglês? Justiça Divina? Não acredito em nada disso.
O que acredito é que por meios que nunca saberemos quais, a FIA corrigiu o julgamento do caso de espionagem da McLaren. A equipe não é suspensa por dois anos, os pilotos não perdem seus pontos, mas o campeão terá que ser um piloto Ferrari. Poderia ter sido o Massa, se estivesse com chances, mas o título literalmente caiu no colo de Raikonnen e todos viveram felizes para sempre.
Voltando ao ano de 2008 e o que ocorreu na última corrida. Foi justo? Não foi? O fato é que essa será uma discussão eterna e eu diria ser impossível se chegar a um consenso. Imaginem o quanto será desagradável para a imagem da Fórmula 1, um título duvidoso decidido no tapetão? Faltam 5 etapas para o final do Mundial; se Hamilton for campeão se esquece o assunto e bola para frente. Seus torcedores dirão que justiça foi feita. Mas e se Massa for campeão? Merece o piloto brasileiro ter um título mundial manchado por uma decisão polêmica fora das pistas? Eu acho que não, e assim como eu, a toda poderosa FIA deve pensar do mesmo modo.
Qual a solução? Eu coloco duas hipóteses: 1) Hamilton campeão, morre o assunto 2) Massa campeão com sete ou mais pontos de vantagem sobre Hamilton. Nesse caso, a FIA poderia até voltar atrás da punição sobre Hamilton que Massa seria campeão do mesmo jeito, e ninguém poderia falar nada. Seu título seria legítimo.
Acompanho a Fórmula 1 desde 1981, dizem que paixão a gente não escolhe, ela simplesmente acontece. Mas nesses 27 anos já vi muita coisa estranha acontecer no circo e fatos serem arranjados nos bastidores. Vamos aguardar o final do campeonato, mas acredito que a FIA, como fez ano passado, não deixará o campeonato ser decidido com dúvidas, ou sensação de injustiça...
Pena é nós acompanharmos e torcermos por algo que já pode estar decidido tempos atrás
Abraços à todos. Até +++
Nicolas Keane, São José dos Campos
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Amigos GPTOS,
O tema já está bem batido, mas não consegui me conter e resolvi expor minha opinião com relação a disputa Hamilton x Raikonnen.
Defende-se o Hamilton, dizendo que ele devolveu a posição para Raikonnen, mas eu pergunto: imaginando que não tivesse havido disputa na chicane anterior a reta, Hamilton passa reto e ainda que atrás do Raikonnen chega no final da reta colado e o ultrapassa. Não é manobra para ser punida?
Faço esta colocação/pergunta porque acho sim que o Hamilton tirou proveito de ter passado reto na chicane, mesmo devolvendo a posição. Mesmo assim, concordo que a pontuação do campeonato foi uma razão a mais para se punir Hamilton, forçando um equilíbrio maior na disputa.
Abraço
Ricardo Cardoso, Caxias do Sul
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A manobra ilegal do dia é a do Hamilton mas e a manobra do Kimi no inicio da corria?
Ele não faz a 1ª curva, não alivia o pé e se aproveita do asfalto mais rugoso da área de escape para ganhar velocidade e não ser penalizado pelo erro e com isso pode disputar com o Massa a curva seguinte. É bem provável que Kimi passaria o Massa na corrida mas o contorno da 1ª curva pela área de escape o ajudou de uma forma indevida.
Não tirar o pé na curva é muito fácil
Bernhard Jordan, Campinas
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Olá Amigos!
Estou me sentindo estranho. Pois pelo que estou percebendo a maioria foi contra a punição a Lewis.
Na minha humilde opinião, se ele tivesse feito a chicane, não ultrapassaria Kimi naquela reta. Logo o fato de ele cortar a chicane foi fundamental para a ultrapassagem. E não é o caso de defende uma F1 sem arrojo dos pilotos, mas sim de valorizar a regra.
Provavelmente Lewis ultrapassaria Kimi após a primeira curva, mas não foi racional (e é até compreensível devida a situação) como os campeões geralmente são. Fico com uma sensação exagerada do medo de sermos ufanistas, como se apoiar a decisão fosse motivo de acusação de galvãobuenismo.
A decisão da direção foi acertada e o Massa longe de ser brilhante ganhou uma vitória de presente.
Li até em alguma coluna que a corrida discreta do Massa é sinal que torceremos por um piloto burocrático. Ora, podemos acusar o Massa de um monte de coisas, mas burocrático não. Vide as corridas da Hungria e Valência. Fora aquelas em que o acusamos de ser extremamente afoito.
Pergunto: Quando o Hamilton errou na manobra com o Kimi, foi identificado um arrojo de que tem sede por vitória, uma campeão nato. Quando o Massa erra é porque é estabanado demais. Ora, Critico muito o Massa, mas tenho que admitir que o rapaz aprende com os erros, o mesmo ainda não percebi no Hamilton.
Qualquer piloto fora o Massa que tivesse herdado a corrida, muitos discursos defendendo a punição apareceriam, mas o medo do ufanismo exacerbado mudou o discurso de muitos.
Valeu!
Sérgio Reis, Brasília
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Pessoal
gostaria de fazer uma pergunta aos mais entendidos. Li ontem (9/9) no Blog do Capelli uma postagem do Mário (Fórum Downforce) com o título: Ultrapassando as palavras: O Caso Hamilton, onde ele faz uma análise do incidente Kimi X Lewis e diz que no regulamento não existe qualquer citação que diga que o piloto deve ceder a posição ao cortar caminho, mas que isso é um tipo de boa conduta informal para acabar com a vantagem obtida. Em outras palavras, a regra é: cortou caminho é punição, devolver a posição não consta no regulamento em si.
Contudo, como notei várias pessoas dizendo que existe tal resolução de ceder a posição nas regras, pergunto: isso existe ou não existe? Se existe onde está? Se não existe como afirma o Mário (que inclusive cita os trechos do regulamento no original em inglês) a punição de Hamilton foi prá lá de justa.
João Paulo, Belo Horizonte
Oi João Paulo
Antes de mais nada, meu conhecimento do regulamento é muito superficial. Entendo que a “regra” da devolução de posição seja uma espécie de jurisprudência já que o corte de uma chicane pode ser motivado por questões de segurança ou falha mecânica ou humana, sem o intuito de levar vantagem. Assim, aceita-se a devolução como uma compensação que simplifica as coisas.
Abraços (EC)
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Esse é um assunto que vai gerar polemica até o final do campeonato, mas eu particularmente concordo com Massa. Acho que Hamilton foi afoito. Ele passaria Kimi tranquilamente, poderia esperar mais um pouco.
Com relação ao campeonato, está difícil apostar em alguém.
Com relação ao site, eu gosto muito dele, mas estou cansado dessa briga de fãs. Se Massa faz uma corrida boa, os fãs já chegam no dia seguinte dando pancada em todo mundo, dizendo “Estão vendo? O Massa é espetacular.” Se faz uma fraca, aí são os detratores que contra-atacam.
Eu ainda tenho algumas duvidas sobre a capacidade de Massa. Ele melhorou muito, amadureceu muito. Demorou, mas está acontecendo. Ele não é um novato, já é veterano da F1, mas alguns demoram mais para amadurecer do que outros.
Sempre achei o Massa rápido, mas inconstante. Seus resultados sempre confirmaram isso. Uma ou duas corridas fantásticas, uma ou duas péssimas. De seis ou sete corridas para cá, ele vem sendo constante. Isso prova seu amadurecimento. Mesmo em uma corrida que ele se sentiu como um bundão (em suas próprias palavras). Sentiu que não estava em condições de acompanha Kimi e Lewis, ficou na dele, somando pontos. Na atual conjuntura, fez o correto.
Não sou ufanista e nem sou contra pilotos brasileiros. Mas procuro analisar a coisa como um todo. Não é uma corrida que define a capacidade de um piloto. Não é aquele segundo lugar de Nelsinho, ou a corrida fenomenal de Massa na Hungria que vão mudar minha opinião sobre os dois.
Para mim, Nelsinho é sim uma decepção e Massa ainda não me convenceu. É apenas a minha opinião, mas opinião formada baseando-se em resultados. Mas se Senna, Piquet e Emerson não conseguiram consenso, quem dirá o pobre Massa.
Eu realmente cansei dessa atitude dos leitores de serem radicais para um lado ou para outro.
Se Massa vai se consolidar como um dos grandes brasileiros da formula 1, só o tempo dirá. Obvio e ululante, mas verdadeiro. Se Nelsinho fará eu morder a língua, idem.
Continuarei lendo as grandes colunas que são publicas no site, mas cansei. Aos que não gostam da minha opinião, felicidades. Aos que gostam, valeu.
Fui...
Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo
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Um GP brilhante, do qual a F1 deveria se orgulhar e depois vangloriar, foi estragado pela incompetência e incoerência dos comissários. Só não sei se foi por iniciativa própria ou não. Já vi esse filme antes.
De qualquer forma, o campeonato não está perdido para o Hamilton e nem ganho para o Massa. As cinco corridas que faltam são tão imprevisíveis quanto as 13 que já foram e a tônica continuará sendo a do equilíbrio pontuado pelas especificidades de cada circuito. McLaren e Ferrari já entraram como favoritas em algumas provas e saíram derrotadas.
Apesar de sua desvantagem, o Raikkonen ainda tem suas chances, como um enfermo na UTI. Mas a verdade é que, se não fosse pela pista úmida no começo da prova, ele jamais ultrapassaria Massa ou Hamilton nas duas primeiras voltas e mais uma vez se veria preso no tráfico com um carro leve após uma classificação ruim. Ainda não criaram uma estratégia invunerável a erros na classificação.
Resta torcer para que a FIA se intrometa o mínimo possível de agora para o fum da temporada.
Érico
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Olá a todos do GPTotal. Parabéns pelo conteúdo do site.
Lendo os comentários sobre o GP da Bélgica, vejo que há alguns leitores detonando com o Massa, que ele fez uma corrida ruim, que ele não merecia a vitória, que foi bundão, etc, etc. Oras, não entendo: se ele sai que nem um maluco, força ultrapassagens e acaba batendo ou rodando, todo mundo critica, dizendo que ele não pensa no campeonato, coisa e tal. Aí ele resolve usar a cabeça, pensar nos pontos que pode ganhar, e vêm os críticos e caem de pau! Haja paciência!
Ninguém lembra que se ele está lá pilotando uma Ferrari é porque tem competência e capacidade. Quanto à sorte de ganhar a corrida, ora, ela sorri para quem apto a aproveitá-la e era justamente o Massa que estava lá, assim como o Kovalainen estava na Hungria. Quem merecia a vitória na Hungria? O Massa ou o Kovalainen?
Quanto à punição ao Hamilton, ao meu ver, foi justa. Ele passou na chicane e pronto! Está lá no regulamento! Assim como o Senna foi desclassificado em Suzuka 89, o Hamilton deveria ter sido também. Deu sorte e ainda ganhou 6 pontos. Acho que ele devia enfiar o rabinho ente as pernas e pensar no resto do campeonato, senão vai acontecer o mesmo que em 2007, quando acho que merecia ter levado.
Já o Kimi, ao meu ver, foi estúpido. Em vez de jogar 10 pontos pela janela, como ele mesmo disse, poderia ter embolsado 8 pontos e a situação não estaria tão ruim.
Abraço a todos!
Carlos Santos, São Paulo
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Bom dia amigos do GP Total,
Achei a corrida espetacular!!! Spa é realmente o melhor circuito da temporada, sem sombra de dúvidas. Nele se percebe quem é bom piloto mesmo!!
Nem vou me ater à punição ao Hamilton, pois o principal prejudicado (Raikkonen) não chegou a terminar. Falando nisso, que pena do Kimi, fez uma corrida fantástica desde o início, pena que a chuva estragou tudo. A Ferrari não se entende mesmo com os pneus duros...
Como foi dito por alguém aqui, eu também acho que o Hamilton vai acabar não sendo campeão, ou se for, não o será muitas vezes, como profetizam. Sinto que ele sofre da síndrome de Mansell. É um grande piloto, muito rápido, mas na hora que o colarinho aperta ele não agüenta a pressão. Vamos ver como serão as últimas corridas.
No final das contas adorei a corrida, como sempre, a corrida em Spa é fantástica. Agora vem outra pista que adoro. Se for para apostar em alguém nessa corrida, aposto no Kimi, ele vem para o tudo ou nada nesse fim de temporada, provou isso em Spa...
Um abraço a todos!!!
Júlio Rissa, Foz do Iguaçu
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Amigos gepetos:
Leiam em http://blog.estadao.com.br/blog/livio/ a análise do jornalista Livio Oricchio sobre a punição a Hamilton no GP da Bélgica. Parece que, apesar da aparência de injustiça, a punição foi acertada.
Forte abraço.
Josilmar de Souza Oliveira, Paraíso do Norte (PR)
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Olá , amigos do GPTotal
Já fazia algum tempo que não escrevia para o site porém, após a última corrida, decidi expor algo que ninguém mencionou ainda ou pelo menos não li em nenhum lugar: o Hamilton não tem frieza para calcular as suas manobras ou melhor, ele não é um piloto cerebral. Vamos aos fatos e comparemos :
Pilotos velozes: Mansell e Senna teriam feito a mesmíssima manobra para cima do Kimi na Bus Stop.
Pilotos cerebrais: Prost, Schumacher, Alonso e Piquet teriam contornado a Bus Stop a La Source e Eau Rouge atrás do Kimi para passar somente no fim da reta oposta. E mais: acho que qualquer um destes teria pensando também: fico atrás do Kimi para, deixo ele ganhar, abro oito pontos pro Massa, o Kimi fica vivo no campeonato e os dois pilotos da Ferrari vão dividir pontos até o final da temporada. Desta forma fica mais fácil para mim.
Mas não; ele preferiu arriscar e desta forma colocou em jogo seu campeonato. Aliás, foi a mesma coisa que ele fez o ano passado em Fuji, lembram?
Eu particularmente não simpatizo com ele. É veloz e muito rápido mas até agora ele está mais para novo Mansell do que para novo Schumacher.
Outro fato sobre a punição: percebam que na manobra ele podia contornar a Bus Stop atrás do Kimi mesmo após a fechada que o Kimi deu nele, porém, ele claramente vira o volante para cortar a Bus Stop. Outro fato relevante: vejam que na saída, o Kimi patina duas vezes e o Hamilton, por ter cortado caminho, sai com tração melhor e, ao devolver a posição, já está em melhor condição para efetuar a ultrapassagem novamente.
Enfim, acho que foi justa a punição a um piloto que até hoje tem provado não saber correr com o regulamento. Volto a afirmar: para ele seria muito mais lucro o Kimi ter ganho e ele chegar em segundo - mas ele não foi cerebral.
Até mais e parabéns pelo site
Cassio Souza, Ribeirão Preto
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Não assisti a corrida e demorei para conseguir ver as imagens, mas quando vi não tive dúvidas que a punição foi merecida. O Hamilton realmente cedeu o lugar de volta, mas de uma forma tal que ele já saiu lançado para a ultrapassagem no final da reta. Se ele não tivesse tentado a ultrapassagem e feito a chicane normalmente, ele nunca sairia lançado daquela forma para colar no Raikkonen. Logo, ele realmente se beneficiou, e em muito, ao não fazer a chicane. Imagine a situação se ele passasse reto na chicane, mas sem passar o Raikkonen. Ainda assim se beneficiaria e deveria ser punido, pois sairia lançado para fazer a ultrapassagem no final da reta.
E essa manobra do Hamilton só demonstrou o quanto ele é afobado, pois seu carro estava tão mais equilibrado que duvido que o Raikkonen pudesse impedir a ultrapassagem se o Hamilton soubesse esperar o momento certo. Tivesse um pouco mais serenidade o Hamilton ganharia sem polêmicas.
Rogério
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Sinceramente, brasileiro tem memória curta mesmo.
Até alguns dias, teciam loas à garra e determinação de Massa, que estava fazendo diferença, que foi espetacular na Hungria, que fez isso, fez aquilo. Agora ele é um zero à esquerda porque foi conservador em Spa.
Sejamos honestos! Quantos daqui, fãs de Senna, Piquet, Emerson, Schummy e tantos outros, dirão que estes nunca foram conservadores ou estavam mal numa determinada corrida, ou herdaram uma vitória porque outro foi punido, ficou sem gasolina. Fórmula 1 é isso! Quantos que criticam o desempenho de Massa na chuva colocam Prost como um dos maiores de todos os tempos, mas que até em volta de apresentação rodou? Ele deixou de ser excepcional por isso?
Vivem dizendo que a McLaren é o melhor carro da F1, então porque Massa foi tão superior em Budapeste e Valência? Então, quando é o Massa, ele não faz diferença, os outros é que estavam mal, os carros não renderam? Ele pode não ser um gênio, pode não ficar entre os melhores de todos os tempos, mas não estaria na Ferrari se fosse um qualquer.
Kovalainen venceu em Budapeste e ninguém disse que foi imerecido, não que eu lembre.
Outra coisa: Hamilton obteve, sim, vantagem, pois como citou outro colega, ele passou por um local mais limpo da pista. Naquela área não havia borracha como no traçado correto e, sabemos que onde há borracha, com aquela chuva, a aderência é muito menor, o carro fica instável e traciona mal. Ele devolveu a posição em condição de dar o bote em seguida, coisa que não conseguiria se contornasse a curva corretamente. Se fosse Massa a fazer a manobra, a maioria que critica a punição ao Hamilton diria que Massa foi precipitado, atabalhoado, não soube esperar o momento adequado, deveria esperar a próxima reta...E lembrem, Senna foi desclassificado em Suzuka 89 porque cortou a chicane após ser fechado de propósito por Prost.
Também atribuir a punição ao poder político da Ferrari é um tanto quanto ingênuo, é mera teoria conspiratória.
Por fim, isso aqui está mais parecendo papo de fanáticos de futebol, parciais e emocionais. Mas tem muita coisa boa também, e isso continua fazendo valer a pena estar por aqui.
Abraços sinceros a todos, concordem ou não comigo!
Klaus, Blumenau
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A Fia agiu com coerência, pois no GP Japão de 2005 o Alonso fez a mesma manobra contra o Klien e foi obrigado a recuar e ceder a posição depois de estar uns cinco segundos na frente. Lembro que o Reginaldo Leme até achou que ele tinha quebrado - podem conferir. O Alonso cortou a chicane na tentativa de ultrapassar e devolveu a posição e recuperando na mesma reta. Na minha opinião correta a punição.
Diogo Paz, Rio Pardo
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Regulamentos são para serem interpretados e não seguidos à risca, se não, não seriam regulamentos e sim leis.
Não sou fã do Massa e muito menos da Ferrari, mas é claro e evidente que se Hamilton não tivesse cortado a chicane ele não passaria o Kimi na próxima curva, tanto isso é verdade que ele passou! Punição justa. Só aconteceu este rolo todo porque foi no fim da prova e não deu tempo para que se fosse aplicado o drive-trhu, que seria a penalidade classíca para estes casos.
Entendeu Firmo?
Abçs cordias a toda equipe do GPTotal
Marco Memória, Rio de Janeiro
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A punição para mim foi justa, Hamilton é genial, mas se beneficiou sim e deveria ter esperado a próxima curva para atacar novamente! Mas o destaque da Bélgica para mim foi Raikonnen que parece que finalmente acordou! Pilotou como campeão mundial que é, adotando o melhor estilo Montoya ao ser ultrapassado: Vitória ou Muro! Deu muro infelizmente para ele!
A grande expectativa para a corrida de Monza será possibilidade de ver Hamilton e Raikkonnen disputando novamente uma curva. O Finlandês deve estar mordido! Lembrando: quem tem algo perder é somente o Hamilton! Raikonnen daqui para o final poderá ser o fiel da balança.
Quanto ao Massa, acho que dá sim! Tem lampejos de genialidade como na largada do GP da Hungria e vem ganhando regularidade. Alonso mostrou que dá pra ser campeão com regularidade e não fosse burradas da Ferrari e a quebra do motor, Massa lideraria com folga em 2008. Se trouxer a decisão para interlagos, na minha opinião leva!
Edgard de Castro, MT
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Olá galera do GPTotal
fico feliz pelo Massa ter chances de ganhar um titulo que estamos esperando faz tempo. Na minha opinião, se fosse o Barrichello com condições iguais a do Massa esse campeonato já estaria no papo - que me perdoe os fãs do Massa.
Sandro Almeida, Salvador
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Caro Manuel Carvalho de Santos.
Massa jamais vai se comparar ao Hamilton.
Hamilton em seu ano de estréia, foi vice-campeão; competindo com um bi-campeão (Fernando Alonso), venceu várias corridas em poucos GPs disputados. É gênio diferenciado.
O Massa penou na Sauber, foi demitido e se tornou piloto de testes da Ferrari. Depois nos dois anos completos que está na Ferrari viu seus companheiros lhe massacrarem nos pontos. Este ano de 2008 é que parece que o Massa está em melhores condições. Conhecendo as atitudes da Ferrari como conhecemos; se ele permitir novamente o bi de Raikkonen, assina carteirinha de 2º piloto definitivamente.
O grande problema é que não está no regulamento. O regulamento diz que: se o piloto se beneficiar, ganhando alguma posição na pista, aproveitando-se de um trecho de asfalto ou outro; deverá, como atitude dentro da pista, devolver a posição, evitando assim uma punição fora da pista.
Hamilton fez exatamente isso. Cortou caminho, ultrapassou o Reikkonen; violou o regulamento. Imediatamente, como manda o regulamento; devolveu a posição para o finlandês, ultrapassando-o em seguida. O inglês não violou em nada o regulamento. Fez tudo certo. O regulamento não diz que o piloto tem que devolver a posição e deixar o outro abrir vantagem não. O que o regulamento diz, Hamilton fez, exatamente.
Foi cartolagem sim e das grandes. Tudo bem que beneficiou um brasileiro, mas foi sacanagem / cartolagem / covardia / safadeza...
Frustrado com os nomes atuais que defendem o automobilismo brasileiro; principalmente na Fórmula 1, venho mais uma vez no site GPTotal malhar o “cassete” no Felipe Massa; esnobar e ridicularizar Nelsinho Piquet; me permitindo apenas deixar de fora das minhas unhas afiadas o “pobre” do Rubens Barichello.
Pelo amor de Deus. Espero que todos os demais leitores deste site tenham no máximo 25 anos de idade. Isso impede pela própria “lei do tempo”, de ter visto nas pistas do mundo, pilotos como Fittipaldi, Nelson Piquet (o pai) e o inesquecível Ayrton Senna. Vou dizer uma coisa: se Felipe vencer todas as corridas que restam este ano e for campeão; ainda assim não retirarei uma palavra das que digo aqui. Estamos realmente mal servidos de pilotos. O melhorzinho deles está em uma carroça, a Honda.
Não sou saudoso, nem sou do tempo que jornal de domingo só se lia no domingo, até por que tenho 33 anos de idade, mas convenhamos: é nivelar por baixo e se acostumar com “quase nada”.
Alguns dizem que: se o Felipe não fosse um bom piloto não estaria na Ferrari. Eu concordo plenamente. É claro que ele é um bom piloto. Mas é apenas bom, e só, mais nada. O Nelsinho é razoável e mais nada. O Barrichello é entre os brasileiros o que tem maior talento; mas, devidamente desgastado por ter permitido envergonhar-se nos anos que disputou com o Schumacher na Ferrari; este ano não tem um carro que preste. Não sei onde vamos parar. Até achei que sentiria saudades do Senna, do Piquet (pai) e até do Emerson; mas não como agora.
É complicado aceitar a situação atual. Sei que tenho que me conformar. Piloto brilhante no Brasil ainda não foi concebido. O Senna (sobrinho) se aproveitará do sobrenome “azul” e certamente estará na F-1 no ano que vem. Vamos supor que Bruno Senna assine contrato com a BMW. E aí? Adianta chegar e passar o ano inteiro tomando tempo do Kubica, com a desculpa de que está estreando e que tem muito à aprender? Adianta? Cansei de ver pilotos brasileiros “bonzinhos”. Quero um piloto brilhante. Quero o “coelho da cartola”, a “mágica”, o ”impossível”. Não quero mais o convencional. Cansei.
Nelsinho Piquet e seu recorde:
O Nelsinho vai conseguir um recorde em 2008. Até esse momento, em toda história da Formula 1; nenhum outro brasileiro conseguiu o feito de perder em todos os treinos de qualificação e treinos livres para seu companheiro de equipe por 14 corridas seguidas. Se não me falhe a memória, o Roberto Pupo Moreno perdeu em 1991 em 9 corridas para o Piquet (pai). Perder em todas as classificações, em 14 corridas seguidas, para seu companheiro de equipe será um recorde. Nem o Schumacher, com toda força, com todas as cláusulas contratuais conseguiu fazer isso com nenhum companheiro de equipe. O Alonso vai fazer isso com o Piquet (filho) com a maior tranqüilidade e será um recorde para o Brasil. Parabéns Piquet. Belo recorde. Que droga.
Espero que Bruno Senna saiba que “recorde” é uma coisa que orgulha e não que envergonha.
Abraços
Firmo Neto, Recife
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Alexandre
assisto Fórmula 1 desde 1974, assiduamente desde 1978 e sempre, digo: sempre na largada aquela área pode ser usada, não só na largada, já vi alguns pilotos saírem bem abertos na curva, utilizarem aquele espaço e ganhar giros no motor para saírem mais fortes. Senna já fez isso algumas vezes, nem sempre com bom resultado. Observe que (e isso é um comentário meu, imaginando fazer aquela curva) antigamente principalmente, se um piloto tivesse alguma marcha baixa com problema, era mais interessante alongar a curva, para não baixar rotação.
Será que ninguém percebeu a virada brusca e delibera que Hamilton dá no volante quando vê que não vai ultrapassar? Ele vai deliberadamente cortar a chicane, coloca o carro atrás, mas, não diminui os giros do motor e é aí que está o X da questão. Para ficar mais compreensível, a regra deveria ser: se o piloto cortar a chicane, só pode ultrapassar uma ou duas curvas depois pois quando ele está fazendo a curva ele está freiando, baixando o giro dos motores. Cortando caminho, ele mantêm todos os giros em alta.
Valeu!
Durval Pereira, Bahia
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Olá amigos,
Realmente, Spa é Spa e não tem pra ninguém. Sem dúvida é a melhor pista do calendário atual. Depois de uma corrida monótona em Valência, fomos presenteados com uma corrida movimentadissíma na Bélgica. Espero que aqueles rumores de que a pista seria alterada não sejam reais.
Agora quanto à punição ao Hamilton, não achei justa, pois ele cedeu a posição e depois ultrapassou, mas a FIA tem um histórico de punições estranhas e nunca sabemos o que se passa na cabeça dos dirigentes (vide Senna 89). Acho também que o Hamilton foi um pouco afobado, pois como estava com um carro superior no momento era só seguir o Kimi durante o trecho de alta que com certeza ele faria à ultrapassagem sem problema nenhum.
Acho também que se estivesse o Ross Brawn na Ferrari, ele mandaria o Massa trocar pneus. Afinal, como vimos na seqüência, apesar do pit stop, devido às condições da pista, era perfeitamente viável recuperar o tempo perdido e ainda ganhar posições, vide Alonso e Nick Heifeld.
Um abraço à todos
Alex Cristiano de Sá, Santo André
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| Massa não ganhou mas levou |
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Edu & Panda, buenas
Foi no tapetão? Não faz mal. Hamilton fez ultrapassagem "por alí", mereceu a punição. Está nos livros, no regulamento.
Qualquer coisa decente vale pra não deixar este Barack Obama de capacete se consagrar antes do Massinha.
Vrummmmmmmmmmm !
Abraços
Manuel Carvalho, Santos
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Caso a Ferrari tivesse sido mais ousada, chamando o Massa para trocar pneus, faltando duas voltas para o final, quando ele tinha cerca de 20 segundos à frente do 4º colocado, ele não teria tido a chance de ganhar a corrida?
Nicolau, São Paulo
Penso que sim, Nicolau, sem ter à mão os tempos de volta. Mas a extraordinária reação de Heidfeld na volta final mostra que os pneus de chuva poderiam sim compensar o tempo perdido nos boxes.
Sendo assim, podemos creditar mais uma mancada na conta da Ferrari este ano.
Abraços (EC)
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| Berger comemora a boa corrida de Bourdais e Vettel |
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Mais uma vez, a coluna da Alessandra Alves, O bom e o marvado, está formidável.
Permito-me a discordar de um ponto apenas: na minha modesta opinião, a saída de Hamilton da chicane foi deliberada e, sim, ele tirou proveito da manobra. Apesar de aliviar no acelerador, Hamilton ficou na parte limpa do circuito e com melhor grip exatamente por ter cortado a chicane. Por isso conseguiu a ultrapassagem no final da reta. Não é a primeira vez que ele age assim, e a desculpa é a mesma: evitar o choque. Mas, não houvesse ele forçado a manobra, não haveria choque.
Raikkonne dirigiu com assombro e merecia a vitória. Hamilton deu espetáculo e merecia a vitória. Massa dirigiu como um bundão (palavras dele, não minhas) e não merecia a vitória.
Todavia, a manobra de Hamilton foi ilegal e a punição foi correta. Num esporte que busca sempre romper limites, alguns precisam ser respeitados: não dá para cortar chicane a cada tentativa de ultrapassagem. Acho até que deveria se estabelecer a seguinte regra: perdeu a chicane, devolve a posição e não pode tentar ultrapassar de novo na mesma volta, sob risco de punição.
Massa tem sim um mérito: em Silverstone, ele dirigiu além do limite do carro e parecia um pião; em Spa, limitou-se a respeitar os limites que tinha. Ninguém pode criticá-lo por aprender com os erros.
Na Hungria, Massa perdeu uma vitória que merecia; Na Bélgica ganhou uma que não merecia... Esporte é assim mesmo.
Anderson Rubin, Brasília
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Sra. Alessandra Alves
Em relação ao seu texto o Bom e o Malvado, gostaria de lhe dizer, que ao contrário do Vossa Senhoria pensa, não se trata de ousadia, mas no entanto, de síndrome de Nigel Mansel.
E digo mais, é bem possível, que o Hamilton nunca venha a ser campeão, por conta de sua ousadia.
Atenciosamente
Christian Feltrin, São José
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Prezados,
faz tempo que não escrevo porém sou um leitor assíduo do GPTotal. Hoje não resisti e escrevo mais para parabenizar a Alessandra Alves pela analise do “marvado”.
Acredito que os comissários que já puniram um sem número de pilotos por manobras agressivas ou mesmo erros bestas - como a luz vermelha do box que puniu o Felipe no Canadá - não estejam sintonizados com o espetáculo maior da F1: as ultrapassagens.
Punir o Hamilton é desestimular qualquer piloto a tentar uma ultrapassagem pois se corre o risco de dar um toque, levar uma fechada, ter que usar uma área de escape, cortar uma chicane etc. e acabar punido pelos comissários. Sendo assim, é melhor ficar na sua, comboiando o piloto à frente e terminar tudo bem enquanto nós (que somos os que dão retorno pois o que é anunciado pelos patrocinadores é para que possamos consumir) ficamos à mercê dos comissários.
Assisti a corrida e creio que o Inglês não tinha para onde ir pois recebeu um chega-pra-lá do também combativo Kimi, devolveu o lugar pois voltou a ficar atrás da Ferrari e o ultrapassou pelo outro lado! Onde está o erro?
Creio que a organização deve rever esta punição pois, caso contrário, não veremos mais ultrapassagens na F1, nem sobre retardatários.
Abraços,
Vitor Brack , Porto Alegre
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Edu
Estou confuso! Na primeira volta, houve gente alargando curvas e ninguém mais foi punido...
Alexandre, São Paulo
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A DUCENTÉSIMA VITÓRIA BRASILEIRA NO TOPO DO AUTOMOBILISMO INTERNACIONAL
Olá amigos do GPTotal
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| Kimi entrando para um pitstop |
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Ao invés de cair no tema comum do assunto punição ao Hamilton, vitória cai no colo de Massa este texto propõe aos leitores que percebam o momento especial que o Brasil vive no automobilismo internacional.
Estamos prestes a conseguir a 100ª vitória na Fórmula 1 e a 100ª vitória na Fórmula Indy (CART + IRL).
Desde aquele 04 de Outubro de 1970 nossos brazucas acumularam até o último domingo 196 vitórias em ambas as séries, consideradas as duas maiores e principais do automobilismo internacional.
São 98 vitórias na Fórmula 1 e 98 vitórias na Fórmula Indy. Em qual das duas categorias
iremos comemorar a centésima?
A chance maior é na F-1, pois Felipe Massa está vencendo várias corridas nesta temporada e ainda restam 5 provas para o final do campeonato deste ano. Na Indy a temporada se encerrou e corridas só em 2009.
Claro que uma injustiça muito grande será cometida no dia que alcançarmos a 100ª vitória na Indy, pois alguns alegarão que será apenas a 36ª de um piloto brasileiro na IRL, mas se somarmos às 64 obtidas na CART entre 1985 e 2005, chegaremos as 100 conquistas.
Na F-1 haverá celebração, pois além de ser um produto global, a Fórmula 1 não passou doze anos dividida entre duas entidades sancionadoras ocorrendo uma troca de comando da categoria. As estatísticas da F-1 estão mais fáceis de entender, enquanto na Indy é necessário fazer uma fusão delas, tal como a fusão que houve no início deste ano.
Mas vamos lá, recapitular nossos bravos 17 brasileiros que ajudaram nesse formidável número de vitórias que nos coloca como o terceiro país com mais vitórias na F-1 (apenas atrás de Grã-Bretanha e Alemanha) e o segundo com mais vitórias na Indy (apenas atrás dos donos da casa, Estados Unidos).
Emerson Fittipaldi foi o único a vencer em ambas, e mais do que isso, a vencer a primeira do Brasil em ambas. Em 04 de Outubro de 1970, em pleno outono americano, em Watkins Glen nosso ainda jovem Rato nos deu a 1ª vitória na F-1 - a primeira das 14 que ele conquistaria. Em julho de 1985, o mesmo Emerson venceu as 500 Milhas de Michigan, conseguindo a primeira de suas 22 vitórias na Indy, ainda regida pela CART.
José Carlos Pace foi o segundo brasileiro a vencer na F-1, mas sua curta carreira interrompida pela tragédia de um acidente aéreo fez com que ele ficasse apenas com a única vitória obtida em Interlagos 1975.
Nelson Piquet venceu pela 1ª vez em 30 de Março de 1980 no GP dos EUA Oeste em Long Beach, ainda venceria mais 22 ao longo dos 11 anos seguintes para completar 23 vitórias no GP do Canadá em junho de 1991.
Ayrton Senna foi o que obteve o maior número de vitórias, 41. A primeira em 21 de Abril de 1985 no GP de Portugal no Estoril e a última em 07 de Novembro de 1993 no GP da Austrália em Adelaide.
Rubens Barrichello conseguiu 9 vitórias em um espaço de pouco mais de 4 anos, todas com a Ferrari e durante a nojenta era Schumacher na Scuderia e na categoria. Algumas vitórias espetaculares como sua primeira em 30 de Julho de 2000 no GP da Alemanha em Hockenheim deram um brilho especial a este tão injustiçado piloto. Sua última conquista ocorreu em 26 de Setembro de 2004 na estréia do GP da China em Shanghai.
Já Felipe Massa até o momento tem 10 vitórias, sendo a primeira delas em Agosto de 2006 no GP da Turquia em Istambul.
Somando as 14 de Fittipaldi, 1 de Pace, 23 de Piquet, 41 de Senna, 9 de Barrichello e 10 de Massa chegamos as 98 vitórias que o Brasil atualmente tem na F-1, após o GP da Bélgica de 2008.
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Na Indy, além de Emerson Fittipaldi e suas 22 vitórias contabilizamos também 3 conquistas do inesquecível André Ribeiro, único brasileiro vencedor de uma corrida de F-Indy em solo brasileiro. Sua primeira vitória foi em 20 de Agosto de 1995 nas 200 Milhas de New Hampshire (EUA), e sua última nas 500 Milhas de Michigan de 1996, no mesmo dia (28 de Julho de 1996) na qual Emerson Fittipaldi sofreu o acidente que encerrou sua carreira nas categorias top do automobilismo internacional.
Gil de Ferran foi o terceiro brasileiro a vencer na Indy, em 10 de Setembro de 1995 no GP de Laguna Seca (Califórnia, EUA). Contabilizou ao todo 12 vitórias em 9 temporadas. Sendo 7 vitórias em 7 temporadas na CART e 5 vitórias em 2 temporadas na IRL.
Maurício Gugelmin obteve apenas 1 vitória, em 31 de Agosto de 1997 no GP de Vancouver (Canadá). Algo semelhante acontecendo com Christian Fittipaldi que conseguiu vencer apenas 2 vezes, em 11 de Julho de 1999 no GP de Elkhart Lake (EUA) e nas 500 Milhas da Califórnia, em Fontana, no dia 30 de Outubro de 2000, no mesmo dia do primeiro título de Gil de Ferran na CART.
Roberto Moreno também obteve 2 vitórias, embora lhe eram escassas as oportunidades de guiar carros com possibilidades de vitória na categoria, e quando o fez em 2 temporadas na equipe Patrick venceu 2 corridas, em 02 de Julho de 2000 no GP de Cleveland (EUA) e em 02 de Setembro de 2001 no GP de Vancouver.
Airton Daré e Felipe Giaffone conseguiram vencer apenas uma corrida cada um. Ambos no ano de 2002 e pela IRL. Daré venceu as 300 Milhas de Kansas, derrotando o então poderoso campeão da categoria Sam Hornish em 07 de Julho e Giaffone venceu as 300 Milhas de Kentucky, igualmente derrotando Hornish, em 12 de Agosto.
Bruno Junqueira conseguiu 8 vitórias pela CART/ChampCar, a primeira delas em Agosto de 2001 no GP de Elkhart Lake e a última em Maio de 2005 no GP de Monterrey (México). Em 2 temporadas pela Chip Ganassi e mais 3 temporadas e meia pela Newman-Haas conseguiu 3 vices-campeonatos consecutivos da CART, algo no mínimo respeitável.
Cristiano da Matta foi um de nossos melhores pilotos na Indy, sem sombra de dúvidas. Em apenas 2 temporadas pela Newman-Haas conseguiu 1 brilhante título da CART e 10 vitórias. Somando com sua primeira vitória consagrada ainda pela equipe PPI em 30 de Julho de 2000 (mesmo dia da 1ª vitória de Barrichello na F-1) e com sua última conquista no GP de Portland em Junho de 2005 pela equipe PKV em seu retorno à CART/ChampCar, o mineirinho totaliza 12 vitórias. Se não ocorresse seu terrível acidente de 03 de Agosto de 2006, que quase lhe tirou a vida mas o afastou da categoria, certamente da Matta ainda seria um forte candidato a conseguir mais vitórias para o Brasil nessa nova Indy reunificada.
Tony Kanaan e Helio Castroneves formam uma dupla impagável. São os dois pilotos brasileiros mais fortes na F-Indy (IRL) desde 2003. Todos os anos os dois ganham ao menos uma corrida, e com freqüência brigam pelo título. Apenas Kanaan o conseguiu em 2004 pela IRL. Ambos começaram a correr juntos, subiram de categoria juntos, disputaram o título da Indy Lights em 1997, o prêmio de Rookie of the Year (Estreante do Ano) da CART em 1998 e logo começaram a vencer corridas da CART para em seguida se transferirem para a IRL e continuarem vencendo. Tem a mesma idade (atualmente 33 anos) e são os grandes motivos de vários fãs da velocidade brasileiros acompanharem a Indy pela Band nos últimos anos.
O baiano Kanaan venceu sua primeira corrida de forma espetacular pela equipe Forsythe/Tasman na CART em 25 de Julho de 1999 nas 500 Milhas de Michigan, em uma histórica chegada onde o combustível do italiano Max Papis acabou faltando 200 metros para a bandeirada, e Kanaan herdou a liderança sofrendo enorme pressão de Juan Pablo Montoya, que estava lado a lado com o bom baiano. Kanaan venceu no único ponto da pista onde poderia ter vencido. E deste dia para cá, acumulou mais 13 vitórias, todas na IRL e pela Andretti-Green Racing, o que lhe contabiliza 14 vitórias de F-Indy até hoje.
O paulista Hélio Castroneves, de Ribeirão Preto, ficou completamente empolgado ao vencer sua primeira corrida pela CART, no GP de Detroit realizado em 11 de Junho de 2000. Subiu no alambrado em uma atitude completamente espontânea de alegria, abraçou os mecânicos, ficou completamente alucinado de tanta felicidade, e de lá para cá o homem-aranha escalou mais 19 alambrados, sendo 2 deles nas 500 Milhas de Indianapolis de 2001 e 2002. Suas 6 vitórias na CART e suas 14 pela IRL o tornam o segundo brasileiro com mais vitórias na Indy com 20 conquistas, e todas elas pela equipe Penske, apenas atrás de Emerson Fittipaldi e suas 22. Falta pouco para Hélio se tornar o brasileiro mais vencedor nos EUA.
Então somando as 22 vitórias de Emerson, as 3 de André Ribeiro, as 12 de Gil de Ferran, 1 de Gugelmin, 2 de Christian, 2 de Moreno, 1 de Daré, 1 de Giaffone, 8 de Junqueira, 12 de da Matta, 14 de Kanaan e 20 de Castroneves chegamos ao número de 98 vitórias brasileiras na Indy, pelas mãos de 12 pilotos diferentes.
A centésima vitória brasileira tanto na F-1 como na Indy estão próximos. Com isso podemos bater no peito de dizer que somos um dos pouquíssimos países do mundo a ter tantos pilotos e tantas vitórias em categorias top de automobilismo.
200 vitórias? Acredito que somente os EUA tenham mais do que isso somente na F-Indy, incluindo todos os períodos históricos da categoria regida pela AAA (1909-1956), USAC (1956-1979), CART (1979-2007) e IRL (1996 até hoje). Somos o segundo país com mais vitórias no automobilismo, esse título é nosso e no que depender de nossos pilotos, ninguém tira!
Parabéns ao Brasil e aos seus pilotos. Estamos próximos de duas marcas históricas.
Antonio Pessoa, São José dos Campos
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Felipe vence no tapetão e Hamilton é rebaixado ao 3º lugar, após vencer a corrida e logo em seguida ter sido punido em 25 segundos, por ter ultrapassado Raikkonen, cortando caminho e ter cedido de volta a posição ao piloto nº 1 da Ferrari logo em seguida, como manda o regulamento. .. Como pode?
Amigos do GPTotal, eu juro; ... não entendi nada. Depois de ler o regulamento algumas vezes e de tentar puxar na memória lances que me ajudassem a decifrar qual o motivo da punição da Hamilton, cheguei a conclusão: “pode ter sido uma manobra política da Ferrari”.
O fato é que Hamilton cumpriu o regulamento à risca. O regulamento diz: “se algum piloto se beneficiar de um concorrente, ganhando a posição utilizando-se de um “trecho” de pista não convencional; deverá o mesmo piloto “ceder” de volta a posição, ou as posições que conquistou, na própria pista; podendo após isso continuar a disputa normalmente”.
Não entendo que o Hamilton não fez isso. Ao contrário. Exatamente assim fez o pobre do Hamilton. Ultrapassou cortando caminho, logo em seguida cedeu a posição a Raikkonen e em seguida ultrapassou novamente. O regulamento não prevê que o piloto deve ceder a posição e permitir que o outro “abra três segundos” de vantagem. O Hamilton não teria que permitir que o Raikonen disparasse na frente. Bastava, segundo o regulamento, ceder a posição e isso ele fez. Sei que somos brasileiros, mas assim fica fácil.
Gostaria que algum leitor desse maravilhoso site, mais entendido do que eu, desse opinião e me explicasse melhor, antes que eu definitivamente desacredite nesse espetacular esporte que aprendi a amar.
Abraços;
Firmo Neto, Recife
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Fecho com dois caras tão citados por Carlos Alberto Petry, em defesa do Massa:
"Esse é pior julgamento na história da Fórmula 1", declarou o ex-piloto. "É o julgamento mais pervertido que eu já vi", completou Niki Lauda. Ele lembrou que a medida pode fazer a diferença no final da disputa. "É absolutamente inaceitável quando três funcionários (os comissários da prova) influenciam o campeonato desta forma", afirmou o austríaco.
"Aos olhos de muitos, isso [a decisão dos comissários] mostra mais uma vez que, em tais casos, a Ferrari tem tratamento diferenciado" disse Jackie Stewart.
Que importa o que acho? Vergonha.
Marcel, Curitiba
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Bem, honesto pelo menos ele é: admite que não fez boa corrida e o acaso lhe presenteou.
Essa é a verdade, se ele está na frente, é quase impossível de ser ultrapassado mas se, ao contrário, tem adversários mais competentes que ele à sua frente, nem arrisca. Lamento tanto termos que nos contentar com um piloto assim, quando ainda temos um piloto com a qualidade do Rubinho tendo que amargar a Honda...
Não há nada a comemorar caso o Felipe seja campeão além de mais um titulo para o Brasil, consolidando ainda mais a nossa liderança. Ufanismos à parte, torço para o bom espetáculo da F 1 e isso certamente não é o brasileiro que esta proporcionando.
Carlos Eduardo Mariano, São Paulo
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| O momento crucial da corrida |
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Considero que a punição ao Hamilton foi exagerada, uma vez que o piloto prejudicado com a manobra ilícita, Raikonnen, abandonou a corrida.
Para mim, seria mais justo que o Hamilton fosse punido com 10 posições na corrida seguinte.
O Massa que não tinha nada a ver com disputa, faz uma corrida para terminar, foi privilegiado. Ele não merecia levar essa vitória. Não ganhou na pista, não foi o prejudicado com manobra.
Até a chuva no final, a corrida foi muito chata.
Newton Chan, Rio de Janeiro
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Olá amigos,
sinceramente não sei o que pensar a respeito desta decisão dos comissários e a punição dada para o Hamilton.
Mas sobre o GP da Bélgica eu posso dizer que foi uma corrida muito boa de se ver. O Kimi Raikkonen no início foi fenomenal. Acho inclusive que a rodada do Hamilton foi conseqüência da forma como andava o finlandês naquele momento. O final da corrida foi emocionante e pudemos ver novamente um bom duelo por posições na pista. Achei um show e é com certeza o ponto alto de emoção da temporada até o momento.
Com relação ao Massa, esta vitória pela forma como se deu, até compensa aquela quebra do GP da Hungria.
Fernando Marques, Niterói
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Nada melhor que um circuito espetacular. Spa deveria ser decretado Patrimônio da F1 e nunca deveria sair do calendário.
Kimi fez uma corrida quase perfeita. Mas quando o carro dele parou, após a batida, reparei que o pneu traseiro esquerdo estava murcho. Como ele bateu de frente, deduzi que este foi o problema que causou o acidente, ou esse pneu furou em uma batida anterior? Massa fez uma corrida pensando no campeonato e deu uma sorte fenomenal. Hamilton voltou a fazer bobagem. Parece que ele se sente acima do bem e do mal.
Quando achei que Nelsinho iria me surpreender, fez besteira de novo. Pelo menos dessa vez assumiu. Que me desculpem os seus defensores, mas tirando a sorte daquele segundo lugar, a estréia dele está sendo muito ruim. Pior do que a do Kovalainen, que após meia dúzia de corridas estava sendo execrado pelos brasileiros. Tudo bem, Kovalainen corria contra Fisichella e Nelsinho contra Alonso. Mas devemos também lembrar que ele fez uma segunda metade de temporada ótima. Nelsinho ainda não fez nenhuma corrida que podemos dizer: “Brilhante!”.
Nessa balada, se ficar na F1 no ano que vem, vai ser por puros interesses comerciais. Heidfeld, Vettel, Alonso e Bourdais foram excelentes. Bourdais e Vettel mais ainda por conta da limitação de seus carros. Será que Vettel está fazendo o certo em ir para a RB?
Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo
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Que coisa mais absurda a Rede Globo não repetir as últimas voltas do GP da Bélgica. Foram para os comerciais, transmitiram o pódio e encerraram! A disputa Hamilton x Kimi e o abandono do Kimi ficaram sem replay!
O que aconteceu de melhor no GP eles ignoraram! É uma tristeza para o jornalismo esse tipo de atitude!
Desculpem tantas exclamações, mas é para reclamar mesmo.
Claro que se fosse o Massa o protagonista principal seria diferente. Tudo pela audiência, claro.
Flavio Natacci, São Paulo
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Olá galera do GPTotal,
que ri por último, ri melhor. Pois é. O Massa ganhou a corrida no tapetão graças a lambança do Hamilton que teve que contentar com o 3.lugar. A torcida brasileira agradece, Hamilton
um abraço todos os leitores do GPTotal
Aurélio Rafael, Piracicaba
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O fim esta próximo?
Ola amigos do GPTotal, estive por esses dias pensando o que vai acontecer com o Nelsinho Piquet. Eu como a maioria (acho) tinha muita esperança que ele fizesse uma boa temporada, não a ponto de dar pau no Alonso mas que consegui-se andar próximo, mas não estamos vendo nada disso. O Alonso não diz se vai o se fica, na minha cidade também conhecemos isso como Não c... e nem desocupa a moita!.
Caso o Alonso realmente vá para outra equipe, seria bom para a Renault manter Nelsinho e colocar outro piloto sem experiência de corrida na equipe como por exemplo o Romain Grosjean ou o Lucas Di Grassi?
Ou caso o Alonso fique, segundo o que leio nos sites de F1 por aí é quase certeza que Nelsinho perca seu lugar. Será que ele seria piloto de teste de novo ou a Renault poderia mante-lo por mais uma temporada (o que eu acho menos provável)?
Até onde eu reparo na F1 para o desenvolvimento dos carros as equipes optam por um piloto com experiência, como por exemplo a mesma Renault que em 2004 tinha Trulli que teve sua parte na evolução do carro, inclusive vencendo o GP de Mônaco daquele ano.
Heldifeld parece que está se despedindo da BMW. Não seria a oportunidade da Renault em contrata-lo para que possa contribuir com essa evolução?
Bom: especulações a parte, o jeito é especular e aguardar a confirmações para 2009
[]´s
Ricardo, Mogi Guaçu
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