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15.12.08 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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10.12.08 - Roberto Agresti |
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19.12.08 - Eduardo Correa |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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17.12.08 - Ricardo Divila |
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01.12.08 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 12.07.07 |
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| O GP da Inglaterra |
12.07.07 |
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Eduardo e Panda!
Posso estar enganado mais se Lewis Hamilton continuar sua trajetória e for campeão este ano, a Inglaterra (sem contar o resto do Reino Unido) igualará o Brasil no número de títulos mundiais de pilotos na Fórmula 1.
Vocês como torcedores, são do tipo que vão secar o inglês até o fim do ano ou isto é pura patriotada que deve ser deixada de lado?
Um abraço
Paulo de Carvalho, Brasília
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Oi Paulo
Vamos contar juntos. Títulos para a Inglaterra: Mike Hawthorn, 58, Graham Hill, 62 e 68, John Surtees, 64, James Hunt, 76, Nigel Mansell, 92, e Damon Hill, 96. Total: sete títulos. Pula pra doze quando somados os dois de Jim Clark (63 e 65) e os três de Jackie Stewart (69,71 e 73).
Para o Brasil: dois de Emerson (72 e 74), três de Piquet (81, 83 e 87) e três de Senna (88, 90 e 91). Total: oito títulos.
Sim. Lewis empataria o jogo, cujo placar só nós, no mundo inteiro, consideramos...
Se torço contra o jovem inglês? Não torço não mas também não torço a favor. Na McLaren, minhas simpatias vão por enquanto, para o Fernando Alonso
Abraços (EC)
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A MEU VER,
o GP dos EUA não fará muita falta, pois esta pista de Indianápolis nunca teve muita graça, já que por ter um miolo muito trancado e aproveitar a curva e a reta do oval, criava uma situação na qual acentuava o desequilíbrio dos carros que largavam mais à frente, os quais via de regra ficavam muito distantes uns dos outros, e juntava os carros do pelotão de trás.
Este último GP foi o melhor de todos, provavelmente, pois houve muitas, muitas disputas, que, todavia se restringiram o pessoal do fundo. Agora alguém me responda: em um GP, você prefere ver uma disputa por várias voltas entre Jarno e Webber, ou entre Lewis e Kimy? De todas as provas disputadas no Indianápolis Road Course, no final das contas TRÊS valeram a pena:
- 2001: Mika Häkkinen ganhou - ele merecia vencer em Indy, fosse por qualquer categoria;
- 2003: Kimy e Montoya chegaram como favoritos para tirar o título de Schumi, porém os erros de estratégia, de escolha de pneus e dos meteorologistas e o tempo que vinha chuva não vinha tiraram Kimy da disputa pelo campeonato e tornou muito mais difícil para Montoya suas possibilidades de vencer o campeonato em Suzuka;
- 2007: deu Hamilton, pedir mais o quê??
E as outras edições? Supremacia maçante da Scuderia Ferrari, tempo que EU poderia ter utilizado para fazer qualquer outra coisa.
Mas não dá para culpar só o Bernão, não; se o tio Tony George e sua IMS não são capazes de pagar as, digamos, remunerações que a FOM exige, bem, então sinto muito, adeus, pois se não é uma prova lucrativa, para quê continuar? Phoenix tinha um contrato para cinco edições (1989, 1990, 1991, 1992, e 1993), e que se viu foi:
- 1989 (prova no dia 4 de junho, fim de primavera e um calorão infernal no Arizona): pouco mais de 30 mil espectadores;
- 1990 (prova realocada para março, em vista do clima mais ameno): 14.441 espectadores);
- 1991 (março novamente): 18.500 espectadores.
Isso que as provas de 1989 e 1990 podem ser consideradas históricas, já que foram grandes GPs.
Se o retorno de público, mídia e patrocínios locais não foram o que se esperava, então não tem mesmo porque manter. Gostaria de ver novamente um GP em Buenos Aires (se se corre em Mônaco, porque não?) ou então um novo GP no Canadá Central ou Oriental, pista de aeroporto de Edmonton ou o circuito de rua de Vancouver, com o traçado utilizado pela Cart Indycar series em 2001, por serem dois mercados onde os fãs de automobilismo realmente amam a F-1, e não a encaram somente como um evento de veraneio, ou feira do interior.
Pelo que li web afora, quem vai passar a ter uma corrida lá será a MotoGP, pois em 2009 se comemora o centenário da pista, e a primeira corrida a acontecer lá foi uma corrida de motos. Entretanto haverá modificações no sentido do road course (passa a ser anti-horário como Interlagos e Ímola) e serão feitas substanciais modificações de traçado no trecho da curva do oval e arredores.
Sinceramente, creio que a MotoGP terá muito mais sucesso em longo prazo, pois tem vários campeões de nacionalidade americana em sua história, sendo que o último título americano foi em 2005; diante disso a F-1, que teve norte-americanos campeões somente em 1961 e 1978, e só um GP de casa vencido por um americano (Mario Andretti em Long Beach 1977), sempre terá uma boa desvantagem em relação às motos...
P.S.: nos grupos de fãs americanos da F-1 no MySpace, tem muita gente triste e /ou revoltada com a decisão... vale a pena uma visita a esses grupos...
Leandro Arona Guimarães, Sapucaia do Sul
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É sempre muito bom ler algo escrito por quem sabe escrever.
Parabéns a toda equipe do GPTotal pela excelência do conteúdo das colunas apresentadas.
Um abraço a todos.
Ingo (http://www.fotolog.com/barulho_de_motor)
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É impressionante como pessoas que tem um bom emprego, um ótimo salário e ainda assim podem se corromper de forma a comprometer suas próprias carreiras e prejudicar toda uma sociedade.
Não, não estou falando de Renan Calheiros ou Joaquim Roriz, pois em Brasília a safadeza come solta faz tempo, ainda mais nesse governo Lula. Estou falando no mais impressionante caso de espionagem que a F1 já teve notícia. A rivalidade entre Ferrari e McLaren vem de longa data e mesmo com a intromissão de Williams, Benetton e Renault em algumas épocas, as equipes que dominam a F1 são mesmo Ferrari e
McLaren.
Nesse ano o campeonato será mais uma vez decidido entre as duas
escuderias, numa disputa sensacional para ver qual das duas irá dar o melhor carro aos seus pilotos, mas eis que surge um intrincado jogo de sabotagem e espionagem que vem abalando a F1 na véspera do Grande Prêmio da Inglaterra.
Tudo começou quando a Ferrari anunciou que Nigel Stepney teria sabotado os carros de Massa e Raikkonen na véspera do GP de Mônaco. Stepney faz parte do alto escalão da Ferrari desde 1993 e para quem não se lembra, ele foi atropelado por Michael Schumacher no GP da Espanha de 2000 quando Stepney era o responsável pela mangueira de reabastecimento da Ferrari (ainda bem que ele não foi o responsável pela mangueira do Albers, sem brincadeiras, por favor).
Ou seja, Stepney é uma pessoa conceituada dentro da F1 não é de hoje. Desde o longínquo ano 1984 Stepney conheceu o engenheiro mecânico Mike Coughlan (Desgraçado! Arruinando com a reputação da categoria!) na Lotus e entre idas e vindas, Stepney e Coughlan trabalharam juntos em três equipes diferentes. Coughlan é outro cara respeitado na F1, tanto que sua função na McLaren é a mesma do gênio Adryan Newey anos atrás.
A coisa começou a desandar quando Stepney não foi promovido a diretor técnico com a saída de Ross Brawn. O inglês não escondeu a decepção de ter ficado de fora da reestruturação e deve ter pensado "Italianos escrotos! Ralei 15 anos da minha vida aqui dentro para ser tratado assim. Vocês me pagam!"
Stepney foi afastado no começo do ano, mas ele queria vingança. Ele pensou numa forma bem maquiavélica de prejudicar a Ferrari. "Já sei! Vou ajudar a McLaren... Mas como?"
Stepney pensou e se lembrou do velho colega de trabalho Coughlan, que é desenhista-chefe da rival. Coughlan, doido para mostrar serviço e tirar a McLaren da fila, não hesitou em aceitar os documentos do amigo da onça. "Como esses caras passaram tanto tempo sendo campeões Nigel?", começa Coughlan. "Calma, Mike, dá uma olhada nesses
desenhos e você começará a entender." E assim começou um dos maiores escândalos da história recente da F1.
Claro que não sei se a trama se desenrolou assim, mas para dois técnicos do calibre de Stepney e Coughlan se corromperem dessa forma, a única coisa que me vem a cabeça é isso. Se foi assim, tudo bem, que prenda os dois e todos serão feliz para sempre, mas e se Ron Dennis sabia disso desde o início? Não sou daquelas pessoas da teoria da conspiração, mas que isso ainda pode dar treta, isso pode.
Abraços
João Carlos B. Viana (jcspeedway.blogspot.com)
Pois é!
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| Nelsinho testa o Renault em Spa Confira outras fotos dos testes desta semana na Bélgica |
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A coluna do Edu sobre o GP da Inglaterra me mostrou que tem mais gente achando que a Fórmula 1 transformou-se numa divertida e movimentada gincana disputada entre equipes formadas por frentistas e borracheiros...
Como diria Frank Williams: o piloto é só um detalhe. Será que foi Frank Williams quem disse isso? Bom, não importa: quando a gente vê um estreante, por mais talentoso que seja, liderando o campeonato e com reais chances de conquistar o título, a frase faz todo sentido.
Carlos E Bocchi, São Paulo
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Olá,
parabéns pelo GPTotal. Par quem gosta de automobilismo é fantástico
encontrar um local para se falar do que acontece hoje e o do que
acontecia quando corridas de automóveis eram mais românticas (e mais
interessantes do que assistimos hoje).
Para quem teve o privilégio de ver Peterson, Hill, Fittipaldi andando
em Interlagos, se não me engano, de F2 (era muito criança) faz bem
ler textos de quem também é um apaixonado pelas pistas.
Um abraço especial ao Carlos Chiesa, amigo velho, que não vejo a
tempos, mas sempre recordo com carinho e admiração. Surpresa
agradável ler suas colunas.
Continuem pisando fundo.
Ricardo Furriel
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Edu e Panda,
Leio no Bloq do colunista Ilimar Franco: “Brasília quer Fórmula 1 em 2009” (http://oglobo.globo.com/blogs/ilimar/post.asp?cod_Post=65227&a=17 )
Esta matéria tem fundamento?
Um abraço,
Marcelo Ferreira, Jacarepaguá
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Oi Marcelo
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| Massa, durante os testes desta semana, em Spa |
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esta é nova pra mim mas faz sentido sim. Todo mundo quer ter uma prova de F1 e até parece fácil promove-la principalmente se você já tiver um autódromo pronto. O Rio de Janeiro vive tentando tirar o GP de São Paulo e lembro de algumas outras cidades terem mencionado interesse, assim como por provas de IRL e Cart. Não faz muito tempo e se falava que Salvador poderia organizar uma corrida de rua.
O problema é a Fórmula 1 querer correr em Brasília ou em qualquer outro lugar do mundo, a não ser que:
1) se disponha a colocar alguma coisa em torno de US$ 30 milhões limpinhos (ou mesmo mais do que isso) nas mãos de Bernie Ecclestone, que depois divide uma parte desse dinheiro com as equipes.
2) Torne o autódromo em termos de infra-estrutura, segurança e conforto algo no mínimo igual a Istambul, Bahrein e Malásia. Bernie não aceita nada menos do que isso em se tratando de pistas novas. Diz-se que o autódromo chinês custou US$ 500 milhões.
3) Consiga encaixar a prova no calendário, o que anda bastante difícil, vide as pressões de Bernie sobre os GPs da França e da Inglaterra.
Brasília pode fazer isso tudo e levar embora a prova de Interlagos? Pode. Fará?
Abraços (EC)
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777
Ao leitor Homero Benevides,
O Reginaldo mencionou sim algo a respeito desta numerologia, ele continua atencioso com você.
Aos amigos que cobram "no mínimo" a quarta colocação do Massa na corrida, vamos com calma pessoal: a BMW é uma equipe comprovadamente de alto nível, com um dos melhores motores da temporada, sendo guiada por um cara que nasceu para a coisa.
E lembrem-se: o Massa devia estar um bagaço fisicamente quando encostou no Kubica, dada ainda as dificuldades que infelizmente a Fórmula 1 atual apresenta nas ultrapassagens por questões aerodinâmicas, sem falar no risco de jogar tudo fora.
Temos que cobrar do Massa sim mas muita calma nessa hora!!
abraços
Ricardo Leal, Timbó
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Essa até que foi melhor. Mas definitivamente, preciso achar uma alternativa à narração e comentários da Globo.
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| Kubica também testou na Bélgica |
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Não aguento mais o festival de bobagens da trupe global. A maior do final de semana foi do Burti. Ele disse nos treinos que podíamos esperar muito do Massa pois ele tinha sido o mais rápido em todos os momentos do GP da França. Menos quando precisou, né Burti?
O Galvão enaltecendo as "sensacionais" ultrapassagens de Massa sobre Spykers, Aguris, Hondas, STR´s e cia, foi de matar. Claro que Massa fez uma boa corrida, mas com o carro que têm ainda chegou uma posição atrás de onde deveria ter chegado.
Bastou um errinho de Hamilton para Galvão passar o resto da corrida berrando que ele não estava agüentando a pressão. Mas realmente, se a maioria dos circuitos fossem no mesmo estilo de Silverstone, a Fórmula 1 seria infinitamente mais divertida.
Rogério Tófoli Kezerle
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Será que acabou o conto de fadas de Lewis Hamilton? Ainda não. É verdade que, no Grande Prêmio da Inglaterra, o inglês teve uma atuação para lá de razoável, deixando um tanto decepcionada a imensa torcida nas arquibancadas de Silverstone.
Não venceu, mas ainda lidera a temporada. Até com certa folga. De agora em diante, o inglês corre com um olho na pista e o outro na tabela do campeonato. Na etapa inglesa, Kimi Raikkonen repetiu a tática vencedora em Magny-Cours e alcançou um triunfo incontestável.
Foi a terceira vitória do finlandês no campeonato. Dos líderes, ele é o melhor nesse quesito. Na tabela de classificação, porém, ele é só o terceiro, ainda 18 pontos atrás de Lewis Hamilton. Superada a primeira metade da temporada, o inglês já mostra que é capaz de administrar essa distância.
Sem um carro vencedor, Lewis abdicou da luta pelo primeiro lugar e se contentou com o derradeiro posto do podium. Fernando Alonso fez boa corrida, batendo seu companheiro de equipe e chegando a ameaçar Raikkonen.
O Blog, que apostara no espanhol no GP da França, errou mais uma vez. Agora, terminou por secar o pobre Felipe Massa. O brasileiro teve problemas na largada e saiu dos boxes. Fez uma ótima corrida de recuperação, mas não conseguiu mais do que um quinto.
Pela primeira vez no ano, cada trecho da corrida teve um líder diferente. Lewis Hamilton liderou no início. Depois, foi a vez de Fernando Alonso tomar a ponta. E, após a segunda rodada de paradas, Kimi Raikkonen chegou à liderança, para não perdê-la mais.
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| Ainda há obras por terminar |
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Errei o vencedor, mas acertei uma previsão que fiz ontem. Na zona de pontuação, duas Ferrari, duas McLaren, duas BMW e duas Renault. As quatra equipes de ponta não deram chances ao pelotão intermediário. Azar para a Honda, que, hoje, tinha ótimas chances de pontos. Teve de amargar o nono lugar para Rubens Barrichello e o décimo para Jenson Button.
A Toyota, que poderia ser uma surpresa, decepcionou. Ralf Schumacher tinha excelentes chances de pontuação, mas seu carro quebrou na metade da corrida. Além disso, Jarno Trulli também não chegou ao final do Grande Prêmio.
Em apenas 9 corridas, Lewis Hamilton já chega a 70 pontos. O que significa que, até agora, só perdeu 20 dos 90 possíveis. Um monstro. Faltando 8 corridas, terá de perder ao menos 12 para deixar escapar o título. É essa a diferença para Fernando Alonso, que tem 58. A dupla da Ferrari, Kimi e Massa, não está tão longe do espanhol, com 52 e 51, respectivamente.
Nada está definido a favor de Hamilton. Mas Lewis já está com suas atenções voltadas para o campeonato. A partir de agora, o inglês vai tentar administrar a diferença. Algo que ele já mostrou ser mais do que capaz de realizar.
Análise dos pilotos:
Kimi Raikkonen
Corrida tecnicamente perfeita. Entretanto, a pole de sábado teria facilitado as coisas. Além disso, se Massa não tivesse tido problemas, o finlandês poderia ter perdido a corrida. De qualquer forma, Raikkonen confirma que está mesmo de volta.
Nota final: 9
Fernando Alonso
Pela primeira vez desde o G.P. de Mônaco, conseguiu ser superior a Lewis Hamilton. Alonso não desistiu do campeonato, mas precisará fazer mais do que isso se quiser o tri-campeonato da Fórmula 1.
Nota final: 8
Lewis Hamilton
A pole, no sábado, foi realmente arrebatadora. Mas sua corrida foi burocrática demais. Valeu a defesa de posição quando Kimi encostou, é verdade, mas Lewis chegou muito atrás do finlandês no final da corrida. Parece já querer administrar sua vantagem no campeonato.
Nota final: 7
Robert Kubica
Cresceu como piloto depois do acidente do Canadá. Estava mais leve, e por isso bateu Heidfeld na classificação. Na corrida, porém, chegou à frente do alemão com tranquilidade e ainda segurou Massa no final.
Nota final: 8
Felipe Massa
Os problemas do grid não foram sua culpa. Mostrou a agressividade característica na recuperação e fez, basicamente, o possível. Mas seu desempenho na classificação poderia ser um pouco melhor.
Nota final: 8
Nick Heidfeld
Se já está recuperado das dores nas costas, então seu desempenho ultrapassou a barreira do razoável. Parece ter perdido um pouco da motivação do início do ano, em virtude da dificuldade de alcançar os quatro pilotos da ponta.
Nota final: 6
Heikki Kovalainen
Conseguiu bater Giancarlo Fisichella na classificação e, de novo, na corrida, apesar de ter largado pior do que o italiano. Ainda tem muito espaço para melhora e, até o fim do ano, deve continuar superando seu companheiro de equipe.
Nota final: 6
Giancarlo Fisichella
Já começa a demonstrar cansaço na disputa com Heikki Kovalainen. Andou na frente do finlandês no primeiro trecho da corrida, mas seu desempenho caiu no final. O status da Renault, nessa altura do campeonato, é um retrato do próprio Fisichella: mediano.
Nota final: 5
Rubens Barrichello
Boa corrida de Rubinho, que merecia ter marcado seu primeiro ponto no campeonato. Faltou um pouco de sorte. Mesmo assim, a Honda mostra que seu carro tem evoluído. Só falta melhorar em classificações.
Nota final: 7
Jenson Button
Atrapalhado por dores nas costas e no cotovelo - por causa de Hamilton, alguém duvida? - Button ainda fez uma boa corrida. Saiu de 18º no grid e poderia ter pontuado. Na situação em que se encontra, é difícil manter a motivação.
Nota final: 6
David Coulthard
Outro que deve encontrar dificuldade para manter-se focado. A Red Bull, que prometia avanços depois do quinto lugar no G.P. da Espanha, parou no tempo. O escocês deve trabalhar junto com sua equipe, que acabou de renovar o seu contrato, para recuperar o tempo perdido.
Nota final: 5
Nico Rosberg
Dessa vez, não deu seu show particular nos treinos de classificação. Na corrida, porém, tratou de colocar ordem na casa, e foi facilmente superior a Alexander Wurz. Mesmo assim, sua posição final ainda foi bastante decepcionante.
Nota final: 5
Alexander Wurz
O austríaco faz o possível, guardadas as suas óbvias limitações. Foi bem na classificação, mas, ao contrário do que normalmente ocorre, perdeu ritmo na corrida. Por fim, foi um pouco grosseiro na tentativa de ultrapassagem a Scott Speed, que acabou tirando o americano do G.P.
Nota final: 4
Takuma Sato
O que estará acontecendo com Taku? Superado facilmente por Davidson ao longo do fim de semana, o japonês chegou a ficar atrás da Spyker de Adrian Sutil no grid de largada. E na corrida repetiu o fraco desempenho. Parece estar perdendo a motivação com a queda da Super Aguri.
Nota final: 2
Christijan Albers
Não está no mesmo nível de seu companheiro de equipe novato. Último no grid, último dos que completaram a corrida. E será sempre assim. A menos que a Spyker dê um fim logo na carreira do holandês na Fórmula 1. Algo mais do que merecido.
Nota final: 2
Vitantonio Liuzzi
Perdeu a disputa interna para Scott Speed no grid de largada e também na corrida. Pelo menos, avançou à segunda parte da classificação. O desempenho do italiano, porém, está abaixo de sua capacidade.
Nota final: 3
Jarno Trulli
Largou entre os dez primeiros, mais uma vez. Só que, neste fim de semana, foi inferior a Ralf Schumacher, algo inédito nesse ano. Como de hábito, perdeu ritmo na corrida e terminaria no meio do pelotão se não tivesse quebrado.
Nota final: 5
Anthony Davidson
Merecia um zero por declarar que, quando está no Brasil, corre risco de morte. No fim de semana, bateu Takuma Sato com relativa tranquilidade. Apesar de tudo, seu ritmo não ultrapassa um certo limite.
Nota final: 5
Scott Speed
Ganhou de Vitantonio Liuzzi durante todo o fim de semana. Além disso, esteve ao nível das Williams na corrida. Mas se afobou ao deixar Fernando Alonso passar e acabou se tocando com Alexander Wurz. Não foi muito sua culpa, mas teve de desistir.
Nota final: 4
Ralf Schumacher
Não chegou ao final, mas deu o seu recado. Ainda é piloto de Fórmula 1. Foi muito bem nos treinos e mantinha o bom desempenho na corrida. Merecia melhor sorte, mas o carro da Toyota não o deixou chegar ao final.
Nota final: 7
Adrian Sutil
Conseguiu largar fora da última fila, o que é uma façanha. Sutil já poderia se considerar primeiro piloto da Spyker se não errasse de vez em quando. Na sexta, por exemplo, bateu sozinho na Copse. O outro piloto da equipe, Christijan Albers, não é nenhuma ameaça ao alemão.
Nota final: 4
Mark Webber
A primeira pergunta que se faz é: "Correu?". Sim, Webber esteve em Silverstone. Bateu, como de costume, David Coulthard no sábado. Na corrida, quebrou depois de apenas dez voltas num G.P. em que, no final das contas, não tinha nada a fazer mesmo.
Nota final: 4
Análise das equipes:
McLaren-Mercedes
Os ingleses conseguiram reduzir a vantagem da Ferrari, mas os italianos ainda têm uma ligeira vantagem. Pelo menos, a McLaren dá mostras de que seu carro, em corridas, é praticamente indestrutível. E isso, para Hamilton, é uma excelente notícia.
Cotação: ***
Renault
Mais uma vez, pontuou com os dois pilotos. Entretanto, eles foram só sétimo e oitavo. Ou seja, três míseros pontos. Muito pouco para a atual campeã de pilotos e construtores. De qualquer forma, o carro mostra ser bastante confiável, ao menos.
Cotação: ***
Ferrari
Ainda tem o carro mais rápido do grid. Mas isso pode mudar rapidamente. O problema eletrônico no carro de Massa, na largada, é inaceitável e não deveria se repetir. Caso contrário, dificilmente seus pilotos alcançarão a dupla da McLaren no campeonato.
Cotação: ****
Honda
Pouco a pouco, os japoneses vão evoluindo. Em classificações ainda são muito lentos, mas o ritmo de corrida do RA107 é rápido para o pelotão intermediário. Poderiam ter pontuado com os dois pilotos hoje, mas faltou um pouco de sorte.
Cotação: ***
BMW Sauber
Continua na mesma toada do início do ano. Longe de McLaren e Ferrari mas bem superior do resto do grid. Hoje, Robert Kubica só chegou na frente de Felipe Massa pelos problemas dos brasileiros. Em condições normais, a dupla da BMW está fadada, no máximo, ao quinto lugar.
Cotação: ***
Toyota
Melhorou, é verdade. Mas a que custo? Seus dois carros não chegaram ao final, prejudicados por problemas mecânicos. Ralf Schumacher foi quem se deu pior, já que tinha excelentes chances de salvar alguns pontinhos. Por sua vez, Jarno Trulli chegaria longe da zona de pontuação mesmo.
Cotação: ***
Red Bull-Renault
Mark Webber nem chegou a andar direito. E David Coulthard esteve mais lento que as Honda. Adrian Newey e companhia devem trabalhar bastante no próximo intervalo para recuperar a equipe das bebidinhas energéticas. No G.P. da Alemanha, a equipe pode pintar como surpresa.
Cotação: **
Williams-Toyota
Foi, talvez, a pior corrida do ano para os ingleses. Pelo menos dessa vez, voltaram ao patamar do ano passado, quando eram os mais lentos do pelotão intermediário. Alexander Wurz é irritantemente mediano e Nico Rosberg, quando não larga entre os dez primeiros, não pode fazer nada.
Cotação: **
Spyker-Ferrari
A falha do motor não é culpa da equipe. Pena que aconteceu no carro de Adrian Sutil, o melhor piloto da Spyker. Se, até o Grande Prêmio da Alemanha, o time demitir Christijan Albers, garante mais uma estrelinha na sua cotação.
Cotação: *
Toro Rosso-Ferrari
O carro é lento e os pilotos não conseguem nem chegar ao final. Dessa vez, quando uma segunda estrelinha porque a dupla, pela primeira vez, passou junta à segunda fase da classificação. Na corrida, porém, não pode-se esperar nada de Scott Speed e Vitantonio Liuzzi.
Cotação: **
Super Aguri-Honda
Os japoneses já são a segunda pior equipe do grid. Uma pena. Mas falta dinheiro e competência para desenvolvimento. Anthony Davidson, correndo em casa, fez boa corrida mas não chegou ao final. E Takuma Sato parece um tanto desmotivado.
Cotação: *
Análise da corrida:
Felipe Massa animou as arquibancadas no início com suas várias ultrapassagens sobre carros mais lentos. Além disso, pela primeira vez no ano, o Grande Prêmio teve um líder diferente em cada trecho entre paradas. Kimi Raikkonen e Lewis Hamilton chegaram a disputar posição, estando próximos de um toque. Mesmo com tudo isso, não foi nenhuma grande corrida para se guardar na memória.
Nível final: Boa
Análise do campeonato:
Lewis Hamilton tem uma vantagem de apenas 12 pontos para Fernando Alonso, que tem Kimi Raikkonen e Felipe Massa em sua cola. O inglês já deu mostras que sabe administrar a vantagem. Só que, no automobilismo, nem todos os fatores dependem dele. O título ainda está totalmente em aberto, e a disputa, dessa vez, envolve quatro pilotos em igualdade de condições.
Nível final: Muito Bom
Webmaster Blog F1 Grand Prix (http://blogf1grandprix.blogspot.com)
Olá, amigos do GP Total.
Foi boa a corrida da Inglaterra.
- Raikkonen mais uma vez ratificou a superioridade da Ferrari, e se coloca de vez na briga pelo título. Está despachando a fama de azarado. E mostra ter condições reais de se sagrar campeão.
- Alonso finalmente bateu Hamilton, e bateu bem, somando o "Cristian-Alberianismo" (boa conotação, hein?) dele hoje. Merecia a vitória, pelo trabalho que fez na classificação, onde só não conquistou a pole por conta da estratégia. Aliás, fez o melhor tempo do dia, como em Indianápolis. Provou que poderá reagir.
- Hamilton, no entanto, mostra que é o grande sucessor de Prost e Schumacher, e vai fazendo pontinhos, mesmo com corridas medíocres - como fizera na França, fez agora em casa.
- Massa fez uma boa corrida, mas não tanto quanto o Galvão quer que a gente acredite. Levou ferro do Kubica, e se mordeu p'ra passar o Coulthard... Com o carro que tinha, o mínimo aceitável era o 4o lugar.
A briga está esquentando. Resolvi faer uma (re)contagem dos pontos, de acordo com a Pontuação antiga (10 / 6 / 4 / 3 / 2 / 1):
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Austrália |
Malásia |
Bahrein |
Espanha |
Mônaco |
Canadá |
EUA |
França |
Inglaterra |
TOTAL |
Hamilton |
4 |
6 |
6 |
6 |
6 |
10 |
10 |
4 |
4 |
56 |
Alonso |
6 |
10 |
2 |
4 |
10 |
x |
6 |
x |
6 |
44 |
Raikkonen |
10 |
4 |
4 |
x |
x |
2 |
3 |
10 |
10 |
43 |
Massa |
1 |
2 |
10 |
10 |
4 |
x |
4 |
6 |
2 |
39 |
|
Notemos, pois, que as colocações permanecem iguais; a diferença entre Hamilton e Alonso permanece idêntica 12 pontos...
Porém, o problema do regulamento se dá - juntamente ao fato de o piloto que marca o melhor tempo nem sempre ser o pole - na desvalorização da vitória: Kimi é o piloto que mais venceu no ano, no entanto, está a 18 pontos de Hamilton (seriam 13) e a 6 de Alonso (seria 1).
Bem, eu apostei com meu irmão sobre o título: ele vai de Hamilton, eu de Alonso. Firmo-me nisso. Creio em Fernando e no tricampeonato. Mas creio nele e seu talento, a McLaren já não sei - digo isso tanto quanto a um eventual favorecimento a Hamilton, mas principalmente sobre a superioridade da Ferrai vista nas duas últimas provas.
É estranho ver a "efemeridade" dos favoritismos: na Austrália, o primeiro campeonato de Kimi era a coisa mais certa do mundo; depois, na Malásia, Alonso vence e coloca "a pulga tricampeã atrás da orelha"; nas duas provas seguintes, o ex-errante Massa vence tranqüilo e torna-se o favorito; em Mônaco, Alonso volta a incomodar; nas provas americanas, Hamilton assume a liderança e torna-se um fenômeno; voltando à Europa, Kimi ressurge e, se não tiver o seu velho azar, podelevar a taça...
Mas estive relendo comentários anteriores no site e, após o GP Brasil do ano passado, na coluna Nossos Leitores Comentam o GP do Brasil, de 26/10/2006, eu fiz a seguinte "previsão":
Kimi Raikkonen: Para mim, digam o que disserem, o favorito ao título. Esse ano não venceu, mas vamos convir que estava de cadeira elétrica. Foi como o Schumacher ano passado, e nem por isso achamos que ele estava morto. Raikkonen terá nas suas mãos o melhor carro do mundo. É um piloto mais rápido que Massa, em termos de velocidade pura. Já fez várias poles, ganhou várias corridas e foi duas vezes vice. Como disse o leitor Lucas, "de 2007 o título dele não passa".
Será que eu estava certo, sem querer e sem saber? Será que essa é uma maneira de fazer com que nem um nem outro irmão usurpe o dinehiro do outro? haha, é aguardar p'ra ver.
Abraços a todos,
Marcel, Curitiba
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A virada
Acabei de ler aqui no GPTotal a coluna do Eduardo Corrêa (Oh! Quantas emoções.) sobre o GP de Silverstone e concordo em gênero número e grau com ele.
Agora vamos ao vencedor.
Pouco tempo atrás, muitas pessoas inclusive quem entende do assunto e é do meio automobilístico já davam como certo o Kimi morto e enterrado. Só que eles esqueceram de avisar para o rapaz. Sempre achei que o Kimi estava fora de ritmo devido a alguns fatores, mas principalmente a adaptação à equipe e de longe a adaptação ao pneu Bridgestone.
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| Nova decoração nos Red Bull |
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Todos sabem que ele nos anos de McLaren corria com os pneus da Michelin e não pôde treinar nos testes de inverno, onde somente o Massa que já é cria da Ferrari desde 2001 andou com o F2007. Sem tirar o mérito do brasileiro, mas o Kimi sempre foi um dos mais rápidos dos últimos anos e só não foi campeão devido às inúmeras quebras do seu McLaren.
O novo pneu também atrapalhou pilotos do calibre do Alonso, Kubica, Kovalainen que são extremamente agressivos na tocada. Agora o que vemos não é nenhuma surpresa, o Kimi mais adaptado à equipe, pneu e ao carro como um todo. Vale lembrar que ele é o piloto mais bem pago da F1 atual e a Ferrari jamais investiria nele se não tivesse a certeza do seu talento e engane-se quem achou que ela não mediria esforços para dar um carro a altura do do seu talento.
Felipe Massa fez o que tinha de fazer um piloto de ponta sentado numa Ferrari. Agora a Globo ficar mostrando ultrapassagens em cima de Super Aguri, Spyker, Toro Rosso, Honda, Red Bull, etc. como se fosse coisa do outro planeta, foi demais. Mas quando ele pegou um carro mais veloz como o BMW do Kubica que não é nenhum bobo, ele ficou 13 voltas tentando passar e não conseguiu o Galvão e companhia ficaram sem ação. Assim é a F1 de hoje o que é uma pena, fazer o que?
No campeonato agora vê seu companheiro cheio de moral com 03 vitórias e na frente nos pontos do mundial. F... com força diga-se passagem.
Hamilton não foi brilhante, fez a pole em casa com um carro mais leve e não no braço como falaram. Manteve a regularidade do pódio e continua na frente do mundial.
Fernando Alonso fez uma corrida normal sem erros, tentou mudar a estratégia mas no fim chegou em segundo o que foi muito bom, considerando o ritmo fraco do Hamilton e principalmente o problema do Massa na largada.
Honda só mesmo pegando o pacote da Ferrari se quiser andar na frente, que m... de carro o Barrichello e Button tem nas mãos.
Um abraço a todos,
Leonardo da Silva, Belo Horizonte
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Prezado Eduardo Correa
VOCÊ SABIA QUE...
A pole position do Grande Prêmio da Grã-Bretanha foi disputada no
sábado passado, dia 07 de julho.
Isto é, o treino de qualificação do Grande Prêmio de número 777, da história da Fórmula 1 foi disputado no dia 07-07-07.
Eu escrevi para o Reginaldo Leme e pedi para ele falar na Globo, mas não sei se ele falou. O Reginaldo tem muita atenção comigo. Sempre responde aos meus e-mails.
Outra: você sabia que que o italiano Alberto Ascari conseguiu liderar 305 voltas consecutivas, em 1952?
As últimas 35 do GP da Bélgica e todas dos GPs da França (77),
Grã-Bretanha (85), Alemanha (18) e Holanda (90). Isso corresponde à
impressionante distância de 2.075 quilômetros consecutivos na
liderança.
Um grande abraço
Homero Benevides
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Vocês viram o GP da Inglaterra? Disputas na pista o tempo inteiro, os seis primeiros colocados de seis equipes diferentes e uma corrida decidida numa ultrapassagem!
Não viram? Bom, não estou falando da F-1, e sim da GP2. Esta é uma categoria onde ultrapassagens entre os líderes são possíveis e onde diversas equipes têm condições de ganhar.
E por que isso ocorre na GP2 e não na F-1?
Simples. Na GP2 todas as equipes usam o mesmo chassis, o que garante um competitividade real à categoria. E como quem constrói o chassis não disputa o campeonato, pode construir um carro não tão eficiente aerodinamicamente, de forma a permitir as ultrapassagens. Isso mostra que a causa das corridas soporíferas na F-1 é o fato de cada equipe construir o seu carro.
Embora a GP2 tenha a presença de alguns pilotos irresponsáveis e pudesse ser melhor organizada, é uma categoria que merece ser assistida e melhor divulgada.
A IRL correu ontem no circuito misto de Watkins Glen. Embora esteja ultrapassado para os padrões de segurança da F-1, com guard-rails muito próximos da pista, é um circuito fabuloso. Seu traçado tem diversas curvas de alta, bem diferente da maioria dos circuitos da F-1 atuais, recheados de curvas lentas e artificiais. Quem tiver o Bandsports e não viu, pode ver o replay da corrida durante a semana.
Voltando a F-1, a corrida de ontem foi um pouquinho melhor que a média do ano. Afinal, tivemos ultrapassagens nos boxes e o pole não ganhou. Nos dias de hoje, com essas regras, é com que temos que nos contentar.
Raikkonen parece que finalmente está se adaptando ao carro da Ferrari. Alonso fez o que podia, voltando na frente no primeiro pit-stop para tentar abrir vantagem, mas não foi suficiente. De todo modo, conseguiu chegar na frente do seu companheiro de equipe. Hamilton errou na primeira parada, mas visivelmente não tinha um carro com bom rendimento. Mas chegando em terceiro, vai administrando bem a vantagem que tem no campeonato. Diante do equilíbrio entre os quatro aspirantes ao título, 12 pontos de vantagem sobre seu companheiro de equipe e 18 sobre o concorrente mais próximo da Ferrari é muita coisa. Massa, por sua vez, depois de bobear na largada, fez uma boa corrida de recuperação. É lógico que ultrapassar Spyker, Toro Rosso e similares não é um grande feito, como alardeou Galvão Bueno. Mas de todo modo, Massa conseguiu um resultado melhor do que o de Alonso no GP da França.
Li a coluna Oh! Quantas Emoções do Eduardo Correa e concordo com a maioria das observações que ele fez. Mas se por um lado ele reclama da falta de emoções das corridas, por outro quando se fala em padronização dos carros refuta veementemente a idéia, rotulando isso como nascarização.
Então pergunto: o que ele quer?
Sérgio
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Olá pessoal do GPTotal!
A Ferrari e Kimi Raikkonen venceram o Grande Prêmio da Inglaterra do jeito que quiseram neste domingo, colocando ainda mais fogo no campeonato.
Raikkonen podia ter consolidado sua vitória na largada, mas Hamilton fechou a porta e o finlandês teve que esperar dois reabastecimentos para finalmente assumir a liderança, que parecia ser sua de direito faz tempo. Como imaginei, Hamilton era o mais leve dos quatro primeiros e chegou a ser muito pressionado por Raikkonen antes de sua parada, o que configurou em um raro erro do inglês. Por muito pouco Hamilton não imitava a presepada de Albers na França.
Alonso colocou menos combustível para assumir a liderança após a
primeira parada, mas como teve que parar antes, não foi páreo para
Raikkonen. Massa, coitado, ficou parado no grid e mesmo dando show nas primeiras voltas, teve que se contentar com a quinta posição.
Com a segunda vitória consecutiva e terceira da temporada, Raikkonen se torna um perigoso candidato ao título e mesmo ainda longe do líder Hamilton suas performances na França e na Inglaterra mostram que Kimi finalmente acordou do seu longo sono regado a vodca. Todos esperam um título de Raikkonen e quando todos pensavam que ficaria mais um ano chupando o dedo, eis que o finlandês resolve andar do mesmo jeito que 2005, onde ele ficou com um imerecido vice campeonato.
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| Hamilton corta Kimi na largada |
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Quem deve mais lamentar essa subida de Raikkonen é Massa e o pior é que o brasileiro já foi até ultrapassado pelo companheiro de equipe no campeonato e dentro da Ferrari isso pode ser fatal para Felipe. Quando Massa estava matando Raikkonen a tapa todos esperavam que a Ferrari escolhesse logo Massa como primeiro piloto, mas com mais da metade do campeonato percorridos eis que Raikkonen agora está na frente e
com um campeonato podendo ser decidido nos detalhes como esse ano, a escolha de Jean Todt será breve e é bom que Felipe esteja mais à frente no campeonato. Isso sem contar que Kimi ganha muito mais que Felipe e isso será levado muito em consideração.
Pelos lados da McLaren, Alonso superou com muita folga Hamilton e conseguiu o que ele desejava quando aportou em Silverstone: deixar para trás seu companheiro de equipe. O espanhol acertou muito bem seu carro e chegou a liderar por um bom tempo a corrida, mas estava na cara que ele seria ultrapassado por Raikkonen na segunda parada e assim aconteceu, mas ao menos Alonso tentou. Hamilton conseguiu mais um pódio, mas se Massa tivesse largado da sua posição dificilmente Hamilton estaria entre os três primeiros. O ritmo de corrida do líder do campeonato ficou bem abaixo do esperado hoje e com certeza deixou a torcida inglesa bastante decepcionada.
Como aconteceu em Magny-Cours, Robert Kubica mais uma vez foi o melhor do resto, mas desta vez ainda ficou na frente da Ferrari de Felipe Massa. O polonês teve que suar muito para segurar Massa no final da corrida e ao contrário da maioria dos pilotos Massa tentou de todas as formas ultrapassar Kubica, mas o polaco segurou firme e foi quarto pela segunda semana consecutiva. Heidfeld fez um GP bem apagado e aos poucos seus bons desempenhos do começo do ano vão sendo suplantados pelo ressurgimento de Kubica.
A Renault ficou longe da BMW mais uma vez trinta anos após os carros
amarelos estrearem no mesmo Silverstone. O destaque negativo foi para as ordens de equipe logo no começo da corrida, quando Kovalainen deixou Fisichella passá-lo, mas Fisico não estava num bom dia e acabou ultrapassado por Kova nos boxes e Briatore resolveu não mexer mais nas posições dos seus pilotos. O interessante é que ninguém da transmissão da Globo percebeu a troca, dizendo que Fisichella estava tendo problemas, quando na verdade ele é que estava na frente de Kovalainen...
A Honda fez uma corrida estratégica e por isso parou apenas uma vez, fazendo com que seus pilotos conseguisse várias posições, porém, com Barrichello ficando fora dos pontos por apenas uma posição, seguido por Button. A Red Bull segue seu inferno astral e Mark Webber foi o primeiro a abandonar a corrida com problemas hidráulicos, o mesmo problema que afligia Raikkonen na McLaren em 2005. Quem era o projetista? Adryan Newey! Coulthard fez mais uma corrida sem vergonha e ficou em décimo primeiro, colado em Button.
A Williams pagou com o problema de Rosberg na Classificação e para piorar, errou na estratégia, ao fazer com que o alemão largasse mais leve e fizesse duas paradas. Rosberg até que vinha num bom ritmo, mas empacou em Coulthard e toda estratégia foi por água abaixo. Wurz teve uma briga interessante com Speed, mas o americano acabou fora da corrida e o austríaco, mais uma vez, ficou atrás de Rosberg.
Outra que vem sofrendo é a Toyota. A montadora japonesa até que conseguiu colocar seus carros entre os dez primeiros do grid, mas na corrida o desastre foi total. Ralf, talvez desacostumado a largar na frente, perdeu várias posições e ainda no começo da corrida abandonou. Trulli começou a corrida mal, fugiu de suas características ao não lutar com Massa e também abandonou. Do jeito que vai, nem uma mistura de Fangio, Senna e M.Schumacher pode dar um jeito na Toyota. A Toro Rosso foi outra que não chegou com seus dois carros até o final e a Super Aguri agora se arrasta pelas pistas, com Sato ficando em penúltimo. Davidson teve problemas em seu carros, mas sua
vontade de correr em casa era tanta que ele voltou à pista depois de ficar várias voltas parado, porém acabou abandonando de vez algumas voltas depois. Albers continuou em último e quando Sutil abandonou, o holandês ainda estava em último...
A corrida em Silverstone só foi animada quando Massa estava lá atrás
ultrapassando todos que vinham pela frente. A Globo valorizou muito esse bom momento de Felipe com várias reprises das ultrapassagens, porém, com uma Ferrari, fez mais do que a obrigação, pois se não fosse seus problemas no grid, ele só veria os carros que ultrapassou quando colocaria volta neles.
Mas que foi bonito, foi! Porém, Kimi não deve ter ligado muito para isso e vai com tudo para cima das McLarens na briga pelo campeonato, contudo, da mesma forma que a Ferrari virou em cima da McLaren nas duas últimas corridas, o inverso pode acontecer a qualquer momento. Esse campeonato está bem melhor do que o esperado e as corridas ainda estão melhorando! Viva!
Abraços
João Carlos B. Viana (jcspeedway.blogspot.com)
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Entrando agora em um assunto envolvendo contracheques...
A imprensa divulgou que Lewins Hamilton ganha apenas 1% do salário que é pago a Alonso na Mclaren; ou seja 300 mil Euros contra 30 milhões de Euros.
Alguém aí teria pelo menos uma idéia de quanto Kimi Raikkonen ganha a mais que Felipe Massa na Ferrari?
Paulo de Carvalho, Brasília
Oi Paulo
Pelas minhas lembranças, Kimi ganha US$ 40 milhões por temporada e Massa US$ 8 milhões.
Sempre esqueço essas coisas pois acho que o número verdadeiro só eles sabem, já que envolve questões ligadas a local do pagamento (os valores podem ser depositados em diferentes países), questões tributárias e rendimentos variáveis, conforme contratos de patrocínio, pontuação, vitórias etc.
Abraços (EC)
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