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15.12.08 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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10.12.08 - Roberto Agresti |
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19.12.08 - Eduardo Correa |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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17.12.08 - Ricardo Divila |
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01.12.08 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 25.07.07 |
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Não eh proibido aquele negócio de o guincho levantar o carro do Hamilton e colocar ele de volta na corrida?
Paulo Bitencourt, RS
Não é não Paulo mas confesso que não conheço os detalhes do regulamento.
Sabemos todos que é permitido mover carros que se encontram em posição perigosa e isso justificou o empurrão no carro de Michael Schumacher, creio que em 2002, depois que ele levou aquela ultrapassagem de Juan Pablo Montoya no mesmo Nurburgring, lembra-se?
No caso de Hamilton, a novidade foi o uso do trator mas ele ingevelmente estava em local perigoso e conseguiu manter o seu motor em funcionamento ou o fez funcionar após a remoção. Mas não sei como é que ele convenceu o cara do trator a leva-lo de volta à pista.
Abraços (EC)
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Quem estava clamando por um campeonato mundial de F-1 com mais emoção, deve ter ficado contente com o GP da Europa em Nurburgring. Eu pelo menos fiquei satisfeito, esquecendo de algumas provas monótonas que aconteceram recentemente.
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| Uma bela corrida de Webber |
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Teve de tudo, batida do lider do campeonato nos treinos de classificação, largada com previsão de chuva (ela veio e como!), derrapagens múltiplas, batidas, piloto perdendo a entrada dos boxes, carro escapando de bater no safety car e encontrando um trator manobrando, tempo seco, sol, e nova chuva, pilotos da mesma equipe se estranhando, carro que largou dos boxes liderando a corrida, toques, totós e outros esfregas.
A quatro voltas do fim, disputa pela liderança com dois pilotos se engalfinhando e dividindo espaços na pista, com direito a toques laterais, curvas espalhadas e outros bichos.
No final a vitória do bebê chorão, principal piloto da Escuderia Nhém, nhém nhém, seguido de bate boca à italiana onde todo mundo fala e ninguém tem razão.
Prato cheio para os brasileirinhos super entendidos em automobilismo decretarem: Massa não é de nada na chuva! O espanhol é que é o bão!
Esqueceram da chuva do inicio da corrida, quando Massa estava colocando tempo em cima do Alonsito, e só viram a chuva do final, quando Massa saiu dos boxes com sua Ferrari mais instável do que avião na pista molhada de Congonhas.
Somado a tudo isso, um locutor alucinado, primeiro achando que o diretor da prova não poderia ter dado a largada sabendo que a chuva estava próxima, depois berrando que Jean Todt tinha que pedir a interrupção da corrida porque estava chovendo novamente! Ai ai ai... Só faltou o Galvão reclamar da falta de grooving na pista alemã! Brasil, sil sil...
Avanti Massa, Forza Ferrari!
Romeu Nardini, São Paulo
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Olá Galera do GPTotal!
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| Os boxes de Nurburgring, na 5a feira |
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Não sei o que foi que realmente aconteceu, mas ao ver as cenas do acidente
do Hamilton no sábado fiquei com a impressão de que o rapaz teria convulsionado após a batida, o que demonstra a força do choque. Muito me surpreendeu a FIA ter liberado o moleque para a corrida no Domingo. O que já não surpreende ninguém é que ele não correu da raia e ainda fez uma grande corrida, apesar dos pesares. Esse garoto vai longe!
Agora vejam no vídeo como as suas pernas ficam se debatendo logo após o impacto.
http://www.youtube.com/watch?v=ce8vVgCKGnA
Fabiano Bastos
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Olá pessoal do GPTotal! É sempre uma alegria visitar esta estupenda página sobre automobilismo!
Além da ótima corrida de domingo passado, uma coisa curiosa que me chamou atenção na transmissão do GP da Europa foram os comentários da equipe global sobre as duas últimas mudanças no sistema de pontuação da Fórmula 1, os quais soaram-me extremamente descontextualizados, para não dizer equivocados.
Quiseram dar a entender que quando a vitória passou a valer 10 pontos em 1991 foi por causa do Senna e que quando o sistema de pontuação vigente foi implementado, em 2003, foi por causa do Schumacher, embora esta última afirmação talvez se aproxime, em parte, da realidade.
Ora, uma rápida olhada ao longo da década de 80 mostra que foi muito comum o vice-campeão da temporada ter mais vitórias que o campeão. Em 1982 Rosberg obteve o título com uma única vitória. Em 1983 Piquet foi campeão com menos vitórias que Prost, o vice (3 contra 4). Situações semelhantes ocorreram em 1984, 1986, 1987 (quando Mansell foi vice com o dobro de vitórias de Piquet) e 1989. Além disso, em 1988 Senna foi campeão mesmo tendo obtido 11 pontos a menos que Prost, apesar de ter mais vitórias que o francês.
A princípio, o fim dos descartes e o acréscimo de 1 ponto ao vencedor vieram juntos para tentar corrigir distorções como essas. Eu acreditaria mais se tivessem dito que o fim dos descartes foi por causa do Prost, já que o francês era o piloto mais regular da época e sempre perdia alguns pontinhos (e até campeonatos...) nos descartes, além de contar, na época, com a indefectível amizade de Balestre para dar uma mãozinha em decisões teoricamente favoráveis a ele.
Mas fato é que a partir de 1990 nunca mais o campeão mundial teve menos vitórias que o vice. E pior: de lá para cá foram poucos os campeonatos em que houve equilíbrio de forças entre equipes e/ou pilotos, havendo quase sempre o predomínio de um único piloto ou de uma única equipe com um primeiro piloto bem definido. O predomínio arrasador da Ferrari (leia-se Schumacher) entre 2000 e 2002 parece ter sido o estopim da nova mudança, mas também foi notadamente motivada por interesses financeiros, já que haveria uma maior distribuição de pontos para mais posições de chegada, o que gera mais visibilidade nas transmissões para mais equipes e pilotos e tudo que gera mais visibilidade na Fórmula 1 gera mais dinheiro.
O interessante é que pelo sistema anterior de pontuação a diferença de pontos entre os três primeiros colocados do mundial deste ano seria rigorosamente a mesma! O campeonato estaria hoje assim: Hamilton 56 pontos, Alonso 54, Massa 45 e Raikkonen 43. Na verdade, a mudança de pontuação tem-se demonstrado, pelo menos até gora, inócua. Num campeonato equilibrado, como o atual, tanto faz um ou outro. Se por um lado força uma disputa como em 2003, quando Raikkonen, com uma única vitória, chegou com chances de título na última prova contra Schumacher (com 6 vitórias!), o que não ocorreria no regulamento antigo, por outro lado desfaz como em 2005, quando Alonso liderou o campeonato com uma diferença tediosamente confortável o ano inteiro graças à sua regularidade no pódio.
Nesse ano, no qual Alonso foi campeão com duas provas de antecipação, com o antigo regulamento Alonso e Raikkonen teriam chegado empatados à última etapa (!) ou com Raikkonen à frente (!!), pois no Brasil a McLaren certamente teria invertido as posições de chegada de Montoya e Raikkonen, respectivamente primeiro e segundo colocados nessa corrida, o que não ocorreu na época porque o título já estava mesmo perdido.
E perguntar não ofende: será que quando estava prestes a chover novamente, no final, o narrador pediria tanto para a corrida acabar se Massa estivesse em segundo??
Grande abraço a todos!
Leonardo Pinheiro, Rio de Janeiro
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Olá Amigos.
Antes de mais nada, parabéns pelo site. Cada dia que passa melhor. Mas sinto falta do Divilla... cadê ele??
Eu tenho três perguntas sobre o ótimo GP da Europa, como seguem:
1-) Luzes apagadas e largaram. Afinal de contas, em que posição Hamilton estava quando teve seu problema na primeira volta? Seria essa a melhor largada de todos os tempos? Pelas minhas contas ele já lutava pela oitava posição. Estou certo?
2-) Tudo bem, a pista estava molhada, todo mundo de pneu slick, caiu uma tromba dágua, o asfalto ficou liso, a pista parecia a Marginal Tiete em dia de enchente, teve aquaplaine, etc, etc, etc mas o Kimi errou depois de entrar na pista dos boxes, pulou a zebra ... e NINGUÉM DIZ NADA? Parafraseando Lula, nunca antes na história da F1 alguém fez tamanha barbeirice, nem Prost rodando em San Marino na volta de apresentação foi tão bisonho!!!
Fato é que tal manobra foi determinante para ele perder a dianteira da corrida!! Não quero ser brasileirista (torcedor fanático e bocó do Massa/Barrichello!), mas fosse o Massa, a coisa tinha apertado na mídia, principalmente a Italiana!
3-) Alguém poderia, por favor, me explicar o que deu na cabeça do Nick Heidfeld?? Para mim, foi o nome da corrida!!!
Abraços,
Sandro, São Paulo
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Oi Sandro
Fico devendo um explicação sobre a largada de Hamilton. Vimos todos ele passar pelos dois BMW na segunda curva, chegando ao 4º lugar mas, logo depois, ele teve algum problema. Fiquei com a leve impressão que ele foi tocado de leve por alguém e não sei dizer como foi o resto da sua volta até sair direto para a brita. À propósito, a largada do Hamilton foi simplérrima. Ele manteve seu carro por dentro até a primeira curva e depois manteve por fora em direção à segunda. Não houve, pelo que vi, nenhuma mudança sensível de trajetória. Apenas aceleração e sorte.
Sobre a manobra (?) de Kimi na primeira volta, fiquei com a impressão de que ele forçou a volta à pista por ter queimado bisonhamente a entrada dos boxes. Aliás, temi também por alguma punição ao Massa, ainda que ele tenha queimado a faixa de entrada de forma bem mais discreta.
Abraços (EC)
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Caros colunistas do GPTotal
Escrevo para que me esclareçam uma dúvida:
Todos notaram na Ferrari uma espécie de calota nas rodas, o que não existe nas demais equipes. A minha pergunta é se esse aparato dá alguma vantagem pra equipe no desempenho do carro ou se é apenas um enfeite inofensivo???
Abraço a todos!
Cleiton, Poços de Caldas
Oi Cleiton
Devem dar uma diferença sim, mesmo que muito pequena, caso contrário não estariam ali. Tais vantagens devem ser descobertas em longos, exaustivos e caríssimos testes nos túneis de vento da Ferrari.
Abraços (EC)
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Excelente corrida!
Alonso mostrou porque é bicampeão. Raikkonen provou que tem "encosto". Massa quer bater o recorde de Barrichello como "maior chorão da F1". E Hamilton...
Marcel Pilatti acertou bem em sua coluna: "Hamilton tem muito pó p'ra cair na viseira, pista molhada p'ra aquaplanar..." E o que ele fez foi só aquaplanar mesmo.
Abraços gerais
João Carlos Souza Ferreira
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O pior dos azares.....
Lendo a opinião dos leitores, me deparei com uma história bem semelhante à minha. Também perdi a hora e depois de mais de uma década acompanhando todas as corridas de F1, acordei depois do mais emocionante momento de todos os tempos.
Quando liguei a TV, Massa liderava e a pista estava um pouco molhada (não entendi nada), mas aos poucos entendi o que occorria.
Agora vamos a corrida.
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| Os caminhões estacionados no paddock |
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Massa mostrou a todos que é bom sim. Arrojado sempre foi, mas agora dá sinais de maturidade no volante. Posso pagar língua, mas Massa será campeão sim, e ainda este ano. Chego a esta conclusão da seguinte maneira: Na McLaren, não há como se estabelecer um primeiro piloto, pois Hamilton ainda está a frente de Alonso, e por isto não aceitará ser escudeiro do espanhol, enquanto este não admitirá o posto de segundo piloto em razão de seu bicampeonato. Enquanto isto a Ferrari já viu que não pode contar muito com Raikonen e acredito que já vai colocar Massa como primeiro piloto (e já na próxima etapa), pois será a oportunidade de encostar nos pilotos de Ron Dennis, que disputarão pontos entre si.
Agora quanto ao finlandês, não acredito na sua fama de azarado. Li em uma coluna neste mesmo site, acho que no início do ano, que Raikonen destruía seus carros. Não acreditei. Mas agora tudo muda de figura: porque que na Mclaren sempre abandonava, e agora os carros de Ron terminam todas as corridas? E porquê que a Ferrari tinha fama de confiabilidade e o carro do finlandês já sucumbiu mais de uma vez este ano, o que não aconteceu com Massa?
E sobre a briga no final da corrida: Deplorável.
Alonso é um chorão. Nem Schumacher com seus sete títulos agia como ele. Massa respondeu às alturas. E quem acompanhou a discussão, viu que Massa estava com a razão ao ficar nervoso. Tratou-se de uma disputa limpa de posições.
Abraços a todos
Renato Henrique Fiume
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Caríssimos,
Foi uma bela corrida, sem dúvida. Muitas emoções, muitas mudanças, muitos erros, muito arrojo. Tão boa quanto o GP da Hungria do ano passado!
Gostaria de comentar o desempenho dos quatro principais pilotos:
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| Massa durante os treinos em Nurburgring |
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- Massa: fez uma corrida muito boa. Seu arrojo na largada deve ser exaltado! No entanto, ainda que os pneus da Ferrari o tenham prejudicado, não dá para negar que Alonso é mais piloto do que ele na chuva!!!!!! No seco, pode-se até, sendo um pouco patriota demais, discutir. Mas na chuva, não dá. Sobre a briguinha dele com Alonso, não acho que ele tenha agido mal. Ele disputou a posição na pista e a probabilidade era muito grande de haver um toque entre os dois. Alonso sabia disso. De qualquer forma, ponto para o Massa por não ter engolido o sapo do Alonso. Para ser campeão, precisa melhorar muito seu rendimento, somar pontos quando se está com o melhor carro, não perder a concentração na volta da pole position. Coisas necessárias a um campeão. Tem-se mostrado um ótimo piloto, mas ainda não está pronto para conquistar o título. Fosse o alemão, já estava com suas 5 vitórias aí no campeonato, uns 80 pontos...;
- Alonso: sem dúvida, um grande piloto. A forma que avançou para cima do Massa, usando toda a sua capacidade e arrojo lembra os melhores de todos os tempos. É, sem dúvida, um piloto espetacular na chuva. Há muito se sabia que era um piloto arrogante, cheio do não-me-toques. Só que as pessoas só tinham olhos para o alemão!!!! Vai virar logo logo o demônio da F1. Pelo menos para Galvão Bueno. Volta a ser favorito ao título;
- Raikkonen - cometeu um erro infantil, mas o que o prejudicou pra valer foi o seu famoso companheiro de anos e anos: o azar!!! Mesmo assim, é impressionante como as pessoas tendem a eliminar pilotos do campeonato tão rapidamente. Entendo que ele está ainda na briga pelo título, até porque Massa não consegue se tornar o número 1 da Ferrari;
- Hamilton - o Galvão estava torcendo para ele errar o tempo todo. Desde sábado, quando antes de ver o acidente, já tinha jogado toda a culpa no arrojo e no excesso de confiança do inglês. Largou maravilhosamente bem, passando nada mais que 6 carros em 4 curvas! Sinceramente, não sei o que aconteceu para o seu pneu furar, mas não vi erro dele. Se errou na estratégia para colocar pneu seco? Pô, o cara estava em último!!!! Queria que ele fosse conservador???? E a ultrapassagem sobre Fisichella??? Aquilo foi uma obra de arte. E a ultrapassagem num GP anterior (não tenho certeza se na Inglaterra), em que sai dos boxes e ultrapassa o Kubica sem nem pensar duas vezes???? Por mais que seja um estreante e por mais que algumas pessoas digam que está fácil demais pilotar um F1 (afinal, até um estreante faz o que faz), Hamilton tem mostrado um conjunto de qualidades pouco vistas em um único piloto: cerebral, rápido, arrojado, bom de largada, impressionantemente maduro para um estreante, sortudo e competente. Alonso pode ter voltado a ser o favorito, mas deve ter muito cuidado, pois Hamilton parece ainda ter algumas cartas na manga!
Até mais a todos!
Márcio Silva, Brasília
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Caros Gepetos
Sem chover no molhado, já que a corrida foi extraordinária e tal (abençoado efeito chuva)..
Quero discorrer apenas sobre o seguinte:
- seria Massa assim tão pior que Alonso na chuva (note bem - TÃO pior)? Afinal, como bem lembrou o colega leitor logo abaixo, nas primeiras voltas houve um verdadeiro temporal, Alonso tentou, não uma mas várias vezes na relargada ultrapassá-lo sem sucesso, sem considerar que Massa ainda abriu uma confortável distância nas voltas seguintes.
- que fique claro: acho Alonso extraordinário piloto de chuva (aliás, com ou sem), mas o desempenho de Massa no início da prova a mim me pareceu convincente.
- Outras: Kimi, agora adaptado à Ferrari (e cagadas à parte), vai ser páreo duríssimo. Enquanto isso, Luís Amílton continua na frente..
Torço pro Massa se recuperar na Turquia, em Monza e em Interlagos
Abraços
Carlos Botelho
Gepetos,
Uma bela corrida!!!
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| Massa lutou mas não conseguiu segurar Alonso |
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Massa fantástico desde o começo. Nesse ponto sou obrigado a discordar da coluna de 22/7/2007 do Luiz Fernando Ramos. O Massa não havia sido mais lento do que o Alonso em pista molhada. Tanto foi assim que, quando a corrida foi interrompida, depois de três voltas, o Massa já tinha aberto mais de três segundos. No final da corrida, a diferença de rendimento entre os dois só pode ser explicada por problemas na Ferrari. A explicação dos pneus é bastante provável. Além disso, Massa sempre tem sido direto e sincero em suas respostas, não havendo porque duvidar.
O toque com o Alonso foi absolutamente normal. Aliás, cabe um comentário sobre o comportamento do Alonso. Já venho me incomodando com pequenas atitudes do espanhol há algum tempo. Ontem depois daquela cena deplorável em que ele chama o cinegrafista para mostrar a marca do toque e acusa e critica o ausente Massa com gestos, fiquei convencido que se trata de um mau caráter.
Ele tentou jogar o público contra o Massa e se colocar na posição de vítima. Ainda bem que o Felipe não abaixou a cabeça. Aliás, essa é outra característica positiva a ser destacada. Nosso brasileirinho tem cabelo nas ventas e aí de quem pisa no calo dele.
Um abraço a todos,
Saulo Caram, Brasília
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Coisa de pobre
Mulher é coisa séria. Me distraí um pouquinho na noite de sábado e deu no que deu: acordei bem cedinho, na minha cabeça com muito tempo ainda para passar e tomar um café. E ainda deu para ficar mais uns quinze minutinho me esforçando para juntar a coragem necessária para abandonar os cobertores (além do frio, aquele barulho prazeroso da chuva, logo num domingo pela manhã). Mas o dever me chama, pensei eu (tinha que assistir a corrida para depois escrever minha coluna no jornal). Assim, alcei o celular para ver o horário...
09:52!
Nove e cinqüenta e dois? A LARGARDA ERA AS NOVE EM PONTO!!!
Perdi a hora. Perdi a largada (ou será que... não, não, o Bernie Ecclestone não deve ter adiado a largada só por minha causa...) e na hora em que a ficha caiu para valer passei a odiar eternamente (até o próximo final de semana, claro) os sábados à noite e as mulheres!!!
Mas foi muito pior do que eu estava imaginando: logo percebo na narração e nos comentários que a largada e o início das provas foram os mais espetaculares do ano, e aí o meu mau humor se generalizou. Então começo a me recompor e a entender o quadro geral da corrida: o Hamilton, claro, não constava entre os primeiros, o que só vinha a comprovar o óbvio, de que não deixaram o menino se divertir hoje depois da pancada de ontem. Pensando assim então comecei a achar que a corrida já estava em minhas mãos... Até que me aparece o Hamilton lá no fundo, pilotando feito um alucinado, tentando ultrapassar até o vento! Aí joguei a toalha. E, como antigamente, passei a ver a corrida apenas como expectador, e não mais para comentar ou escrever sobre ela (nem sei por que cargas d`água estou escrevendo!?).
Bom, então não vi a largada excepcional, a liderança fantástica do estreante Marcos Winkelhock (na Spyker), a ultrapassagem de Massa sobre Alonso, o erro de Raikkonen, o Liuzzi quase acertando um trator e o Hamilton dependurado com carro e tudo para voltar à pista. Mas agora já foi. Porém, algumas coisas eu ainda pude ver neste fantástico GP da Europa deste ano.
br>
Por exemplo (sem ordem “tempo”lógica):
Schumacher no pódio, ao lado de Ron Denis, com visual totalmente diferente daquele que nos acostumamos a acompanhar até há bem pouquinho tempo. Ele, o alemão, numa homenagem mais do que justa, ganhou uma curva em Nürburgring, outra batizada como “S”. Ao lado do chefão da McLaren, o mundo inteiro viu o heptacampeão entregar o troféu de equipe vencedora para o chefe de equipe que, nas últimas décadas, teve todos os melhores pilotos do mundo em seu staff. Menos Schumacher, o melhor entre os melhores. Irônico. E o alemão não sabia direito que cara fazer naquela posição. Seu lugar ainda parece ser o do alto do pódio. Mesmo aposentado. Coisa de vencedor.
Massa tentou sim, na minha ótica, jogar o carro para cima do Alonso, na ultrapassagem fatal do espanhol sobre o brasileiro. Agora, não digo que foi errado: foi coisa de quem quer vencer. E só. Mas que ele mudou a trajetória natural da sua tomada de curva, isso ele fez. Alonso então reclamou com razão, afirmando eu aqui como “razão” a acusação de que Massa tentou fechar a porta de propósito. No final das contas, achei uma situação bem normal de corrida, principalmente quando se tem dois candidatos ao título de equipes rivais (e bem enroladas em escândalos extra pista).
Mas os dois - Alonso e Massa - têm “espírito de pobre”. Explico.
Alguém já me disse que tem gente que, mesmo que tenha todo o dinheiro do mundo, ainda tem “espírito de pobre”. Entendo mais como um conjunto de coisas: uma falta de controle emocional, uma certa falta de cultura geral e uma certa necessidade de manifestar em público o que se quer os outros pensem (e não necessariamente a verdade, que é o que geralmente todo mundo percebe e realmente pensa).
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| A dupla da BMW brigou a corrida inteira |
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Explico melhor: Alonso é bem melhor que Felipe na chuva, e isso já foi provado pelo espanhol sobre o brasileiro em outras vezes. Massa culpou os pneus, e Alonso elogiou o comportamento do carro, mas tenho a nítida impressão de que o piloto da McLaren tem bem mais braço que o ferrarista em situações de pista molhada. Mas Alonso, ao usar a TV para culpar Massa, faz um jogo político, um jogo de quem está magoado, um jogo de quem quer a piedade dos outros de qualquer jeito, mesmo que seja forçada. Coisa de pobre.
Massa, ao reagir ao espanhol nos bastidores, também faz o mesmo jogo. Observe que eles sabiam que estavam sendo filmados. Observe que eles sabiam que o mundo todo estava vendo ou que poderia ver aquelas imagens. Observe que eles não discutiram em inglês, o que seria normal num ambiente como a Fórmula 1, mas sim em italiano, que dá bem mais emoção, chama bem mais atenção e dá muito mais charme e calor à briga, com conseqüente maior audiência. Não foi, então, uma briga pura, de apenas um contra o outro. Foi uma manipulação de ambas as partes, para chamar a atenção e nada mais. Sabe quando seu pai lhe chamava a atenção em público, não por seu futuro, mas apenas para que ele mesmo aparecesse para os outros presentes? Chamam isso de “cantar de galo”. Coisa de pobre.
Assim, fica infinitamente fácil para o Hamilton (em condições normais, claro - o que não vem sendo o forte deste mundial da F1) de levar o título deste ano. Alonso e Massa não são páreos, psicologicamente, hoje, para o inglês. O lorde contra os pobres.
E eu ainda vinha pensando como é sem graça esse GP da Europa, sem uma nacionalidade própria, sem um brilho próprio, sempre mudando de casa, de país...
Veja que a única coisa que realmente une os europeus é o seu ódio comum aos norte-americanos. No resto são muito piores entre si do que nós em relação à Argentina e vice-versa. Mas este GP calou a minha boca. Mas foi por mérito da chuva, e não dos europeus azedumes.
Jeff Reinholds ( www.supermacchina.com.br)
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O GP da Europa, realizado hoje em Nurburgring, foi um dos melhores dos últimos anos, na minha modesta opinião.
Todo aquele enrosco inicial, a boa largada de Felipe Massa, depois o "pé d'água" que desabou no circuito, dando um toque extra de emoção ao desenrolar da prova. Só não precisava ter tanta emoção naquele final de reta, com tantos carros aquaplanando e indo direto para a caixa de brita, felizmente não ocorreu nenhum acidente grave.
Quando ocorre esse tipo de fator extra-pista (chuva), creio eu que passa a corrida a ter inúmeras outras possibilidades. Vejam o caso do Markus Winkelhock: de último na largada passou para primeiro na relargada. Se fosse talvez um piloto mais experiente e com um equipamento BEM melhor, talvez a história poderia ter sido outra.
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| Lewis passou um monte de gente na largada |
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Sem falar nas incertezas que baixam nas cabeças dos pilotos. O que fazer agora? Trocar pneus e abastecer? Ou só vai dar pra trocar pneus? E se eu trocar e parar a chuva? Então é o tipo de coisa que acaba trazendo novas possibilidades a todos.
Sobre Hamilton, ele deve apagar o final de semana do calendário e esquecer Nurburgring. Por tudo que aconteceu com ele. Agora, pelo menos não teremos que ouvir o Chatão Bueno dizendo que "até agora ele não errou, que é um fenômeno, que é Robinho, que é isso, que é aquilo". Talvez a pressão pelo erro ainda não cometido até hoje passe e ele consiga voltar ao domínio dos nervos, apesar de ainda estar na liderança do campeonato. Continua sendo a revelação do ano, mas agora vai ter que voltar a mostrar serviço e contar com um pouco mais de sorte.
Sobre Felipe Massa, fez uma excelente corrida, teve azar da chuva ter voltado a poucas voltas do final e do carro não estar tão equilibrado pra segurar Alonso.
Agora, sobre esse camarada, hein??? Que xaropão!!!
O carinha tá parecendo aquelas crianças que ficam emburradas quando os outros dão atenção pra outra criança ao lado. Ron Dennis foi lá pra recebê-lo na saída do carro porque ele reclamou das atenções excessivas da equipe ao Hamilton??? Ah, coitadinho, faz beicinho, faz...Vai chorar na cama que é lugar quente...
E a babaquice de ficar mostrando marca de pneu no carro, como se isso não pudesse acontecer??? Tá achando que está dirigindo nas ruas de Madri???
Aí, até concordo com Galvão Bueno (por incrível que pareça!!!): depois do bicampeonato, o cara ficou cheio de "não-me-toques", um arrogante mesmo... Qual é??? Isso aí é corrida de automóvel, não é jogo de baralho.
Bem fez o Felipe Massa de encará-lo antes do pódium, não tem que baixar a cabeça mesmo. Massa defendeu a posição como pôde, pena que o carro não aguentou. Mas e se a curva seguinte fosse pra esquerda, o que iria acontecer??? Felipe ia sair na frente, ele teria que tentar em outro local a ultrapassagem que com certeza aconteceria, uma vez que a McLaren saiu mais inteira do último pit-stop.
Queria ver se fosse ele contra o Prost, lá em Suzuka 89. E se fosse contra o Senna, também em Suzuka 90? Acho que ele iria sair do carro, pegar a chupeta e sentar no chão, berrando por justiça!!! Ah, vai caçar sapo, "Príncipe das Astúrias"....
De um modo geral a corrida foi boa! Deu até pra ficar sentado na beirada do sofá quando Alonso colou no Massa, pena que não deu pra segurar o príncipe chorão.
Quem sabe em Hungaroring, Felipe vença e encoste nas McLarens!
Abraço a todos
Cleiton, Poços de Caldas
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| Markus Winkelhock lidera a prova, atrás do safety car |
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Acho que o regulamento para o ano que vem deveria conter a seguinte cláusula: pista molhada por pelo menos 10 voltas a cada corrida. Já pensou a loucura que seria?
Acho que o Massa é pior que o Schumacher (fora a pilotagem, lógico) - não sabe perder.
Em Barcelona ele jogou o carro pra cima do Alonso na primeira curva e agora de novo. É só ver a marca do pneu no carro do Alonso agora. Primeiro o Nigel Massa (boa Edu!) tem que aprender a andar na chuva antes de ficar de cara feia.
O Galvão é um tapado. Berrar na transmissão para que o Todt acabe a corrida foi demais. A Globo devia aposentá-lo, pois já trabalhou na F1 por 32 anos (como ele mesmo diz) e de acordo com o INSS ele já pode curtir os netos em casa!
Edu, ele falou que o Senna fez a melhor volta em Donnington passando pelos boxes. Como pode isso?
O resto da turma não fez nada de brilhante. Só pra registrar. Alonso é o Piquet moderno. Marrento, mas pilota muito.
Adriano Oliveira, São Paulo
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Oi Adriano
O que Galvão explicou é absolutamente correto.
Como o trajeto pelos boxes era mais curto (a entrada dos boxes ficava antes de um grampo) e não havia limite de velocidade, Senna pode assinalar em Donington 93 a volta rápida mais exótica da história do automobilismo.
Abraços (EC)
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Olá pessoal do GPTotal!
Se tudo terminasse de forma normal, todos os amantes de corrida falariam dessa que foi mais das ótimas corridas que o Nürburgring proporciona quando o clima inconstante dá as caras.
Porém, o que todos irão falar daqui para frente será o que aconteceu fora das pistas. E não foi o caso de espionagem!
Faltando cinco voltas Massa levou um passadão de Alonso e os dois acabaram se tocaram no processo. Quando Alonso desceu do carro, ficou mostrando a local do toque para a câmera e ficou dizendo com as mãos "Foi ele que me bateu." E ele está certo, pois Felipe fez de tudo para se defender e o toque foi inevitável nas condições mais do que escorregadias de hoje.
Porém, nada a ver o piti que Massa deu aos olhos de milhões de telespectadores numa discurssão em bom italiano com Alonso. Totalmente desnecessário. Afinal, quem deveria estar reclamando ali era Alonso, e não Massa. Por causa disso, só irão falar sobre a briga e a futura rivalidade entre Massa e Alonso e se falará muito pouco da corridaça desse domingo.
Quando liguei a TV para assistir a corrida, foi no exato momento em que as nuvens escuras eram focalizadas e apareceu a previsão: 12 minutos para começar a chuva. Pensei: hoje promete! Mas foi bem mais do que eu esperava!
Massa fez uma excelente largada e quase passou Raikkonen no complexo de curvas após a primeira curva. Enquanto isso, as duas BMWs se batiam com um animado Heidfeld colando Kubica e a si próprio para fora. Hamilton se aproveitou da confusão e já aparecia em quarto... quando furou um pneu. O bolo de carros chegou no hairpin já chovendo. Foi o caos. Era Coulthard saindo da pista, Rosberg batendo em Barrichello e depois levando de alguém...
Os pilotos nem esperaram o término da primeira volta para ir aos boxes
quando Raikkonen cometeu a barbeiragem da corrida ao escorregar na entrada dos boxes e ter que dar mais uma volta com pneus de seco numa chuva que só aumentava. E a chuva aumentou de tal forma que a curva 1 de Nürburgring lembrou muito a curva do Sol em Interlagos em 2003. Button, Hamilton, Sutil, Speed, Rosberg e Liuzzi rodaram. O interessante das rodadas foi que Sutil ainda tocou no carro de Raikkonen quando o finlandês saía dos boxes antes de rodar, Massa segurou não se sabe o quanto para não rodar e o piloto do safety-car estava esperto, pois saiu da frente no exato momento em que o carro de Liuzzi saiu descontrolado em sua direção. E o italiano ainda bateu de leve num trator. Lembram de Schumacher e o trator na curva do Sol há
quatro anos atrás? Do rolo que deu? Hamilton teve sorte e ainda voltou à
pista graças ao trator-amigo.
Com tudo isso, o primeiro colocado era... Markus Winkelhock. O alemão
largava em última e como não tinha nada a perder mesmo, resolveu colocar os pneus intermediários e enquanto todos estavam nos boxes trocando seus pneus, o estreante alemão estava na liderança em sua estréia! De forma sensata, a corrida foi parada. Se não me engano, a última vez que uma bandeira vermelha parou uma corrida para uma nova largada foi no Grande Prêmio do Brasil de 1997 quando Barrichello ficou parado no grid e os comissários não conseguiram retirar a Stewart do brasileiro. Quando tudo estava pronto para a nova largada, eis que aparece o sol.
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| A camisa de Schummi, como as de Dunga, fez sucesso |
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A pista secou rapidamente e Winkelhock acabou ajudando Massa, pois Alonso estava pronto para ultrapassar o brasileiro na relargada quando deu de cara com a Spyker do alemão. Hamilton aproveitou o tempo em que o safety-car ficou na pista para colocar pneus de pista seca e isso foi o segundo erro do inglês, pois ele saiu da pista e acabou levando uma volta. Foi praticamente o fim da corrida dele. Quando os pilotos trocaram para pneus de tempo seco, Raikkonen já aparecia em terceiro e se aproximando de Alonso quando a sua "sorte" apareceu novamente. Após ter tido (vejam só?) sorte no incidente com Sutil, algum problema o tirou da corrida de hoje. A corrida seria decidida mesmo entre Alonso e Massa.
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Após a segunda parada, Massa vinha controlando a diferença para Alonso que se aproximava aos poucos. Enquanto a Globo mostrava as conquistas do Pan (ficava torcendo contra os brasileiros só para fazer o mal!), os céus em cima de Nürburgring se fechavam cada vez mais e mais...
Quando sugiu uma previsão de chuva para os próximos onze minutos. E ela apareceu antes. Faltando sete voltas a chuva caiu com força novamente (não tanto como na primeira parte da corrida) e Alonso encostou de vez em Massa. Foi uma disputa sensacional, mas Alonso estava claramente mais rápido e venceu de forma esplendida. Uma corrida inesquecível!
Mesmo com o acidente de ontem e as presepadas de hoje, Hamilton fez uma bela corrida de recuperação e por muito pouco não conseguiu beslicar um ponto, mas agora vê Alonso apenas dois pontos atrás dele. Alonso sairá muito fortalecido com essa corrida que ele fez hoje e agora tem uma vitória a mais que Hamilton e as próximas corridas serão decisivas para a briga pelo campeonato, mas psicologicamente Alonso é o favorito.
Mesmo com a derrota no finalzinho, Massa saiu favorecido com a corrida de hoje, pois livrou sete pontos em cima de Raikkonen e também encostou mais em Hamilton. Nas voltas finais, mostrou garra e determinação na tentativa de segurar Alonso, mas o espanhol mostrou que tinha mesmo o melhor carro e a diferença no final da corrida mostrou que Massa não podia fazer muita coisa. Raikkonen dá mostras que realmente tem uma nuvem enorme em cima da cabeça dele, pois quando o campeonato estava melhorando para ele, eis que o uma
quebra bota tudo a perder. Menos mal foi que Hamilton não marcou pontos e a diferença para a liderança não subiu, mas o problema foi que a diferença para o Felipe subiu. E a famosa determinação da Ferrari de quem será o primeiro piloto está chegando...
Mark Webber chegou ao pódio pela segunda vez na carreira e a Red Bull fez seu melhor resultado na sua curta história na F1. Webber se aproveitou bem da largada, dos toques e da chuva e na relargada já estava em terceiro. No final, teve que agüentar a pressão de Wurz e por pouco não entrega a rapadura pro austríaco na última curva. Saindo da vigésima posição, Coulthard fez uma corridaça e chegou a liderar a corrida! A briga dentro da Red Bull é tão acirrada que Coulthard não fez nenhuma cerimônia em fechar o Webber no comecinho da corrida, mas mesmo na chuva a Red Bull mostrou uma evolução. Mas não dá para não comentar a cara do Christian Horner, chefe da equipe, quando começou a chover no final. Ele tava desesperado!
Alex Wurz vem sendo até agora o piloto sobrevivente da F1. Quando todos dizem que a próxima corrida será a última, eis que acontece alguma coisa e o austríaco se sobressai, faz uma bela corrida e salva seu emprego por mais alguns GPs. Porém, Wurz andou bem a corrida toda e no final quase ultrapassava Webber. O que se viu de Rosberg hoje foi o toque em Barrichello e duas rodadas em apenas três voltas...
Uma hora dessa Mario Theissen deve estar vociferando no ouvido de Nick Heidfeld, pois o alemão parecia animado demais com o fato de ter se tornado pai novamente. Na primeira curva, ele tocou em Kubica e não satisfeito, colocou o polonês para fora na segunda curva, estragando a própria corrida. Para completar, jogou o coitado da Ralf Schumacher para fora da pista algum tempo depois. Calma, Heidfeld, você não é nenhum Jedi apesar do nome do filho...
A Renault completou um péssimo final de semana ao tirar um bom quinto lugar de Kovalainen, um dos destaques da corrida de hoje. O finlandês vem surpreendendo cada vez mais e na corrida de hoje mostrou o porquê de Briatore apostar tanto nele. Fisichella fez uma corrida apagada e ainda foi ultrapassado por Hamilton na última volta. Será este o último ano de Fisichella? A Toyota vinha até bem com Ralf, até ele ser jogado para fora da pista por Heidfeld. Diga-se de passagem, Ralf ficou tão irritado que sobrou para o pobre do fiscal que só queria ajudar.
Trulli fez uma péssima corrida e foi o último dos que terminaram. Jenson Button surpreendeu ao aparecer em terceiro antes da corrida ser paralizada, mas foi a primeira vítima da encharcada curva 1. Button deu provas hoje de que é um excelente piloto na chuva, característica que Barrichello tinha até bem pouco tempo atrás, mas que hoje não vimos.
A Toro Rosso fez suas malas ainda na terceira volta, mas Liuzzi correu
sérios riscos ao quase bater no safety-car e depois encostar num trator. A Super Aguri foi discretíssima e a única vez que vi um dos seus carros foi quando o Sato abandonou. A Spyker teve sorte na troca de Albers por Winkelhock, pois o alemão liderou logo na sua primeira corrida. Seus olhos quando a corrida foi interrompida mostrava toda a apreensão e supresa pelo feito, mas foi uma pena ele ter abandonado.
Depois de tudo isso, com certeza a rivalidade entre Alonso e Massa
aflorecerar muito mais, contudo Alonso ainda está muito na frente do
brasileiro para uma briga mais direta pelo campeonato, mas será muito
interessante se ambos largarem na primeira fila nas próximas etapas. O
campeonato segue aberto, mas a Ferrari precisa logo dar a volta por cima no campeonato, enquanto Hamilton precisa abrir o olho, pois Alonso só precisa de uma vitória para assumir a liderança do campeonato. E sabemos muito bem o que acontece quando o espanhol assume a liderança no final do campeonato.
João Carlos B. Viana (jcspeedway.blogspot.com)
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Olá pessoal do GP Total e leitores!
Agora são 10:35 e estou acompanhando o GP da Alemanha, aliás grande corrida do Massa, o cara tem evoluído a cada GP.
Mas o motivo desta mensagem é outro... tenho ficado indignado com as transmissões realizadas pelo pessoal da Globo. É inacreditável o volume de besteiras e enganos cometidos
por todos!
Ok, ok... a transmissão é ao vivo mas convenhamos chega a ser uma falta de respeito com os espectadores, principalmente pelo excesso de olho gordo e urucubacas lançadas pelo Galvão, cara chega a ser ridículo, a impressão que ele passa é a de que nossos ótimos pilotos não tem capacidade de conquistar suas vitórias. Sinceramente precisamos tomar uma atitude... vamos lançar uma campanha, sei lá quem sabe um cala boca Galvão...
Domage Ribas, Curitiba
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Lendo a coluna do Marcel Pilatti de 20/7/2007 em que ele escreveu aquilo que eu já havia notado (obrigado pela lembrança Marcel!): a briga entre Alonso-Hamilton tem muitas semelhanças com a do Piquet-Mansell. O Edu me respondeu que não se tratava da mesma situação, o que em parte não concordei e não quis debater com o mestre!
Para reforçar minha tese (fora a excelente coluna do Marcel) o Alonso escondeu o acerto a partir de Silverstone e veja no que deu. O espanhol andou na frente.
Voltando ao campeonato atual, esta corrida em Nurburgring será vital para Hamilton se firmar na luta pelo título. Raikkonen e Alonso parecem que estão em melhor forma que o inglês e se manterem a performance do GP anterior vai ficar difícil para ele.
Abraços
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Este foi divertido...
É impressionante como a equipe da Globo consegue se superar a cada GP. Galvão só faltou ir até a Alemanha para brigar com o diretor de prova. Bradava : "Por que não esperar mais 30 segundos para dar a largada. Irresponsável!". E se a chuva não viesse em 30 segundos, sr. Galvão? Isto não é formula Indy, que não corre na chuva.
A maior bobagem foi quando Alonso começou à andar mais rápido que Massa após a última parada. A perola: "Massa deve estar mais pesado pois parou duas voltas depois". Será que a corrida de Massa duraria mais que a do Alonso? Todos parariam e Massa ficaria andando sozinho na pista??
Massa disse que os pneus de chuva não estavam bons. Será que é isto ou na chuva ele é meio Prost?
Alonso deu show mas estragou tudo no fim com aquela briga idiota. Massa não deveria nem ter respondido, pois dizer para um bi-campeão "vai aprender" ainda mais após ter perdido a corrida para ele, ficou meio ridículo. Ainda bem que Alonso teve a hombridade de reconhecer o erro.
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Lewis teve um final de semana inesquecível mas para esquecer, ou lembrar para nunca mais repetir. Mais uma de GB "Como um piloto principiante escolhe pneus secos para andar na pista molhada? Isto é excesso de confiança! Dá nisso!". Será que ele acha que foi Hamilton que escolheu os pneus mesmo ou ele acha que somos idiotas em acreditar numa bobagem deste tamanho ?
Nem com chuva Rubinho conseguiu andar com a carroça da Honda e Gil fez muito bem em pular fora do barco. Mais uma vez GB : "Gil deveria ter criado uma equipe no EUA onde fez carreira, aqui na F1 parecia um peixe fora d´água!". Ainda bem que esta Reginaldo Leme corrigiu na hora, dizendo que Gil era sério e profissional, ao contrario do resto da equipe e por isso se mandou.
Parece que o final do campeonato vai pegar fogo....
Rogério Tófoli Kezerle
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