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O GP dos EUA 26.06.07
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Caro Humberto Luís Mendes de São José do Rio Preto

Tenho algo contra o Fangio sim. Ele era ARGENTINO!!!

Quer defeito pior que este??? Kkkkkkkk

Rogério Tófoli Kezerle

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Grande Edu

Não ouvi, mas gostaria muito de ter ouvido a tal gargalhada do Chris Amon, que você menciona em sua coluna de 17/6/2007, ao saber do "temporal" do novato Vettel. Gargalhada mais que justa, hilariamente falando.

O velho Amon, um piloto de verdade, daqueles que andavam tanto em monopostos como em protótipos em qualquer pista do mundo, soltou o riso com toda a razão. Claro, na frente dele e de todos, pela milionésima vez, estava a prova incontestável de que estes carros andam sozinhos.

Basta alguém com alguma noção/informação e certa resistência física sentado ali, interpretando o que pisca no joy-stick (aquilo que fica no lugar onde antes era o volante), conversando pelo rádio com os engenheiros e chefes de equipe e fingindo que pilota um carro programado para cada pista, já que todas elas hoje foram reconstruídas e são quase iguais.

Era mesmo pra se derreter de rir!

Quero juntar esta gargalhada do Amon à célebre frase do Murray Walker em Goodwood, no festival de 1998, depois de escutar o comentário do Damon Hill sobre os F1 dos anos 60 e 70.

Heidfeld
Eu e outros leitores já nos referimos a este fato aqui no GPTotal. Repito, em negrito, para os que chegaram agora e ainda não leram:

"- Eu não consigo guiar estes carros!

Damon Hill disse para Phil Hill no Goodwood Revival Meeting em setembro de 1998 "- Eu não consigo guiar estes carros; eles não freiam, não fazem curvas, eles não fazem nada! Eu não entendo como vocês faziam isso!"

Outros consagrados pilotos de F1 estavam presentes e ouviram o comentário: Jack Brabham, John Surtees, Jackie Stewart, Tony Brooks, Stirling Moss, Roy Salvadori, Danny Sullivan, Stefan Johannson, Martin Brundle e Murray Walker.

Murray Walker comentou: "- Eu morri e estou no céu!"

(o original disto em inglês está no f1 facts: www.f1cartvideos.com/funfactsonf13.html

Resumiu tudo, sem mais comentários!

Consta que a gargalhada, ali em Goodwood, foi sonora e geral.

Grande abraço do

Manuel Carvalho, Santos

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O INACREDITÁVEL GAROTO PRODÍGIO

Quem iria imaginar que o Lewis Hamilton estaria hoje na liderança do mundial de F1 e andando (quer dizer correndo) feito um verdadeiro veterano? O Alonso já declarou que nem em seu pior pesadelo ele sequer chegou a cogitar tal possibilidade. O garoto foi muito bem preparado ao longo dos anos pelo Ron Dennis, mas ele tem um talento natural que faz as coisa parecerem simples demais.

Quem tem estrela sempre está no lugar certo na hora certa e pronto. A McLaren parece estar um passo a frente da Ferrari portanto a luta ainda vai ficar entre Alonso e Hamilton nas próximas provas.

Treino de sábado em Indy
Felipe fez o que podia? Para uma Ferrari poder é sempre mais do que estes resultados das três últimas provas. Pelos bastidores ele é o primeiro piloto da equipe, portanto Felipe tem que se impor mais se quiser chegar ao título.

Kimi já não é mais o mesmo? Talvez, mas prefiro acreditar que ele não está confortável na equipe e ainda não se adaptou aos pneus. Na parte final só não passou o Massa porque provavelmente a equipe não deixou, fez a melhor volta da prova e também conseguiu tempos consistentes durante a corrida. Portanto vamos dar tempo ao Homem de Gelo que ele poderá surpreender, claro se a Ferrari der um carro vencedor para ele. Está muito cedo para dar como acabado o Finlandês.

Quem deu como acabada a carreira do Barrichello deve estar se moendo nesta hora. Já está sendo vinculado nos jornais especializados que ele já renovou com a Honda. Barrichello sempre foi reconhecido pelo pessoal do meio da F1 e por quem entende do assunto como um excelente acertador de carro e um dos grandes pilotos da história da categoria máxima do automobilismo mundial. Não é a toa que ele está na F1 a mais de uma década se mantendo entre os Top 10.

Aqui no Brasil ele é muitas vezes tratado com uma falta de respeito tamanha, principalmente por quem não entende ou não quer entender a importância e a dificuldade de ser piloto da F1. Quantos brasileiros e outros pilotos já chegaram e saíram sem serem notados por lá no mesmo período? Ta certo que ele não conseguiu os resultados que todos e também ele esperava, mas não tira dele o mérito de ser realmente um dos grandes nomes na história da categoria.

Kubica, sete vidas companheiro?

Parabéns a todos que estão se empenhando no quesito segurança.

Se naquela época o carro do Senna fosse seguro assim ...se...

Um abraço,

Leonardo da Silva

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Volta e meia leio: "Lewis Hamilton é um piloto de laboratório."

Logo em seguida me recordo do antigo ditado que diz: "Quem não tem competência, não se estabelece." O fato é que se o cara não tivesse talento, nem a atenção de Ron Dennis ele teria chamado. Se não possuísse já este grande potencial, poderiam fazer o diabo com ele no tal laboratório que pouco resultado daria.

Para pilotar um F1 e extrair dele seu potencial vitorioso é preciso muito mais que umas aulas na Auto-Escola do Ron... Enfim, alguém inventou uma frase bacana, de efeito: "Lewis Hamilton é um piloto de laboratório." Alguns gostaram e a repetem. É só comparar com as famosas peneiras de nossos times de futebol: quantos moleques tentam e quantos tem bola pra se tornarem Ronaldinhos, Kakás, Sócrates, Zicos, Pelés, Rivelinos, Falcões, etc? Talento pode ser aperfeiçoado, mas não se fabrica com fórmulas mágicas num laboratório.

Carlos E Bocchi, São Paulo

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Olá Edu e Panda. Tudo bem com vocês?

Temos visto muito se falando sobre simuladores, suas funções e que torna o piloto uma "máquina" programada através dos simuladores. Gostaria que vocês, que tem muito mais bagagem em F1 do que nós mais jovens, me dissessem o seguinte: Até onde o simulador diz que um piloto é talentoso ou não, ou se é apenas um viciadinho em simuladores?

Webber
Vejo a molecada viciada em playstation, eles arrasam nos games de F1, sabem controlar o carro e até fazerem modificações que ajudem no comportamento do carro na pista do simulador. Mas ai eu pergunto: o simulador dá a visão ao que joga daquele felling de sentir o comportamento do carro, quando o carro não está bom, a pista não está boa, ou se o carro bate ele fica danificado, se há sujeira na pista, algum fragmento de um acidente, ou até alguma poça de óleo de algum carro que derramou na pista, ou até mesmo daquele teu oponente que está na tua frente, que acordou mal humorado e não quer deixar ninguém o passar, ou até mesmo aquele piloto que está sofrendo pressão na equipe e precisa mostrar resultado e está na tua frente. Até onde o simulador pode "preparar" o piloto pra essas situações? Se for assim, então quem joga The Sims ou até mesmo tem um avatar no Second Life, e se dá bem nesses jogos,(vimos que alguns parecem terem fortunas até nesses jogos...) podem ter sucesso na vida real?

Acredito que o simulador venha com um atalho para você conhecer o traçado, os pontos de frenagens e tangencias da curva, e mais alguns comportamentos do carro como colocar pneus mais duros, ou estar andando com pneu desgastados, algumas condições na pista e tudo mais.

Por isso não concordo muito que o piloto que faz uso do simulador seja um piloto robô. O simulador ajuda muito na pilotagem, mas fica por ai, porque se o piloto não tiver talento e mais alguns atributos não vai adiantar nada. Aposto que se nos anos 70, 80 houvesse simuladores desse jeito, acredito que a maioria iria querer se aperfeiçoar neles. É como um treinamento a mais.

Valeu Edu e Panda.

Abraços

Rodrigo, Jundiaí

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Constatação e dúvidas :

- O Galvão insiste em diminuir o Ron Dennis (antipático etc e tal).Mas ele sempre deixou seus pilotos brigarem.

- O Hamilton já tentou ultrapassar alguém, ou ainda não foi preciso ?

- Afinal quem acerta os carros ? Alonso ou Hamilton.Em 2006 a McLaren (sem Alonso) não ganhou nada e em 2007 a Renault (sem Alonso) caiu bastante.

- Alonso ganhou dois títulos em cima de Schumacher.

- Os três décimos de segundo que a Ferrari perdeu foi evolução da McLaren ou falta do braço de Schumacher.

- Ainda não entendi: Se a corrida se ganha na pole e primeira curva porque todos não saem com pouco combustível nos treinos ? Acho que é choro de perdedor.

- Montoya passou Schumacher no S do Senna, Sato passou Alonso por fora... Acho que se faz alarde demais nesses casos. Creio que Montoya e Sato não teriam nada a perder se não conseguissem.

Abraços

Carlos Afonso, Salvador

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PAREM AS MÁQUINAS

Este seria o brado que todos jornalista (repórter) esperava dar, pois tinha uma notícia bombástica. Mas antes do assunto principal, um rápido preâmbulo. A McLaren é useira e veseira em "roubar” coisas de outras equipes.

Assim é que a BRM tinha o patrocínio da Yardley, a McLaren tomou. A BRM conquistou a Marlboro, a McLaren tomou de novo. Fim de uma temporada estava tudo certo para a Honda renovar com a Lotus a McLaren tomou o propulsor. Fim de outra temporada estava tudo certo para Jordan ter o motor Mercedes, a McLaren tomou e deixou sir Eddie chupando balas.

Mas vamos ao assunto principal, teria uma equipe inglesa subornado Nigel Stepney, um dos engenheiros da Ferrari, para trocar uns chips da centralina eletrônica dos motores de Massa e Raikonen, e o novo chip só atrasava, uns micro-segundos a retomada do engenho, o que pode parecer nada, mas dizem que em algumas circunstâncias o motor perdia até 0,1 segundo, para subir de 12.000 para 19.000 giros?

Havendo fundamento no "furo", tal afastaria os pilotos de Maranello da briga pela ponta em qualquer prova, deixando apenas o Alonso e o Hamilton nela. A verdade é que Stepney foi afastado da Ferrari e está sendo processado criminalmente em Modena. No ZORRA TOTAL, diriam "chupa essa manga Ron Dennis.

Abraço a todos

Carlos Alberto Petry

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Caro Edu e leitores

Alguém tem aí a matéria "What makes lewis so fast", publicada na revista Autosport de junho/2007?

A reportagem parece que confirma aquilo que já foi dito aqui neste espaço, de que Hamilton é o sucessor do mesmíssimo estilo de pilotagem de Schumacher...

Luerti

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Olá amigos,

gostaria de aproveitar o espaço e compartilhar, trocar etc. vídeos de Gps e Doc de F-1 que possuo desde 1965.

Meu email fica à disposição pois além de curtirmos a F-1 presente, também não devemos deixar morrer as imagens da F-1 dos anos 60-70-80 e 90.

Abraços

Adriano Favetta (Adriano.favetta@ig.com.br)

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Quando Lewis Hamilton fez a segunda parada nos boxes de Indianápolis e a McLaren fez um trabalho perfeito, o rapaz já sabia que iria ganhar a corrida.

Dentro de seu carro ele pensou: “Agora eu mando... E se Alonso vier de novo pra cima eu grito daqui, here no farropilha...”.

Foi confortavelmente abrindo, décimo a décimo uma vantagem confortável para o espanhol chorão. Tão confortável que Lewis nem precisou olhar pelo retrovisor para realizar uma manobra dentro do carro. Ergueu levemente sua perna esquerda, a que cuida dos freios e enfiou a mão por baixo dela e retirou um ‘case’ estampado com o distintivo de seu clube de futebol do coração: Manchester City, uma espécie de Juventus da Moóca ou o Volta Redonda do Rio de Janeiro lá da Inglaterra. E na parte mista do circuito entre curvas para e esquerda e para a direita teve tempo de abrir e olhar o ‘case’ e escolher um CD para colocar no CD player de seu McLaren prateado.

Pensou um pouco e não quis ouvir coisas modernosas tipo The Killers ou Franz Ferdinand, tinha vontade de ouvir algo dos anos 80, tempo em que a F1 ainda era coisa pra macho. Gente que não fazia a sobrancelha e nem era bunda-mole (soft ass), queria algo diferente, queria algo que não fosse um rock duro feito por brancos sem suingue. Queria ouvir um rock que tivesse uma “alma de musica negra”, balançado e que agitasse...

Lembrou de um CD que gravou no ‘eMule’ de seu laptop ainda nos boxes lá na Austrália quando o campeonato começou. Pegou o disquinho prateado escrito ‘Centerfold’ e colocou para tocar. O som que se ouviu logo o contagiou e ele começou a balançar a cabeça da esquerda para direita. Bater o pé direito no acelerador no ritmo da canção. O que fazia o carro oscilar de velocidade e o espanhol que vinha atrás pensar que podia ultrapassá-lo. Pura ingenuidade do Asturiano. Era apenas Hamilton já celebrando a vitória que chegava. Quando abriu a ultima volta com o CD player no repeat começou a cantar a letra:

“- My blood runs cold/my memory has just been sold/Angel is the centerfold”

Ultrapassou um retardatário ergueu um dos braços e convidou-o cantar junto e foi prontamente atendido. Logo os que vinham atrás ou eram ultrapassados por Lewis ouviam o som que vinha de se carro e também cantavam e balançavam a cabeça: “My blood runs cold...”.

Menos Alonso que preferia ouvir Jose Carreras, o que o tornava bem impopular.

Claro que o único sangue que corria gelado era o de Hamilton, que alias ainda não esquentou esta temporada.

Ron Groo (www.bliggroo.blig.ig.com.br)


Comente 21.06.07
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Estava eu assistindo ao Gp dos EUA. Assistia com a minha namorada que por ser recente nosso namoro, anda interessada pelo que eu gosto... rss... sei... ela não me engana..., acredito mesmo que só o Pandini teve essa sorte na vida, da sua consorte ter gosto real por automobilismo. Aliás ela entende mais de F1 que a maioria dos jornalistas de F1 que leio.

Enfim deixei no computador o simulador GP4 passando a corrida dos EUA e na TV a corrida real, coisas de gente maluca sem ter muito o que fazer de domingo a tarde.

De repente vem a pergunta de quem estava mais desligada que outra coisa. Celso, tem um piloto aqui no computador que se chama Luis Amilton, é da F1? Cinco segundos depois até entender, sem conseguir parar de rir, percebi que o Luis Amilton era o Lewis Hamilton. Ainda estou dando risada...

Mas gostei tanto, que imediatamente elegi meu preferido ao título desse ano, antes indefinido entre o Massa e o Alonso, agora torço mesmo é pelo Luis Amilton. Assim com nome abrasileirado. Dá pra não gostar de um cara desses. rsssssss

Grande abraço

Celso Vedovato, Salvador

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Anos 50, a Fórmula 1 vivia seu início.

Pilotos já de meia idade, entre eles o grande campeão Juan Manuel Fangio. Alguém tem algo RUIM a falar desse homem?

Vettel
Excelente piloto; um dos grandes recordistas da F1; 5 títulos mundiais; aposentou-se no auge da carreira (acho que ele poderia sim ter vencido em 1958, mas já estava desmotivado com o apelo comercial que invadia a categoria, em detrimento da competição).

Além disso tudo, Fangio era um gentleman com todos. Admirado e elogiado pelos maiores rivais (Nino Farina, Alberto Ascari, Stirling Moss, Mike Hawthorne... é grande a lista), dentro ou fora da sua própria equipe; idolatrado na Argentina; querido pela imprensa.

Lewis Hamilton é um cara humilde. Cabeça no lugar, declarações homeopáticas, mas sempre sinceras e honestas. Tomara que ele não erre e não caia no pecado de se ofuscar demais nos próprios holofotes da fama e da badalação. Tomara que continue a demonstrar sua garra, competência e habilidade ao volante, e torne-se um grande campeão. Não um novo Fangio, não um novo Schumacher. Apenas HAMILTON. Da altura do seu talento. E que esse talento lhe dê umas 100 vitórias e mais do que 7 títulos mundiais, não há como duvidar.

Recordes foram feitos para serem quebrados... e os recordes de Schumacher são uma tentação para tanto.

Isso, prá mim, é o suficiente prá que a categoria volte a ter um homem a ser batido. Alguém a ser vencido, alguém a ser copiado (como tanto foi Schumacher, suas idéias e estratégias de corrida). Alguém a ser levado ao mais alto degrau do pódio das corridas.

Abraços a todos!

Humberto Luís Mendes, São José do Rio Preto

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Edu,

Bela coluna sobre o GP dos EUA, assino em baixo.

Caíque.

Ps: O Tour de France vem aí...






Pois Caíque

Está chegando a hora do Tour. Largada dia 7 de julho, saindo de Londres – se o exame anti doping deixar...

Abraços (EC)

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Amigos do Gepeto,

A Formula 1 voltou a ser muito chata.

No GP do Canadá tivemos uma corrida interessante e até imprevisível. Mas o em Indianápolis voltou a chatisse de outrora. As minhas conclusões foram pelos seguintes fatos:

1) Uma corrida tem que ser decidida nas corridas e não nos treinos.

2) Para quem pensa que ainda é o melhor do mundo, o Alonso mais uma vez foi uma bela porcaria, afinal ele tentou duas vezes (apenas duas vezes) passar o Lewis e não conseguiu. E detalhe uma na largada e outra já no quarto final da corrida. Outro detalhe, estas duas tentativas podem ser traduzidas como tentativas? Foi lá botou o carro lado a lado, deu um tchauzinho e voltou para aonde estava. Pra que os carros tem retrovisor? Não precisava isso. Ou seja acho que foram tímidas tentativas e o Lewis nem deu bola...

3) No mais o que vimos foi uma corrida onde o Reginaldo Leme não fazia outra coisa a não ser cronometrar tempos de volta e de pit stops dos pilotos, fazer cálculos de quanto combustível voltou e em que volta ia parar de novo.

Com relação ao resultado final da corrida penso que:

1) Que o maior rival do Alonso na briga pelo título deste ano não é o Lewis e sim ao contrário. O maior rival do Lewis é o Alonso.

Massa
2) Será que a Ferrari vai voltar a dominar as corridas? Não sei, o que sei é que eles precisam fazer um carro competitivo nos treinos. A regra é clara, quem se dá bem nos treinos se dá bem nas corridas. Hoje a Ferrari tem carro apenas para fazer o 3º e 4º no grid de largada. É aí que as Maclarens estão tirando a diferença.

3) De nada adianta o Felipe Massa ficar com cara de zangado. Vai lá e dá um esporro na galera da Ferrari e exige um carro vencedor novamente.

4) O Haikkonen é pura decepção.

5) A BMW está chegando cada vez mais perto.

6) O azar do Barrichello é sempre encontrar com Ralf Schumacher nas corridas. Eles se amam, um não consegue ficar sem bater no outro.

7) O mais interessante da Formula 1 atual são os resultados finais e não o que acontece nas corridas.

um abraço a todos

Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói

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Olá Amigos do GPTotal,

Ao invés de enaltecer as qualidades dos pilotos preferidos, grande parte prefere falar mal do outro e até mesmo mal das pessoas que gostam de outros pilotos, como chamar de viúva quem tem preferência por Senna.

Vamos enaltecer a qualidade de cada piloto sem ofender os outros, com certeza as discussões, comentários, cartas e até o ambiente do site será muito melhor, afinal todos nós somos apaixonados por F-1 ...

Abraços à todos,

Anderson Lima


Comente 20.06.07
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Xiiiii..........

Massa cumprimenta Hamilton
E agora Alonso? Quem mandou você não vetar o Hamilton, como fizeram ilustres figuras do passado com segundos pilotos indicados pelas equipes? Que pepino! Para onde você vai e por quantos milhões a menos em 2007?

Está inventada a nova F1: F Hamilton ou F Lewis. Se botar mais 500 HP nos motores em três voltas o moleque pega a mão, fácil fácil.

Parabéns Edu pela coluna Relaxa e Goza! Nota 10. Coisa mais clara e fácil de entender. Muito bom. E a pergunta que não calar: o Hamilton é bom de chuva? Alguém sabe essa?

Boa semana

Alexandre, São Paulo

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Edu e Panda,

ando sem tempo, então vou fazer um comentário conjunto para os GP do Canadá e USA. As minhas impressões são as seguintes :

- Troféu “Vavá – versão foi fondo, foi fondo e deu melda” – vai pro Trulli, que foi escorregando devargazinho e botou o Kubika na parede. Que tem um anjo da guarda do tamanho do nariz dele, cruz-credo.

- Prêmio “qui é qui é isso companheiro? – versão Evo Moralles” – vai pro Hamilton, que está simplesmente explodindo o Alonsito. Acho que o Fernandinho vai abrir o restaurante de paella antes do que a gente imagina.

- Prêmio “qui é qui é isso companheiro ? – versão Chaves” – Vai pro Massa que simplesmente está destruindo o Kimi flex-fuel. Aliás, não sei por que criticar os hábitos alcoólicos do finlandês. Ele não é chamado de geladeira? Então, qual lugar melhor para guardar a vodka do que dentro dele? E como fica a festa depois, com bebida quente? O cara só quer ser simpático, e todo o mundo cai de pau nele. No meu palpite, o Kimi não termina o ano na Ferrari. O Todão não é de esperar sentado os resultados.

Kimi nos boxes
- Prêmio “qui é qui é isso engenheiro ? – versão Fidel” – vai pro staff técnico (?) da Honda, que parece confirmar regra que nada está tão ruim que não possa ser piorado. Dizem até que o túnel de vento deles foi feito pela Gautama, com uma planta emprestada pela Toyota. Eles podiam pelo menos disfarçar e pedir umas dicas para a Aguri (dá-lhe Sato-san!).

- Menção honrosa “Roberto Justus – tá demitido !” – claro, vai para o Ralf, que quando não faz lambança sozinho, arrasta meio pelotão com ele. Ouvi dizer que ele já está procurando uma boquinha na Stock Car pro ano que vem, então ele já está treinando pancada.

- Troféu Marta Suplicy – “Relaxa e goza” – vai pro Briatore. Pneu novo, um piloto veterano que jeito de novato (Físico) e um novato com jeito de veterano cansado (Kovalein), só seguindo o conselho da (s) (m)inistra. Talvez no ano que vem, com o Piquet Jr ele saia da fila do embarque.

- Prêmio “a volta dos que não foram” – vai pra Williams e Rosberguinho, embora a melhor classificação tenha sido do Wurz “espanador de lua”. Gosto do austríaco, mas a pilotagem dele tem a mesma consistência das explicações do senador Renan Calheiros.

E como sempre, duas equipes destacam-se no ano, sendo que a segunda colocada (Ferrari – 71 pontos) tem quase o dobro da terceira (BMW-Sauber - 39 pontos). Portanto, o campeonato já está decidido entre as duas, e o campeonato de pilotos dificilmente escapa de Hamilton, Alonso ou Massa.

Esperemos a França, pois!

Forte abraço

Victor Lagrotta, São Paulo

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Senna chegou botando a banca na McLaren de 1988, tomando o volante daquele fantástico carro da equipe (para aquela época, claro, pois em comparação direta com os bólidos eletrohidromecânicos de hoje o MP4/4 é um teco-teco ante um caça). Schumacher praticamente - indiretamente - aposentou definitivamente (ui, quanto “ente”!!!) Piquet, então na Benetton, equipe que deu emprego para o alemão logo após sua boa estréia (de poucas voltas, até quebrar) com a Jordan, na Bélgica em 1991. Alain Prost foi, literalmente, bicampeão em 1985 e 1986, também com McLaren, igualando-se com o também então bi Nelson Piquet. Jacques Villeneuve fez também, é verdade, um belo estrago em sua estréia, disputando até a última prova o título com Damon Hill, seu companheiro no penúltimo grande ano de glória da equipe Williams. Nigel Mansell, o último grande herói inglês, assustava seus adversários com seu bigodão e manobras esporádicas que nenhum de seus rivais ousou tentar fazer. Bom, eu vou me conter a comentar apenas sobre os fatos que eu vi acontecer na Fórmula 1, mas existem inúmeros outros exemplos de novatos (ou outros nem tanto assim) que, de uma hora para outra, aniquilaram com os ânimos dos seus adversários nas pistas do mundial.

Mas...

Senna já tinha quatro temporadas inteiras na Fórmula 1 quando começou a tirar o sono de Alain Prost, em 1988. Schumacher começou sendo “apenas” rápido, mas sem pontuar alto ou freqüentar assiduamente o pódio nas suas primeiras provas. Alain Prost já tinha experiência com a Renault (na época também com equipe própria) quando debutou na McLaren, para defender o título conquistado por Nick Lauda em 1984 (quando o austríaco retornou à categoria em busca do tricampeonato e, dizem, de dinheiro para salvar sua então endividada companhia aérea). Nelson Piquet sempre foi rápido na Fórmula 1 e nas categorias inferiores pelas quais passou, mas antes de tudo isso sujou muito a mão de graxa em oficinas de Brasília, muito provavelmente sem a menor noção de que um dia ascenderia ao olimpo do alto do pódio na F1. Jacques Villeneuve, aquele que até agora era o maior novato-sensação da história da categoria, nem chegou a sentir a pressão da verdadeira fera das pistas: Michael Schumacher acabara de ir para a Ferrari (1996) e tinha todo um trabalho de reconstrução da equipe ainda por fazer (que culminou com o domínio absoluto nunca antes visto no mundial, com os títulos conquistados ininterruptamente de 1999 a 2004). Nigel Mansell não teve adversários capazes de lhe fazer frente no campeonato de 1992, com aquele fantástico Williams que quase se auto-pilotava.

Mas...

Nada, nada e nada foi ou é parecido com o que a Fórmula 1 está vendo acontecer neste ano, com a pessoa batizada de Hamilton, prenome Lewis, um inglês de 22 anos. Antes de começar o mundial, ele chamava a atenção da mídia pelo seu retrospecto de sucesso (muito parecido com a carreira pré-F1 de Senna), mas principalmente por ser o primeiro piloto negro na história de 57 anos da categoria máxima do automobilismo mundial. De origem simples, foi literalmente adotado por Ron Dennis, o todo-poderoso chefão da McLaren, quando ainda era apenas um rápido moleque a bordo de um simples kart de competição. Se você acompanha a Fórmula 1 com atenção, vai recordar que a McLaren foi a última das grandes equipes a confirmar seu segundo piloto, ainda no ano passado, em dúvida entre a efetivação do test-driver (também espanhol) Pedro de la Rosa - muito mais experiente, ou Lewis Hamilton, muito mais promissor, mas quem sabe “ainda muito novo” para o circo da Fórmula 1, como se pensava na época.

Que coisa!

Ron Dennis bancou Lewis Hamilton. Agora Lewis Hamilton banca o mundo! Fernando Alonso, seu companheiro de equipe, é tão bicampeão do mundo quanto era Prost quando Senna chegou na McLaren. Mas o brasileiro já era veterano de quatro temporadas! Fernando Alonso é aquele piloto pra lá de cerebral e determinado que forçou a aposentadoria de Michael Schumacher (se não fosse a perda do título para o espanhol em 2005, quem garante que Schumacher não ia tentar ainda mais um pouquinho neste ano?). E precisa ser feita justiça com algumas coisas que já estão sendo faladas/escritas com intenção de menosprezar o talento raro de Hamilton: ele tem o melhor carro nas mãos sim, mas Senna, Schumacher ou Prost só levaram o caneco quando tinham equipamento melhor ou, no mínimo, igual ao de seus principais rivais. E se tem o melhor carro, como agora a gente sabe que tem (a Ferrari já ficou bem para trás da McLaren no desenvolvimento), também tem como principal rival nada menos que o melhor piloto da atualidade, o bicampeão espanhol!

Não sei mais o que escrever sobre Hamilton, que nem errar ele erra, nem “se achar” ele “se acha”, nem esnobar ele esnoba. Vai ter fases ruins, é coisa de tempo e coisa da vida, mas o que ele fez até agora já é muito, muito mesmo. E é o principal candidato ao título, pelo menos neste momento. Hamilton está literalmente de cara para o vento, livre, solto, correndo com uma motivação ímpar. Seus rivais, principalmente Alonso e Massa, estão em enorme desvantagem psicológica, e para o brasileiro ainda existe a enorme desvantagem técnica da Ferrari em relação à McLaren. Também tem agora essa história de que Hamilton é um piloto “fabricado”, de laboratório... Ora bolas, isso é conversa para boi dormir, papo de perdedor, dissimulação de seus atordoados rivais: Hamilton é um gênio, e quem diz isso é ele mesmo, não em palavras, mas ao volante. E talvez seja hora de fazer menção àquele que tem tudo para ser o mais genial homem da Fórmula 1 das últimas duas décadas: Ron Dennis (que só não teve em seu staff o alemão Schumacher - não porquê não quis!).

Jeff Reinholds

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A coletiva de imprensa pós-GP terminou com uma resposta atravessada de Fernando Alonso. Steve Cooper (Autosport) fez uma pergunta pertinente - "Alonso, você disse que 90% da corrida é ganhada ou perdida na primeira curva, e por extensão, isso significa que a quantidade de combustível e os tempos na terceira parte da classificação são muito importantes para isso. O time tem algum sistema para decidir quem irá para a volta mais rápida na classificação, e este deveria ser você? Ou isso é decidido corrida a corrida?". No que Alonso respondeu: "Creio que o Ron Dennis está disponível agora para dar entrevistas. Ele estará disponível agora. Logo, eu dirijo o carro, e o Ron provavelmente pode responder essas perguntas".

Fisico, rente ao muro do Indy
Em tempo: Fernando Alonso foi o piloto mais rápido da classificação. Embora o novo regulamento teoricamente impeça manipulações de resultados na corrida, está claro que atualmente há uma grande brecha para manipulação na classificação. Não que se deva de cara demonizar Ron por um suposto favorecimento a Hamilton, mas está claro que o atual sistema de classificação não apenas tira o significado da pole position (já que o piloto na pole pode não ser o mais rápido, mas simplesmente o que correu com menos combustível no Q3), como dá margem à manipulação pelas equipes.

Em Indianápolis, isso aconteceu não apenas na McLaren, mas também na Ferrari: a melhor volta de Räikkönen foi mais rápida que a de Massa, mas este saiu na frente do Finlandês por ter feito sua volta no Q3 com menos combustível que ele. E ninguém negaria que esse cenário, causado pela aberração que é o atual sistema de treinos, determinou o resultado da corrida - tanto Alonso quanto Massa andaram no mesmo ritmo de seus companheiros, e até melhores em certos pontos da corrida, pois ambos tiveram oportunidades reais de atacá-los.





Mudando um pouco de assunto, é interessante dar uma olhada na tabela de melhores voltas. Contrariando a idéia de que a McLaren "tem um carro muito mais rápido que a concorrência", a volta mais rápida foi de Kimi Räikkönen, seguido das duas McLarens, depois Massa a 1 décimo da McLaren de Alonso, e Heidfeld a míseros 3 centésimos de Massa. Os carros não estão tão separados assim, a diferença, na minha opinião, é quanto a quem erra mais e quem erra menos. Desnecessário dizer que, nesse quesito, o Hamilton está sendo de longe o melhor dentre todos os pilotos citados. Qualidade que, ano passado, era sempre relacionada ao seu atual companheiro de equipe, que tem bons motivos pra se preocupar. Principalmente se ele continuar tendo que fazer o Q3 com mais combustível.

Lucas

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Lanço um desafio aos leitores que gostam das estatísticas da F1: Quantas vezes o Barrichello já se envolveu em acidentes com outros pilotos em corridas?

E, das vezes em que isso ocorreu, quantas foram com o Ralf Schumacher?

Abs

Martinho, Belo Horizonte

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Ola GPtos.

Considerando a regularidade de Lewis e Alonso, podemos considerar que o Massa e o Kimi estão fora da disputa do mundial de pilotos, por estarem 19 e 26 pontos atrás do lider?

Ricardo, Campinas

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Um pouquinho melhor.

Assim acho que podemos definir o GP dos EUA. Não como o Galvão insistia em dizer, que parecia a F1 antiga. Papo de quem precisa vender seu peixe para dar Ibope. E mais uma vez, Galvão mostra ser um pé frio. Foi só ele começar a secar o Kovalainen que o moleque começou a andar. Faz um favor Galvão, começa a secar o Massa, quem sabe dá certo?

Onde chegará este Hamilton? Acho que nem os deuses podem dizer. O garoto está de matar. Se continuar neste ritmo, ele vai tornar a F1 mais entediande ainda...

Rogério Tófoli Kezerle

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Bem amigos do GPTotal,

mais um Grande Premio se passou, e aquele que parece ter vindo para ocupar uma vaga de protagonista na F1, Hamilton, ganhou novamente, porém, desta vez, com alguma dificuldade.

Ralf abandona a prova
Neste GP parece que as Ferraris encostaram um pouco, mas não o suficiente para brigar com as McLarens. As BMWs também se apresentaram bem, até a quebra do Heidfeld, levando em conta que era a primeira corrida do Vettel, ele se saiu bem, mas não mostrou nada de especial até agora para se candidatar a uma daquelas vagas que o Hamilton já ocupou.

Também surpreenderam positivamente: Kovalainen, pela corrida limpa, Webber, por ter marcado pontos (apesar da lambança) e Trulli, por ter conseguido marcar três pontos com esse carro horrível.

Foram os de sempre: Barrichelo e Rosberg, por seu azar ( um praticamente atropelado pelo Ralf o outro novamente deixado na mão pelo carro, depois de fazer outra corrida brilhante), Ralf, pela cag¿€¤¥, Buton e Wurz, pela falta de sal, e o restante do grid, nem vale a pena comentar.

As flechas de prata se consolidaram como carro a ser batido. Resta uma pergunta (responda quem puder): Teria a Ferrari dormido sobre os louros do início de campeonato promissor e assim deixado as McLarens assumir a ponta, ou será que toda aquela discussão e mudança nas regras sobre testes de flexibilidade de assoalho e asas acabaram por minar as forças da Ferrari?

Fabiano, Itajaí

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Olá pessoal do GPTotal!

Hamilton e Alonso abraçados no pódio! Uma cena bonita, com certeza, mas pela cara do Alonso, bem forçada, contudo Hamilton mostrou que está em lua-de-mel com a equipe e essa vitória pode significar algo impensado por todos antes de Melbourne: o título logo na estréia. O Grande Prêmio dos Estados Unidos de hoje provou que a F1 pode ter corridas emocionantes e com ultrapassagens sem que haja intervenções externas, como chuva ou a entrada do safety-car. E até mesmo os pilotos das equipes de ponta brigaram entre si, com Hamilton ficando lado a lado com Alonso na volta 38 e Massa tendo que fazer das tripas ao coração para segurar um veloz e, finalmente, combativo Kimi Raikkonen. Mais atrás, muitas brigas pelo pelotão intermediário com destaque para a disputa pela décima segunda posição, que envolveu oito carros.

Como era de se supor, a McLaren dominou como quis o GP dos Estados Unidos num circuito de Indianápolis com muita gente, mas com vários vazios nas enormes arquibancadas. A tensão entre Hamilton e Alonso está aumentando a cada dia que passa e a largada foi uma prova de que se não fosse o pulso firme de Ron Dennis, a McLaren poderia sair amargando um resultado desastroso. Após se defender de Massa, Alonso partiu para cima de Hamilton e dois quase se tocaram. Depois de sobreviverem a primeira curva, os dois começaram a despachar a Ferrari de Massa e após a primeira parada, Alonso começou a andar mais forte e quando o duo da McLaren alcançou vários retardatários que brigavam ferozmente por posição, Alonso pegou o vácuo de Hamilton e num momento que lembrou a mítica briga entre Senna e Mansell na Espanha, as rodas de ambos ficaram separadas por centímetros. Sensacional!

Sato e a dupla da Toro Rosso
Hamilton venceu a disputa e venceu a corrida, disparando no campeonato de pilotos, mas quem está feliz da vida é o Sr. Ron Dennis, pois agora a diferença da McLaren e da Ferrari no Mundial de Construtores chegou a um nível que dificilmente a equipe prateada perderá nesse ano.

A Ferrari fez o que podia hoje, mas tentando surpreender, usou duas táticas diferentes com seus pilotos. Massa fez o convencional e largou com pneus macios, enquanto Kimi largou com pneus duros. Enquanto Felipe tentava acompanhar as McLarens, Kimi perdia duas posições na largada e ficou várias voltas atrás da Renault do compatriota Heikki Kovalainen. Parecia que seria mais uma corrida safada de Kimi, mas tudo começou após a primeira parada.

Inicialmente, ultrapassou Nick Heidfeld na freada da curva 1 bem no momento em que Kovalainen saiu dos boxes. Agora em quarto, Kimi começou a tirar a diferença para Felipe e após a segunda parada, os pilotos da Ferrari começaram uma briga para valer, como a muito tempo não se via dentro da escuderia de Maranello. Felipe estava com pneus duros, mas estava mais rápido no miolo. Kimi estava com pneus moles e estava mais rápido no retão.

Foi uma briga de xadrez que encontrou seu auge faltando menos de dez voltas quando Raikkonen chegou a colocar de lado. Massa começou a perder o equilíbrio no miolo, enquanto Raikkonen perdia a aderência dos pneus moles e assim ficou, com Massa na frente de Kimi, mas com certeza essa foi a melhor corrida de Raikkonen na Ferrari.

Atrás dos top-quatro, Kovalainen mostra que vem evoluindo e levou seu Renault a um bom quinto lugar, após ter liderados algumas voltas antes de fazer sua primeira parada. Mesmo com a quebra do câmbio de Heidfeld, teve méritos na sua posição e vem calando a boca de Briatore, que tanto o criticou no começo da temporada. Já Fisichella é um capítulo à. Apesar do seu erro no começo da corrida ter estragado sua estratégia, o desempenho do italiano foi sensacional, fazendo ultrapassagens de todos os jeitos possíveis, inclusive por fora no miolo! Foi uma grande atuação de Fisico e a nona posição foi injusta, pois o italiano merecia um ponto.

O primeiro ponto de Vettel
Trulli mostrou que nada está perdido na Toyota, mas esse resultado se deve unicamente ao seu talento em segurar carros mais rápidos, pois a briga com Webber foi de tirar o fôlego! Por sinal, o australiano conseguiu seus primeiros pontos neste ano após vários azares, principalmente no Canadá.

Webber é outro piloto que vem evoluindo. Já os companheiro de equipe de Trulli e Webber ficaram pelo caminho. Para ser mais exato, na primeira curva. Como já está virando tradição, o Grande Prêmio dos Estados Unidos trouxe acidentes na curva 1 após a largada e desta vez envolveu os tiozões da F1. Como nenhuma imagem esclareceu por completo de quem foi a culpa, a única coisa que dá pra dizer foi que Barrichello está com muito azar mesmo, Coulthard estava no lugar errado e Ralf irá bardar aos ceús se chegar ao final da temporada empregado.

O novato Sebastian Vettel conseguiu o último pontinho da corrida, mas o alemão errou na largada e ficou muito para trás por causa disso. Como conseqüência fez uma corrida discreta, mas no final ainda participou da animada briga Trulli-Webber. A Williams fez sua pior corrida deste ano, com Wurz ficando preso a corrida inteira atrás de Liuzzi sem conseguiu passar e Rosberg quebrando mais uma vez. Por sinal, Nico vem mostrando que é um seguidor de Raikkonen no quesito azar, pois o alemão vinha fazendo uma bela corrida e estava em sexto quando quebrou o motor faltando quatro voltas. Sua revolta ao sair do carro era mais do que justificada.

Na Honda, a coisa continua feia. Não bastasse perder Barrichello logo na largada, Button foi envolvido na confusão e perdeu várias posições. Até aí tudo bem. O problema foi a falta de vontade do inglês de ultrapassar Scott Speed, por exemplo, e ser ultrapassado em plena reta por Anthony Davidson, da filial Super Aguri. A ultrapassagem de Davidson foi tão fácil que ele colocou de lado uma vez, desistiu e colocou de novo, completando a manobra no final do retão dos boxes. Enquanto isso, Button só faltou acenar para o compatriota ultrapassar logo! Liuzzi apareceu bastante no começo da corrida brigando de forma sensacional com Wurz, mas quando ele fez sua parada seu desempenho começou a cair e no final acabou abandonando. Enquanto Speed, mesmo correndo em casa, foi um fantasma. Já Sato cometeu o erro mais besta da corrida, ao repetir o mesmo erro de Fisichella uma curva depois de ultrapassar Sutil no final da reta dos boxes. A Spyker continuou seu sofrimento e novamente Sutil superou Albers. E com folga!

Depois de duas corridas emocionantes na América do Norte, a F1 segue caminho de volta para a Europa e como a próxima corrida será no insosso circuito de Magny-Cours, a monotonia deverá estar de volta. Só que Hamilton não estará nem ligando se for ele quem dominar e com dez pontos de vantagem sobre Alonso, a coisa deverá ficar feia por espanhol. A Ferrari?

Só um milagre salvar essa temporada.

João Carlos B. Viana (jcspeedway.blogspot.com)

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A Fórmula 1 sempre foi a ponta da tecnologia no automobilismo. Mas quando olhamos para a equipe número 1 em 68...70...72...74 etc. (assista uma corrida da época e veja vc mesmo) o que achávamos o máximo inacreditável, hoje nos parece ridiculamente amadora, assim como as de hoje parecerão daqui a dez anos.

Mas ela ganhou o mundo e os centos milhões de telespectadores graças às mortes nas pistas e nada mais. Porque só os que gostavam de automobilismo não fariam esses milhões.

Muitos pilotos morriam durante uma temporada. Isso atraiu a massa, os tais milhões de telespectadores, os que não entendiam nada de corrida, que não viam a diferença na tocada dos campeões,

A morte e os acidentes só atraem os que não entendem de automobilismo. É só ver as chamadas para as corridas de qualquer categoria na TV. São sempre porradas, acidentes espetaculares. O compromisso é com "chamar" o maior público possível, maior audiência. Você já viu chamada na TV para uma partida de tênis? De futebol? De vôlei? Por acaso eles ficam mostrando quando o tenista cai? Quando o jogador morre no campo? Quando quebra o braço em um bloqueio? Não. São os gols, as cortadas, os bloqueios, os aces, os smashes etc.

Ajudando no transporte dos pneus
Para quem gosta de lenha, parar nos boxes não era uma estratégia para ganhar tempo com carros mais leves e pneus novos. Era ruim, o piloto normalmente sifu quando isso acontecia.

As baratas tinham que largar com gasolina e pneus para a corrida toda. 200 litros de gasolina ou mais. Era perigoso pra caracas quando se dava uma porrada, principalmente no início da corrida com os tanques cheios.

Onde estão as cenas de lenha? Onde estão as saídas mortais de traseira e joguinho ao contrário, os pneus que não ficavam "quadrados". Podíamos ver verdadeiros shows de pilotagem. Mas a massa...

Acidentes e mortes são parte do "esporte" motor, mas não são os atrativos para quem ama corrida. Sentir a perda de um piloto, não importava sua nacionalidade. Você se apaixonava pela tocada dos bons e pronto. Doía perder um Clark, um Siffert, um Rindt, um Peterson, um Cevert e tantos outros. As mortes ainda bem rarearam nas pistas. Morria penca de piloto por ano.

Hoje as tocadas estão absolutamente milimétricamente redondas sob pena de comprometer os pneus, e pentelhésimos de segundo caso o piloto não respeite essa regra.

Imagine se as asas fossem retiradas. Esse seria um desafio maravilhoso para os engenheiros gênios da Formula1. Não se engane, em poucos anos só com o shape os carros já estariam virando no mesmo tempo que os carros viram hoje com esses pacotes aerodinâmicos para cada pista.

As garotas do grid em Indy
Ter que largar com gasosa para a corrida toda é perigoso. Mas até isso seria resolvido pelos gênios, eu aposto. Pneus para a corrida toda, permitindo aquelas escorregadas lindas. Nada de ultrapassagens nos boxes. Lembra do Rato que acertava o carro para os últimos 25% da corrida, e no final vinha infernizando no retrovisor dos outros com pneus já esbugalhados até passar ou fazer o cara errar?

O campeonato era de pilotos!

Hoje é de pilotos, frentistas e borracheiros.

Sinceramente, eu não gosto de transmissão de Formula 1 com os locutores e comentaristas fazendo mil continhas de segundos que ficou parado no box, de quantos quilos de gasosa colocou, se colocou pneu macio ou duro, eu gosto é de lenha na pista. Quer passar? Se vira. Bota por dentro, por fora, por cima. Hoje segundo esses locutores, quando o piloto "bota de lado", é quando ele bota do lado para tentar a ultrapassagem. Antigamente quando ele botava de lado, era a barata que tava de lado, joguinho ao contrário na curva, lindo.

Continuo gostando e assistindo a Formula 1 é claro. Acho que é amor e esperança de que uma hora volte a ser o show que já foi. Esquecer de respirar por alguns minutos como acontece ao assistir a MOTO GP e aqueles alucinados. Rossis...Stoners...Haydens e etc.da vida.

Mas enquanto o lance for essa orgia de dinheiro (e infelizmente é o que parece ser mais forte), só os milhões de telenãoentendemnadaespectadores conseguem bancar. Então...

Ricardo, como dizem hoje onde os pentelhésimos mandam, Rikrdo

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Depois do acidente do Kubica no Canadá, pensando em maior segurança para os pilotos, foram instalados airbags nos carros de F1. E a Honda foi a primeira a colocá-los em seus bólidos.

A foto anexa mostra bem o aparato exigido pela FIA para as próximas corridas.

Luis Sergio Martins

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