por causa do desempenho de Lewis Hamilton em sua corrida de estréia,
chegando até o pódio, fiquei na dúvida em saber quais outros pilotos
conseguiram a mesma façanha na história da Fórmula-1.
Eu lembrei de alguns: Giuseppe Farina, Luigi Fagioli e Reg Parnell (obviamente, afinal era o primeiro GP de F-1 e todos que subissem no pódio estariam sendo pioneiros), Alberto Ascari no GP de Mônaco 1950 (ele não correu no primeiro GP da temporada), Giancarlo Baghetti (que, inclusive venceu o GP da França, sua estréia, em 1961) e Jacques Villeneuve (segundo no GP da Austrália de 1996) e agora Lewis Hamilton. Será que existe mais algum?
Começou! Chata, sem sal, novidades, sem surpresas.
Massa é bom, ninguém discute isto, mas achei sua postura conservadora. Perdeu muito tempo atrás da Honda. Não ameaçou, faltou colocar a faca nos dentes.
O Finlandês fez o seu dever de casa, competente, chegando quase a dormir no final da corrida, não deu chance para ninguém, correu tranqüilo que nem um grilo.
O Rubens, bem o Rubens (eu torço muito por ele) tem um carro que não ajuda muito. Promessas para Espanha por parte da equipe, só nos resta esperar, eu acredito que a Honda vai incomodar em algumas provas, Hungria (como ano passado), Mônaco, e sinceramente Interlagos (sonhos meu).
O duro na prova foi aturar a Globo, com Galvão querendo que Hamilton seja chamado de Robinho, discutindo a toda hora a pronuncia correta do nome do Kubica, perde-se um tempo precioso com comentários infundados, falando besteiras, fazendo parecer que esta narrando um desfile de escola de samba, ou uma pelada de futebol, só falta levar um desse atores da referida para comentar, ou então fazer uma matéria sobre a feijoada da mãe do Massinha.
Quanto ao GP da Austrália, no início do ano coloquei minha opinião sobre o provável vencedor entre Kimi e Massa, concluindo que Kimi no momento ainda é mais piloto, mas Massa teria condições de superá-lo se continuasse na curva ascendente em que vinha.
Azares à parte, acho que ele continua de fato nessa ascensão, e espero que não ocorram mais interferências, para que vejamos uma disputa limpa entre ambos. Que a Ferrari nos permita, é claro.
Li a coluna do Flavio Gomes no site grande premio sobre as "sabotagens" da Ferrari contra os brasileiros.
Em muita coisa concordo. Uma é muito simples. Rubinho não é tão bom quanto Schumacher e a Ferrari sempre teve primeiro piloto. Para começar, Rubinho ganhava 8 milhões, Schumacher 50. Hoje, Kimi ganha três ou quatro vezes mais que Massa, o que realmente me preocupa, ainda mais com este mau começo da Australia.
Não acredito que a Ferrari venha à prejudicar Massa, mas se ele não chegar na frente do Kimi na próxima corrida, a cobra vai começar a fumar. Outra coisa, se o carro do Schumacher quebrou o ano passado "dando" o titulo para o Alonso, devemos lembrar que o carro do Alonso (que também não quebrava nunca) quebrou em uma corrida colocando o alemão de volta ao páreo. Não foi por esta quebra que Schumacher perdeu o titulo. Perdeu por que o Alonso e a Renault foram mais competentes !
Nem sei mais quantos anos faz que a Fórmula 1 resume-se à luta entre dois pilotos. Alonso X Schumacher, Mika X Schumacher, Schumacher X Schumacher, Hill X Schumacher, Villeneuve X Schumacher, Prost (Ferrari) X Senna, Prost (Mclaren) X Senna. Quando foi a ultima vez que tinhamos mais pilotos envolvidos na briga pelo titulo? 86, 87?
Este ano, no mínimo, temos Alonso, Kimi e Massa. Já é uma evolução. As corridas dificilmente serão empolgantes, pois os circuitos não permitem isto. Os que eram bons, foram descaracterizados e os novos, tirando talvez o Barhein, são projetados visando única e exclusivamente a segurança. Não sou contra a segurança, mas automobilismo é um esporte de risco. Não devemos negligenciar a segurança, mas acabar com o espetaculo em nome dela, é melhor acabar com a F1....
Achei interessante duas colocações feitas pelos colunistas do GPTotal.
Em sua coluna Canhões ou Manteiga, o Eduardo Correa fez uma defesa veemente da continuidade da F-1 como pináculo da tecnologia automobilística, como uma disputa não apenas entre pilotos, mas também de quem concebe e constrói o carro.
Já o Luís Fernando Ramos na coluna Perguntas Pós-Melbourne se pergunta por que é tão difícil a F-1 ter uma corrida emocionante.
Embora sejam afirmações feitas por dois colunistas diferentes, em circunstâncias diferentes, elas de certa forma resumem o que a maioria dos colunistas de F-1 deste e de outros sites pensam. Defendem a manutenção da F-1 como uma competição de desenvolvimento tecnológico, mas reclamam da chatice da maioria das corridas.
Mas será que uma coisa não está ligada à outra?
Pensemos bem. Quais foram as corridas mais emocionantes das últimas temporadas? Sem medo de errar, podemos apontar o GP do Japão de 2005 e o GP da Hungria de 2006. O que ambas tiveram em comum? Os pilotos favoritos, por diversos fatores, tiveram de largar do meio para o fim do grid. Com os carros mais rápidos atrás dos carros mais lentos, houve disputa e ultrapassagens. Estendendo um pouco mais essa lista, citando os GPs da Turquia e do Brasil em 2006, podemos observar que, de maneira geral, os momentos de emoção da F-1 quase sempre ocorrem quando circunstâncias alheias ao desempenho dos pilotos, como chuva, quebra nos treinos ou entrada do Safety Car, fazem com que carros mais velozes fiquem atrás de carros menos velozes. Quando se segue a ordem natural das coisas, com os carros mais velozes saindo na frente, o resultado é quase sempre corridas chatíssimas.
Em suma, a emoção da F-1 hoje está quase sempre relacionada à ocorrência de circunstâncias excepcionais.
David Coulthard
Corridas com emoções genuínas só podem ocorrer se houver equilíbrio entre os carros.
Mas não é possível, no nível de tecnologia atual, haver equilíbrio com carros diferentes. A não ser que se apele para subterfúgios como grid invertido ou lastros, como ocorrem em algumas categorias de turismo, soluções que acho pouco esportivas.
Cada um tem sua opinião, que deve ser respeitada. Mas acho que quem defende a F-1 como uma disputa não apenas entre pilotos, mas também entre quem concebe e constrói o carro, deve ter consciência de que, a não ser que ocorram circunstâncias excepcionais, as corridas serão em sua grande maioria tediosas.
Parafraseando o Eduardo Correa, se eu quisesse ver carros diferentes, iria a uma concessionária (onde há diversos tipos de carro). Mas o que eu quero ver no automobilismo é competição. Então pergunto: será que ter 22 carros num grid com só quatro em condições de vencer em circunstâncias normais é realmente competição?
A F-1 é a maior categoria do automobilismo por ser uma competição verdadeiramente mundial onde estão os melhores pilotos do mundo. Talvez só por isso é que eu ainda assisto às corridas.
E começa mais uma temporada na F1, a segunda que eu acompanho.
A maioria dos torcedores (e eu me incluo nessa) sonhava com uma temporada "equilibrada". Finalmente conseguimos uma, e o resultado apareceu nesse GP da Austrália.
Sinceramente, eu esperava que uma temporada "equilibrada" fosse mais competitiva e não essa corrida sem graça que foi. Parecia que a Fórmula 1 estava com o grid todo renovado, era como se eu não conhecesse nenhum piloto dali - não me refiro à nova caracterização da maioria dos carros ou às mudanças de equipe dos principais pilotos e sim ao que esperar deles. Não havia mais "o(s) piloto(s) a ser(em) batido(s)", não havia "o melhor" nem "o pior" - Super Aguri que o diga - e era praticamente tudo novo para todos - os novos pneus Bridgestone são um bom exemplo disso. Nem Safety Car, que é tão comum nessa pista, apareceu. De agora em diante vou pensar duas vezes antes de desejar novamente uma corrida "equilibrada".
Rubinho e seu Honda
Mas, vamos aos fatos da corrida. A Ferrari realmente se mostrou muito superior às demais equipes. Deixou todos para trás. Um pena que Felipe Massa - que definitivamente não tem sorte nessa pista - não pôde estar ao lado de Kimi Raikkonen e mais uma vez ficamos sem saber qual dos pilotos Ferraristas tem mais chances nessa temporada.
Já a dupla da McLaren - que por sinal é a equipe com a dupla mais jovem do grid - poderá nos garantir algumas emoções (ou não) no decorrer da temporada. Martin Whitmarsh, CEO da equipe, já afirmou que não haverá interferências (leia-se, ordens de ultrapassagem) na briga doméstica dos dois pilotos, enquanto isso não prejudicar a equipe deixando a disputa totalmente aberta.
Lewis Hamilton andou muito bem, fez uma largada que me lembrou a largada do Alonso no Bahrein, no ano passado. Quando ao fato do inglês ter perdido a posição no fim da corrida, ele explica, no site oficial da equipe, que ficou preso atrás do carro do Sato e isso fez o Alonso chegar. De quebra, o Alonso completou que usou de estratégia para economizar combustível e parar nos boxes uma volta mais tarde do que o previsto e que assim conseguiu recuperar a posição perdida para Hamilton e ainda colocou vantagem em cima do piloto.
Robert Kubica
BMW também começou forte nesse ano. Talvez a equipe não cresça tanto quanto cresceu ano passado (na minha opinião ela já cresceu o suficiente), mas que vai dar trabalho para a Renault ou até mesmo superá-la isso vai.
Por falar em Renault, o desempenho do Kovalainen sequer chegou às expectativas, mas acho exagero dizer que apenas por causa disso ele não é bom piloto ou que esteja com sua vaga ameaçada. Vale lembrar que ele é estreante e nunca tinha corrido em Melbourne. Ficou bem claro ali que ele não treinou o suficiente para aprender a fazer corretamente a Curva 1 do circuito. O erro dele foi apenas esse. O resto foi conseqüência. Acredito que a pressão também contribuiu para as rodadas dele naquela curva. Vamos ver como ele se sai na Malásia. Já em relação ao Fisichella, ainda acredito que o Kovalainen possa batê-lo, mas acho bastante remota a possibilidade de um dos pilotos da equipe ser substituídos pelo Nelson Piquet Jr. ainda nessa temporada. Vou ficar surpreso se isso ocorrer.
Quanto à dificuldade de se ultrapassar a Honda de Jenson Button, vi ali nada menos do que um retrato claro e nítido da F1 atual. É quase impossível ultrapassar em pistas mais "travadas" como Albert Park devido à perda de downforce causada quanto o piloto que vem atrás se aproxima do da frente. Que as mudanças prometidas para 2008 e 2009 se concretizem ou seremos obrigados a acompanhar mais corridas "chatas" como essa.
Quanto aos demais acontecimentos da corrida, acho que não há mais nada que mereça destaque aqui.
Sobre o apelido de "Robinho da F1" dado ao Lewis Hamilton: foram os pilotos brasileiros da GP2 que deram esse apelido a ele ano passado. Disseram que foi o Piquet Jr. que o apelidou desse jeito, mas ele nega isso. Mas, de qualquer forma, não concordo com esse apelido, ou melhor, não concordo com a forma que a Globo está fazendo para que esse apelido pegue. Tudo bem que o piloto é parecido com o Robinho e é tão bom na pista quanto o jogador é no gramado, mas a Globo está tentando empurrar esse apelido goela abaixo dos torcedores. Basta ir ao site do GloboEsporte.com e procurar alguma notícia relacionada ao piloto para ver que eles sempre fazem questão de frisar esse apelido. Sinceramente, espero que esse apelido não pegue.
Que venha o GP da Malásia, de preferência com uma vitória do Felipe Massa, ou pelo menos a chance do brasileiro disputar de igual para igual uma posição contra Raikkonen. Ano passado ele conseguiu terminar na frente no Schumacher nessa mesma pista. Vamos ver como será com Raikkonen.
Começaram as viúvas do Schumacher a encontrar no Kimi um porto seguro "O cara é Isto", "O cara é aquilo". “Ele deixou o Massa dominar e quando foi preciso guiou como um verdadeiro herdeiro do alemão", e por aí vai.
Balela. Kimi só ganhou a corrida porque quebrou o carro do Massa e, além do mais, ainda errou e saiu da pista. Massa mesmo sob pressão, com o carro mais pesado (e baleado) não teve um erro se quer, não se desestabilizou.
E tem mais ainda: existem alguns Brasileiros que parecem não aceitar que outro Brasileiro venha a ocupar a vaga deixada por Airton, têm preconceitos, vivem procurando alguém de fora pra dizer que são isto, que são aquilo.
Sem pieguismo, sem ufanismo. Vamos defender mais o que é nosso. Pra min Massa ainda é o favorito ao título e vai colocar Kimi, Alonso, etc... no bolso! Querem apostar ?
mas que corrida mais chata! Nos melhores momentos daria pra colocar a largada, a trombada do Coulthard, as navalhadas daquele cara de nome esquisito a bordo de uma Renault meia-boca com a pintura antiga e a chegada. Só. Muito pouco para justificar uma hora e meia em frente à TV.
Pelo andar da carruagem o Raikkonen vai se destacar na Ferrari por um motivo - ele não liga pra companheiro de equipe. Quando o Montoya foi pra McLaren perguntaram o que ele achava da ida do colombiano, e ele respondeu que não ligava pra isso e queria apenas acelerar, não se importando com o que Montoya iria fazer. Resultado: detonou o gorducho.
Na Ferrari é a mesma coisa, o Massa fica se preocupando em botar tempo no finlandês nos treinos livres, mas na hora H acho que deixou a desejar. Mesmo largando lá atrás ele poderia fazer uma corrida mais agressiva, mostrar que ele estava com gana de ir buscar o pessoal na frente, que foi um acidente ele não estar no pelotão dianteiro (ficar atrás das tranqueiras da Honda foi demais). Vide Schumacher no Brasil/06.
Os outros fizeram o feijão-com-arroz. Alonso não tinha chances contra as Ferraris e fez o que devia fazer - primeiro do resto. Hamilton também foi bem, não criando mal estar na equipe por enquanto, cedendo a posição pro bicampeão.
Surpresa foi a Williams (que carro bonito!) com o Nico andando forte.
Decepção foi a Honda, que além de dar um lixo pro Rubens e Button pilotarem ainda não deu ordem para o Jenson deixar o Rubens passar mesmo o brasileiro estando muito mais rápido e podendo colher um resultado melhor. Acho que está na hora do Barrichello fazer igual o Piquet na Williams, pensar um pouco mais nele do que na equipe.
Por mais que Massa tenha andado muito bem na pré-temporada, nunca tive muita convicção de que ele pudesse superar Raikkonen. Após a primeira corrida, "super disputada, emocionante, imprevisível até o final", parece que se confirma minha intuição de que Massa será amassado ou amansado pelo finlandês. Não estou botando fé nele e acho o Rubinho melhor que ele. Pena que com essa Honda ele não possa dar um pau nem nas Super Aguris, ou Suzukis, segundo o Magdo Bueno. Aliás, pro Galvão tem três pilotos disputando o título: o Felipe, o Rubinho e o Nelsinho, que ainda pode estrear!
Raikkonen é um grande piloto. Penso que se ele correr de forma correta e prudente esse ano, dificilmente perderá o título. E se perder, será para Alonso, e não para o Massa. Esse já está nervoso, um pouco abalado psicologicamente, com um rival super duro, melhor piloto que ele, já pegando a mão na Ferrari, será quase impossível. Sem querer desanimar os brasileiros, eu acredito mais no Rubinho que no Massa. O Rubens sim, alguém mais inteiro, mais completo enquanto piloto, e mais humano.
No mais, Kubica ainda fará mais bonito que o Hamilton (Robinho foi o fim), e o Kovallainen precisa sair logo daquele carro, pois ele é pior que o Nakajima. O Sato dá de 10 nele. Outro artista é o Coulthard, que já está precisando de óculos para as vistas. E pra completar, esse ano o Rubinho vai enterrar a carreira do Button.
Não tenho a sua idade e toda a sabedoria que só ela pode nos trazer, mas assisto a Fórmula 1 desde 1973 sem interrupções (em tempo, tenho 43 anos) e vi o grande Gilles Villeneuve correr.
Sim, ele tinha um domínio indescritível do carro. Sim, era um showman fantástico. Fazia as corridas serem muito mais divertidas. Mas sinceramente, não creio que Gilles viesse a ser campeão do mundo. Esta é apenas a minha humilde opinião e que jamais poderá ser comprovada, infelizmente.
O que apenas quis dizer é que para um piloto ser considerado genial, ele precisa ser completo, o que definitivamente Gilles não era, ou não teve tempo para ser. Não quis desmerece-lo de maneira alguma, até por que uma das cenas que mais me marcaram na F1 foi aquele GP no qual ele correu um tempão com a asa dianteira quebrada, dando um show de controle do carro (fora aquela briga com o Arnoux).
O problema é que asa e carro quebrado ou destruído era coisa habitual para ele. Não é por que um piloto ganhou um titulo que ele vai ser considerado um mito (Damon Hill, Jody Scheckter, dentre outros, não considero como gênios), mas acho que já é meio caminho andado. Dos que eu vi correr, Gilles sem duvida foi o maior malabarista da F1, mas não creio (de novo, minha humilde opinião) que ele tenha chegado ao nível de Schumacher ou Alonso.
Enfim, não quis desmerecer Gilles para elogiar o Alonso, foi apenas uma comparação, a qual você pode considerar infeliz, mas não uma heresia.
Em relação à observação do leitor Mário, sobre o desempenho de Lewis Hamilton, na parte final da prova, penso que a diferença de tempo se deu devido à uma orientação da equipe para poupar o motor, limitando o número de rotações. Acredito que a mesma orientação tenha sido dada também a Alonso - e aqui vale a experiência do espanhol, mais habituado a "administrar" a vantagem.
Ainda sobre Hamilton, uma resposta à observação do leitor Carlos Alberto Ribeiro: usando o vocabulário politicamente correto, Hamilton é o primeiro piloto afro-descendente; enquanto Karthikeyan é asiático. Infelizmente, ainda teremos que esperar pelo dia em que os pilotos serão apenas competentes ou incompetentes, bons ou maus - sem distinção de raça, credo, cor ou gênero.
Por fim, concordando com Rogério Tófoli, chamar Hamilton de Robinho é o fim da picada. A única coisa que salva na transmissão da Rede Globo é a imagem (que aliás não é gerada pela RG).
Acho que unanimidade mesmo é que o GP foi sem graça.
Mesmo com pneus de "pau" os tempos baixaram (um viva aos engenheiros). Mesmo sendo obrigados a usar os 2 compostos as ultrapassagens não ocorreram como previsto (um soco na cara do tio Max, ele tenta mas as equipes são melhores que ele). Mesmo o Alonso e Kimi trocando de equipe, novos pilotos , novas regras, a coisa parece que continua igual. Sem ultrapassagem e somente 2 equipes disputando o campeonato (um chute no estomago do Fisico, pq é uma besta, e um pontapé na bunda do tio Flavio, pq é outra besta e não contratou ninguém pra substituir o Alonso).
Acho mesmo que a BMW ficará a frente da Renault, este ano. Boas surpresas, Super Aguri, dando um show na matriz, Toyota, BMW, Williams. Parece que as 2 equipes energéticas estão precisando de um reforço vitamínico.
Estamos apenas na primeira prova, vamos aguardar o circuito europeu.
Para Carlos Alberto Ribeiro, indiano não pertence a raça negra, o biotipo é bem diferente.
Novidade mesmo é o tal assoalho móvel da Ferrari. Eduardo ou Panda, vocês teriam mais informações sobre isso ?
Um abraço
Ricardo, Campinas
Não tenho mais informações, Ricardo, mas a pesquisa com materiais que fletem a determinadas velocidades e, desta forma, ajudam na velocidade final dos carros, tem sido freqüente na Fórmula 1, em aerofólios e outros elementos aerodinâmicos, inclusive no fundo do carro. Já escrevi sobre isso, pelo que recomendo uma olhada com auxílio da nossa ferramenta de busca.
Não custa perguntar: Por que ninguém sequer cita a hipótese do Ricardo Zonta assumir uma das vagas de piloto titular na Renault, ao invés do Piquet? Se seus tempos forem melhores, apesar de ser o quarto piloto, por que não?
me vêm uma sensação melancólica ao assistir o GP da Austrália, tudo bem, pelo menos este ano vamos ter um piloto que competirá pelo título, inicialmente é esta a impressão, achei a “corrida” do Massa precisa, ele fez o que se esperava dele. Concordo com o Felipe Motta da JP, mesmo com a “vibração” do Raikonen, parece que o favorito da equipe é o Massa, vamos ver se isto se confirma.
Mas, o que me chateia mesmo na atual F1 é ver a situação da Williams. Não gostaria de ver a equipe do velho Frank virar uma Minardi, acho que pela sua história ele não merece isso.
Não me parece, também, que haja força para uma retomada da equipe, gostaria sinceramente de estar errado, mas acho que estamos, infelizmente, assistindo a despedida do último dos independentes.
Gratos e até mais.
Armando G dos Santos Jr, São Paulo
Ps: Não sei se alguém já indicou, mas quem tiver tempo para perder com pesquisas na internet e não tiver dificuldades com leitura em inglês, acesse o site www.grandprix.com no link GP Encyclopedia vocês terão tudo sobre os pilotos, equipes, fornecedores, etc.. da F1 desde 1950.
Realmente não foi uma corrida empolgante, principalmente para nós brasileiros. Mas tirando as decepções já previstas (Webber, Rubinho, Couthard, etc...), somadas à do Kovallainen, a confirmação do Hamilton como uma excepcional promessa, a boa corrida do Kubica, até onde o carro aguentou, a ótima corrida do Heidfeld e ainda a quase perfeição do Kimi já compensaram ficar acordado até quase duas da manhã.
Agora o que não dá mais para aguentar é o sr. Galvão Bueno. Pelo amor de Deus !! De onde ele tirou esta história de chamar o Lewis Hamilton de Robinho ? E as criticas à Honda por não ordenar que o Button deixasse o Rubinho passar ? Insuportável. O pior é não ter opção. Este negócio de exclusividade de transmissão é uma m....(com o perdão da palavra não escrita !!!).
O Burti entende do assunto, mas também comporta-se como torcedor. Ficou metade da corrida dizendo que o Massa tava com problema de câmbio. Alguém ouviu o Massa reclamar disto ? O Rubinho dizer que "quase chegamos aos pontos" é o cumulo do otimismo ! Espero que os deuses da sorte sorriam para o Massa na Malásia, pois na Austrália eles estavam com a cara virada para ele.
E acho que devemos esperar uma ótima temporada da McLaren, que apesar de estar bem atras da Ferrari, têm um sujeito chamado Alonso que ainda pode fazer a diferença, apesar de não ter andando tão bem em Meulborne....
Achei muito interessante o teu texto, publicado neste espaço, dia 19/3. Não concordo com tudo que escreveste, mas creio que nem tu desejas a unanimidade.
Veja bem, concordo que o Alonso é um extraordinário piloto, na verdade um piloto genial, assim como Schumacher foi, teve um início de carreira fulminante assim como o alemão também o teve, ou será que a melhor posição de largada que a Jordan obteve no ano de 1991, por si só não o credenciariam, e acresça-se a isso que exatamente na sua estréia na F1.
Ter ganhado seu primeiro título na F1 com um motor Ford V8, já superado, enfrentado os V10 e os V12, também não o credenciariam.
Tem também o fato que na sua segunda prova meteu roda no tri-campeão mundial Nelson Piquet Souto Mayor, com o segundo carro da Benetton, já que o primeiro era exatamente do Piquet.
Rogério, não sei que idade tens, eu tenho 60, portanto o que vou te dizer tenho condições de fazê-lo, sem polemizar, mas o que falaste de Gilles Villeneuve, foi uma heresia impar, ou não o viste guiar, ou é impossível o diálogo contigo, pois não enxergas o que vês.
Kimi começou sua carreira na Ferrari devagar. Deixou que os flashes fossem todos para Felipe Massa, vencedor incontestável do último GP do ano passado. Levou tempo do brasileiro durante toda a pré-temporada e até mesmo na última sexta-feira, nos treinos livres do GP da Austrália. Mas quando era preciso, Raikkonen mostrou todo seu talento e potencial e marcou a pole e venceu com o pé nas costas a sua primeira corrida pela Ferrari. E com direito a hat trick!
Kimi só foi levemente incomodado na largada, quando Heidfeld chegou a emparelhar com sua Ferrari antes da primeira curva, mas ao chegar a reta oposta em primeiro, Raikkonen passeou por Albert Park, marcando seu ritmo como queria. Para demonstrar o domínio de Raikkonen em Melbourne, sua volta mais rápido foi 1s1 mais rápida do que Alonso, o autor da segunda volta mais rápida da corrida.
Até ano passado, se a Ferrari demonstrasse esse desempenho em sua estréia, já dava para cravar em Michael Schumacher como campeão, mas como o alemão ficou sentado no seu confortável sofá assistindo a corrida pela TV, a disputa pelo título permanece em aberto, mas com Raikkonen como favorito destacado. Massa começou a corrida cauteloso demais, ficando atrás das Spykers na largada e perdendo tempo demais atrás das duas Hondas, em particular a de Jenson Button, que passou a corrida se arrastando. Sua estratégia de uma parada era esperada, mas a sexta posição teve o efeito de um nocaute em cima do brasileiro, que já larga no campeonato com uma desvantagem de sete pontos para com seu companheiro de equipe. Massa também decepcionou ao ficar placidamente atrás de Fisichella quando a Ferrari era 1s mais rápida que a Renault. Seu estilo atirado, admirado e cobrado por muitos, foi deixado de lado, mas a sorte de Massa é a frieza de Raikkonen.
No pódio, Raikkonen parecia impassível a vitória e os mecânicos da Ferrari comemoraram até forma tímida, tamanha era a frieza do finlandês. Essa falta de calor pode favorecer Massa, cujos mecânicos da Ferrari ficaram entusiasmados quando o brasileiro venceu em Interlagos.
Com um pódio logo na estréia, Hamilton vem sendo o destaque da temporada. O inglês largou muito bem, ultrapassando Alonso por fora na primeira curva e andou à frente do espanhol a corrida inteira e só não superou seu famoso companheiro de equipe graças a Takuma Sato, que atrapalhou claramente Hamilton na sua volta de entrada de boxes, permitindo à Alonso colar na traseira da McLaren de Lewis e ganhar a posição na segunda parada de boxes. Alonso fez uma corrida correta, mas a McLaren terá que lutar muito se quiser chegar na Ferrari.
Kubica demonstrou porque a BMW confia tanto nele, apesar de ter Nick
Heidfeld, um piloto experiente e rápido. O polônes largou em quinto, duas posições atrás de Heidfeld, mas parou sete voltas depois do seu companheiro de equipe e estava na frente quando o câmbio do seu carro quebrou. Kubica demonstra a cada dia que passa que é um diamante pronto para ser lapidado. A quarta posição de Heidfeld foi uma consolação pequena com tamanha
expectativa em cima da BMW.
Fisichella chegou em quinto, numa corrida muito apagada e ele só foi notado quando Massa colou em sua traseira nas voltas finais. Mais uma vez, Mark Webber conseguiu uma excelente posição no grid para desabar na corrida, mesma coisa acontecendo com as Toyotas. As Hondas vem dando vexame, mas ao menos Rubinho andou bem, mostrando um ritmo pelo menos decente e ficando muito à frente de Button, que passou a corrida de arrastando. Rosberg andou muito bem com sua Williams e conseguiu uma excelente sétima posição, à frente da Toyota de Ralf e à léguas de distância de seu companheiro de equipe Wurz. O problema de Rosberg é que ele sempre se destaca na primeira
corrida, vamos ver se ele se destaca nas outras.
A corrida deste ano foi bem diferente das edições anteriores, sem graça e com parcos momentos de emoção. Mesmo com Massa largando atrás, a corrida não teve muitos lances de ultrapassagem, fora a belíssima passada de Rosberg em Ralf. As principais emoções ficaram por conta do espetacular acidente de Coulthard e Wurz já no final da corrida e pela, até agora, maior decepção do ano. Heikki Kovalainen saiu da pista várias vezes, sobre os olhares atentos de Briatore, com Nelsinho Piquet ao seu lado.
Raikkonen quebrou um recorde de 46 anos ao se tornar o segundo piloto a vencer em sua estréia pela Ferrari e a equipe de Maranello parece satisfeita com o que Raikkonen fez até agora, mas Massa deve vir babando nas próximas corridas e se a Ferrari continuar com essa dominação, essa deverá ser a briga pelo campeonato. Para as outras equipes, só resta lutar para tirar a diferença e tentar parar as máquinas vermelhas.
Gostaria de saber o que ocorreu com o Lewis Hamilton após a segunda parada, pois ele terminou a prova a uns 18 segundos do Alonso, sendo que em grande parte da prova manteve-se à frente do espanhol uns 2 a 3 segundos.
Por acaso ele saiu da pista, ou rodou na parte final da corrida para ficar tão atrás do espanhol? Outra dúvida: vocês do GPTotal acreditam que houve jogo de equipe para beneficiar o Alonso na última parte da corrida?
Abraço,
Mário
Oi Mário
Não tenho os tempos de volta aqui mas imagino que Alonso descontou e abriu vantagem nas voltas em que ficou sozinho na pista. Jogo de equipe? Não creio. E se houvesse, também não acharia nada demais dada a diferença do currículo de um e outro, por mais promissor que seja o Hamilton.
Ano passado a F1 estreou no Bahrein, no dia 12 de março, e teve no pódio o vencedor Fernando Alonso, então da Renault, seguido pelo heptacampeão Michael Schumacher da Ferrari e pelo ainda considerado muito azarado Kimi Raikkonen, da McLaren. Escrevendo para o site Scudheria - que hoje está rebatizada como www.supermacchina.com.br - afirmei que, mais do que possível e provavelmente, o campeão de 2006 estava naquele pódio. Veja que eu ter acertado em cheio não foi nenhum mérito profético, mas apenas a constatação do óbvio daquele momento, somado a uma avaliação realista das condições dos pilotos em questão e das suas respectivas equipes.
Alonso foi bi, Schumacher foi vice (com direito a aposentadoria de gala
anunciada logo após sua majestosa vitória em Monza) e Raikkonen foi
confirmado na Ferrari, mesmo sem ter conseguido ganhar nenhum GP no decorrer do ano - muito mais culpa do time inglês do que do piloto
finlandês.
Meu amigo, minha amiga, eu vou arriscar novamente o mesmo palpite,
embora já sabendo que a maioria dos leitores e expectadores da TV ficará azedos com minha pessoa. Excluo Felipe Massa da disputa do título "simplesmente" por ele não ter composto o pódio da Austrália?
Sim, e explico porquê, mas ressalto que essa é apenas a minha opinião: os três pilotos que estavam no pódio e na entrevista coletiva após o término da corrida em Melbourne, somando ao contexto de como foram contratados e/ou promovidos por suas equipes, são os tiros mais certeiros que se pôde ver neste início de temporada. Kimi é o sucessor de Michael Schumacher na Ferrari, mesmo que o carro com o número menor - o 5 - esteja com Felipe Massa. Não quer dizer que o finlandês seja o primeiro piloto do time, mas é ele quem foi contratado para o lugar de Schumacher, dando ao piloto uma vantagem psicológica sobre Massa, “agravada” após o desfecho dessa primeira corrida (na qual os dois pilotos estavam em situações opostas já na largada: Kimi em primeiro, Massa em último).
Tendo perdido seu principal piloto, a McLaren, que já havia fechado com
o então "apenas" campeão do mundo Fernando Alonso, promoveu o novato Lewis Hamilton da GP2 - e do cargo de piloto de testes - para a Fórmula 1. Então, se perdeu Raikkonen, em contrapartida deu dois tiros pra lá de certeiros, confirmados pelo resultado já da primeira prova do ano, tal como você pôde muito bem ver na Austrália. No caso de Raikkonen, foi também impressionante ver como ele é um piloto bem comportado quando tem um carro veloz e confiável nas mãos. Cometeu apenas um pequeno errinho de trajetória, provavelmente por uma leve distração por não estar sendo incomodado durante toda a prova. O coitado do finlandês sempre foi tachado de azarado, mas começa a ficar claro que, ao contrário do que afirma o pessoal da Mercedes-Benz (McLaren) - de que Raikkonen dirige muito mais forte do que o carro pode agüentar - os antigos monopostos que o "iceman" dirigia é que não eram mesmo de confiança.
Concordo com o Ico: a corrida deu sono. Sobre Lewis Hamilton, então, nem sei o que escrever! Ele foi
simplesmente perfeito, e fez já na primeira curva após a largada uma
ultrapassagem de gente grande, em ninguém menos que Fernando Alonso, o único campeão do mundo em atividade. E só não emplacou o segundo lugar porque foi atrapalhado pelo tráfego antes de sua segunda parada (Alonso conseguiu descontar na pista a pequena vantagem para Hamilton, para então voltar na frente após o pit stop). Esse menino vai fazer história... mas isso Ron Denis já deve saber desde quando o "adotou" após uma corrida de kart, quando o piloto inglês ainda tinha apenas 11 anos de idade - hoje está com 22. Claro que Felipe Massa, colocado neste mesmo contexto dos três já citados, continua com fortes chances de disputar o título mundial, inclusive por ter feito uma ótima corrida de recuperação, partindo da última posição e terminando em 6.º. Mas, tiro certeiro mesmo na Austrália, só dos três pilotos que compuseram o pódio.
Tiros que saíram pela culatra
A nova Honda ecológica de Rubens Barrichello e Jenson Button é uma
piada. Ok, sempre existirão os vencedores e os perdedores, cabendo um
papel ou outro para quem quer que seja. Mas você tem idéia do dinheiro
que a montadora japonesa tem? O conhecimento técnico, então? Mais: com quais motores Ayrton Senna foi tricampeão mundial? A Honda continua chamando a atenção apenas pela pintura do carro - horrível! (a Terra é linda, mas como planeta redondo e não num carro todo recortado) - e justamente pelo desempenho pífio. Antes fizessem como a Toyota, que também tem recursos de sobra e não se encontra nas pistas, mas que pelo menos não está dando shows publicitários sem lastro verdadeiro.
David Coulthard já não deveria ter se aposentado? Tudo bem a Red Bull
ter contratado o escocês no começo do trabalho, pela sua experiência (ou pela sua simpatia - leia-se: marketing), mas já deu o que tinha que dar. E quase deu uma "rodada" na cabeça do ressuscitado Alex Wurz da
Williams, numa manobra infantil que nem piloto estreante faz. Falando,
aliás, em piloto estreante, quando é mesmo que Nelsinho Piquet vai
estrear na Renault? Sim, porque o finlandês Heikki Kovalainen berrou
para todos os cantos no ano passado que não ficaria mais uma temporada como test-driver da Renault, aí foi promovido por Flávio Briatore e o que conseguiu na sua primeira prova foi uma seqüência de trapalhadas, erros bobos e barbeiragens brutais. E todo mundo apostava que Fisichella era quem decepcionaria na equipe francesa! Pior: a comparação direta é com Lewis Hamilton, igualmente estreante e recém-promovido, mas que cravou um majestoso e merecido terceiro lugar.
Aos que ainda não sabem cadastrem-se no www.formula1.comLeitores"> e acompanhem (além da TV) pela internet ao vivo volta por volta,trecho por trecho o desenrolar das provas de Formula 1.
Creio ser a mesma tela que Galvão e Reginaldo usam nas transmissões para ter os precisos detalhes e diferenças de tempo entre os pilotos.
Só não encontrei a tela onde constam os tempos de entrada e saída
dos boxes.Quem souber, por favor, informe.
Agora temos que agüentar a choradeira das viúvas do Shummy.
Sem desmerecer um dos maiores de todos os tempos (estatisticamente falando, só perde para Fangio), por que os fãs de Shummy fazem tanta questão de desmerecer Alonso? Quando Shummy ganhou seu primeiro título, disputando com o "excepcional" Damon Hill, todos apontavam-no como gênio. Alonso deu dois paus no gênio, mas é apenas "um bom piloto".
Pelo amor de Deus pessoal. O cara tem 25 anos e é bi campeão do mundo. Sem falcatruas, apenas com o seu talento. Deu pau no Fisico que sempre foi considerado um piloto rápido. Deu pau no Shummy que é considerado o maior por muitos. Alguns dizem que ele precisa ganhar mais 5 títulos para comparar-se à Schumacher. Por que, se quando ele disputou em igualdades de condições ele ganhou do Schumacher?
Detesto a história de que este campeão foi melhor que aquele outro, mas devemos entender que engrandecer um piloto fantástico como Alonso, não desmerece nem tira os méritos dos outros. Acredito de verdade que com um carro nas mesmas condições, Alonso ganha de todos os pilotos que estão hoje na F1, principalmente por sua frieza e competência em condições adversas. Erra, como todo mundo, mas muito menos do que os outros.
Acho que, independente do que fizer daqui em diante, Alonso já pode ser considerado um dos grandes da formula 1 de todos os tempos. Estes mesmos que dizem que ele não é genial, consideram caras como Gilles Villeneuve, que não ganharam títulos nenhum como gênios. Só posso considerar isto como incoerência, ou viuves desmiolada.....