Galera,
o que falar de Michael Schumacher: ele não é como uns e outros que correm por correr ou para cumprir contrato, ele corre por prazer e para vencer. O Alonso é um moleque que acha que só porque ganhou um título pode desmerecer os outros corredores, falou que o Schumacher não era seu adversário, ou seja, quis desmerecê-lo e ele mostrou quem é seu concorrente. Ele estuda seus adversários, é estrategista, induziu Alonso aos erros e por esse e outros motivos ele terminou a corrida em segundo lugar. É detentor de todos os recordes, é sete vezes campeão mundial… então, antes de falar dele, analise seu currículo e verá que ele não é um simples piloto, mas, sim, o piloto.
Marco Aurélio
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Rubens Barrichello é uma farsa!
Ele não sabe largar e muito menos re-largar. Sua performance na re-largada da última corrida foi ridícula. O pior é que tem gente que ainda acredita nesse mala!
Nos primeiros anos de F-1, ele atribuía seus maus resultados à falta de competitividade da Jordan e ao fato de ainda ser um “Menino”. Na época, todas as atenções da torcida brasileira estavam voltadas para o Ayrton Senna, sendo assim, a cobrança era pequena e suas trapalhadas não ficavam tão evidentes. Com a morte do Ayrton, o cara acreditou que seria o novo Senna. Coitado!
Ao rejeitar um convite da Williams para substituir o Senna, Rubinho perdeu a chance de ter um grande carro nas mãos. Incomodado com a falta de competitividade da Jordan, reclamou do carro, da equipe, do companheiro de equipe, que, segundo ele, não acrescentava nada, etc. Nesse período, chegou a ser superado pelo seu então companheiro de equipe, o irlandês Eddie Irvine, que cá entre nós, nunca foi grande coisa!
Insatisfeito, mudou-se para a equipe do genial Jackie Stewart, onde fez um bom trabalho, porém, a falta de estrela se fez presente e Rubinho foi obrigado a engolir a vitória de seu companheiro Johnny Herbert, no único triunfo da equipe Stewart.
No final de 1999 Rubinho se ofereceu para a Ferrari, que viu no brasileiro a chance de ter um piloto de bom nível para ajudar a equipe a dar o título para Michael Schumacher. Parte da torcida brasileira criou a ilusão de ver um brasileiro lutando por vitórias e títulos novamente, porém, o que se viu em seis anos foi um piloto mimado e chorão.
Ao ser contratado a peso de ouro pela Honda, Rubinho voltou a falar mais do que deveria, utilizando o discurso que toda a sua experiência, técnica e velocidade seriam fundamentais para o desenvolvimento do novo carro e que se não andasse rápido depois das cinco primeiras voltas, alguma coisa estava errada.
Desde então, o que temos visto foi uma verdadeira surra do Button no Rubinho, que continua insistindo em dar as mais escabrosas desculpas. A transferência para a Honda deixou claro que Barrichello é um piloto limitado e que esse limite era mascarado na Ferrari, por conta do excelente carro que ele tinha em mãos durante os seis anos na equipe italiana.
Suspeitava-se que na Ferrari o carro de Rubinho era inferior ao do alemão e que a equipe só errava contra ele. E agora? Será que alguém tem coragem de dizer que a Honda está sacaneando o brasileiro para favorecer o Button? A verdade pode parecer muito cruel para seus fãs, mas, não há como negar: Barrichello é apenas um bom piloto, só isso!
Certa vez, no programa Linha de Chegada do Sportv, chegaram a dizer que Barrichello nunca seria o novo Senna, mas, poderia vir a ser um Piquet melhorado. Infelizmente não lembro o autor dessa declaração simplesmente ridícula! Chega a ser uma ofensa ao tricampeão!
Emerson, Piquet e Senna foram grandes brasileiros e nos deram muitas alegrias, ao contrário de Rubens Barrichello, que é só um brasileirinho como ele mesmo já declarou.
O glorioso automobilismo brasileiro merece coisa bem melhor! Fora Barrichello!
Nilton Marcelino Santos
Pista travada + asa irregular + excesso de tecnologia = graaaande vitória do "gênio", do maior, do mais completo, do mais maravilhoso, do recordista absoluto... e se você substituir o item pista travada pelo item falta de concorrência, teremos o pacotão sete vezes campeão mundial, do jeitinho que ele gosta.
Gostei das mensagens do Deodato e do Ubaldir. Os motivos para a utilização de tecnologias na F1 são muito fortes, entretanto, existe um único motivo que justifica a sua retirada: o único ramo de atividades onde o profissional é observado por milhares de pessoas quando executa a sua função é o esporte, e todo esporte tem o propósito de levar o público do ódio a paixão com as habilidades dos seus atletas.
É uma competição entre homens e como tal é sempre uma questão de provar ao outro quem é o melhor e, no caso da F1, o carro foi o meio escolhido para isso. Por questões de dinheiro houve uma inversão nesse princípio: com o argumento de que as novas tecnologias da F1 poderiam ser transferidas para os carros de rua a ela foi se transformando numa competição de carros que hoje acontece nas fábricas e não nas pistas, virou uma disputa entre montadoras.
Com a intenção pura e simples de vender carros e produtos, acabaram criando um autorama com todos os carrinhos pintadinhos nas cores dos seus respectivos patrocinadores e, enquanto eles ganham rios de dinheiro apresentando uma coisa totalmente previsível e muito abaixo do esperado, o telespectador fica muito satisfeito em ver um sujeito ser 7 vezes campeão do mundo sem concorrência.
Não sou contra o uso da tecnologia, muito pelo contrário, acho que em qualquer ramo de atividade ela pode ser muito útil, mas convêm estabelecer critérios e entender que a tecnologia nem sempre é aplicada para atender às demandas da maioria. Tecnologia aplicada para atender interesses escusos e de minorias privilegiadas não serve para nada, por melhor que seja vai criar distorções de proporções tão absurdas ao ponto de obscurecer as qualidades e até tornar discutíveis, nada mais nada menos, que as de alguém que ganhou sete título mundiais.
O campeão pode ter qualquer nacionalidade, afinal estamos falando de um esporte mundial, mas esse título de "Campeão Mundial" tem que ser ganho com qualidade, de modo que não reste a menor dúvida a respeito.
Mauro, Rio de Janeiro
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Re-inventando a verdade...
Segundo o mestre das pérolas, Galvão Bueno, San Marino é um Grande Premio e tanto! Muita emoção! Onde?
As verdades...
Honda: Finalmente chegamos a uma conclusão: a equipe Honda está passando por noites de insônia tentando achar a melhor regulagem de seus carros bomba. Pareçe que entraram em parceria com Bin Laden e seu grupo terrorista, para explodir alguns lugares estratégicos.
Rubinho: Hoje perguntamos: quem ser este indivíduo? Não é feio ser brasileiro, feio é dizer que Rubinho corre para o Brasil. Falou tanto, falou tanto, disse em alto e bom som que estaria brigando pelo título. Título do que? De idiota! Sempre tem uma desculpa, mas a verdade sim é que a F1 é rápida demais para Rubinho, ele poderia tentar algo tipo GP em parque de diversões, do tipo carrossel, quem sabe ele conseguiria ficar em 2º.
Schummi: Mostrou o porque é o mito da F1. E vejo mais além, possivelmente pode ser chamado para correr na próxima temporada na Renault, depois vindo a se aposentar. Dizer que a Ferrari teve rendimento, sim, é uma verdade, dizer que Schummi segurou alonso como pôde, sim, é uma verdade, mas, por favor, expliquem-me. Ele inúmeras vezes retardando freadas fez com que Alonso quase saísse da pista, então fica a questão: Schummi segurou Alonso, ou apenas mostrou ao mundo que ele é o mito e Alonso é apenas mais um que veio pra mostrar serviço, mas pode acabar com Mika, que fez o terror contra Schummi anos atrás e agora mais quebra do que anda! Ou, não muito longe, Montoya, o bixo da F1, que atormentou a vida de muitos pilotos e hoje não passa de mais um no passado!
Acho que Schumacher deu uma aula ao novato Alonso, mostrando que nem sempre carro bom é a solução porque a F1 90% é resolvida no braço, no volante. O alemão deu um show à parte, baixando a bola do Alonso e mostrando que, querendo ou não, com Ferrari em má rendimento ou não, ele ainda é o cara da F1. Pois após os erros de Alonso, Schummi voltou a correr e fazer voltas rápidas, então fica a pergunta.
A F1 mudou tanto para tirar a supremacia da Ferrari, mas esqueceram que o problemão é o alemão! Então resta apenas proibir pilotos de origem alemã de correr, pois senão aparecem outros.
Massa: resta-nos torcer pelo nosso futuro Felipe Massa, que vem correndo muito, mas infelizmente o carro não vem ajudando. Mas com certeza o tão sonhado pódio pelos brasileiros está muito perto.
Alonso: ótimo piloto, arrojado, novo, valente, inovador, a cara da nova Fórmula 1. Mas ainda é apenas um novo piloto! Mito se faz com números, e esse promete quebrar todos. Mas, enquanto isso, tem um alemão mostrando que vai dar trabalho! E o futuro quem sabe de Alonso na McLaren. Mais um ótimo piloto que pode acabar com sua carreira numa já praticamente acabada equipe!
Júnior Lanza
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É impressionante ver como cada vez que o Schumacher quebra uma marca do Senna, as viúvas do Piquet vibram. Por que será que as viúvas do Piquet odeiam tanto o Senna?
Talvez pelo mesmo motivo pelo qual Piquet odiava Senna: inveja. Desde o início, mesmo antes de ser campeão, Senna sempre foi mais popular, sempre teve mais o carinho do torcedor. Piquet sempre se mostrou incomodado com isso, a ponto de chegar àquelas baixarias do tipo "ele não gosta de mulher".
E depois ainda teve que ver Senna superar largamente seus resultados.
Números e recordes não se constituem numa verdade absoluta, mas dizem algo, principalmente se analisados no contexto em que foram gerados.
A comparação de números entre Senna e Schumacher é imprecisa porque: primeiro, os dois pouco correram juntos. Segundo, e mais importante, Senna morreu, e quem mais se beneficiou com isso foi justamente Schumacher.
Se Senna não tivesse morrido, será que Schumacher teria quebrado todos os recordes da F1?
Não há uma resposta, e isso é algo que vai permanecer para sempre no campo das hipóteses.
Mas mesmo que Schumacher tivesse conseguido, certamente não seria pela margem que o fez.
No caso entre Piquet e Senna, os números são mais significantes porque, além de terem sido contemporâneos, Senna venceu bem mais correndo por consideravelmente menos tempo. E os números são corroborados pelo fato de Senna por diversas vezes ter suplantado Piquet com equipamento inferior, quando o inverso nunca ocorreu.
Senna era um piloto que estava destinado a deter todos os recordes da F1 (pelo menos temporariamente), e somente as viúvas de Piquet ficaram contentes que isso não tenha ocorrido.
Ao invés de verem Senna como mais um piloto que trazia glórias para o automobilismo brasileiro, o viam mais como um rival do Piquet.
Nunca deixei de torcer por Piquet, apesar de abominar o seu caráter.
E vou torcer intensamente para que Schumacher não ganhe mais um título e a Alemanha empate o número de campeonatos conquistados pelos nossos três campeões.
Sérgio.
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Um sujeito chamado Fernando Alonso
Por William Lopes Machado
Minha memória retorna ao ano de 2000. A presença de Rubens Barrichello foi o assunto do ano, principalmente após sua primeira vitória em Hockenheim. Na extinta F-3000, Bruno Junqueira sagrou-se campeão. Lembro-me muito bem! A última etapa daquele campeonato foi vencida por um espanhol de apenas 19 anos. Seu nome? Fernando Alonso.
Assediado por Flavio Briatore, Alonso assina contrato com o italiano, que passa a cuidar de sua carreira. Sua presença no grid da F-1 em 2001 é garantida: Alonso, para adquirir experiência, aceita correr pela Minardi. Mas, com um carro fraco nas mãos, pouco pode fazer.
Após uma temporada de aprendizado, Briatore resolve resgatá-lo para a função de piloto de testes da Renault, que havia comprado a Bennetton. Ausente como equipe própria desde 1984, a escuderia francesa vê em 2002 um ano de recomeço. Com Jarno Trulli e Jenson Button com pilotos titulares, a equipe não decepciona e termina o campeonato na 4ª posição entre os construtores. A chance pela qual Alonso tanto esperava surge no final do ano: Briatore dispensa os serviços de Button e decide colocar o espanhol em seu lugar.
O ano de 2003 começa cheio de novidades. A fim de interromper o domínio de Ferrari e de Michael Schumacher, a FIA aprova mudanças no regulamento para "equilibrar a categoria" e "baixar os custos". Para Alonso, uma temporada completa em uma equipe competente poderia levá-lo à categoria de um futuro campeão. E ele não decepciona: na 2ª etapa, em Sepang, na Malásia, o espanhol entra para a história como piloto mais jovem a cravar uma pole position, recorde que persistia por quase 9 anos, quando Rubens Barrichello largou em 1º no GP da Bélgica de 1994. Na mesma prova, o primeiro pódio. Na prova seguinte, em Interlagos, novamente chega em 3º. Duas provas depois, na Espanha, Alonso termina em 2º, somente atrás de Schumacher. A torcida e imprensa espanhola vão ao delírio. Antes de Alonso, a Espanha, como nação, havia faturado resultados apenas discretos em mais de 50 anos de F-1. Alguns meses mais tarde, a F-1 chega à Hungria, palco da 2ª pole e 1ª vitória de Alonso, que o consagra como piloto mais jovem da história a vencer na F-1. Na entrevista coletiva, ao ser perguntado por que não havia chorado no pódio, responde que simplesmente "não chora por pouco". Um pouco de prepotência, um pouco de sinceridade!
O automobilismo aguarda a confirmação do talento de Alonso em 2004. O ano começa bem, com um pódio em Melbourne. Mas, logo depois, a decepção: por duas provas seguidas, Malásia e Bahrein, o espanhol erra em suas voltas lançadas e faz provas apenas discretas. A Alonsomania perde força por toda a Espanha. Comentaristas questionam sua habilidade, reforçada pelo erro em Mônaco, quando bateu no muro ao tentar ultrapassar o retardatário Ralf Schumacher. Uma única pole em Magny-Cours, além de pódios na pista francesa, Hockenheim e Hungaroring, são seus resultados mais expressivos.
A temporada de 2004 mal termina e equipes e pilotos já pensam em 2005. A FIA, indignada com a hegemonia da Ferrari, promove mudanças mais radicais no regulamento. A mais polêmicas de todas é a proibição da troca de pneus durante as provas, exceto em caso de furo ou pista molhada. Com tantas mudanças, desenvolver os carros o mais cedo possível é fundamental. Alonso agora tem um novo companheiro de equipe: o italiano Giancarlo Fisichella. Na pré-temporada, os pilotos da Renault e Mclaren são declarados candidatos ao título. A insistência da FIA enfim é recompensada: o modelo F-2005 da Ferrari é o pior feito pela equipe nos últimos anos. O equilíbrio tão almejado estava de volta.
O campeonato começa, como sempre, na Austrália. Prejudicados pela chuva durante o treino, os favoritos à prova largam nas últimas posições do grid, inclusive Alonso. Largando na pole, Fisichella vence com autoridade em sua estréia pela equipe. Partindo de atrás, Alonso alcança o 3º posto, logo atrás de Rubens Barrichello. Recém-chegado, Fisichella reforça os comentários de que o italiano vencerá a batalha contra o companheiro de equipe. Qualquer piloto na pele de Alonso se sentiria incomodado. Mas é apenas a primeira etapa.
Depois da estréia, Alonso vence três provas seguidas: Malásia, Bahrein e San Marino. Em Ímola, uma vitória épica! Beneficiado pelo abandono do então líder Kimi Raikkonen, Alonso assume a ponta e vê Michael Schumacher diminuir a diferença de mais de 30s entre os dois de forma assustadora. Muitos apostam que o espanhol deixará o alemão passar para não correr riscos. Mas Alonso é persistente e, favorecido pelo traçado travado do circuito italiano, resiste aos ataques do alemão por 11 voltas. Uma aula de direção defensiva! Aos 23 anos, Alonso demonstra estar maduro o suficiente para levar a equipe ao título.
A partir de então, a Renault já não tem o melhor carro do grid. A Mclaren passa a dar as cartas e surge como favorita a levar Kimi Raikkonen ao título. Tal favoritismo é confirmado no GP da Espanha, com a tranqüila vitória de finlandês. Alonso esforça-se para chegar em 2º no GP de sua casa. De qualquer forma, o campeonato parece estar bem encaminhado.
Até o GP do Brasil, Alonso sobe ao alto do pódio em mais três oportunidades: Nurburgring, Magny-Cours e Hockenheim. Com exceção de Indianápolis, corrida na qual os carros equipados com pneus Michelin não participam por motivos de segurança, apenas um erro cometido, em Montreal, no Canadá, e um toque com Ralf Schumacher na largada no GP da Hungria o tiram da zona de pontuação durante toda a temporada. Beneficiado pelas quebras de Kimi Raikkonen, principal oponente, e pelos erros infantis de Juan Pablo Montoya, Alonso chega ao Brasil com folga na pontuação e enormes chances de ratificar o título em solo brasileiro.
Um dia antes da consagração, Alonso crava a pole em Interlagos, enquanto Raikkonen parte apenas em 5º. Pouco mais de 24 horas depois, no dia 25 de setembro de 2005, Montoya vence, Raikkonen chega em 2º e Alonso completa o pódio. Pronto! Está tudo encerrado! A F-1 conhece um novo campeão mundial, o mais jovem de sua história.
Nas corridas seguintes, Alonso chega em 3º no Japão depois de humilhar Schumacher e Mark Webber na pista e fatura o GP da China de forma incontestável.
Mas voltemos a Interlagos.
Suas declarações após a prova no Brasil são tão polêmicas quanto sinceras. Vindo de um país sem tradição no esporte, Alonso diz que o título é o máximo que ele poderia alcançar na carreira graças aos esforços de três ou quatro pessoas.
Alonso tem um comportamento do qual eu gosto muito: diferentemente de outros pilotos, ele se nega a dedicar seus triunfos à "nação espanhola". Admite ser totalmente indiferente ao que as pessoas pensam sobre ele. Pode parecer um pouco de arrogância, mas eu creio que Alonso esteja certo. Em F-1, quem conquista algo são os pilotos e as equipes. Dizer que "a Espanha conquistou seu primeiro título mundial" é dar à nação espanhola uma parcela de responsabilidade no título de Alonso que nunca existiu. A vitória é do piloto, nunca do país! Eu nunca li nenhuma declaração de Michael Schumacher dedicando qualquer vitória à "nação alemã". E Alonso é perfeito ao fazer o mesmo.
Mas a admiração por Alonso não pára por aí! O espanhol é um sujeito calmo e quieto, um piloto veloz e, quando necessário, conservador. Não há por que correr riscos à toa. A cada prova, a tese defendida por Ayrton Senna de que "o segundo é o primeiro dos perdedores" cai por terra. Em 2005, Alonso dirigiu com inteligência boa parte da temporada. Kimi Raikkonen, desafiante, enfrentou muitos contratempos por ter de acelerar mais do que devia. E o resultado, todos nós conhecemos!
Gracias, Fernando Alonso, futuro bicampeão mundial!
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Será que o Schumi tirou o coelho da cartola? Justo em casa? Também, pudera, com o "gênio" da Formula 1 moderna utilizando velhas mágicas para sustentar a posição… Pois, em se tratando de circuitos antigos como Ímola, com uma pista que está mais para corrida de Kart de tão estreita, somente um "gênio" poderia obter um resultado tão brilhante e audacioso de correr contra o cronômetro.
Que "beleza", a F1 se acomoda e deixa o brilho e a emoção dos carros "lado a lado" ficar no passado. A nós, resta somente o amargo saudosismo e a esperança que mudanças profundas no "circo" da F1 aconteça.
Mas o amargo é a enxovalhada que o Canastrão Bueno detona matinalmente, trocando as SBR, opa SVR, digo QRS… é muita letrinha deixa quieto, a "pecinha" entre o microfone e os meus ouvidos esta cada vez mais desgastada.
Um abraço a todos
Alessandro Grequi Cardoso
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A vitória de Michael Schumacher em Ímola pelo visto acendeu o pavio que o Alemão precisava para continuar na ativa. A grana que a Ferrari está oferecendo não é brincadeira. Além disso, esta corrida também provou ao Alemão que o Alonso não é lá esta coisa toda que falam, e que se tiver um carro a sua altura, pode sim vencer muito mais corridas e conquistar mais um titulo mundial. Era isso que o Schumacher precisava para não anunciar a sua aposentadoria.
Fernando Eduardo M.Marques, Niterói/RJ
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Edu e Panda, prometo enviar um comentário mais extenso, mas transcrevo o comentário que encontrei no blog do Flávio Gomes (diferentemente da RG, eu cito a fonte):
"enviado por: Paulus
Vejo duas opções para o pé de chinelo:
1º: Dirigir o Safety Car
2º: Ir para a Super Auguri para ensinar direção defensiva para o Ide.
A segunda opção ele ainda pode dividir em módulos:
1 - Como trafegar com segurança no pelotão de trás.
2 - Como dar explicações convincentes ao Bernie Ecclestone.
3 - Como dar explicações convincentes à Equipe.
4 - Como Enxergar oportunidades de desculpa durante o final de semana"
No box da BMW-Sauber, o Villenueve deve estar dizendo: "já disse várias vezes que o RB é uma chicane 'NÃO-AMBULANTE', de tão lento que ele anda". A relargada após o acidente do Ide foi ridícula, parecia que ele estava de charrete!
A minha equipe para o próximo ano é o Barrica e o Fisico, com o Ide de piloto de testes, correndo na Super Aguri (ou será agúrias?). Isso é mais feio que bater em mãe cega e paralítica porque o feijão está sem sal.
Abraços,
Victor Lagrotta
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O Marcelo Jardim que me perdoe, mas eu não tenho como deixar de criticar o Max Mosley. Simplesmente não consigo engolir o fato de ele, propositalmente, ter arruinado a carreira do Alex Dias Ribeiro.
Quanto ao Rubens Barrichelo, acho ele um grande piloto. É consistente, regular e não comete muitos erros, mas infelizmente é pipoqueiro.
De resto, concordo com o que o Marcelo disse.
Eduardo Benvenuti
Amigos,
No estilo do "bom português" algumas opiniões sobre San Marino 2006:
- BARRICHELLO: Sempre defendi e defendo Rubens quando possível. Mas essa corrida é daquelas para se esquecer. Ele deveria fazer com todos os vídeos existentes desta corrida o mesmo que Xuxa fez com as Playboys e Ele&Elas que pousou nua: comprar todas as cópias e queimar tudo. Existe uma incompatibilidade de gênios entre Rubens e os Safety Cars. Ainda está na minha garganta aquela relargada em Indy , creio que em 2004, quando Rubens só resolveu acelerar quando cruzou a faixa de tijolos. Se algum dia você vir Rubens fazer uma relargada boa, podes crer: ele estará possuído, como na Inglaterra em 2003.
- HONDA: Precisa rodar muito até estar em ponto de bala. O carro é uma "Amor de Carnaval". Em treinos até pode ser competitivo. Nas corridas, não tem a consistência e nem mesmo Button consegue se manter ao longo dos GPs.
- IDE e ALBERS: Se Senna foi considerado o culpado pelo acidente, quase idêntico, com Prost em 1989 no Japão, a FIA tem por obrigação moral - sic...- punir Albers pelo acidente. Ide colocou o carro por dentro e milésimos depois é que Albers foi fazer a tangência da curva. O holandês que olhasse o retrovisor para ver se já havia alguém naquele espaço. Foram para o tudo-ou-nada. Deu em nada e sacanagem se o japonês levar a culpa.
- MICHAEL SCHUMACHER: Oh! Ele é Deus! Fez das tripas coração segurar Alonso. Se fosse em Interlagos, Monza ou Spa, por exemplo, du-vi-de-ó-dó que Miguel tivesse ganhado. Mesma coisa falo sobre 2005. A mesma coisa. Alonso não ganharia ano passado. Tudo bem. Miguel é ph.... mas aconteceu o que aconteceu porque foi em SM.
- ROSBERG: Nunca foi lá essas coisas, mas foi campeão do Mundo em 82. Tem um filho, Nico, que dizem um dia, vai fazer melhor que o pai...
- BRUNO E NELSINHO: Em 2007 ou 2008 provavelmente estarão na F1 e a imprensa vai colocar pilha neles para reviverem o "grande" duelo que Ayrton e Nelson viveram fora das pistas. Piloto por piloto parece que Nelsinho é mais. Vamos ver o que o tempo dirá.
Forte abraço,
Marcelo Ferreira - (finada) Jacarepaguá - RJ
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Para o campeonato, a vitória do Alemão foi muito boa, até porque os torcedores iam começar dizer que o campeonato não tinha mais graça, que só a Renault é que ganha.
Mas tive a impressão de que a Renault queria presentear a Ferrari com uma vitória, ou melhorar, a audiência nas próximas corridas, pois a estratégia que adotaram (para mim) foi totalmente errada.
Não quero dizer que o Alonso ganharia a corrida se retardasse sua parada, mas que as chances eram maiores com certeza, já que, após o primeiro Pit-Stop, ele passou de quarto para segundo, ficando cinco voltas a mais na pista, creio que perdeu uma grande oportunidade de voltar na frente do Alemão, pois o carro dele estava muito mais rápido.
Esse erro de estratégia da Renault não tira os méritos do Alemão, que andou muito bem e não cometeu erros. Infelizmente o recorde o Ayrton foi superado, mas se ele não tivesse parado tão cedo o número de poles seria muito maior e os títulos de campeão do Schumacher muito menores.
A Mclaren, para mim foi uma decepção, esperava mais da equipe e dos seus pilotos, desse jeito vai ficar difícil do Kimi ser o rival do Alonso pelo título e da Mclaren ser a equipe que brigara com a Renault pelo campeonato. Alguém precisa avisar o Ron Denis e Briatore.
A cada corrida fica mais evidente que existe uma cláusula no contrato da Ferrari com os pilotos brasileiros, "reclame de tudo e todos e não admita que o erro e seu", o Massa parece que aprendeu com o Barrichello, o cara não reconhece que está queimando o filme agindo assim.
Quando ao Rubinho, fica difícil avaliar o que ocorreu nesta corrida, após tantos erros da equipe.
O Ide, esse está esperando matar alguém para sair com algum recorde na F1.
Vamos esperar a próxima corrida para ver com fica a situação da Mclaren e Ferrari no campeonato.
Douglas P. Leal
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Muitos metem o pau no Edu, mas a sua coluna desta semana foi corretíssima. Se Ímola tivesse algum ponto de ultrapassagem, Alonso teria passado Schumacher e teria aberto uma enorme vantagem. Como passar? Só se Alonso tentasse fazer o que o Ide fez, mas se tratando de quem está numa folgada primeira colocação e caminhando rumo ao bi-campeonato, valem mais 8 pontos na mão do que 10 voando.
A Ferrari realmente está muito atrás da Renault. Schumacher só venceu porque a Renault fez uma verdadeira loucura ao mandar Alonso entrar nos pits antes do Schumacher. Vai entender o por que, mas se Alonso ficasse na pista por mais umas 2 voltas, o que aparentemente era possível, teria facilmente voltado na frente do alemão.
Se Schumacher quer continuar na Fórmula 1 e com um carro vencedor, pode começar a pensar em correr na Renault no lugar de Alonso no ano que vem. Mas se a Renault for de Fisichela e Kovalein, dificilmente será competitiva.
O que todos querem ver na Fórmula 1 é ultrapassagem, disputa entre os pilotos, etc. Menos o nosso "querido narrador" GB. Foi lamentável ver ele falando que o Alonso deveria ficar quietinho atrás do Schumacher, esperando o pit-stop. Deve ser influência do Bernie, que insiste em manter pistas como Ímola, Hungria e Mônaco.
Luiz Eduard - Pará de Minas/ MG
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Eu não quero parecer chato, mas, depois do ultimo gp creio que a minha tese segundo a qual o reabastecimento é o principal responsável pelo fim das ultrapassagens foi reforçada. Uma comparação com a prova de GP2 que antecedeu o evento principal parece confirmar as minhas suspeitas.
Basta comparar as disputas por posições nas duas corridas. Enquanto Alonso parecia não ter nenhum interesse numa disputa de freada com Schumacher, apesar de ter um carro em condições de superá-lo, os pilotos de GP2 foram "às vias de fato", com direito a duas boas ultrapassagens de Piquet Jr (vocês hão de convir que é mais fácil de escrever do que "Nelsinho" ou "Nelson Ângelo").
A desculpa aerodinâmica, no meu ponto de vista, perde a validade, visto que os GP2 eram apenas uns 10 segundos mais lentos que os F1, 5 em relação aos Super Aguri, alem de serem carros fisicamente muito parecidos com os F1 e com motores de cerca de 600 cv, menos de 150 a menos que os da categoria principal.
Ao contrário da troca de pneus, que em média durava cerca de 6 segundos, o reabastecimento é um convite irrecusável para os pilotos e equipes se esquivarem das disputas na pista, buscando sempre a tática do menor risco em ultrapassagens nos boxes. Ouso dizer mesmo que os pilotos que arriscam mais nas ultrapassagens estão sendo cada vez mais mal vistos pelas equipes.
Francamente, basta acabar com o reabastecimento que a F1 poderá ressurgir por si mesma! Chega dessas regras absurdas relativas às tomadas de tempo!
Pablo Habibe
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Caro Sr. Altair Acerbi,
Exercite a sua interpretação de texto. Me dei o trabalho de buscar o e-mail que enviei para o GP Total após o GP da Austrália e reproduzir aqui o parágrafo que dediquei ao Schummacher. Vejamos:
"Eu concordo plenamente com os leitores que mandaram mensagens declarando que depois desse final de semana a farsa Schumacher acabou. Aquela batida mostra que ele é um braço duro. Não sabe nada. O Rubinho que fazia tudo na Ferrari (só não sei porque na Honda ele tá levando um canudo do Button). Só gostaria de acrescentar que o Senna também não sabia nada. Afinal, ele bateu sozinho em Mônaco 88 e atropelou um retardatário na Austrália em 89. E o Prost? Rodou sozinho em volta de apresentação em 91 (Monza? Não lembro!). O Piquet quando corria pela Lotus mostrou como era um manobrista melhorado. Rubinho com aquele carro seria vice-campeão, com certeza".
Será que é tão difícil assim identificar a ironia de minhas palavras? Se eu soubesse que os leitores do GP Total eram tão obtusos, não me daria ao trabalho de escrever nada além do literal.
E só pra constar, sou o criador da comunidade Eu Abomino as Viúvas do Senna, no Orkut. Como pode ver, acusação das mais infundadas a sua. Nunca torci pro Senna, detesto o mito em torno dele e, apesar de não achar o Schumacher o melhor de todos os tempos (um dos, com certeza), vibrei com cada recorde do Ayrton que caiu (porque as Viúvas sempre acharam que recordes mediam a qualidade de um piloto. Interessante como mudaram de opinião).
Saudações Piquetistas,
Ângelo Mello
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CRÔNICAS DE IMOLA
Marcelo Jardim
1. Bem, desta vez a F1 tem uma Renault e um Alonso superiores. Tem até uma McLaren melhor. Mesmo assim, o sujeito com um carro desequilibrado, pneus que não se sustentam e uma estratégia mais arriscada consegue a pole e ganha soberano em Imola. Até quando alguns brasileiros vão achar que o alemão é fruto da sorte e só ganhava porque não tinha concorrência? Até quando vai a cegueira quase estúpida de parte da torcida brasileira?
2. Desta vez Massa fez uma corrida consistente. Mas ele tem que parar com essa mania de reclamar da Ferrari, de pôr a culpa no Ide, de esbravejar contra os pneus, os comissários, o vento, o asfalto... O rapaz está "se achando" sem nada ter alcançado na F1. Um pouco de humildade vai lhe fazer bem.
3. Impressiona a estratégia (ou falta dela) da Honda. Geralmente Button larga bem, em boa posição, mantém o bom desempenho até o primeiro pit e... depois, tudo desanda. No final, invariavelmente termina em quinto ou sexto. Fica a nítida impressão de que eles estão longe da primeira vitória, quanto mais do título.
4. Largada para esquecer. Relargada um lixo. Chafurdando na 13ª posição grande parte da corrida. Termina em 10º, fora dos pontos. É a quarta vez em quatro corridas que Rubenzinho não disse a que veio. É muito, muito pouco para quem se dizia tão experiente e preparado como alardeou na pré-temporada.
5. Aí vêm as perguntas: de que vale a tão falada experiência do Barrichello? De que vale todos aqueles conhecimentos advindos de 6 anos na Ferrari? De que vale o discurso de que ele é um grande acertador de carros, se não consegue nem se acertar com seus botões e freios? Pergunto-me se Anthony Davidson não faria melhor...
6. Ainda bem que aquela patuscada da Honda nos boxes aconteceu justamente com o Button. Se fosse com o Barrichello o que ia ter de brasileirinho falando em armação.
7. Afinal, por onde anda o Rosberg? Decididamente aquela sua primeira corrida fez mais mal do que bem a ele. Agora tem que agüentar a pressão...
8. Fico me colocando na posição do Fisichella. Deve estar sendo duro colocar a cabeça no travesseiro e dormir. É o segundo ano que ele é um melancólico coadjuvante. É o segundo ano de uma surra acachapante.
9. Podem falar mal de Imola, que a pista não tem ponto de ultrapassagem, que ela é apertada, antiga e mal engendrada. Podem falar tudo, até dos fantasmas de Maio. Mas prefiro Imola com aquela atmosfera caótica italiana do que aquelas pistinhas no Bahrein, na Turquia, na Malásia, etc, etc..
10. Pelo menos nosso arrojado Rubenzinho está na frente do Coulthard na classificação geral. Tristeza...
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Meus prezados Edu & Panda, buenas!
Deu zebra em mais uma pista travada pelo Bernie Ecclestone. Não guardei em que volta, acho que a menos de dez para a bandeirada, o espanhol consultou a zebra e quase se espalhou. Deixou o alemão sem graça ganhar mais uma.
Cada vez que vejo uma dessas, mais me emputeço. Faltam nomes, falta gente de qualidade. Numa pista travada como esta (dizem ser a casa do alemão), o espanhol já acossando o tal Schummy, os dois ultrapassam dois retardatários e NÂO conseguiram fugir destes. Ficaram na tela, na mesma tomada da TV, os dois "campeões" sem conseguir fugir dos retardatários, até que o espanhol entrasse nos boxes. Por medo ou incompetência, deu a corrida pro cara!
Houvesse um nome, um Mansell, um Prost, um Piquet, o tedesco jamais levaria esta corrida.
Deu zebra.
Grande abraço.
Manuel Carvalho - Santos - SP
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Acordei como de costume por volta das 8h30min, imaginando que seria mais uma das tantas corridas sonolentas que venho assistindo durante esses últimos anos. Depois da largada, como sempre, o pêndulo começou a balançar e os meus olhos foram se fechando bem devagar, e lá estava eu dormindo, de novo!
De repente, acordei com o Galvão gritando: - Lá vai o Alonso, segura Alonso!
Despertei e descobri que havia dormido por 40 voltas da corrida e me deparei com o Alonso tentando alucinadamente ultrapassar o "gênio" e errando com o carro saindo de frente.
Comecei a imaginar que acontecia uma daquelas lutas empolgantes pela vitória e minha adrenalina começou a subir no mesmo ritmo das voltas completadas pelos nossos heróis. Mas ao mesmo tempo em que a adrenalina subia, comecei a pensar em qual seria a finalidade de circuitos como os de San Marino, Mônaco, Hungaroring e similares.
E para o meu desespero a resposta veio como um soco no estômago: criar uma falsa sensação de disputa em circuitos com pistas finas e sem pontos de ultrapassagem. Como não tinha mais tanto interesse assim pelo resultado previsível da corrida comecei a imaginar que a coisa mais comentada desse fim de semana de corrida foi que o recorde de poles de Senna havia sido detonado pelo homem "da mais perfeita distribuição espacial", e como a tripudiar sobre a memória de um dos heróis do passado, ganhando de ponta a ponta onde ele havia ficado no muro em 94.
Fiquei olhando para a telinha e vendo mais uma vitória do gênio das paradas de boxe ser reconhecida pela imprensa internacional e pelo nosso amigo Galvão, que não parava de babar o ovo do "gênio", como mais uma das "grandes vitórias" do velho campeão.
Acabei chegando à conclusão que para ser um telespectador dessa F1 não basta saber apertar os botões e ter "a mais perfeita distribuição espacial", é preciso acreditar que não pode ser feito nada melhor que isso.
Mauro Barbosa dos Santos
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E agora? O que dirão aqueles que malharam Schumacher no ano passado porque não passou Alonso em 13 voltas? Este ano Schumacher segurou Alonso por pelo menos o dobro de voltas e não cometeu um pequeno erro sequer. O que dirão aqueles que pregam que Schumacher não sabe correr sob pressão? E não me lembro de no ano passado Schumacher ter errado tanto quanto Alonso errou este ano. Sendo que tanto no ano passado quanto neste ano a Renault ainda tem o melhor carro. Como diz aquele velho ditado: "A língua é o chicote do rabo!"
Abraços,
José Angelo Petit Neto
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Sobre Imola:
- Sr Galvão, do mesmo jeito que certas vezes o problema está na peça entre o volante e o banco, em 99,9% das transmissões televisivas o problema está entre o microfone e a cadeira.
- Alguém tem de avisar pro Ide que a regra é clara: Carrinho por trás dentro da área é penalti. Só não se pode deixar o Albers cobrar. Melhor deixar para o Schumacher, que mesmo sendo veterano, ainda deixa o campeão do mundo na roda e não sai de campo simulando dor na coxa quando o time esta perdendo feito o Romário.
Panda e Edu, aproveito para enviar de novo a foto do Ensign tosqueira do Rikki Von Opel no GP da Inglaterra. É um misto de Derci Gonçalves com Hebe Camargo. Gostaria também de reiterar aquela pergunta: Nos treinos de classificação para essa corrida, existem na página:
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=ht.jpg&imgre... a indicação da lista de pilotos e dois dias de classificação: Thursday e Friday. Além de seus números tradicionais; Emerson, Peterson, Stewart, Cevert e Reutemann estão no final da mesma lista com 40 (Emerson), 41 (Peterson), 42 (Stewart), 43 (Cevert) e 47 (Reutemann). O site tem as fotos desses carros, o que é legal para quem coleciona. Se alguém souber o motivo dessas inscrições duplas, peço por favor que me responda.
Abraços, José Everson.
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Oi, Everson. Realmente as fotos são de babar... As inscrições "duplas" e com números não convencionais se devem ao fato de que naquela época era comum que as equipes inscreverem carros-reserva com números mais altos (a razão exata disso eu não sei). Se esses carros fossem realmente utilizados na corrida, quase sempre recebiam os números mais baixos, destinados aos carros titulares. De qualquer maneira, vale a pena abrir as fotos dos dois Tyrrell e vê-los com o bico em cunha, estilo Lotus 72, que só foram usados em treinos mas não chegaram a ser aproveitados em corridas. E vale lembrar que no ano anterior a Lotus chegou a cogitar o uso de um bico "limpa-trilho", parecido com o dos Tyrrell. Esse bico foi levado para Monza no GP da Itália de 1972, mas não foi montado no carro: por falta de tempo para testá-lo, ficou apenas exposto nos boxes.
Abraços. (LAP)
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Senhores Manuel Carvalho (Santos), Ângelo Mello (Goiânia) e Rubem R. Gonzalez, gostaria muito de ver os comentários brilhantes de vocês novamente a respeito do Schumacher. Principalmente agora que ele ainda tem um carro pior que os outros (Alonso, Fisichela, Montoya e Raikkonen) e já começa a mostrar o que ele é novamente.
Peraí, poupem seus comentários, pois eu tenho plena ciência de que vocês são viúvas e por isso devem estar mais uma vez enraivecidos pela queda do último Record do Ayrton, né…
Abraços,
Altair Acerbi
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Sou leitor assíduo do Gepeto há mais de 1 ano, e passei o domingo esperando um comentário sobre o GP de San Marino, (F5 no site o dia todo) para no final das contas ler um comentário ácido e mal humorado do Sr. Eduardo Correa? Será que ele não sabe que os seus leitores, em sua maioria, gostam de fórmula 1 e gostariam de ver um comentário sério - nem precisa ser imparcial, ou pelo menos mais inteligente do que esta matéria mal humorada que merece o lixo?
Qual é a estratégia do site, desestimular os torcedores de fórmula 1? Para mim, foi um balde de água fria.
Decepcionante.
Eduardo Trevisan
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