Curto e grosso, achei o seguinte da corrida:
- Curso de pós-doutorado em matemática e comunicação "presidente Lula": para o GB, papagaio da RG (eles não falam Red Bull, eu não falo o nome deles). Quer dizer que o Alonso conseguiu 3 vitórias em 2 corridas? Que gracinha, né? Pior foi ver o sapateiro batendo (excesso de bota, ou raiva pela falta de estabilidade mesmo) e ouvir a besta dizer "eu sabia, ninguém é tão gênio assim". É mesmo, o cara é hepta da F-1 e não é gênio? Gênio devem ser os teus dois filhos, com nome daquilo que enche a fralda de criança (cacá e popô não é nome de cocô?). GB, não vou te chamar de anta porque o Ibama vai me acusar de crueldade com os animais.
- Prêmio Carro do ano (no Iraque): vai para a "maravilha" que a Honda fez. Deve ter um monte de rebelde iraquiano querendo por a mão naquela bomba ambulante. O motor parece ser muito potente; eles só precisam arrumar um jeito dele não fazer combustão "externa". E involuntária.
- Prêmio "Sansonite - Primicia" de mala sem alça: foi uma dura disputa, mas vai para o Barrica, pelo o que não fez durante a corrida e pelo o que falou antes, embora o Montoja concorre bico a bico com ele. JPM, se você rodou no alinhamento (merecendo a Taça Alain Prost de pontualidade na largada, com o agravante que você foi no seco, e o fedidinho foi após um dilúvio), com que direito você reclama da equipe, mesmo tendo que esperar na fila da marginal Tiete, isto é, do pit? Deste jeito você vai receber o diploma do "curso Rubens Barrichello de desculpas idiotas".
- Troféu Lula de sinceridade - "eu não sabia de nada": vai para o Ide, que "descobriu" não estar preparado para a F-1. Ele pensava que era o que? Carrinho de supermercado? Ele conseguiu rodar três vezes na mesma volta do treino!!
- Troféu "Michael Schumacher de pilotagem (e sorte)": vai para o Alonso, embora a suspeita de TC - traction control - manche o desempenho dele. Dizem que sorte é a oportunidade com o preparo, e ele tem os dois. Já disse que não gosto do seu estilo, mas admiro a sua competência.
- Troféu de melhor parceria na F-1: vai para a Ferrari, que dá os motores para a Red Bull, que fornece bebida para a Ferrari. Todinho, manda o staff técnico, a começar pelo Aldo C(b)osta beberem o energético, porque RB te dá asas. Podia dar aerofólio e spoiler também (ai, esta foi de doer; inspiração do Alexandre Santiago). O pior é admitir que a nova asa prejudicou o desempenho, e que não dá para usar a anterior.
- Prêmio "Samurai" de combatividade: claro, vai para o Sato, que segurou o Barrica por 14 voltas. Pensando bem, não vou dar nada, ele tinha mais é obrigação de andar na frente!
- Matrícula preferencial no curso de atualização de currículo: para o Barrica (do jeito que vai ele não se agüenta mais uma temporada), o Fisiesguela (tomou uma dura do engenheiro no ar) e o Montoja (que arrumou treta com a BMW, indo de Mercedes numa festa promocional; só sobrou a Red Bull para ele, que vale pelo marketing no mercado americano).
Que venha Imola!
Abraços,
Victor Lagrotta
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Olá pessoal,
O GP da Austrália foi o melhor até agora. Aliás, me desculpem os eternos reclamões, mas o regulamento deste ano parece que acertou a mão.
O Alonso é fantástico e quero saber quanto tempo vai levar para os torcedores admitirem isso. O Rubinho não tem jeito, quem assiste F1 para vê-lo correr é somente a esposa e os filhos. O pai dele deixou de assistir faz algum tempo.
O Schumacher é um bom piloto, acima dos demais, mas no mesmo nível de Alonso e Kimi, que na minha opinião formam o trio dos melhores da atual F1. Quanto a sua batida, e só uma questão de não se conformar em terminar uma corrida de forma burocrática com fazem outros pilotos, tentou andar no limite e não deu, aliás ele é humano.
O Button teve um tremendo azar, o Montoya que resolveu andar nesta corrida correu o mesmo risco do Schumacher, forçou e errou.
Douglas P. Leal
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Pessoal, a coisa tá complicada. As Renault estão voando baixo e, apesar de ainda termos 15 etapas pela frente, fica complicado virar o jogo quando se tem um sistema de pontuação que privilegia a constância, algo que Alonso tem de sobra.
Portanto, as McLaren, leia-se Raikkonen, que parecem ser as mais próximas para lutar com as Renault, leia-se Alonso, precisam mostrar sua real força já no começo da temporada Européia em Imola.
Tudo o que não queremos é um campeonato de uma equipe só!!! Espero que a Honda encontre constância em situações de corrida e que a Ferrari volte a andar como andou nas duas primeiras etapas, mesmo sem asinhas móveis.
Agora, o Barrica é brincadeira! Meu, muito decepcionante, e logo, logo, motivo de preocupações, já que sofre para passar um Sato em um "carro" de 2002 e tem um Davidson que vive embaixo do mesmo teto andando bem. É triste!
Cyro De Cicco
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Olá, pessoal do GP Total!
O Grande Prêmio da Austrália revelou vários limites.
1 - Limite do carro:
Schumacher testou o limite do carro e da capacidade de andar bem, acabou no muro depois de cometer vários erros tentando tirar tudo o que dava e o que não dava de seu caro. Jackie Stewart, em uma entrevista alertou que se Schumacher continuar pilotando desde jeito corre sério risco de sofrer um acidente grave.
2 - Limite do bom senso:
Permitir a super licença de Yuji Ide, que vem se arrastando durante todas as corridas, enquanto seu companheiro de equipe, mesmo com um carro sofrível, faz uma corrida competitiva. Ide conseguiu rodar quatro vezes na mesma volta nos treinos, será que estava treinando como rodar?
3 - Limite do regulamento:
A Honda pediu para Button parar antes de passar a linha de chegada, pois estava com o motor estourado e caso cruzasse a linha perderia dez posições na troca de motor. Devido a este regulamento, perdemos o momento mais emocionante que poderia ter ocorrido, Button cruzando a linha com o seu motor estourado e tudo.
4 - Limite da Humildade:
Este foi ultrapassado e muito por Alonso, que depois de virar o mais jovem campeão mundial vem soltando farpas para todo lado, já reclamou até de seu companheiro de equipe, que sempre foi tão rápido quanto ele, porém menos afortunado pela sorte.
Se quiserem podem passar em http://robertocaruso.blogspot.com/ é um pequeno blog com os meus textos sobre automobilismo.
Abraços para todos!
Roberto Caruso
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Estamos vendo a cada prova que o Fernando Alonso é o homem certo na equipe certa,mais uma vez.
O Schumacher está entre os grandes, mas tenho lá minhas dúvidas. Ele foi para Ferrari e, olhem só, eles só conseguiram grandes resultados depois da chegada de um certo brasileiro, que é massacrado a cada dia pela nação em que a maioria sequer acompanha realmente as corridas e muito menos nunca sentaram em um kart - só têm o prazer de menosprezar o feito do Rubinho. Ninguém fica na F1 por tanto tempo se não tiver o valor necessário, e olha que ele nunca precisou comprar um lugar dentro de qualquer equipe.
Vamos respeitar a sua carreira e apoiar mais os brasileiros, pois um novo Senna não surgirá tão cedo, infelizmente. E o Schumacher sem um grande carro não está nem perto de tudo o que dizem dele, por que será? Talvez ele não seja um mágico como diziam (Senna era melhor nessas condições).
Felipe Massa terá que dosar um pouco seu ímpeto e ser mais inteligente, senão não conseguirá grandes resultados este ano, ainda mais com um carro que não está tão bom assim. Seu empresário, o filho do todo poderoso da Ferrari, sabe que ele não continuará na equipe e que eles têm que valorizar seu passe este ano para no final poderem negociar um grande contrato com as equipes de ponta - e o próprio Jean Told disse que se ele fizer uma grande temporada conseguirá um lugar em qualquer em uma equipe grande.
Vamos esperar para ver.
E, Globo, pelo amor de Deus tira este Galvão das transmissões e diga para o Reginaldo que ele está emburrecendo de vez ao lado do deste…….
Leonardo da Silva/ BH
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Caiu a máscara dos falsos entendedores de corridas de autómoveis, que não se restringem apenas a F1 - cansei de ver "izpessializtas" louvando e endeusando o alemão e tendo inclusive o sádico prazer de numa comparação direta menosprezar os feitos de Senna e por puro modismo ou para parecer "in" diziam e apregoavam aos quatro ventos o brilho inquestionável do Shummy.
Não venho aqui reascender a velha disputa com jeito de farsa de quem é melhor, Senna x Shummy. Nas poucas vezes que escrevi para o gptotal nunca abordei o assunto por um motivo óbvio: o alemão nunca figurou entre os grandes pilotos da categoria, foi fruto de uma época, de um formato, de uma equipe que com a conivência da FIA parecia a própria equipe do Dick Vigarista (vide Austrália 94: controle de tração camuflado; falta da válvula de segurança no abastecimento; tentativa de repetir com o Villeneuve a mesma estratégia, segundo piloto capachão e etc, etc) .
As viúvas do alemão devem cair de pau no que estou escrevendo, vão vir a público mostrar todos os resultados do alemão e seus recordes insofismáveis. Não estou nem aí pra essas viúvas, pois o único argumento plausível para considerar o Shummy um "fora de série" são seus resultados, teve "gênio" que sugeriu aqui neste espaço que os pilotos fizessem um "rodízio" para a F1 voltar a ter graça.
Nem precisou nada disso, amados "izpessializtas", bastou entregarem ao alemão um carro mediano para o mesmo mostrar o seu valor, não existiu na F1, salvo, é claro, o Shummy nenhum grande piloto ou campeão que fosse uma mediocridade nas categorias de acesso a categoria maior do automobilismo mundial. Clark, Fangio, Senna, Prost, Hill, Piquet e Stewart, entre tantos outros, foram campeões de tudo e corriam, até em aparador de grama. O Shummy, ao contrário, nunca conquistou nada, nem se destacou em categoria nenhuma, teve uma vaga comprada na Benetton pela Mercedes ( se não me engano..) e foi sendo fabricado até dar no que deu.
Seus resultados, não há dúvida, são unânimes, mas como já dizia o eterno Nelson Rodrigues, "toda a unanimidade é burra". E quando vocês quiserem voltar a velha discussão de "quem é o melhor piloto de todos os tempos?", não confundam esse questionamento com "quem é o piloto com os melhores resultados de todos os tempos?".
No segundo questionamento vai dar o Shummy, pois os números não mentem jamais, agora, por favor, viúvas, favor deletar o Alemão da primeira lista, apesar de à primeira vista dar a impressão que são a mesma coisa, existe uma diferença fundamental, e quem não souber a diferença é só fechar os olhos e se perguntar: "Como é que pode o Barrichello ter nove vitórias na F1?".
P.S. não pude escrever antes, mas vale a pena relembrar, o grande Galvão STR/RBR a certa altura da transmissão da primeira corrida do ano soltou para o não menos grande Reginaldo a seguinte pérola: "o carro teve uma pane hidráulica, que, como se sabe, afeta a eletrônica". Nunca na área de mecânica ouvi tamanha estupidez, é decepcionante saber o que a rede Globo paga uma fortuna a uma dupla de asnos para despejar besteiras e falta de conhecimento em nossos ouvidos. Para os leigos pode se explicar da seguinte forma, a hidráulica é responsável pela ação em si, uma bomba que alimenta um sistema que por direcionamento executa um serviço, a eletrônica é responsável por esses comandos e direcionamentos, é como por analogia dizer que uma pessoa ficou incapacitada mentalmente por ter quebrado as duas pernas, essa dupla é de fazer qualquer um sair do sério.
Rubem R. González
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Eu concordo plenamente com os leitores que mandaram mensagens declarando que depois desse final de semana a farsa Schumacher acabou. Aquela batida mostra que ele é um braço duro. Não sabe nada. O Rubinho que fazia tudo na Ferrari (só não sei porque na Honda ele está levando um canudo do Button).
Só gostaria de acrescentar que o Senna também não sabia nada. Afinal, ele bateu sozinho em Mônaco 88 e atropelou um retardatário na Austrália em 89. E o Prost? Rodou sozinho em volta de apresentação em 91 (Monza? Não lembro!). O Piquet quando corria pela Lotus mostrou como era um manobrista melhorado. Rubinho com aquele carro seria vice-campeão, com certeza.
Não acredito que a temporada vai ser a barbada que o Alonso e o Briatore estão imaginando. O Kimi já declarou que perdeu a corrida na fritada que deu ao ultrapassar o Button, o que prejudicou em muito o desempenho. E no final das contas, a volta mais rápida foi dele. A última. Ajudou também o Alonso ter ficado com duas MF1 entre ele e o Kimi nas duas últimas entradas do SC. Impediu que o Finlandês tentasse uma ultrapassagem "tudo-ou-nada". Torço pro Kimi, porque o Alonso anda muito, mas é metido a besta pra chuchu.
E a notícia de que Piquet vai tentar colocar a Piquet Sports na F-1! Isso que é apoiar o filho. Bom, mas seria interessante ver o Piquet Jr. e o Bruno Senna na mesma equipe. Os "herdeiros" de dois dos maiores pilotos de todos os tempos em uma equipe 100% nacional. Ia chover patrocinador. A audiência da RG ia pras alturas.
Ângelo Mello, Goiânia - GO
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Comentando a corrida da Austrália: pelo amor de deus, o que o Galvão ainda faz na formúla 1? No treino de classificação ele falou que a primeira parcial do Barrichello na volta que ele foi atrapalhado pelo Ide era a mais rápida do treino! Como pode um cara que tem não sei quantos anos de F1 não se atentar pro fato que a parcial de comparação naquele momento era a do 16° colocado, pois o Barrichello estava tentando ir para o próximo treino? E ainda por cima chamar a STR de TRS! O pior é que ele fala tanto que não deixa o Burti e o Reginaldo falarem. Pelo amor de deus, vaza, Galvão!
Abraços,
Leandro Carvalho
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PASSEIO NO PARK
Marcelo Jardim
1. Depois desta vitória na Austrália, percebe-se que o Alonso está sobrando na categoria. Incisivo e preciso como na ultrapassagem sobre o Button. Rápido e consistente durante toda a corrida, não deixando o Kimi se aproximar. Confiante o suficiente para não errar. Tirando o próprio finlandês e o alemão com uma Ferrari inspirada, não vejo ninguém no grid hoje capaz de superá-lo.
2. Queria saber se o Ross Brawn teve o mesmo ar de deboche com a rodada do Montoya quando ele viu a batida do Massa na primeira curva e com aquela lambança do Schumacher no muro?!
3. E falando no alemão, depois daquela ultrapassagem do Liuzzi (?!), da pressão do Speed (?!?), dos inúmeros passeios na grama e daquela batida para lá de amadora no muro, será que está dando mesmo para o Schumy se divertir? Que coisa, hein!
4. Para aqueles que têm como argumentos a favor do Barrichello o seu caráter e a sua conduta na equipe, a máscara caiu depois daquele comentário estúpido pelo rádio. E ainda tem aqueles que dizem que ele está mais maduro, mais centrado... Não dá mais, Rubenzinho. Para tudo tem um limite.
5. Justo quando Montoya pilota como Montoya, tudo volta ao seu normal: rodada na volta de apresentação, grande disputa nas voltas iniciais, direção no limite e para lá de agressiva, passeio na zebra, na grama, na terra e... fim.
6. Anote bem aí. A Ferrari é novamente uma decepção neste início de ano. Não é competitiva. Os pneus não estão ajudando. O motor não é mais aquele. Tem um segundo piloto que ainda erra muito. E continua se valendo de artimanhas "pouco ortodoxas" para se manter no topo. Quero ver em Imola! Quero ver a FIA também em Imola!
7. Não há justificativa que explique o tal de Yuji Ide na F1. Isto deixou de ser uma brincadeira, diversão de japonês rico, para se tornar um negócio temeroso. E o pior é que isto também se aplica ao Sato. Em tempo: você compraria um produto associado a esses tipos de pilotos? Decididamente não entendo nada de marketing...
8. Naquela confusão da transmissão do treino de sábado, por um momento pensei que aquele tal astronauta risonho, Marcos Pontes, tinha sido o pole... Embora esta aventura tupiniquim ao espaço seja algo mais relevante do que um simples treino de F1, há que se ter no mínimo respeito aos telespectadores.
9. Depois daquela inesperada volta mais rápida no Bahrein, cadê o Rosberg? Não há dúvidas de que mais do que talentoso e herdeiro, ele é ainda muito verde.
10. Alguém podia me avisar quando é que os brasileiros vão estrear neste ano?!
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PERDIDOS NO ESPAÇO
Alexander Grünwald
A Austrália pode parecer longe para nós, que estamos do outro lado do mundo. Mas para o pessoal que vive lá em cima, na Estação Espacial Internacional, dar um giro no planeta não leva mais do que uma hora e meia. Enquanto isso, aqui na Terra, pilotos e equipes da Fórmula 1 sofreram com a falta de gravidade - digo, aderência - do solo australiano neste domingo. Com isso, fizeram do GP local a corrida mais agitada do ano até agora.
E na mesma semana em que o astromala Marcos Pontes levou a nossa bandeira para passear de foguete, os brasileiros viram suas corridas irem para o espaço ainda no treino classificatório. Atrapalhado por si mesmo e pelo japonês aprendiz Yuje Ide, Rubens Barrichello ficou de fora do treino logo na primeira fase, tendo ainda o duplo desgosto de ver seu companheiro de equipe marcar a pole-position. Felipe Massa, que ralou o assoalho numa zebra, encheu um muro com sua Ferrari e fez companhia a Rubinho na oitava fila.
Infelizmente, os pilotos brasileiros não foram os astros do fim de semana. O momento é de Fernando Alonso, que mostrou ter mesmo estrela, liderando e vencendo uma prova que teve quatro entradas do safety-car. Uma delas por causa de uma bela pancada de Michael Schumacher, que não precisou da ajuda de ninguém para destruir seu carro na entrada da reta de Melbourne. O alemão parece finalmente estar perdendo o brilho, o que ficou claro na ultrapassagem humilhante imposta pelo novato Vitantonio Liuzzi, da modesta equipe Toro Rosso.
Ao somar a segunda vitória em três corridas, Alonso provou o domínio da Renault e disparou no campeonato. A ameaça mais próxima, mais uma vez, esteve no cometa prateado Kimi Raikkonen, que lhe roubou a melhor volta da corrida na última passagem, ao receber a bandeirada em segundo lugar. Ralf Schumacher, provando que o mundo dá voltas, ressurgiu com a Toyota e foi ao pódio. Destaque também para a BMW, que colocou dois carros entre os seis primeiros.
Mesmo com a pole, o fim de semana da Honda poderia ter sido um pouco melhor. Não fosse, por exemplo, a bola de fogo que fez o motor de Jenson Button parar a cem metros da linha de chegada, quando era o quinto colocado. Barrichello, que passou a prova orbitando nas últimas posições, foi o sétimo e beliscou os primeiros pontos do ano. Muito pouco para quem esperava lutar por vitórias e ser o próximo campeão mundial. É bom que a má fase passe logo, caso contrário Barrichello pode perder seu lugar ao sol.
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Com relação às asas da Renault, é verdade. Quem viu a corrida pode ver claramente. Quando acelerava, a asa dianteira se inclinava para frente. Quando freava, se inclinava para trás. Foi muito mais visível que a da Ferrari, mas gostaria que o pessoal do GP Total falasse pra gente se isso é normal.
Agora, a MidLand reclamar da Torro Rosso até vai, mas a Super Aguri? Os caras usam um carro da Arrows de 2002, o Sato toma 4 segundos do pole, o Ide toma 9 segundos, atrapalham todo mundo e ainda dizem que a Toro está tendo vantagem?
Na minha opnião a FIA tem é mais que deixar a Toro usar V10. Se a Red Bull não comprasse a Minardi, este ano iríamos só ter 9 equipes no grid (a Super Aguri não conta). Vocês já viram quantos patrocinadores tem a Red Bull e a Toro Rosso estampadas nos seus carros? Pois é, única e exclusivamente Red Bull. Os caras investem mesmo no esporte (não só no automobilismo) e eles ainda têm que agüentar a sopa de letrinhas da FIA e da Globo.
Já em relação à MidLand, o próprio Bernie Ecclestone já disse estar arrependido te ter apresentado Alex Shnaider a Eddie Jordan. Nem Tarso Marques quer pilotar para eles.
Se eu fosse o Button, tinha tirado o pé só pro Alonso passar antes da linha de largada. Será que ele venceria mesmo com uma punição?
Luiz Eduard, Pará de Minas/ MG
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É a primeira vez que escrevo ao GPTOTAL. Sempre que posso leio as matérias e comentários.
Resolvi escrever hoje porque o comentário do amigo José Angelo Petit Neto me chamou a atenção e vem de encontro ao que já penso (e isso faz anos) com relação às transmissões atrapalhadas do Sr. Galvão Bueno.
Outro dia estava reparando como o Reginaldo vem "galvaniando" em seus comentários, simplesmente é de dar pena. Não faz muito tempo tive que tomar remédio para pressão após escutar a trapalhada (digna da série Os 3 Patetas) sobre o "punta taco". Depois que o Galvão (que agora deu pra narrar a pilotagem, trocando marchas pra cima e pra baixo, freando e acelerando) comentou que o piloto fazia a procedimento citado. Não mais que de repente o "analista" Reginaldo emendou que consistia em frear com o calcanhar e acelerar com a ponta do pé.
E a Globo renovou. E temos que engolir as figuras invadindo nossas casas pra falar asneiras. É triste, é a cara do País em que vivemos.
Um abraço a todos
Antonio Cesar Iglesias, Brasília/ DF
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Meus prezados, buenas!
Lá vem o Schummy! Valeu ficar até mais tarde, com sono, dormitando (!!!), etc. Fiquei procurando o mago dos grids, o gênio do volante, o messias das pistas, o pulverizador de recordes, o mais famoso apertador de botões. Fui dormir rindo, feliz mesmo!
Cadê a magia? A genialidade em extrair o máximo de uma Ferrari desfavorável? Aquele "a mais" que os bons trazem dentro do macacão, que faz da adversidade um motivo para tirar leite de pedra, aquela luz que nos deixa admirados quando vemos o iluminado reverter, no braço e na massa cinzenta, a limitação do equipamento pobre.
Cristaliza-se a cada corrida, que o hexa acabou. Felizmente, para quem gosta de F1, está caindo o manto do sujeito. Tiraram as vantagens que o homem tinha, virou um qualquer, um pilotinho comum.
Que vantagens? Ora, aqueles carros invencíveis que a Ferrari conseguiu nos últimos dez anos, somados a uma série de fatores. Ele, funcionário aplicadíssimo, virou o mito que todos tivemos que engolir. Com um Barrica obediente ao contrato e ao rádio, ficou mais fácil ainda. Nessas condições, Sam Posey faria mais que o Prost fez. Mauro Baldi se destacaria.
Agora, nivelaram os carros, Rubinho foi embora, as câmeras só faltam entrar na boca do Ross Brawn e do Jean Todt e o rádio já não é (quero crer) segredo entre chefia e funcionário aplicado.
Foi um grande GP, este da Austrália. Nem me lembro todos que subiram ao pódio, estava com sono. Mas, ver aquele alemão sem graça tomando pau de Minardi, essa foi boa!
Cristaliza o que sempre achei e disse quando se conversa de F1: rei dos números, milionário, mas fabricado. Caolho em terra de cego! Nunca me convenceu!
Lá vai o Schummy!
E, à Alessandra Profeta, digo Alves, meu sorriso e meus parabéns pela visão que teve: a cada GP vai se concretizando o divisor de águas que ela previu para 2006.
Abraços,
Manuel Carvalho, Santos/ SP
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Está mais uma vez provado que Schumacher não pode figurar entre os mitos da F1. O cara pode até ter números, mas qualidade para tal ele não tem. Ele parecia mais o estreante japonês Iude Ide de vermelho. Ele é um bom piloto apenas, uma espécie de Webber melhorado.
Outra coisa que estive pensando que resume muito bem o que se tem visto: consideravam o Rubinho bom, pois andava próximo de um extraordinário Schumacher, mas eu creio que a realidade era outra: era um regular/ruim Barrichello andando próximo (às vezes nem tão próximo) de um bom Schumacher...
Uma pergunta que ninguém está conseguindo explicar: o que a Toyota fez para melhorar o carro dessa maneira? Todo mundo estava falando que o carro era ruim, agora uma simples mudança de compostos dos pneus foi suficiente para melhorar a performance em 80%?
Outra: esse Montoya é muito doido... por isso mesmo é uma atração à parte na F1. Rodou sozinho na apresentação. E que ultrapassagem foi aquela no inicio da corrida? Nada a ver com o estilo certinho de Ron Dennis e da McLaren. Abandonou a prova só porque estava furioso com a equipe. Montoya, corra assim mais vezes.
Wagner Oliveira, São Mateus/ ES
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Juro que a minha expectativa em relação a esta temporada era melhor do que eu estou vendo acontecer. Esperava mais equilíbrio, principalmente por causa dos novos motores V8, já que todas as equipes de certa forma partiriam do zero. Cheguei a ter esta certeza, ao ver o belíssimo desempenho do Nico Rosberg na primeira prova, já que ninguém parece estar dando algum crédito a Williams nesta temporada.
Mas o que estamos vendo? Um domínio da Renault, igualmente como aconteceu na temporada passada. Quando a McLaren, Ferrari e talvez a Honda reagirem, será tarde. Alonso certamente estará com uma grande vantagem, como já está, e vai administrar, como administrou ano passado.
Ou seja, creio que teremos uma repetição de 2005, apenas com uma ressalva: parece que neste ano veremos mais ultrapassagens na pista, algo que não vimos ano passado. Mas no fim, Alonso será bicampeão.
Esta situação do Barrichello é ridícula. Será que ele ainda não percebeu que frustrou todas as expectativas que tínhamos com ele, desde que ingressou na Formula 1? Ele é apenas um bom piloto e igual a ele tem aos montes no automobilismo. Ele deveria ser mais humilde, parar de falar bobagens (o que só prejudica a imagem dele) e se portar como um bom piloto e não um Top Driver como pensa que é. Só assim ele teria paz para fazer o seu trabalho. Penso que ninguém cobra mais resultados excepcionais dele, porque todos já sabem que ele não tem essa capacidade.
Na verdade na Formula 1, desde que ingressou nela, ele foi sempre assim: algumas boas performances (seja em qualquer equipe que participou) e muitas frustrações em cima de suas estapafúrdias promessas que nunca se concretizavam. O cara é péssimo em marketing e isso está estragando a sua carreira que, apesar de tudo, não deixa de ser vitoriosa, afinal o cara conquistou dois vice-campeonatos, o que não é pouco.
Se o Felipe Massa não for constante e regular, sua temporada na Ferrari será curta. Ele que abra o olho.
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói/ RJ
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Olá, gepetos.
Há muito tempo já estou de saco-cheio com esse negócio de STR, RBR e MF1, esse monte de siglas que surgiram na F1.
Tudo bem que a Midland escolheu utilizar o nome MF1 sabe-se lá por quê; mas daí a Globo resolver usar RBR para Red Bull e STR para Toro Rosso é demais.
E o pior é que até os próprios profissionais da transmissão global não agüentam mais isso.
Volta e meia o Burti chama RBR e STR pelos seus verdadeiros nomes, e na transmissão do GP da Austrália, o Galvão Bueno, depois de chamar a STR de RTS umas 6 vezes, desabafou: "... é muita letra!", provando de uma vez por todas que eles são obrigados a se referirem a estas equipes pelas siglas e não pelos nomes oficiais.
Talvez esteja na hora de a Globo rever isso. Afinal, por que Red Bull tem que ser chamada RBR e Benetton podia ser chamada de Benetton?
Espero que a Globo se conscientize da besteira que está fazendo! Afinal, o telespectador não é burro, todos sabem que RBR e STR são equipes da Red Bull!
Elton da Costa dos Santos, Passo Fundo/ RS
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Olá, gepetos.
O GP da Austrália foi, na minha opinião, interessante. Fernando Alonso fez no mínimo sua obrigação como campeão mundial e a McLaren, com Kimi e Montoya, ainda mostrou que não tem força para fazer frente a Renault.
Quanto à corrida do Schumacher… vejo que foi interessante vê-lo abusar do equipamento para alcançar o Jeson Button, resultando no seu acidente. Esse último mostrou que tem um carro veloz para classificação, mas sofreu problemas de aquecimento de pneus.
Sobre os brasileiros, Rubens Barrichello e Felipe Massa, entendo que com o primeiro o problema - que já foi mencionado no GPTotal - é a dificuldade de adaptação, por isso o desempenho ruim. O segundo, nem largou direito foi parar no muro, mas se tiver cabeça no lugar durante o ano, os resultados vão aparecer.
Quanto aos pneus do Button, pode ser que eu esteja errado, foi explícito que as equipes que usavam Bridgestone sofreram bastante com o aquecimento e etc. Penso que se a F1 fosse monomarca no quesito pneus isso não aconteceria, já que isso dependeria no mínimo do carro e do piloto. Gostaria de colocar aqui esse ponto para discutirmos.
Abraços a todos,
Rafael
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Lá vamos nós, aturar Rubinho e seu rosário de desculpas. Isto depois de ter dito que finalmente iria brigar pelo título, durante a pré-temporada. Olha, eu acho que otários somos nós, que ainda perdermos tempo ouvindo este fracasso das pistas. Ele não se arrisca e ainda está milionário, conhecendo o mundo todo de graça, fazendo um treininho aqui, uma corridinha ali... Alguém aí conhece vida mais mansa?
Primeiro foram os botões do volante, depois o freio, depois o estilo de pilotar do Button... Agora o culpado da vez são os pneus Michelin, já que ele correu de Bridgestone seis anos. Logo, logo, o cara vai pôr a culpa no efeito estufa, que provoca calor excessivo e prejudica o piloto na hora de raciocinar...
Button fez a pole com o mesmo carro. Rubinho foi o 16º. Precisa dizer mais alguma coisa?
Roberto Nakamura, Itu/ São Paulo
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O GP da Austrália foi até agora a melhor corrida do ano e teve um final perfeito: vitória de Alonso e Schumacher terminando no muro.
A ultrapassagem de Alonso sobre Button foi o grande momento da corrida. De uma precisão milimétrica. É impressionante a maturidade que Alonso tem aos 24 anos. Se não parar cedo, Schumacher e seus recordes que se cuidem (aliás, se Alonso e Raikkonen tivessem surgido 10 anos atrás, a história teria sido outra).
Quem tem que se cuidar também é o Montoya. Já não é mais o piloto combativo e espetacular do início da carreira e vem errando acima do aceitável. Errar é humano, como mostrou o Schumacher. Mas errar demais... Se brincar, não fica com a segunda vaga na McLaren mesmo se o Kimi sair. Aliás, o Raikkonen pode ter um azar dos diabos, mas não erra quase nunca.
As asas irregulares da Ferrari parecem que faziam mesmo a diferença. Foi só cortar as asinhas para o desempenho do Bahrein despencar nas outras duas corridas. Há muito tempo não se via um Schumacher tão desesperado na pista.
E o Rubinho? Todo ano é a mesma coisa. Na Ferrari, começava o ano dizendo: "Estou pronto para ser campeão do mundo". E tome levar pau do Schumacher. Agora na Honda, profetizava: "Vamos lutar pela vitória na estréia". Até agora só conseguiu um "brilhante" sétimo lugar. Anda tomando mais tempo do Button que o Sato. Aliás, passou metade da prova atrás do Sato, na Super Aguri! E no final ainda reclamou da equipe. É bom que comece a andar pra valer ou pode levar um PB no fim do ano.
Pérolas do Galvão:
"O Alonso vem para sua 3ª vitória em duas corridas"! - A corrida de ontem valeu 20 pontos?
"O Raikkonen, com o 2º lugar, soma 6 pontos" - Ainda não se acostumou com o sistema de pontuação em vigor desde 2003?
"SBR, RTR" - Se atrapalhando com as siglas. Red Bull e Toro Rosso não é mais fácil?
"O Ide estragou o fim de semana do Rubinho" - Procurando um bode expiatório para o péssimo desempenho de Barrichello. Não sei quem dá desculpas mais esfarrapadas para a performance do Barrichello, o próprio ou o Galvão.
Sérgio.
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Cabe o reparo a respeito do GP da Austrália de 1996. Logo na primeira volta, no ponto onde Schumacher levou uma humilhante ultrapassagem de Vitantonio Liuzzi, Martin Brundle sofreu um acidente espetacular em sua estréia na Jordan, tocando primeiro na Sauber de Johnny Herbert e usando como rampa de decolagem o McLaren de David Coulthard. Lembro que na capotagem, o carro rachou ao meio e o capacete do piloto também ficou bastante ralado.
Ele voltou correndo pro boxe pra pegar o carro reserva, depois de liberado pelo dr. Sid Watkins e realinhou para a segunda largada. E, como diria o "filósofo", não era dia de Brundle, porque ele rodou depois de duas voltas e desistiu da prova.
Rodrigo
Ah... vão dizer que as asas da Renault também não mexem? Podem olhar bem quem gravou a corrida ou percebeu isso durante a transmissão mesmo. A Williams também já aconteceu isso em 2002 ou 2003 e ninguém falou nada.
Putz, o Reginaldo está emburrencendo mesmo. Será que é a convivência com o Galvão que está fazendo isso? Vocês perceberam que ele conseguiu "juntar" dois anos distintos num mesmo acidente? Quando o Klien bateu, ele falou que naquele ponto uma roda voou do carro do Villeneuve num acidente com o Martin Brundle. Nossa, que viagem! O Brundle bateu sozinho (sozinho que eu digo que só ele saiu da corrida no acidente) depois da largada em 1996, justamente a corrida de estréia do Villeneuve, em que ele quase ganhou, se não tivesse problemas no carro e tivesse que deixar o Hill passar. Foi uma das melhores estréias de um piloto, onde ele fez a pole, dominou toda a corrida até ter problemas e chegou em segundo.
O acidente em que a roda do Villeneuve matou um fiscal foi em 2001, quando ele corria pela BAR. Os caras estão ficando loucos mesmo.... e ainda renovam o contrato do otário do Galvão até 2014? O que a gente fez pra globo pra ter que agüentar isso?
Abraço!
José Angelo Petit Neto
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Pandini,
Eu nunca achei que o Barrichello tivesse tendo um tratamento inferior ao Schumacher na Ferrari em relação a peças ou equipamentos. O que eu sempre achei, e continuo a achar, é que a Ferrari, até por força do contrato de ambos, dava mais atenção ao alemão e trabalhava em função dele, para ele ser o campeão, ou não veríamos o que aconteceu na Áustria sem a menor precisão em início de campeonato e outras coisas mais que aconteceram, tipo segurarem ele por mais uns segundinhos para dar tempo ao Schumacher passar a sua frente quando da troca de pneus.
Com toda franqueza, acho o Barrichello um bom piloto, mas também o acho um tremendo de um idiota pelas suas atitudes, inclusive esta de declarar que nunca foi tratado com indiferença dentro da Ferrari, pois não é o que ao longo dos anos ele andou dizendo. Acho que ele deve achar que todos nós somos imbecis e desmemoriados.
Abraços.
Jovino
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O Panda falou tudo na sua coluna. Os brasileiros só são patriotas quando os nossos esportistas estão ganhando ou quando acham que eles estão sendo sacaneados.
É assim com Barrichelo, foi assim com o Guga (foi o numero um agora dizem que ele é um "mão de pau"), está sendo assim com Ronaldo (o chamam de gordo, ruim de bola, dizem que nem merece ir à copa).
Luiz Eduard, Pará de Minas/ MG
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Deu na coluna Formula 1 - 2006 do site da Jovem Pan: Barrichello admite dificuldade.
Depois de culpar o motor, os comandos do volante, os pedais, o tempo, a incompreensão generalizada dos outros pilotos (que não deixam ele correr direito), a incompreensão particular do Button (que insiste em querer ser primeiro piloto), RB agora descobriu (isso mesmo: descobriu) que sua real dificuldade é adaptar-se aos pneus Michelin, já que passou seis anos pilotando com pneus Bridgestone.
O que é pior é que nas explicações a culpa nunca é dele. Nunca. Massa rodou feio no Bahrein, mas teve a honradez de assumir: - Errei e pronto! Todo mundo dormiu tranqüilo sabendo que Massa pode não ser unanimidade, mas é transparente. Quer aprender e quer andar na frente. Quer ganhar. Se vai conseguir, aí é outra coisa.
Com RB a coisa é diferente: faz o papel do eterno injustiçado e não desencanta. É sempre esse negócio de "espera aí que daqui a pouco eu começo a correr pra valer". Ou é o carro que não presta, ou é o tempo que não está bom, ou é a estratégia da equipe que prejudica, ou é uma unha encravada, sei lá!
Mas, pensando bem, é sacanagem com o cara. Um país que teve Fittipaldi, Piquet e Senna jamais vai se conformar com um piloto mediano. O problema talvez não esteja nele e sim em nós que queremos vitórias. Seria melhor a gente se contentar em ter o melhor segundo piloto da fórmula 1 desde Gerhard Berger.
É melhor deixar RB pra lá e voltar as atenções para Massa. O garoto erra, mas sabe dar a volta por cima. Não é chorão e, principalmente, sabe que em corrida de automóvel intrepidez vale muito mais do que argumentação.
André
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Fala, Edu!
Ainda bem que não assisti aos treinos do gp da Austrália. Já perdi a paciência com o Rubinho. Porra, esse cara fica com a desculpa que não se a adaptou ao carro! Piloto que é piloto não tem essa. Pelo que que vejo, é daí pra pior. Acho que era melhor ele se aposentar e dar a vaga para outro piloto que está louco para pilotar.
Abraços,
Rafael.
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Amigos do Gepeto,
Sobre as justificativas de Rubinho que o Panda e o Edu abordaram, segue um pequeno trecho de seu depoimento à revista Racing:
"Enfim pessoal, estou me sentindo muito bem dentro da equipe, acostumado a todos os botões do volante, ao banco e, inclusive, ao pessoal do time que me deixou muito à vontade desde o primeiro dia".
Não tinha lido essa resposta dele sobre a questão de tratamento na Ferrari, na mesma revista, Rubens declarou que "Os testes de Jerez , Barcelona e Valência foram basicamente para me acostumar com o carro novo, já que a equipe fez uma coisa jamais vista: trouxe dois carros novos para os dois pilotos, mostrando definitivamente que estão preparados para apoiar ambos da mesma forma (já não estava mais acostumado com isso!)".
Ainda tem gente que acredita na história do botãozinho vermelho. Devem ser aqueles que também acreditam que o Brasil vendeu a copa de 1998...
Abraços a todos.
Arlindo Silva, Mauá-SP
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