Bem, já que alguns leitores resolveram lançar campanhas, vou lançar a minha: "Galvão, pare de comentar e volte a narrar".
No GP da Alemanha, pela segunda vez (na Franca ele já tinha feito o mesmo) ele se referiu ao Coulthard num tom ao meu ver meu sarcástico como o Eterno,o Interminável Coulthard.
Bom, vamos analisar brevemente: Coulthard estreou na F1 em 29 de maio de 1994, no GP da Espanha. Possui 13 vitórias na F1. Não tenho números de Poles, Pódios e Pontos.
Barrichello estreou na F1 em 14 de março de 1993, no GP de Kyalami (um ano antes de Coulthard). Possui 8 Vitórias. Também não tenho números de Poles,Pódios e Pontos.
O que quero mostrar é que o chamado "interminável" pelo Galvão possui uma carreira mais vitoriosa do que Barrichello, que Galvão sempre acha uma desculpa pra não ter ganhado títulos, não ter vencido a corrida tal, não ter completado a tal e assim por diante.
Não estou aqui pra discutir quem é melhor, mas sim a isenção que um narrador ou até um comentarista esportivo deve ter ao se referir a um atleta ou esportista, principalmente quando os números mostram a verdade.
Para mim como narrador Galvão é o melhor do Brasil, do tipo que faz até jogo de xadrez ganhar emoção, mas quando se mete a comentar, é do tipo torcedor, e dos piores, que não enxergam os fatos, daqueles tipos Senna X Schumacker, Maradona X Pelé, Corinthians X Palmeiras e por ai...
Assim lanço oficialmente a campanha "Galvão, pare de comentar e volte a narrar".
José Júnior
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Caíque
Se o Brasil for eliminado na Copa de 2010 e a Itália chegar a final podendo igualar o Brasil, você vai torcer para a Itália? orcer contra é errado? Ora, quem é que não torce contra o rival do seu time de futebol?
Sempre torci contra Schumacher (e a favor de Hakkinen e agora Alonso) por n motivos. Mas isso não quer dizer que não reconheça seu talento. É um dos grandes pilotos da história. Mas não acho que seja tão bom quanto os números dizem, pois o acaso deu a ele condições mais favoráveis que a outros grandes pilotos.
E o acaso pode levar a Alemanha a empatar em número de títulos do Brasil, já que a morte de Senna certamente roubou alguns títulos do Brasil, e provavelmente deu alguns mais para a Alemanha. Ter três pilotos campeões é mais relevante do que ter um só. O acaso, porém, pode distorcer essa história. Se Schumacher pelo menos fosse um gentleman como o Fangio...
Sobre o Massa, acho que quem aceita um contrato em que tem por dever não disputar a posição com o companheiro de equipe está fazendo o papel de capacho sim. Alguém imagina Piquet ou Senna se sujeitando a isso? Não acho que o Massa fosse superar o alemão na maioria das corridas. Mas uma coisa é tentar e não conseguir, outra é não poder nem tentar.
Dizer que o Fisichella está na mesma situação não é verdade. Ganhou na Malásia, chegou na frente de Alonso nos EUA, e no próprio GP da Alemanha estava imediatamente à frente do Alonso na primeira volta e antes da segunda parada (quando inclusive fez o Alonso perder tempo). A essa altura do campeonato, é aceitável que a Renault e a Ferrari favoreçam os pilotos que estejam na disputa do título.
No passado, quando se tinham as duplas Piquet/Patrese na Brabham, Senna/Berger e Hakkinen/Coulthard na McLaren, viu-se os segundos ajudarem os primeiros na luta pelo título nas últimas provas. Mas fazer isso desde a primeira prova, só a Ferrari. No Bahrein, Massa largando na segunda posição já se preocupou mais em proteger Schumacher do que em tentar a ponta.
Se o alemão abandonar (tomara) a F-1 esse ano, Massa pode ter algum futuro na Ferrari. Mas caso contrário, é melhor ele procurar outra equipe para não acabar como Barrichello.
Só irei torcer por ele no dia em que puder realmente lutar para vencer.
Márcio
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Dizer que Alonso merece mais ser campeão não é ético? É minha opinião. Se você não concorda é outra coisa. Mas, independente dos argumentos, dizer que isso não é ético é uma distância muito grande.
As vitórias de Schumacher em Imola e Nurburging tiveram mérito, mas nos EUA e na Alemanha até o Takuma Sato como primeiro piloto da Ferrari ganharia. O Fisichella cometeu erros sim. Os erros, porém, ocorrem muito mais nas situações difíceis, onde o piloto está disputando posições, do que nas fáceis, quando se está correndo sozinho.
É de se observar que dos 4 pódios de Massa, 3 foram conquistados em provas que a Ferrari andou bem à frente dos demais. Quando esteve em situações difíceis, o Massa também errou. Note-se também que o Alonso, embora tenha vencido desde o começo, só foi fazer a primeira pole do ano na quinta prova. Em nenhuma prova a Renault demonstrou uma superioridade nos treinos e na corrida como a Ferrari teve nos EUA e na Alemanha.
Em suma, é a minha opinião.
Sérgio
Caros Edu e Panda
Nesses anos "Schumacher", acabamos por prestar mais atenção nos números.
Analisando-os fiquei extremamente surpreso com a questão "Número de voltas mais rápidas". Não precisa dizer quem é o líder nesse quesito (e em praticamente todos os outros).
O que espanta é o número do Senna: APENAS 19!!!! Ele é superado por gente reconhecidamente mais lenta como Damon Hill, Mika Hakkinen e, INCRÍVEL, Gehrard Berger. Os dois primeiros têm inclusive menos GPs disputados que o brasileiro. O que torna esta estatística ainda mais surpreendente é o fato de que por pelo menos quatro anos ele teve o melhor carro da formula 1 e seu número de Poles é assustador. O que acontecia durante as corridas?
Um grande abraço e parabéns pelo trabalho de vocês!!
Eduardo Nunes, Rio de Janeiro
Oi xará
É óbvio que Senna tinha velocidade de sobra e, na maioria das vezes, equipamento para estabelecer voltas mais rápidas mas acho que ele simplesmente não precisava delas para vencer corridas, de forma que podia relaxar a partir do momento em que se sentia seguro na liderança, poupando seu carro.
Abraços (EC)
Sergio,
Algumas observações:
Não seria melhor fazer uma Campanha do tipo "Rumo ao Nono Campeonato com o Nelson Angelo" (ou com o Bruno Senna)? Não entendo o por quê de "Todos contra o Schumacher". Se queremos voltar a ter um piloto brasileiro vencendo, por que torcer contra alguém? isto seria demérito nosso. Vamos sim é torcer para que apareça outro piloto bom o suficiente para ganhar outro Mundial, o Nono Título.
Não fale também que o Felipe é capacho do Schumacher, pois ele é simplesmente o segundo piloto contratado através de um contrato assinado, onde seus deveres estão bem claros. Da mesma forma, o Fisichella não pode ganhar do Alonso.
Quando quero vencer alguma coisa na vida não fico torcendo contra alguém, torço pra mim.
Caíque Pereira
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Achei interessante a carta do Sérgio, sobre a campanha contra o octa do Schumacher. Uma coisa é torcer, outra coisa é tentar inventar argumentos para validar essa torcida.
Dizer que Alonso merece ser campeão porque "construiu paulatinamente a vantagem" não me parece certo, não me parece justo, não me parece ético. Se bem que falar em ética na F1 parece coisa de nostálgico romântico. Mas isso é uma outra história...
Ah, temos visto também a incompetência do Fisichella, com erros tolos. O crédito pela
incompetência do companheiro não pode ser dado a Alonso. Definitivamente
não.
Bem, sobre a prova, acho balela dizer que Massa tirou o pé para não ultrapassar Schumacher. A Ferrari foi mais lenta meio segundo no abastecimento de Schumacher em relação ao do Massa. Alguém duvida que se Massa fosse de outra equipe a Ferrari seria um pouco mais ágil? Será que se houvesse briga, Schumacher não teria feito suas voltas voadoras?
De qualquer forma, concordo que a Fórmula 1 esteja vivendo uma fase complicadíssima. A previsibilidade das corridas está absolutamente insuportável. Carros não quebram, acidentes não acontecem, disputas de posição praticamente não existem. E quando pilotos tentam ser um pouco mais ousados (ou loucos, seja lá o que for), a FIA acaba punindo-os. Pior de tudo é ter que agüentar o Galvão preocupado se o Kimmi voltaria na frente do Alonso e, de repente, ao voltar dos boxes, o 'homem de gelo' volta na frente do Weber. Eu sei que a corrida estava chata, mas ele e Reginaldo
bem que poderiam prestar atenção nela, não é mesmo?
Até mais,
Márcio Silva, Brasília-DF
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Formula 1 2006 - Parte II
O Campeonato de Fórmula 1 deste ano parece que será escrito em duas partes;
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| Flavio Briatore (Chefe de equipe) - (Renault), Jean Todt (Chefe de equipe) - (Ferrari) |
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Parte I - Fernando Alonso e Renault foram excelentes na primeira metade deste campeonato. Seis vitórias e três segundos lugares de Alonso, sem contar uma vitória de Fisichella contra apenas duas vitórias, três segundos lugares; um quinto e um sexto lugar e um abandono de Schumacher, o resultado parecia previsível, Alonso campeão faltando duas, três ou mais corridas para o encerramento da temporada.
Parte II - Virou-se a página e a história começou a escrever a segunda metada desta tempora e tudo mudou radicalmente. Após tres corridas, tres vitórias de Schumacher, duas dobradinha da Ferrari e apenas um segundo lugar e dois quinto lugares de Alonso.
A diferença de vinte e cinco pontos de Alonso para Schumacher ao final da primeira metade desta temporada caiu para onze pontos, o alemão conseguiu tirar catorze pontos em três corridas, o campeonato que estava todo a favor de Alonso passa a ficar indefinido, precisaremos aguardar até a ultima corrida para sabermos quem será o campeão, mas se a Renault não reagir e a Ferrari continuar sobrando desta maneira, o campeão sai mesmo faltando uma ou duas corridas, só que que o nome passar a ser Michael Schumacher.
A situação de Alonso no GP da Alemanha só não foi pior em razão de Ralf Schumacher ter feito mais uma atrapalhada na primeira volta, Pedro de la Rosa ter quebrado e Webber abandonar nas ultimas voltas e seu companheiro de equipe estar trabalhando para ajuda-lo e não ficar a sua frente após aquela escapada de Alonso nas voltas finais.
Vamos aguardar a próxima corrida e ver como a Renault reagi, espero que isso ocorra pois torço para que Alonso seja Bi-campeão.
Douglas P Leal
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Saudações.
Conheci o site GP total há 3 dias, gostei muito. Perdi horas lendo os especiais. Eu tenho uma atração enorme por Fórmula 1 antiga, principalmente da década de 70.
Confesso, amigos, que o GP da Alemanha de 2006, não consegui assistir, desisti. Meu único prazer hoje é ver as máquinas acelerando, escutar o barulho dos motores, acompanhar a câmera on-board, coisas assim.
Para mim, que acompanhei a carreira do Ayrton Senna todinha, GP por GP, vitória por vitória, pole por pole, quebra por quebra, confesso que é um pouco triste saber de antemão hoje o que vai acontecer na corrida. Saber por exemplo que o Felipe Massa não pode disputar o título e o Fisichella também não e que o título do mundial de pilotos (que é o que realmente interessa aos espectadores) é um negócio planejado, decidido quase que antes do mundial começar.
Eu sei que antigamente também havia jogo de equipe e que isto não é novo na Fórmula 1 mas a forma como era feito no passado não irritava os espectadores e também não era feito em todas as corridas, nem desde o início da temporada como é hoje.
Eu tenho vontade, de novo, de assistir uma corrida sem saber quem vai ganhar; quem vai fazer algo mirabolante que vai entrar para a história; quem vai surpreender a todos com a sua performance na corrida... (parece utopia né?)
Eu nasci em 1971 e, em 1985, quando Senna começou a fazer a Lotus "andar", eu, com 14 anos, grudei os olhos no Senna e tinha certeza que ele pilotava com o coração e era diferente dos outros. Quando vejo fotos da Fórmula 1 da década de 70, eu paro, examino tudo, copio, fico também naquela de "eu podia ter acompanhado esta época".
Há uns dois anos, achei uma fita de VHS sobre o Emerson, mostrando a temporada de 1972. Excelente o filme, muitíssimo bem produzido. Chama-se "O Fabuloso Fittipaldi". Gostaria de achar mais vídeos de Fórmula 1 da década de 70, principalmente dos anos finais da década. Se vocês souberem me passem alguma informação.
O site de vocês é excelente. Parabéns. Estou lendo tudinho. Vocês são muitíssimo competentes. Gosto de ouvir pessoas competentes falarem deste assunto.
Ultimamente ando aborrecido, com os ouvidos doendo, pois tenho que ouvir o Galvão Bueno na maioria das transmissões pela TV. Ele dá azia em Sonrisal. Isto para mim é morte. Prefiro o Cleber Machado. Como ele não sabe muito, ele deixa o Luciano Burti e o Reginaldo Leme falarem à vontade, e isto é ótimo.
Um grande abraço. Tchau.
Francisco Junior
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Olá Pessoal !
Mais uma vez leio opiniões sobre a atual situação da Formula 1.
A falta de competividade da categoria é que transformou a categoria numa disputa de grandes fábricas em que as verbas sem limites transformou tudo num jogo de negócios.
Eu penso que o maior problema é a tal exclusividade. Se um fabricante de motores tivesse obrigação de fornecer motor e dar assistência pelo menos para uma segunda equipe, e que os construtores fossem também obrigados a vender chassis para outra equipe qualquer, aliados às já adotadas medidas de limitações nos motores, nos controles eletrônicos e unificação dos pneus, creio que fariam diminuir os gastos astronômicos e aumentariam as disputas.
Se um construtor fabricar alguns chassis será mais barato do que fabricar apenas um ou dois. A mesma coisa penso que vale para os motores, quatro ou cinco carros ou duas ou três equipes com o mesmo motor e o mesmo chassi ou chassis e motores diferentes baixaria os custos de manutenção de uma equipe. Talvez até algumas equipes poderiam alugar carros para pilotos que quisessem montar uma equipe por uma temporada. Por que para montar uma equipe de Formula 1 tem-se que montar toda uma estrutura para fabricar um carro? Pode ser que alguma equipe de uma categoria inferior tenha um patrocinador disposto a bancar um piloto por uma temporada mas não tenha verba suficiente para montar toda uma estrutura para fabricar um chassi!? Por que não podemos ter equipes particulares, como na década de 70?
Heitor Cardoso
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Caro Leonardo
Me permita discordar de sua opinião sobre a falta que fez este amortecedor que a Renault usa em seu F1, na corrida da Alemanha.
Em Indianápolis e na França, a Renault utilizou este amortecedor e a Ferrari passeou. Não creio que seja por este motivo que o desempenho nas últimas 3 provas caiu, mas sim pela melhora substancial da Ferrari, que vem desde San Marino melhorando, assim como a Toyota, só que esta está com uma Urucubabca grande.
Creio que o problema no domingo foi a escolha errada do tipo de pneu a ser usado, pois nenhum amortecedor é capaz de tirar 2 segundos por volta, agora pneus errados são.
Abraços
Caíque Pereira, Rio de Janeiro
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Caros amigos
leio o site já há algum tempo e como acompanho a Fórmula 1 desde os tempos do Emerson, (tenho 42 anos), gosto das antigas histórias contadas aqui.
Tomando coragem resolvi escrever para dar minha opinião sobre a dança das cadeiras, lá vai:
RENAULT: Fisichela e Kimi;
MCLAREN: Alonso e (Hamilton, Paffet ou Weber);
FERRARI: Schumi e Massa;
TOYOTA: Ralf e Trulli;
WILLIAMS: Nico e (Weber ou Hamilton emprestado);
HONDA: Chorãozinho e Button;
RED BULL: David e Kovalainen (com motor Renault);
BMW: Nick e Kubica;
MIDLAND: ????? (quem trouxer mais grana);
TORO ROSSO: Liuzi e Speed:
SUPER AGURI: Sato e Yamamoto
Um grande abraço,
Augusto Surian Neto (Guto).
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Estou lançando a campanha Octa na F-1 só o Brasil: Todos contra Schumacher
Não basta o alemão ter se beneficiado com a morte de Senna para quebrar todos os recordes da F-1, agora pode levar a Alemanha a empatar com o Brasil em número de títulos mundiais, utilizando-se para isso de dois pilotos brasileiros como capachos. Será que Schumacher é melhor do que nossos três campeões juntos? Claro que não, só que teve muito mais facilidades na carreira.
Isso não é nada? Então será que alguém vai torcer para a Itália igualar o número de títulos do Brasil na próxima Copa? Torçamos por Alonso, a redenção dos pilotos latinos na F-1.
Além disso, pelo que fez até agora na temporada, Alonso se mostra bem mais merecedor do título.
Alonso construiu sua vantagem paulatinamente ao longo da temporada. Embora a Renault tenha demonstrado superioridade no início da temporada (afinal sem um carro bom ninguém ganha nada na F-1), não se viu uma superioridade a tal ponto dos dois pilotos da Renault andarem bem à frente dos outros. Tanto que das 6 vitórias de Alonso, somente em duas Fisichella foi ao pódio. Foi assim, mais mérito do piloto do que do carro.
O que está acontecendo agora é diferente. Nas últimas provas a Ferrari vem conseguindo fazer com que os dois pilotos andem bem à frente dos demais, sendo que um dos pilotos não pode sequer tentar ultrapassar o outro. Observa-se que das 5 vitórias de Schumacher, em quatro Massa foi ao pódio. Esta situação das últimas corridas faz com que as vitórias sejam muito mais mérito do carro do que do piloto.
Nas vezes que se defrontaram diretamente pela vitória, Alonso derrotou mais Schumacher que o contrário, 4x2: Bahrein, Espanha, Inglaterra e Canadá, contra San Marino e Europa.
Massa pode até estar fazendo um bom trabalho, dentro do que a equipe lhe pede. Mas não se pode pedir ao torcedor brasileiro, que viu três campeões mundiais, torcer por alguém que aceita ser capacho de outro piloto. Duvido que Raikkonen aceite ser companheiro do Alemão nessas condições. Quem quer se campeão do mundo não pode se dignar a essa posição.
Avante Alonso! Octa na F-1 só o Brasil!
Sérgio
Mais um capítulo da série "um peso, duas medidas": chutando cachorro morto, os fiscais do GP da Alemanha baniram imediatamente um sistema de aquecimento de pneus que a Super Aguri estava usando nos treinos de quinta-feira. "Segundo o artigo 76f, pneus só podem ser aquecidos por meio de cobertores".
Pra quem não se lembra, ano passado uma certa equipe,cujo desempenho abaixo dos anos anteriores costumava ser atribuído ao rendimento dos pneus, usou por várias corridas uma caixinha vermelhinha pra aquecer seus pneus, sem que ninguém os incomodasse. E vez por outra ainda somos obrigados a escutar a velha piada de que a FIA trabalha contra tal equipe...
Lucas
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É... Pelo jeito... acho que o Schumacão renovou o pacto com Satã!!!!
Luiz Carlos, Aracaju
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Caros Leitores,
A Renault sentiu falta dos amortecedores sim, porque eles foram desenvolvidos junto com a Michelin e por isso ela levou um composto para Renault diferente da McLaren e Honda que tiveram boa perfomance. Fisichella já andava descabelado na sexta feira prevendo o pior. Isso mostra que hoje em dia não basta ter um piloto acima da média, se o carro/pneu não funcionar ele não fará mágica como em outros tempos.
A vitória do Schumacher foi digna de um campeão que sabe tirar o máximo do equipamento/equipe que tem nas mãos.
Felipe Massa segue realizando bem o seu trabalho de ser fiel escudeiro e assim garantir alguns milhões na conta e ganhar a simpatia da cúpula de Maranello para estar lá em um futuro próximo.
Se fosse o Barrichello o mundo (imprensa brasileira e torcida desinformada) já tinha desabado na cabeça dele, coitado ele sería um perdedor, traídor, mercenário, um froucho, capachão etc,etc..... como foi e é considerado até hoje. Mas como é o massa, o que está acontecendo faz parte do esporte e é perfeitamente ético como diz o galvão que citou até a volta da França para justificar o trabalho do segundo piloto. Não estão querendo queimar o filme do rapaz tão cedo, mas se isso não surtir efeito???. Realmente não sei o que é pior..... Esperto é o massa que vai engordando a conta bancária enquanto nós ficamos debatendo se um grande brasileiro faría isso ou não?????
A Honda deu sinal de melhora mas terá de trabalhar mais para se manter em quarto lugar no campeonato e tirar lição dos erros desse ano para desenvolver o carro de 2007 já que ira andar de Bridgestone como todas as outras equipes.
Leonardo da Silva, Belo Horizonte
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Olá pessoal do GPTotal!
Antes da luta, falando um pouco sobre F1, é realmente surpreendente a forma como Michael Schumacher vem se aproximando de Fernando Alonso, mas ainda não dá para dizer que o oitavo título está definido, pois da mesma maneira que a virada é questão de tempo, dois meses atrás o título de Alonso também era questão de tempo. Ou seja, tudo pode mudar rapidamente e nada está definido e mesmo que as corridas não estão sendo emocionantes, esse final de ano será mesmo imperdível!
E falando em emoção, o momento mais empolgante, excitante e emocionante do automobilismo mundial aconteceu na Califórnia, mais precisamente em San José, aonde aconteceu a nona etapa da Champ Car e ainda mais precisamente, no paddock do circuito de rua. Vamos ao que aconteceu:
Apresentação:
No Corner vermelho, de calção verde e amarelo, vindo do Canadá, AAAAAAAAAlex Tagliaaaaaaaaniiiiiiii!!!!!
No Corner Azul, de calção azul claro, também vindo do Canadá, Paaaaaaaaaaaaullllll Traaaaaaaaacyyyyyyyyyy!!!!!!!!
1o round:
A disputa começou com os dois lutadores se estudando e mantendo uma certa distância do seu adversário, contudo Tracy errava demais e acabou próximo do concorrente. A luta estava morna, mas a rivalidade entre ambos, principalmente por algumas declarações de Tracy e por ambos serem canadenses, fazia prever um combate quente. No final do assalto ocorreu o golpe decisivo. Tracy escorrega no ringue e tentando uma rápida recuperação acaba atingindo o nariz de Tagliani. Alex fica injuriado, Tracy parece não ligar muito, mas o assalto acaba com ambos abandonando a corrida.
2o round:
Tracy caminha calmamente para o centro do ringue, enquanto Tagliani estava inconformado por ter sido acertado no nariz e nem conversa com seus técnicos e vai decidido atrás de Tracy no centro do tablado. Os dois se encontram no centro do ringue. Tracy fica na defensiva. Tagliani é agressivo e dá uma cruzado de direita no peito de Tracy. Tracy parecia desinteressado com a luta, enquanto Tagliani queria briga de qualquer jeito. O juiz observava tudo e não separava os dois e Tracy surpreendia pedindo calma e solto até um "Não enche!". Fim do assalto.
3o round:
Tagliani parecia ter se acalmado, mas era impressão. Ele vai para cima de Tracy mais uma vez, mas desta vez há uma reação mais enérgica do veterano canadense. Os dois se empurram e a luta fica aberta. Tracy deixa a defesa aberta e é atingido por um direto de direita de Tagliani e é atingido no nariz. Tagliani é mais agressivo e dá uma cabeçada em Tracy. O juiz para a luta e a luta acaba.
Veredito: Tagliani vence por nocaute técnico. Ele estava muito "focado" na luta, enquanto Tracy parece querer abandonar a carreira no final do ano. Contudo, ambos devem ser multados pela Champ Car pelas cenas de pugilato em plano paddock e pela má publicidade que ambos deram a combalida categoria, pois ninguém lembrou que Sebastien Bourdais venceu a corrida com categoria.
Tracy continua fazendo besteira e até demorou a ser acertado por alguém. Entre mortos e feridos, quem ganhou foram os que assistiram a corrida, pois vimos uma das cenas mais pitorescas da história do autobilismo mundial, bem parecido com a outra peleja histórica entre Piquet vs. Salazar.
Abraços
João Carlos B. Viana
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Pessoal do GPTotal
A melhor coisa que poderia acontecer na f1 seria a aposentadoria do chatao Bueno.
Ele fala um bocado de besteira e adora criticar e fazer piadas com os nomes de pilotos.Ele só esquece de criticar o Caca Talentooo Bueno, que corre a quinhentos anos na stock car e não levantou nenhum título.
Vou aderir ao Nelson Piquet, tirar o volume da televisão para poder voltar a assistir uma corrida de Fórmula 1.
Norton Messias
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A descrição da minha aparência não importa a ninguém (ultimamente, nem para mim mesmo, segundo a minha mãe), mas vou citar dois exemplos em relação a ela para poder chegar no ponto que desejo para este texto.
É muito velho o ditado que afirma que a beleza está no olhar de quem vê, e não propriamente no objeto contemplado ou desejado Mas é muito prático e verdadeiro também: barbudo já há alguns bons anos e cabeludo há menos tempo, já escutei todo o tipo de pergunta sem pé-nem-cabeça ou tive que agüentar piadinhas infames, daquelas bem sem graça, que a gente só agüenta para não perder a amizade ou o cliente.
Mas duas situações, em tempos diferentes e com duas crianças ainda na idade da inocência, marcaram minha memória. A primeira aconteceu quando uma menininha, em um lugar público, abriu espaço entre um monte de adultos, chegou bem na minha frente, olhou para cima, esticou as mãozinhas unidas uma a outra e ficou esperando algo da minha parte.
Ela aguardava a minha benção, e claro que eu nunca teria a coragem de não corresponder à uma expectativa tão singela. Mas mal deu tempo de pegar nas mãos dela e já chegou a mãe afoita, tomando a criança nos braços. Para minha completa surpresa, quando o normal seria esperar que a mulher tivesse vindo em socorro à garotinha, ela - a mãe - me olha e me pede desculpas! Desculpar pelo quê, senhora? Sabe o que é moço - respondeu a incomodada mamãe - a minha filha cismou que você era Jesus, e eu não consegui tirar isso da cabeça dela... o senhor me desculpe!
Antes que as mulheres que venham a ler este texto pensem em suspirar por mim, já vou avisando que não sou o Jesus católico, aquele loiro de olhos azuis; estou para o Jesus judeu, de pele clara, olhos e cabelos castanhos e com barba falhada; ou seja, bem comum e sem "formosura".
Mas a menininha me viu como Aquele ao qual ela estava sendo ensinada a respeitar e temer. Então eis que, anos mais tarde, chegando eu na chácara do meu pai para um jantar que ele promovia para bancários da cidade, aconteceu uma situação semelhante, porém oposta na reação e no resultado. Entro na sala, vejo um homem aparentemente bem educado, com sua filha loirinha brincando no chão. Quando ela me vê, quase decola em direção ao telo, e instantaneamente se esconde atrás de um par de pernas adulto por ali disponível. Claro que eu vi que ela se assustara com a minha aparência, mas, mais uma vez, a explicação veio do responsável pela educação da criança: Putz, eu vivo dizendo para ela se comportar, senão o "barbudo" vem pegá-la para levar embora... Não tenho mérito nenhum para ser chamado de Jesus, mas também não tenho culpa nenhuma em ser tomado como um monstro. Barbudo para o bem ou barbudo para o mal, foi tudo questão de informação transmitida e opinião formada.
Para mim, a corrida da Alemanha foi maravilhosa, atraente do começo ao fim e nem um pouco entediante. Mas, para se entender o porquê de eu ter gostado tanto, tem que considerar que eu torço pela Ferrari, gosto de ver o Michael Schumacher correndo, não gosto do Flávio Briatore, ainda não me encantei com o Alonso, adoro a Alemanha e, o principal para este texto, administro meu próprio negócio baseado em metas e resultados a curto e médio prazo (exatamente como têm que pensar hoje Renault e Ferrari).
Como o Edu e o Panda, também tenho um site que nasceu do prazer pelo automobilismo. Mas, no meu caso, esta empreitada "por prazer" já está se transformando num "transtorno financeiro", pois na escala cada vez maior de consumo de tempo e dinheiro, sem ter a contrapartida de um caixa de entrada, tenho consciência de que se eu não conseguir virar o jogo, será inevitável o fechamento futuro (por mais que eu ame o projeto do site). Não sei se o Edu vai lembrar, mas há mais ou menos um ano atrás nós conversamos um bom tempo ao telefone, eu em Curitiba e ele em São Paulo, exatamente sobre a dificuldade/responsabilidade de manter bons colaboradores, de gerar bons textos, de atender e responder sempre aos leitores, de publicar e atualizar quase que diariamente o site, etc., tudo sempre sem dinheiro específico para isso.
Então eu acabo gostando do que vejo hoje na Fórmula 1, desde o ponto de vista do esporte (o principal), passando pelas questões de segurança e chegando até a polêmica questão financeira da categoria. Como esporte, não acho o que falar mal da Fórmula 1, pois aquilo lá é disputa pura, dedicação máxima, nível máximo de exploração dos limites do corpo, da mente e das engrenagens mecânicas ou virtuais. Sobre a segurança, pouco se tem a criticar depois de tudo que foi feito após a morte de Senna: Villeneuve bateu mais do que forte, fortíssimo para expressar corretamente, teve sua BMW destruída, mas terminou mesmo por levantar do carro e colocar o volante no lugar, da mesma forma que eu coloco o cinto de segurança com o carro ainda parado. Nem lembro na qual corrida anterior que Heidfeld capotou, capotou e capotou novamente e menos de poucos minutos depois já estava caminhando tranqüilamente em direção aos boxes. Resta então a questão financeira, a qual eu sei que já foi tão plenamente discutida aqui no GPTotal.
Se o meu pequeno site já é uma "caminhonetinha" de despesas todo mês (e não me é difícil imaginar que, se o Edu e o Panda colocassem tudo na ponta do lápis, incluindo o que custaria de verdade a colaboração de qualidade de todos que fazem o site, o GPTotal com certeza se enquadraria, no mínimo, na categoria de uma "carreta"), nem faço idéia do que seja administrar uma equipe de Fórmula 1, ou a própria Fórmula 1 em si.
Ok, todo mundo vai dizer que a F1 é uma mina de dinheiro, afirmação com a qual eu concordo, mas há de se destacar que, em proporção semelhante, ela também é um ralo dos grandes. Também tem que se dedicar um tempo para a análise de como é que conseguiram (Bernie & cia.) fazer com que tamanha demanda por dinheiro (em função do desenvolvimento que nunca pára, em todas as áreas da categoria) conseguisse ser sanada ao longo de todos esses anos. Confesso que fico admirado ao pensar o tamanho ao qual chegou a Fórmula 1, com situações como a recente "vaquinha" dos patrocinadores da Ferrari, para oferecerem ao heptacampeão um "bônus" de quase trinta milhões (de reais) pela virada e conquista do atual campeonato. Na outra ponta, até mesmo o volante de uma "simples" e pequena MF1 custa mais de quatro vezes o valor do meu Fox 2004! Haja, haja, haja e haja dinheiro para agüentar esta brincadeira!
Para as montadoras envolvidas na Fórmula 1, a planilha de cálculos entre custos e benefícios é muito mais complexa do que a minha mediana noção de economia me permite analisar. Mas Mercedes-Benz, BMW, Renault, Toyota e Honda vendem seus carros no mundo todo, o que naturalmente as força a terem presença de imagem em qualquer evento que envolva audiência global; e a Fórmula 1 está muito acima do conceito de "qualquer" evento. Com relação ao desenvolvimento tecnológico, nem há o que se discutir sobre a engenharia da Fórmula 1. E não existe a obrigação da aplicação prática nos carros de rua, daquilo que é desenvolvido nos laboratórios das equipes e nas pistas de testes; o que não dá é para a BMW, por exemplo, deixar a arqui-rival DaimlerChrysler ficar sozinha na categoria, deixando que a mesma tenha acesso aos mais avançados compostos para pneus já produzidos no planeta, aos materiais mais leves e mais resistentes já pesquisados para o bloco de um motor, aos engenheiros e técnicos mais brilhantes em atividade no mundo, a uma eletrônica embarcada que só não dispensou os pilotos porque ninguém assistiria a 18 etapas de um campeonato de carrinhos de controle remoto, além dos mais avançados conhecimentos sobre a aerodinâmica. Aliás, sobre a aerodinâmica, já se foi o tempo no qual se podia afirmar que a Fórmula 1 trazia da indústria aeronáutica os conceitos da superação da resistência do ar e ao uso deste elemento da natureza como aliado nas altas velocidades. Na verdade, a F1 já superou o mundo dos aviões há algum tempo, tanto que boa parte da aerodinâmica aplicada hoje nos seus carros já é "tecnologia própria", desenvolvida pelas equipes, usada exclusivamente na F1 e em nenhum outro lugar do mundo e, portanto, sem referência alguma fora do universo da categoria.
Não sei ser capitalista, conseqüentemente não sei ganhar dinheiro no mundo de hoje. Por azar, nasci num país católico acomodado, e não num outro protestante e ambicioso. Também não consegui fazer com que alguns negócios anteriores com os quais já lidei tivessem sucesso financeiro. Então, com todas estas credenciais pessoais negativas, eu acabo ficando bobo mesmo com o tamanho da Fórmula 1, com a capacidade dos "bons-da-boca" de lá em conseguirem sanar demandas cada vez maiores. Não esqueci de citar a Ferrari no quadro das montadoras, apenas deixei a marca para o desfecho do texto: ninguém, nenhuma outra empresa no mundo, conseguiu até hoje o mesmo que a Ferrari, não NA Fórmula 1, mas COM a Fórmula 1. Qualquer valor que se atribua ao nome Ferrari é pura especulação, pois ele não tem preço mensurável. É mais fácil a Fiat (dona da Ferrari) vender a própria Fiat do que vender a Ferrari. E se a equipe italiana só é o que é pelo seu currículo na Fórmula 1 (diferente das outras montadoras, seus carros de rua necessitam mesmo das práticas das pistas), a recíproca é verdadeira. Quando saiu a F40, em 1987, o que o mundo especializado falou? Que era um F1 vestido com roupagem de esportivo de rua, assim como já tinham feito na década de 60 ao descreverem a 250GTO, o outro monstro sagrado da história da marca. Quanto a F1, vejo esta marca associada a tudo, sempre que se precisa citar o que de melhor pode ser feito, em qualquer área que seja: o Rally Paris-Dakar é a "Fórmula 1 das areias", a Seleção Brasileira é a "Fórmula 1 dos gramados"...
Então eu não vejo nenhuma outra possibilidade senão apenas estas duas: ou eu assisto a Fórmula 1 como a primeira garotinha que me viu como Jesus, ou continuo assistindo como a segunda que se assustou ao ver o tão mal afamado barbudo de quem seu pai tanto lhe falara. Tudo bem, existe uma terceira opção, que seria deixar de assistir a Fórmula 1, mas não creio que eu consiga ser tão radical. Recentemente, a Scudheria promoveu uma exposição de fotos do Senna, e enquanto eu pregava uns cartazes de divulgação, uma mulher de uns 40 anos chegou até mim e me perguntou sobre a mostra. Expliquei que eram fotos raras do Senna, boas para as recordações de quem era fã do piloto e importantes para fãs das novas gerações. Aí depois que expliquei todos os detalhes, ela concluiu e se despediu: "legal, mas para mim a Fórmula 1 acabou com o acidente na Tamburello!". Na verdade, eu já começo a achar que foi ali, naquele fatídico acidente, que a Fórmula 1 renasceu para se transformar no que é hoje, não só em segurança, mas como um todo (e ainda deve ser um esboço do que deve vir pela frente). Só não sei se peço a benção dela ou se procuro um par de pernas para me proteger!
Jefferson Reinholds, Curitiba
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Amigos
Os donos dos circuitos de Hockenheim e Nürburgring topam a idéia de alternar os GPs da Alemanha a partir do ano que vem no calendário da F-1.
Mas e os proprietários do circuitos de Imola e Monza? Toparão alternar suas pistas para que a Itália tenha só um GP a partir de 2007? E por que não ocorre o mesmo com Magny-Cours e Mônaco? Por que realizar duas provas da F-1 em território francês?
Renato Monteiro, Curitiba
Simples, Renato: por causa de grana!
Abraços (EC)
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Na minha opinião, Montoya foi um incompreendido na F1, visto que seu 'jeito' não se adequou ao da categoria.
Sentirei sim sua falta sim.
João Eduardo, São Paulo
Já que na próxima semana temos o GP da Alemanha, no que eles chamam hoje em dia de Hockenheim, deixo esse vídeo do (quase intocado) Hockenheim de outros tempos:
http://www.youtube.com/watch?v=0sJNRKZpW4M&search=didier%20peroni
Queria muito achar um vídeo onboard desses do velho Interlagos...
Abraços,
José Everson
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