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| 13.11.08 |
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| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
| 18.12.08 |
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| 05.12.2008 |
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| Pergunte ao GPTotal |
| Julho |
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15.12.08 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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10.12.08 - Roberto Agresti |
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19.12.08 - Eduardo Correa |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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17.12.08 - Ricardo Divila |
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01.12.08 - Ernesto Rodrigues |
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| » » Ronnie Peterson |
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| Ronnie Peterson (parte 2 de 3) |
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1971-por um centésimo de segundo
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| O March 712 de Peterson na F2, em 1971. |
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Peterson estreou na F 1 com um March, em 1970. Mas foi em 1971 que ele se consagrou. Foi o vice-campeão da temporada, mesmo sem vencer nenhum GP – faltou 1 centésimo de segundo, na época a menor medida tomada pelas cronometragens, para derrotar Peter Gethin no GP da Itália. E conquistou ainda o título europeu de Fórmula 2, na época um campeonato de altíssimo nível técnico.
Foi nesse mesmo ano que Peterson ganhou uma legião de fãs na América do Sul. No final da temporada, os principais pilotos da F 2 (muitos dos quais, como Emerson Fittipaldi e o próprio Peterson, corriam também na F 1) participaram de uma temporada sul-americana da categoria, com três corridas em Interlagos, uma em Tarumã (RS) e outra em Cordoba, na Argentina.
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| Acidente com um F 2 em Mallory Park, em 1971. No final do ano, seria campeão europeu da categoria e vice da F 1. |
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Logo de cara, as derrapagens controladas de Peterson empolgaram o público que compareceu às corridas de Interlagos. Para completar o quadro, Peterson disputou duramente as vitórias com Emerson. Em uma das corridas, o sueco parou no meio da pista com uma pane qualquer, deixando o caminho livre para a vitória de Emerson. O encanto do público era tão grande que Peterson foi sonoramente aplaudido quando passou a pé em frente às arquibancadas, enquanto voltava para o box. “Eu fiquei realmente comovido”, diria depois.
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| Peterson no GP de Mônaco de 1970, onde estreou na F 1 com um 7º lugar. |
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Fora da pista, uma situação bizarra marcou a primeira viagem de Peterson ao Brasil. Na época, era praxe nos hotéis brasileiros exigir certidão de casamento para permitir que um casal ficasse no mesmo quarto - o hotel ou pensão que não fizesse isso ficaria marcado como sendo de “alta rotatividade”. Tal documento, evidentemente, era simplesmente desconhecido na Suécia, já na época um dos países mais liberais do mundo em termos de comportamento sexual. Peterson precisou fazer um escândalo para que sua esposa, Barbro, dormisse no mesmo quarto que ele.
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| Peterson no GP da Itália de 1971, onde perdeu a vitória por 0s010. Nesse ano, foi campeão europeu de F2 e vice de F1. |
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72 a 75-Tempos de glória
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| Não era só na F 1 que Peterson mostrava sua habilidade. Em 1972, ele foi um dos pilotos da Ferrari no Mundial de Marcas. Aqui, ao volante da 312PB nos 1000 Km de Brands Hatch. |
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Em 1972, a March teve um ano muito ruim na F 1. Peterson saciou sua sede de vitórias na Fórmula 2 (onde seus resultados não contavam pontos porque Peterson já era piloto graduado) e no Mundial de Marcas (esporte-protótipo), onde corria pela Ferrari. Neste último, venceu duas corridas (1000 Km de Buenos Aires e 1000 Km de Nurburgring, ambas em dupla com o australiano Tim Schenken) e ainda conseguiu quatro segundos lugares e um terceiro.
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| Peterson no GP da Alemanha de 1972. |
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Em 1973, Peterson passou a defender a Lotus ao lado de Emerson Fittipaldi, de quem se tornara grande amigo. A primeira vitória aconteceu em Paul Ricard, no GP da França, mas poderia ter acontecido uma corrida antes. No GP da Suécia, que era disputado pela primeira vez, Peterson fez a pole position e liderou 78 das 80 voltas da corrida. Perdeu para Denis Hulme por causa de um pneu furado e, mesmo desconsolado, ainda teve ânimo para sorrir no pódio e saudar o companheiro vitorioso. No final do ano, terminaria em 3º lugar na pontuação.
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| Peterson à frente de Emerson e Stewart no GP da Suécia de 1973. Perdeu a corrida na penúltima volta por causa de um pneu furado. |
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No ano seguinte, Peterson conseguiu três vitórias e terminou o campeonato em 5º lugar. Mas no final do ano seu relacionamento com a Lotus entrou em crise. No início de 1975, o clima era tão ruim que Peterson não escondeu de ninguém sua disposição de mudar de equipe tão logo fosse possível. Nos dias que antecederam o GP do Brasil, negociou abertamente uma transferência para a Shadow, que tinha o carro-sensação do começo da temporada. Dois dias antes dos treinos, às vistas de todos, Peterson chegou aos boxes de Interlagos, sentou-se no cockpit do Shadow e começou a ajustar banco e pedais para suas dimensões. Negociava-se uma troca: Peterson iria para a Shadow no lugar de Tom Pryce, que substituiria o sueco na Lotus. Após longas conversas, Colin Chapman decidiu não liberar Peterson, que acabou ficando na equipe até o final do ano. Seria uma temporada para esquecer: apenas 6 pontos marcados com o velho Lotus 72, que deixara de ser competitivo.
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| Em 1975, um ano para esquecer. |
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Veja a última parte do especial "Ronnie Peterson"
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