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>NÚMEROS, NÚMEROS, NÚMEROS

Senna em sua primeira vitória, em Portugal, 1985.
11 - Junto com o 12, pertenceu durante algum tempo à Ferrari. Em 1980, passou para a Lotus, que ficou com o par 11-12 até sua última temporada, em 1994.

12 - Mais um número bastante ligado a Ayrton Senna, que correu com ele em 1985 (ano de sua primeira vitória) e 1988 (primeiro título mundial). Também foi usado por Gilles Villeneuve em 1979, quando o canadense foi vice-campeão mundial.

13 - Superstição também entra na numeração dos carros de F 1. Só foi usado por dois pilotos: o mexicano Moisés Solana (no GP do México de 1963) e pela inglesa Divina Galica, que não se classificou para largar no GP da Inglaterra de 1976.

A inglesa Divina Galica em seu Surtees com número 13.
14 - Foi com ele que Emerson Fittipaldi conseguiu o histórico 2º lugar no GP do Brasil de 1978 (melhor resultado da equipe Fittipaldi). Também foi usado por Rubens Barrichello em suas primeiras três temporadas de F 1.

15 e 16 - Foram os números que a Renault usou enquanto teve equipe própria na F 1, entre 1977 e 1985. A curiosidade é que, devido à semelhança dos algarismos 5 e 6, a equipe resolveu diferencia-los, pintando sempre o 15 em vermelho e o 16 em azul claro. Em duas ocasiões, a Renault inscreveu um terceiro carro, igualmente com número em cor diferente: GPs de Portugal de 1984 (Philippe Streiff, com número 33 em verde fosforescente) e Alemanha de 1985 (François Hesnault, com o 14 em branco).

20 - Hoje, fica com a equipe 10ª colocada no Mundial de Construtores. Mas com ele, a equipe Wolf ganhou seu GP de estréia (Argentina de 1977, com Jody Scheckter) e Nelson Piquet faturou o GP da Austrália de 1990 (500ª corrida da história da F 1). Em compensação, também era o número da equipe Fittipaldi em sua última temporada (1982).

Emerson com o 24 nos EUA em 1970.
24 - A família Fittipaldi tem profunda ligação com ele. Mas calma, não é nada do que você está pensando... É que Emerson venceu seu primeiro GP (Estados Unidos de 1970, ainda quando a numeração mudava a cada corrida) com esse número. “Espero que os brasileiros não façam muitas piadas sobre isso”, brincou na época. Em 1992, seu sobrinho Christian Fittipaldi não quis correr riscos: ao estrear na F 1 pela Minardi, que detinha os números 23 e 24, pediu para a equipe quebrar a tradição e inscrever o primeiro piloto (Gianni Morbidelli) com o número mais alto - que não tinha conotações jocosas na Itália.

26 - Segundo colocado em tempo de uso por uma mesma equipe (Ligier, entre 1976 e 1995; como a Tyrrell, só deixou de usá-lo por causa das mudanças nas regras a partir de 1996). E recordista de uso por um mesmo piloto (Jacques Laffite, que correu na Ligier de 1976 a 1982 e de 1985 a 1986).

Villeneuve transformou o 27 em número lendário.
27 - Passou para a história como símbolo de Gilles Villeneuve, ainda que o canadense só o tenha usado em uma temporada completa (1981). Depois de Gilles, passou a ser o número que caracteriza pilotos arrojados. Foi usado por Senna em 1990 e por Jean Alesi entre 1991 e 1995.

29 - Com exceção do 13, é o número mais baixo que nunca venceu um GP.

32 - O número mais alto usado por um brasileiro em uma vitória (Emerson Fittipaldi, GP da Bélgica de 1972).

29, o número mais baixo a nunca vencer na F 1. Aqui, Patrese em 1979.
40 e 41 - Merecem menção pelo que não aconteceu. Em 1994, quando a equipe Forti Corse estava se preparando para estrear na F 1 (o que aconteceu no ano seguinte), alguém da equipe teria pensado em pedir à FIA para usar nos carros os números 40 e 41. Motivo: em inglês, "40" e "forty", uma pronúncia praticamente idêntica à do nome da equipe. Mas a idéia não vingou: na curta permanência da Forti na F 1 (uma temporada e meia), os carros correram com os números 21 e 22.

63 - É o número mais baixo que nunca foi usado por nenhum piloto na F 1.

66 - Atribuído a Nelson Piquet em sua estréia pela equipe Brabham, que inscreveu um terceiro carro no GP do Canadá de 1978. Os pilotos titulares daquela temporada, Niki Lauda e John Watson, corriam com o 1 e o 2.

Ascari vencendo na Alemanha em 1952 com o 101.
101 - Número mais alto a vencer um GP (Alberto Ascari, GP da Alemanha de 1952). Nessa corrida, todos os pilotos usaram números acima de 100.

136 - O obscuro alemão Rudolf Krause tem lugar garantido na história da F 1 por ter disputado o GP da Alemanha de 1952 com esse número, o mais alto a largar em um GP.

Lella Lombardi e o número mais alto da história da F 1.
208 - A italiana Lella Lombardi, única mulher que conseguiu pontuar na F 1, tem outra primazia: a de ter se apresentado no GP da Inglaterra de 1974 com o número mais alto da história da F 1. Lella, porém, não se classificou para a largada.





>PERGUNTA SEM RESPOSTA


>- Luiz Alberto Pandini

No final de 1992, quando Nigel Mansell anunciou que não disputaria a temporada seguinte, a FIA decidiu criar uma nova regra: se o campeão mundial reinante não estivesse entre os inscritos, o número 1 não poderia ser usado por mais ninguém. A nova regra já entraria em vigor em 1993, com a Williams (campeã de construtores) recebendo os números 0 e 2, que foram dados respectivamente a Damon Hill e Alain Prost.

Prost conquistou o título de 1993 e parou de pilotar no final do ano. Em 1994, a Williams teria que usar mais uma vez os números 0 (que continuou com Hill) e 2, dado a Ayrton Senna (e também a seus substitutos: David Coulthard e, em algumas corridas, Mansell).

Mas entre fevereiro e março de 1994, antes da primeira corrida, ficou no ar o boato de que Prost poderia rever sua aposentadoria e disputar a temporada pela McLaren. Quem - como eu - preparava guias da temporada e revistas-programa do GP do Brasil ficou em polvorosa: os prazos de fechamento se aproximavam e, se não houvesse definição, as publicações poderiam sair com informações erradas ou desatualizadas. Além da importância da possível volta de Prost, havia um detalhe: ninguém sabia exatamente como ficaria a numeração das equipes caso o francês realmente voltasse a correr.

Foram aventadas três hipóteses. Na considerada menos provável, Prost usaria o número 8, destinado ao carro vago da McLaren (o 7 já estava inscrito para Mika Hakkinen). As outras duas levavam em consideração que o francês exerceria seu direito de usar o 1 - mas ninguém sabia se a Williams continuaria com o 0 e 2, com Hakkinen usando o 7, ou se a McLaren usaria o 1-2 e deixaria o 7-8 para a Williams. Uma eventual mudança de números certamente renderia discussões infindáveis, pois a Williams já havia distribuído fotos promocionais e publicitárias com os carros 0 e 2. A FIA não chegou a se pronunciar sobre o assunto - e nem precisou: no fim, Prost não correu e a McLaren fechou com Martin Brundle. (LAP)

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