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Vitória de Piquet. A última?
Por Luiz Alberto Pandini



Nelson Piquet ao volante do Aston Martin, na segunda metade da Mil Milhas 2006. Foto: André Santos/Local da Comunicação. - (clique para ampliar)
Nelson Piquet pode estar parando definitivamente de correr. A impressão, generalizada, ficou ainda mais forte depois da Mil Milhas 2006, que acompanhei no sábado passado em Interlagos.

Passado o período de recuperação do de Indianapolis, em 1992, Piquet passou a repetir um bordão: "Minha carreira como piloto profissional acabou". Entre 1993 e 2000, porém, Piquet participou de várias corridas e venceu algumas, a ponto de ninguém poder chamá-lo de "aposentado". No entanto, Piquet sumiu dos cockpits depois da Mil Milhas de 2001, em que sequer chegou a pilotar - seu carro quebrou antes que ele assumisse o volante.

O grid de largada da Mil Milhas, visto a partir da Ferrari de Tiago Marques/Tarso Marques/Paulo de Tarso. Foto: Michel Toni Rost. - (clique para ampliar)
Sábado passado, durante a Mil Milhas 2006, ele estava de volta para dividir a condução do Aston Martin DB9R com Nelsinho Piquet, Hélio Castroneves e Christophe Bouchut. Mas não escondeu de ninguém: pilotar não o empolga mais.





A largada da Mil Milhas aconteceu ao meio-dia. Não chegava a ser uma novidade, já que Mil Milhas com largada de dia e chegada de noite foram realizadas entre 1992 e 1999. Durante as primeiras voltas, a disputa pelos primeiros lugares ficou com o protótipo ZF 01, de Paulo Bonifácio/Vitor Meira/Felipe Giaffone, o Corvette de Paulo Gomes/Alencar Júnior/Mike Hezemans/Clemente Lunardi, o Aston Martin e o Mercedes-Benz de Tony Kanaan/Pedro Lamy/Raul Boesel/Giuliano Losacco. As Ferrari de Tiago Marques/Tarso Marques/Paulo de Tarso e Philip Peter/Luca Drudi/Marco Cioci Paulo também participaram da briga, mas saíram logo nas primeiras voltas por problemas diversos.

Largada da Mil Milhas, com o protótipo ZF saindo na frente. Foto: Miguel Costa Jr. - (clique para ampliar)
O ZF 01 manteve o favoritismo até abandonar por vazamento de óleo após cerca de 90 minutos de corrida. Durante algum tempo, o Corvette e o Aston Martin se revezaram na liderança, até que o carro inglês consolidou uma vantagem mais confortável.

Piquet dirigiu somente um turno durante a corrida, já no final da tarde - a chegada, se não chovesse forte nem houvesse uma bandeira amarela, aconteceria por volta das 22h30, como realmente acabou ocorrendo. Sem correr há muito tempo, o tricampeão sentiu os efeitos da inatividade prolongada. Encerrou seu turno 13 voltas antes do previsto, cedendo o cockpit para Christophe Bouchut. Enquanto esteve na pista, mostrou que a habilidade natural permanece intacta. Manteve um ritmo seguro mas, quando o Mercedes ameaçou apertar, reagiu à altura e fez algumas voltas tão rápidas quanto as dos concorrentes.

A melhor disputa das primeiras voltas: Paulo Gomes no Corvette e Christophe Bouchut no Aston Martin. Foto: André Santos/Local da Comunicação. - (clique para ampliar)
Ao sair do Aston Martin DB9R, Piquet foi para o fundo do box, sem entrar no reservado da equipe Cirtek, e enfiou os pés em um balde de água. Um integrante da equipe pediu à multidão de fotógrafos, jornalistas e curiosos que se afastasse para deixar Piquet se recuperar. Me mantive por perto e, minutos depois, o box estava milagrosamente vazio. Faltavam cerca de duas horas e meia para o final da corrida. Fui conversar com Piquet, que segurava uma garrafa de água nas mãos e ora bebia o líquido, ora jogava-o sobre a cabeça para aplacar o calor.

- O que houve nos pés?

- Câimbra. Não deu para continuar.

- Tem gente aí fora [do box] dizendo que você confirmou que vai correr na Fórmula Truck...

Nelsinho Piquet aguarda o momento de entrar na pista. Foto: Michel Toni Rost. - (clique para ampliar)
- (irônico) Não confirmei porra nenhuma!...

- Então vamos falar de Mil Milhas. Que tal o Aston Martin? Dá para comparar com algum outro carro que você tenha guiado? O McLaren F1 GTR, talvez?...

- Olha, achei uma merda... O McLaren ainda era legal, você sentava no meio e tinha visibilidade para a frente e para os dois lados. Neste não: você se senta na posição normal, à esquerda, e a coluna dianteira tira boa parte da visão.

- A carreira do Nelsinho já é realidade. Vem mais algum Piquet nas pistas?

O Porsche 911 GT3 RS de Marcel Visconde/Otávio Mesquita/Omilton Visconde/Beto Posses. Foto: Michel Toni Rost. - (clique para ampliar)
- Sim, o Pedro Estácio. Vai andar de kart neste ano.

- E você?

- Não, não tenho mais tesão nenhum para pilotar. Terceirizei tudo: academia, pilotagem... Só não terceirizei transar! Falando sério, não tenho mais preparo físico para correr, nem quero ter. Vai ser legal ganhar aqui, mas correr não me dá mais prazer nenhum.

- Pelo jeito, não adianta os caras da GP Masters te procurarem e encher teu saco para correr lá...

- Você está brincando! Aquilo lá é categoria para duro...

Max Wilson no cockpit do Porsche 911 GT2 com motor turbo. Foto: Michel Toni Rost. - (clique para ampliar)
- Como assim?

- Pode reparar: quase todo mundo que está correndo na GP Masters tem problemas de [falta de] dinheiro. Não vou correr lá, não...

Mais tarde, depois do pódio, Piquet falou aos jornalistas: "Essa foi uma grande oportunidade de correr ao lado do meu filho. Foi por isso que vim para a Mil Milhas e o que mais valeu foi ter vencido com ele. Tudo foi sensacional, mas ganhar é ganhar. Foi maravilhoso!".

Piquet não é do tipo que vai reunir a imprensa para anunciar sua retirada das pistas. Mas os sinais são muito evidentes: a Mil Milhas 2006 pode ser sido a última corrida e a última vitória da carreira de Nelson Piquet.

Panda conversando com Piquet. Foto: Michel Toni Rost. - (clique para ampliar)




Se durante a corrida o Aston Martin DB9R número 1 funcionou perfeitamente, antes dela a equipe Cirtek precisou enfrentar uma série de imprevistos. O carro chegou ao Brasil com um motor com quilometragem prestes a vencer. Um motor novo ficou retido na alfândega até quarta-feira à noite. Nesse dia, o primeiro de treinos classificatórios, o carro não foi para a pista. Na quinta, ainda com o motor "velho", andou somente o necessário para marcar tempo - ficou em quinto lugar no grid. A sexta-feira, dia sem treinos, foi aproveitada para a instalação do motor de corrida.

O ambiente da equipe Cirtek chamava a atenção pelo despojamento. Praticamente todas as demais equipes providenciaram painéis e pisos para decorar os boxes. Na Cirtek, havia apenas o estritamente necessário para fazer o carro andar. Qualquer pessoa podia entrar na saleta no fundo do box sem ser interpelada sequer com um "Pois não?".

A Ferrari de Giannoccaro/Pierguidi/Vilander e o Porsche de Ricardo Maurício/Hoover Orsi/Felipe Maluhy. Duas marcas lendárias. Foto: André Santos/Local da Comunicação. - (clique para ampliar)
Velhos amigos de Piquet circulavam por ali: Alex Dias Ribeiro, Ronald Rossi (construtor do chassi Polar com o qual Piquet foi campeão da Fórmula Super-Vê em 1976), Adilson Ayres (mecânico que trabalhou com Piquet na Super-Vê e na Fórmula 3, e também nas corridas que Piquet fez no Brasil na fase pós-Fórmula 1), Chico Rosa (atual administrador do autódromo de Interlagos), Toninho de Souza (organizador de corridas e atualmente responsável pela área de marketing da CBA), Antônio Ferreirinha (preparador e construtor de carros de corrida).

Conversei longamente com Christophe Bouchut, francês gente boa e que guia uma barbaridade, e com Hélio Castroneves, com quem me encontrei pela última vez nos idos de 1995. Bouchut, vencedor de algumas das mais importantes corridas de endurance do mundo (incluindo três clássicas "24 horas", as de Le Mans, Daytona e Spa-Francorchamps), esteve no Brasil em 1996 para disputar as provas extracampeonato do BPR GT em Curitiba e Brasília, mas nunca havia ouvido falar na Mil Milhas. Conheceu-a melhor folheando o livro comemorativo do 50º aniversário da prova. "Gostei muito daqui e quero voltar no ano que vem", afirmou.

O quarteto vencedor: Hélio Castroneves, Nelson Piquet, Nelsinho Piquet e Christophe Bouchut. foto: André Santos/Local da Comunicação. - (clique para ampliar)
Já Hélio estava fazendo a primeira corrida longa de sua vida. "Tudo aqui é novidade para mim: o carro, o tipo de corrida... Mas estou gostando bastante, até porque nosso carro está na liderança!". Foi ele quem terminou a prova, mas para isso precisou pedir a um de seus amigos que arranjasse às pressas, menos de três horas antes do final da corrida, uma viseira clara para seu capacete Bell. Seu capacete tinha apenas uma viseira escura, evidentemente inadequada para quem ia guiar entre as nove e as dez e meia da noite. Depois de conseguir a viseira, Hélio assumiu o volante e conduziu o Aston Martin até a bandeirada.





Uma das novidades de 2006 foi a mudança no nome da prova: "Mil Milhas Brasil". Alteração sutil, que facilita a "venda" da prova como evento internacional (a partir de 2007, ela será válida pelo campeonato mundial FIA GT) e garante a continuidade histórica da "Mil Milhas Brasileiras", criada por Wilson Fittipaldi e Eloy Gogliano e disputada pela primeira vez em 1956.





RESULTADO FINAL - Mil Milhas Brasil - Interlagos - 21 de janeiro de 2006

O Mercedes-Benz CLK DTM de Kanaan/Lamy
Boesel/Losacco a caminho do segundo lugar. Foto: André Santos/Local da Comunicação. - (clique para ampliar)
1) 1-Nelson Piquet (BRA)/Nelsinho Piquet (BRA)/Christophe Bouchut (FRA)/Hélio Castro Neves (BRA), Aston Martin DB9R/equipe Cirtek/categoria GTP1, 374 voltas em 10h36:38.659, média de 151,880 km/h

2) 25-Tony Kanaan (BRA)/Pedro Lamy (POR)/Giuliano Losacco (BRA)/Raul Boesel (BRA), Mercedes-Benz CLK DTM/Capuava Racing Team/GTP1, a 5 voltas

3) 5-Antonio Hermann (BRA)/Didier Theys (BEL)/Jean-Marc Gounon (FRA), Saleen SR-7/Konrad Motorsport/GTP1, a 10 voltas

4) 36-Giambasttista Giannoccaro (ITA)/Alessandro Pierguidi (ITA)/Toni Vilander (FIN), Ferrari 360 Modena/Scuderia Playteam/GT2), a 20 voltas

5) 70-Hoover Orsi (BRA)/Felipe Maluhy (BRA)/Ricardo Maurício (BRA), Porsche 911 GT3 RS/Baluarte Racing/GT2, a 25 voltas

6) 4-Robert Lechner (AUT)/Tom Weickardt (EUA)/Franz Konrad (AUT), Saleen S7R-R/Konrad Motorsport/GTP1, a 26 voltas

7) 12-Paulo Gomes (BRA)/Mike Hezemans (HOL)/Alencar Júnior (BRA)/Clemente Lunardi (BRA), Chevrolet Corvette C5R/GLPK Carsport/GTP1), a 33 voltas

8) 55-Otávio Mesquita (BRA)/Marcel Visconde (BRA)/Omilton Visconde Jr. (BRA)/Beto Posses (BRA), Porsche 911 GT3 RS/Stuttgart Sportcar/GT2, a 44 voltas

9) 3-Rafael Derani (BRA)/Walter Derani (BRA)/Cesar Urnhani (BRA)/Renato Cattalini (BRA), Porsche 911 GT3 RS/CRT/GT2, a 46 voltas

10) 11-Thiago Marques (BRA)/Tarso Marques (BRA)/Paulo de Tarso (Ferrari 575 Maranello GTC/Giesse Squadra Corse/GTP1), a 46 voltas

11) 33-Lucas Molo (BRA)/Maurício Neves (BRA)/Nelson Siva Jr. (BRA), Ferrari 550/Tekprom/GTP1, a 51 voltas

12) 22-Uberto Molo (BRA)/Claudio Capparelli (BRA)/Istvan Minach (BRA), Alfa Romeo 156/Tekprom/STC, a 65 voltas

13) 73-Fernanda Parra (BRA)/Fernando Parra (BRA), Chevrolet Omega V8/Katalogo/STC, a 70 voltas

14) 63-Sérgio Ribas (BRA)/Peter Wiliam (BRA), Aldee Spyder/Spyder Racing/P2, a 78 voltas

15) 56-Max Wilson (BRA)/Nonô Figueiredo (BRA)/Marcel Visconde (BRA), Porsche 911 GT2/Stuttgart Sportcar/GT2, a 83 voltas

16) 30-Rogério Castro (BRA)/Luiz Celso Freitas (BRA), Aldee Spyder/HT Guerra/P2, a 85 voltas

17) 23-Carlos Tigueis Batista (BRA)/Ana Melo (BRA)/Bel Melo (BRA)/Leandro Mussio (BRA), Chevrolet Omega/Tigueis Super Stock/STC, a 145 voltas

18) 72-Silvio Coelho (BRA)/Cesar Visconti (BRA)/Matheus Maccari Neto (BRA), Aldee Spyder/HT Guerra/P2, a 165 voltas

19) 38-Robson Duarte (BRA)/Anailson Rui (BRA)/Elton Dalcomo (BRA)/Leandro Brandão Costa (BRA), Chevrolet Vectra/Daytona Performance/STC, a 172 voltas

20) 7-Thiago Beilstrein (BRA)/Roberto Martinez (BRA)/Almir Donato (BRA), Aldee Spyder/HT Guerra/P2, a 223 voltas

21) 51-Ricardo Dilser (BRA)/Fernando Rebelato (BRA)/Carlos Prado (BRA), Aldee Sypder/Spyder Racing/P2, a 233 voltas

22) 42-Fábio Sotto Mayor (BRA)/Henry Visconde (BRA)/Luiz Roberto Coutinho Nogueira (BRA)/Ronaldo Sampaio Ferreira (BRA), BMW M3/Eurobike Motorsport/STC, a 248 voltas

23) 44-Cássio Paoletti (BRA)/Carlos Carvalho (BRA)/Rodrigo Garcia (BRA)/Roberto Amaral (BRA), Chevrolet Omega/Coruja Competições/STC, a 261 voltas

24) 19-Francisco Longo (BRA)/Daniel Serra (BRA)/João Adibe BRA), Maserati Trofeo Light/Maserati Competições/GT2, a 273 voltas

25) 21-Paulo Bonifácio (BRA)/Vitor Meira (BRA)/Felipe Giaffone (BRA), ZF 01/Scuderia 111/GTP1, a 317 voltas

26) 10-Philipp Peter (AUT)/Luca Drudi (ITA)/Marco Cioci (ITA), Ferrari 575/Giesse Squadra Corse/GTP1, a 317 voltas

27) 49-Paulo Salustiano (BRA)/José Borges (BRA)/Marcos Medeiros (BRA), Aldee Spyder Turbo/Top Speed/P2, a 348 voltas

28) 77-Aloysio Andrade Filho (BRA)/Ciro Aliperti (BRA), MCR GT1/Nascar-Rebial/ GT1, a 356 voltas

Desclassificado: 58-Daywis Teixeira (BRA)/Luiz Vicente "Puck" Galafassi (Aldee Spyder/Serata Motorsport/P2, a 162 voltas

Não largaram:

2-Eduardo Souza Ramos (BRA)/Totó Porto (BRA)/Ingo Hoffmann (BRA), Mitsubishi Lancer/Old Boys Racing Team/STC

25-Tony Kanaan (BRA)/Pedro Lamy (POR)/Raul Boesel (BRA)/Alcides Diniz (BRA), Lister Storm/Capuava Racing Team/GTP1

27-Tony Kanaan (BRA)/Pedro Lamy (POR)/Raul Boesel (BRA)/Alcides Diniz (BRA), Aston Martin DB9R/Capuava Racing Team/GTP1

32-Paulo Machado (BRA)/Edson Machado (BRA), MV/Horus/P2

Volta mais rápida: 21-Paulo Bonifácio (BRA)/Vitor Meira (BRA)/Felipe Giaffone (BRA), ZF 01/Scuderia 111/GTP1, 1:33.558, média de 165,805 km/h

Pole position: 21-Paulo Bonifácio (BRA)/Vitor Meira (BRA)/Felipe Giaffone (BRA), ZF 01/Scuderia 111/GTP1, 1:30.247, média de 171,888 km/h

Categorias: GTP1 (Gran Turismo Protótipos 1): carros FIA GT1, DTM (campeonato alemão de Turismo), JGTC (GT japonês), protótipos nacionais e protótipos Daytona, com motores entre 3.000 cm³ e 6.000 cm³.

GT2 (Gran Turismo 2): carros FIA GT2, Porsche 911 GT3 Cup e Maserati Trofeo, até 4.000 cm³.

P2 (Protótipos 2):protótipos nacionais com motor até 3.000 cm³.

STC (Silhouette e Touring Car): carros tubulares com bolha, como os Stock Car brasileiros, além de carros de Turismo que qualquer procedência com motor até 6.000 cm³.

(LAP)
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