Villeneuve e Schumacher
divididem a primeira fila, mas o alemão fica para trás e
o canadense venceu fácil. Só perdeu a liderança para
Berger ao parar para trocar pneus. Panis, na Prost, surpreende e termina
em 3º lugar. (LAP) .
.
98 - McLaren domina
Interlagos,
29.3.98
1)
Mika Hakkinen,
McLaren
2)
David Coulthard, McLaren
3)
Michael Schumacher,
Ferrari
Domínio total da
McLaren, que já havia feito dobradinha na corrida anterior. Hakkinen
e Coulthard vencem com facilidade, sem serem ameaçados. Schumacher
é o melhor dos "outros" e termina em 3º. (LAP) .
.
99 - Barrichello lidera, Hakkinen vence
Interlagos,
11.4.99
1)
Mika Hakkinen,
McLaren
2)
Michael Schumacher, Ferrari
3)
Heinz-Harald
Frentzen, Jordan
Hakkinen sai na frente,
mas na terceira volta o câmbio eletrônico falha e Barrichello
assume a liderança. Schumacher assume brevemente a liderança
quando o brasileiro pára para reabastecer, mas depois Hakkinen
assume a liderança e vence. Barrichello abandonou com o motor quebrado
quando estava em 3º. (LAP) .
.
00 - Schumacher vence
Interlagos,
26.3.00
1)
Michael Schumacher,
Ferrari
2)
Giancarlo Fisichella, Benetton
3)
Heinz-Harald
Frentzen, Jordan
Barrichello era a grande
atração por estar correndo pela primeira vez com uma Ferrari
no GP do Brasil. Estava em 3º lugar, mas seu carro quebrou. Schumacher
teve problemas, mas venceu assim mesmo. Coulthard, 2º colocado, foi
desclassificado por irregularidades na asa dianteira. (LAP) .
Confira o vídeo:
.
01 - Coulthard vence, Montoya brilha
Interlagos,
1.4.01
1)
David Coulthard,
McLaren
2)
Michael Schumacher, Ferrari
3)
Nick Heidfeld,
Sauber
Em uma corrida tumultuada
por chuva e incidentes, Juan Pablo Montoya ultrapassa Schumacher de maneira
ousada e lidera até ser atingido pelo retardatário Jos Verstappen.
Schumacher tem problemas e Coulthard vence sem dificuldades. Para Barrichello,
um final de semana para esquecer, encerrado com uma batida na traseira
de Ralf Schumacher. (LAP) .
Confira o vídeo:
02 – O grande blefe de Schumacher
Interlagos
31.03.02
1)
Michael Schumacher, Ferrari
2)
Ralf Schumacher, Williams
3)
David Coulthard, McLaren
Assustada com o desempenho das Williams
na Malásia, a Ferrari resolve trazer para o Brasil seu carro
novo e fez a Bridgestone trabalhar dobrado para preparar pneus capazes
de resistir à moagem do asfalto quente e áspero de Interlagos.
E, toque de mestre, nos dias anteriores
à prova, deixou claro que montaria uma estratégia de duas
paradas ao longo da prova. A Williams caiu direitinho, como admitiu
Patrick Head. Sabendo que Ralf tem uma dificuldade natural para lutar
contra o irmão, deteve seu ritmo quando era 2º colocado,
considerando que a vitória viria naturalmente com a tal parada
extra.
Quando a Williams percebeu o blefe,
já era tarde ainda que muita gente suspeite que Ralf poderia
ter feito mais. E, claro, Montoya deu uma enorme ajuda à estratégia
da Ferrari, ficando para trás na largada e depois batendo tolamente
na traseira de Schumacher ainda na primeira volta.
Rubinho, com o carro de 2001, teve
mais um final de semana triste. Largou em 8º com o carro bem leve
– o que reforçou a impressão de que o companheiro
pararia duas vezes - e foi ganhando posições até
chegar à liderança. Naturalmente a perderia para Schumacher
mas era candidato forte ao 2º lugar na corrida quando teve uma
pane no sistema hidráulico do seu carro.
Em dez GP dos Brasil, Rubinho
só conseguiu terminar a corrida uma vez. (EC)
03 - Todas as confusões do mundo
Interlagos
06.04.03
1)
G. Fisichella, Jordan
2)
K. Raikonnen, McLaren
3)
F. Alonso, Renault
Tinha de ser aqui! O único
GP da história a ter o seu final mudado dias depois do encerramento
da prova, com a vitória passando das mãos de Kimi Raikonnen
para as de Giancarlo Fisichella. E esta foi apenas uma das muitas confusões
que marcaram o GP do Brasil de 2003, em Interlagos.
A largada é dada sob chuva,
com safety car. Depois, a chuva aperta e trechos da pista são
invadidos pela água, como é o caso da Curva 3, antiga
Curva do Sol. É lá que Michael Schumacher perde o controle
do seu Ferrari e bate.
A partir do meio da corrida, Rubinho
assume a ponta e começa a abrir. Ainda que tivesse de fazer mais
um pit stop, suas chances de vitória eram enormes. Mas um erro
de cálculo grosseiro da Ferrari e problemas com a telemetria
fazem com que Rubinho pare com falta de gasolina.
Em meio a uma rodada de pit stops,
Mark Webber e Fernando Alonso batem seus carros na entrada da reta de
largada. A pista fica cheia de detritos e o diretor da prova acha por
bem encerra-la. Acredita-se que era Kimi quem liderava naquele momento
e ele recebe o troféu de vencedor. Depois, se comprova de forma
indiscutível que Giancarlo Fisichella estava na frente quando
foi determinado o encerramento da corrida e ele foi declarado vencedor
quatro ou cinco dias depois.
E para completar, o Jordan
de Fisichella pegou fogo nos boxes depois da corrida... (EC)