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| 13.11.08 |
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| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
| 18.12.08 |
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| 05.12.2008 |
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17.12.08 - Ricardo Divila |
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01.12.08 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 21.11.05 |
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| Gostei, não Gostei |
21.11.05 |
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| Tiago Vagaroso da Costa Monteiro: a melhor piada de português dos últimos tempos. |
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Seguindo o exercício já feito pelo Edu e seguido com entusiasmo pelos leitores do GPtotal, apresento minha lista de “melhores e piores” em 2005. Coloquei primeiro os acontecimentos referentes à Fórmula 1, deixando para o final uma lista de destaques ocorridos em outras categorias.
Como toda lista, esta é extremamente subjetiva e nem de longe espero esgotar o assunto ao apresentá-la. Portanto, fica claro que o objetivo desta lista é, no máximo, fornecer combustível para divertidas conversas de mesa de bar.
DO QUE GOSTEI EM 2005
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| O "Red Bulletin": jornalismo de primeira qualidade... feito por uma equipe de F 1. |
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1) A briga entre Fernando Alonso e Michael Schumacher em Imola. Ali, o espanhol mostrou suas credenciais para ser campeão do mundo.
2) A atuação de Kimi Raikkonen no GP do Japão.
3) A ultrapassagem de Michael Schumacher sobre Giancarlo Fisichella na primeira volta do GP do Brasil. Sabe-se lá por quê, a TV não reprisou.
4) Os informativos impressos “Red Bulletin”, distribuídos pela Red Bull. Jornalismo da melhor qualidade. Pena que atingem um público muito restrito.
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| Nosso colunista Ricardo Divila, novamente campeão no Japão no GT e na Fórmula Nippon. |
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5) A alegria genuína de Tiago Monteiro no pódio de Indianapolis.
6) Descobrir que o nome completo de Tiago Monteiro é “Tiago Vagaroso da Costa Monteiro”. Foi a melhor anedota de português que ouvi nos últimos anos.
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| Emerson em Kyalami, durante a GP Masters: a classe de sempre. |
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7) A roupa “Star Wars” dos mecânicos da Red Bull em Mônaco.
8) O circuito de Istambul, na Turquia.
9) A contratação de Gil de Ferran pela BAR.
10) GP dos Estados Unidos, em Indianapolis. Aqui, vou escancarar meu lado mórbido: deu prazer ver ao menos uma vez a Fórmula 1 se dar mal com sua própria arrogância e soberba.
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| Para quem queria ver o circo pegar fogo, este foi um momento memorável. |
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DO QUE NÃO GOSTEI EM 2005
1) Regulamento, item “motores”, motivo 1. Já ficou provado que os tais motores que devem durar duas corridas não são fator de redução de custo. As equipes vão continuar trocando quantos motores quebrados forem necessários. Segundo, porque o desenvolvimento desses motores exige considerável dispêndio de dinheiro. Terceiro, porque quem tem dinheiro vai usá-lo como a Renault, que estreou na China um motor que serviria apenas para aquela corrida.
2) Regulamento, item “motores”, motivo 2. É completamente injusto punir o piloto com a perda de dez posições no grid por quebra do motor. Essa regra privou os espectadores de assistirem a pelo menos três bons duelos entre Raikkonen e Alonso.
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| Thomas Erdos recebe a bandeirada em Le Mans: vitorioso na classe LMP2. |
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3) Regulamento, item “treinos classificatórios”, motivo 1. Entre 2003 e 2005, a FIA tentou quatro maneiras de tornar interessante o treino que define o grid. Em 2006, vai tentar de novo. Em vez de serem humildes e voltarem ao formato consagrado que vigorava até 2002, tentam reinventar a roda.
4) Regulamento, item “parque fechado”, motivo 1. Essa história de deixar os carros em parque fechado entre os treinos classificatórios e a corrida já virou hipocrisia. Não é incomum as equipes fazerem ajustes e trocas de peças.
5) Regulamento, item “parque fechado”, motivo 2. A proibição de reabastecer os carros após o treino classificatório serve apenas para criar uma confusão geral entre os espectadores a respeito de quem vai largar com mais ou com menos combustível.
6) Regulamento, itens “treinos classificatórios”, “motores” e “parque fechado”. Graças à soma dos fatores citados acima, o público que paga por ingressos caros vê muito menos ação na pista do que poderia ver.
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| Lucas di Grassi testando o Renault em setembro. Em novembro, viria a vitória em Macau. |
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7) Regulamento, item “pontuação”. Boa parte da tranqüilidade de Alonso no segundo semestre deveu-se ao fato de que a atual pontuação enfatiza demais a regularidade. Por mim, voltaria o 10-6-4-3-2-1, ou seria adotado um novo sistema que respeitasse essa proporção.
8) Regulamento, item “pneus”. Proibir troca de pneus gastos em uma corrida de Fórmula 1 já é de um ridículo atroz. E fica pior ainda quando submete os pilotos ao risco de acidentes como o de Raikkonen em Nurburgring.
9) Regulamento, item “proibição de secar ou limpar a pista no local do grid”. Dá uma pequena noção do grau de paranóia a que os dirigentes chegaram.
10) Dirigentes da FIA e das equipes. É por causa deles que existem os nove itens anteriores.
DESTAQUES
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| O teste de Tony Kanaan na BAR-Honda: realização de um sonho. |
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1) A volta de Emerson Fittipaldi às pistas, correndo na GP Masters. Melhor ainda: mostrando, prestes a completar 59 anos e superando o trauma de um acidente grave, a mesma classe dos velhos tempos.
2) O título da equipe Nissan, comandada por nosso amigo e colunista Ricardo Divila, no Campeonato Japonês de GT.
3) O título de João Paulo de Oliveira no Campeonato Japonês de Fórmula 3.
4) A vitória de Thomas Erdos na categoria LMP2 na 24 Horas de Le Mans. Tudo bem, não foi uma vitória na classificação geral, mas foi a primeira vitória de um brasileiro na mais tradicional corrida de endurance do mundo.
5) Os testes Tony Kanaan e Lucas di Grassi na Fórmula 1. O primeiro testou o BAR-Honda, apenas para conhecer a categoria; o segundo andou no Renault, quem sabe com possibilidades de fazer mais testes em 2006. A reputação de Lucas certamente subiu ainda mais com a vitória no GP de Macau de Fórmula 3.
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| Nelsinho Piquet na A1GP. Vitórias históricas nas duas primeiras corridas da nova categoria. |
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6) A vitória de Nelsinho Piquet nas duas corridas de abertura da A1GP, em Brands Hatch. É verdade que a equipe francesa dominou as seis corridas seguintes, mas nem por isso deixaram de ser vitórias históricas.
Boa semana a todos,
(LAP)
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