 |
 |
|
| Friends |
| 17.08.2011 |
 |
|
 |
|
| Comente |
| 10.05.11 |
 |
|
 |
|
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
| 16.08.11 |
 |
|
 |
|
| Pergunte ao GPTotal |
| Julho |
 |
|
 |
|
|
|
 |
|
29.07.11 - Carlos Chiesa |
 |
|
 |
|
|
21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
 |
|
 |
|
|
|
|
|
 |
| » » » 18.05.09 |
 |
 |
Aumente o tamanho das letras:
12 |
16 |
20
|
|
|
 |
|
 |
| Simpatia é com ele mesmo! |
|
 |
 |
 |
Ele já aparece como o mais sério candidato ao título da temporada. Jenson Button, inglês, 29 anos, parecia uma daquelas promessas que chegou na Fórmula 1 de forma meteórica, mas que jamais se realizaria. Uma espécie de Jean Alesi britânico. Em 1997, se tornou o mais jovem campeão do Europeu Super A de Kart. Arrasou os concorrentes na F-Ford no ano seguinte e foi o melhor estreante do ano na F-3 Inglesa em 1999. Foi a senha para ganhar um cockpit na Williams, ganhando um “vestibulinho” com o brasileiro Bruno Junqueira (no cronômetro, bateu o brasileiro por um 12 centésimos de segundo).
A sua temporada de 2000 foi positiva para um novato inexperiente, chegando na zona de pontos por seis vezes. Mas Button só estava mesmo esquentando o assento para Juan Pablo Montoya e teve de buscar prosseguir sua carreira em outro canto. Pagou mico na transição da equipe Benetton, que virou Renault e só foi encontrar abrigo na equipe BAR.
 |
| À caminho de mais uma vitória |
|
 |
 |
 |
O ano de 2004 foi pródigo em resultados, mas Button se envolveu numa tremenda confusão nos bastidores: ele havia assinado com a Williams para 2005, louco para sentar num carro competitivo. Mas a BAR-Honda bateu os pés que seu contrato com o piloto ainda era válido e o caso foi parar na justiça, que deu ganho de causa à sua empregadora e postergando sua entrada na Williams em 2006. Quando viu que o barco ali estava afundando, Button comprou do próprio bolso sua rescisão de contrato (diz a lenda, eu ainda acho teve Yen na história) e permaneceu na Honda.
Se errou no passado, Button acertou em cheio desta vez ao recusar propostas de outras equipes e apostar na sobrevivência da turma de Brackley, confiante que teria um grande carro nas mãos. Brawn nascida, o que ele tem feito é justificar sua aposta pessoal com uma grande temporada até aqui.
Nestas quatro vitórias, já nos acostumamos a ver a alegria espontânea de seu pai. John e Jenson Button têm muitas coisas em comum: apreciam boas festas, são autênticos o tempo todo e colecionam amizades pelo paddock, ligações criadas unicamente por um jeito aberto e tranqüilo de ser. Se a dureza do mundo da Fórmula 1 muda algumas pessoas, ela não conseguiu fazer isso com Jenson.
 |
| O pai de Jenson, muitos anos atrás... |
|
 |
 |
 |
No passado, já fiz entrevistas exclusivas com ele e fiquei impressionado com a atenção recebida e a clareza nas respostas. Jenson é inteligente e não tem medo de falar o que pensa. Mas, por sua própria natureza tranqüila e amistosa, raramente é visto em tiroteios verbais.
Claro, colecionar simpatia jamais significou qualquer coisa em termos de performance. Mas nesta briga interna da Brawn GP, é um importante aliado de Jenson Button. O inglês lutou nos bastidores pela manutenção de Rubens Barrichello no time, sabe da sua importância no desenvolvimento do carro e não se furta em elogiar o trabalho do brasileiro quando necessário. Mas também põe fé na sua capacidade de superá-lo num duelo direto. Como promover um clima de animosidade contra um cara gente fina como esse?
Luis Fernando Ramos
|
|
 |
| | |
|
|
 |