Wing Wars – parte 3

Confira a primeira e a segunda partes.

Com o passar do tempo, começamos a lembrar mentalmente dos fatos em modo redux, apenas com alguns referenciais, praticamente em tópicos. É o famoso “o que lhe vem à cabeça?”.

Quando pensamos isoladamente na temporada de 1979, costumamos recordar apenas que foi um ano de título da Ferrari (que amargaria um longo jejum a partir disso), da “obediência” de Gilles Villeneuve em aceitar preferência para Jody Scheckter dentro do time, e que a Williams, que havia enchido o caixa com “os petrodólares dos árabes”, havia se transformado em equipe de ponta, vencendo suas primeiras corridas.

A questão é que 1979, terceiro ano da Era do Carro-Asa, foi muito, mas muito mais do que isso. Pode não ter sido a temporada mais equilibrada de todos os tempos, mas foi a que mais movimentou o desempenho dos times no grid talvez em toda a história da Fórmula 1. E isso não é pouco.

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A estranha história da Yamaha na Fórmula 1 – final

Confira a primeira parte clicando aqui.

1993 – 1996: Uma parceria sólida com a experiente Tyrrell

Uma nova equipe foi também foi necessária, a quarta em quatro temporadas. A escolhida foi a combalida Tyrrell, outra que sobrevivia apenas das glórias de um passado distante. Com o motor OX10A sendo nada mais do que um Judd V10 com o logo da Yamaha, mais uma temporada amarga se seguiu em 1993, sem nenhum ponto marcado. A parceria, contudo, foi mantida para 1994.

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